Ronaldo R. de Oliveira

Ronaldo R. de Oliveira 🧠 Médico Psiquiatra
📚 Especialista em Psiquiatria de Adição
🎓 Mestre em Biotecnologia

Quando o autismo em meninas não é diagnosticado precocemente, as consequências vão além da dificuldade de reconhecimento...
27/03/2026

Quando o autismo em meninas não é diagnosticado precocemente, as consequências vão além da dificuldade de reconhecimento do comportamento.
Meninas podem se questionar constantemente: “O que há de errado comigo?”, o que aumenta o risco de ansiedade, depressão e baixa autoestima. O esforço para se encaixar socialmente é intenso e desgastante, pois muitas tentam controlar suas expressões, comportamentos e interações para “passar despercebidas”.
Além disso, sem diagnóstico e suporte, ficam mais vulneráveis ao bullying e à exclusão social, além de impedir que recebam ajuda para desenvolver habilidades sociais, acadêmicas e emocionais, limitando seu potencial e bem-estar.
O diagnóstico precoce permite oferecer suporte adequado, fortalecer a autoestima e reduzir riscos emocionais e sociais, promovendo saúde mental e uma vida mais segura e equilibrada para as meninas.

Ronaldo Rodrigues de Oliveira
Psiquiatria de Adições
CRM RS 43259 • RQE 36489

Meninas autistas muitas vezes passam despercebidas porque apresentam sinais diferentes do modelo masculino clássico de a...
25/03/2026

Meninas autistas muitas vezes passam despercebidas porque apresentam sinais diferentes do modelo masculino clássico de autismo. Elas podem controlar seu comportamento em público, demonstrar interesse em socializar e ter uma apresentação mais discreta.

Reconhecer essas diferenças é essencial para que meninas recebam diagnóstico precoce, suporte adequado e oportunidades de desenvolver habilidades sociais, acadêmicas e emocionais.

Ronaldo Rodrigues de Oliveira
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Muitos familiares se veem entre o desejo de ajudar e a dúvida sobre como agir, gerando desgaste emocional, conflitos e s...
24/03/2026

Muitos familiares se veem entre o desejo de ajudar e a dúvida sobre como agir, gerando desgaste emocional, conflitos e sensação de impotência.

Esse Mini Curso foi desenvolvido para oferecer uma orientação clara baseada em evidências científicas, ajudando você a entender melhor esse processo e a desenvolver habilidades para lidar com ele de uma forma mais segura e assertiva.

Mais do que informação, é um espaço de orientação e suporte para quem também precisa de cuidado.

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Falar sobre saúde mental pode ser desafiador, mesmo com pessoas de confiança. Muitos evitam a conversa por medo de julga...
20/03/2026

Falar sobre saúde mental pode ser desafiador, mesmo com pessoas de confiança. Muitos evitam a conversa por medo de julgamento ou por não saberem como começar.
Criar um espaço seguro para se expressar ajuda a reduzir a ansiedade, organizar os pensamentos e fortalecer o bem-estar emocional. Confira algumas dicas para iniciar essa conversa.
Ronaldo Rodrigues de Oliveira
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O sofrimento emocional nem sempre é visível. Muitas pessoas tentam seguir com a rotina mesmo quando estão sobrecarregada...
18/03/2026

O sofrimento emocional nem sempre é visível. Muitas pessoas tentam seguir com a rotina mesmo quando estão sobrecarregadas. Perceber os sinais é fundamental para identificar que algo não está bem.
Buscar apoio, seja conversando com alguém de confiança ou procurando orientação profissional, permite enfrentar desafios antes que eles se intensifiquem e fortaleçam o bem-estar emocional.

Ronaldo Rodrigues de Oliveira
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A recuperação do álcool é um processo contínuo. Porém, estudos mostram que 40 a 60% das pessoas em recuperação podem ter...
13/03/2026

A recuperação do álcool é um processo contínuo. Porém, estudos mostram que 40 a 60% das pessoas em recuperação podem ter ao menos uma recaída ao longo do tempo.

