01/12/2025
Uma mulher de 46 anos entrou no Hospital do Tricentenário (Olinda-PE) com sangramento intenso e dor — era diagnostico de Adenomiose, condição grave. Mesmo assim, a equipe médica suspendeu o atendimento adequado porque achava que ela teria feito ab**to.
Enquanto esperava, sangrava, ficou horas desassistida, morreu antes que a gravidade fosse reconhecida.
Isso não é erro pequeno.
Isso é negligência, e é uma violação da saúde das mulheres que vivem com doenças ginecológicas sérias como endometriose ou adenomiose.
Quando a suspeita de ab**to atrasa o socorro, a vida vira estatística.
• Por que um exame de beta-HCG virou prioridade sobre um sangramento grave?
• Por que a equipe confundiu dor e risco clínico com “culpa” ou “comportamento”?
• Por que mulheres com doenças ginecológicas crônicas continuam sendo descartadas ou desacreditadas?
A endometriose, a adenomiose, as disfunções reais do corpo feminino exigem respeito, diagnóstico certo, ação rápida. Nem sempre é visível, mas é real.
E o atendimento de saúde precisa tratar isso como urgente, não como “achismo”.