Por isso, reconhecer os gatilhos é fundamental para prevenir recaídas e fortalecer a recuperação.

Planejar estratégias de enfrentamento, buscar apoio social e profissional, manter o acompanhamento em terapia ou grupos de apoio aumenta significativamente as chances de manutenção da recuperação e de uma vida saudável e equilibrada.

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O transtorno por uso de substâncias não se resume unicamente à quantidade consumida ou ao tipo de substância. Ele envolv...
12/03/2026

O transtorno por uso de substâncias não se resume unicamente à quantidade consumida ou ao tipo de substância. Ele envolve um conjunto de sinais que refletem alterações no funcionamento cerebral, especialmente nos sistemas de recompensa, controle de impulsos e regulação emocional.
Muitas pessoas reconhecem apenas um ou dois desses sintomas e, por isso, acabam minimizando o problema. No entanto, a presença de alguns desses sinais de forma persistente já indica a necessidade de avaliação profissional.
O diagnóstico precoce permite intervenções mais assertivas, reduz riscos à saúde física e mental e aumenta as chances de recuperação sustentada. Tratar o vício como condição médica, e não como falha pessoal, muda completamente o cuidado.

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O acesso ao álcool na adolescência não ocorre apenas pela transgressão de uma regra legal. Ele está diretamente relacion...
08/03/2026

O acesso ao álcool na adolescência não ocorre apenas pela transgressão de uma regra legal. Ele está diretamente relacionado à disponibilidade no ambiente social e familiar.
O estudo “Patterns of Alcohol Access Among Brazilian Adolescents: A Latent Class Analysis”, feito com estudantes brasileiros do 8º ano, demonstrou que diferentes formas de acesso estão associadas a aumentos expressivos no risco de consumo pesado.
A prevenção eficaz não se limita à proibição formal da venda. Ela depende de fiscalização ativa, educação baseada em evidências, apoio familiar estruturado e fortalecimento de habilidades socioemocionais.
Discutir esse tema no Dia da Mulher é ampliar o debate sobre proteção e desenvolvimento saudável de meninas e adolescentes, com base em dados e responsabilidade coletiva.

Essas estimativas epidemiológicas  ajudam a desmontar uma ideia comum: a de que o vício é raro ou acontece apenas em sit...
06/03/2026

Essas estimativas epidemiológicas ajudam a desmontar uma ideia comum: a de que o vício é raro ou acontece apenas em situações extremas. Na realidade, os transtornos por uso de substâncias fazem parte da experiência de uma parcela significativa da população ao longo da vida.
Contudo, essa proximidade não é uma escolha, mas sim, uma condição médica, influenciada por múltiplos fatores, que precisa ser reconhecida, acompanhada e tratada com rigor clínico.
Quando o diagnóstico é feito de forma adequada e o cuidado é contínuo, as chances de recuperação aumentam de maneira significativa.
O acompanhamento especializado permite reduzir recaídas, reorganizar a rotina, melhorar a saúde mental e retomar projetos de vida com mais estabilidade.
Ronaldo Rodrigues de Oliveira
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Ainda é comum pensar no vício como resultado de falhas individuais, falta de controle ou decisões equivocadas. Na prátic...
04/03/2026

Ainda é comum pensar no vício como resultado de falhas individuais, falta de controle ou decisões equivocadas. Na prática clínica, essa visão não se sustenta.

O vício é uma condição médica, com critérios diagnósticos bem definidos, que envolve alterações no funcionamento do cérebro e nos sistemas de recompensa, controle de impulsos e regulação emocional.

O desenvolvimento do transtorno é multifatorial, resultando da interação entre fatores genéticos, psicológicos, sociais e ambientais. Não se trata de uma escolha consciente de perder o controle, mas de um processo gradual que modifica padrões de comportamento e respostas cerebrais ao longo do tempo.

Quando o diagnóstico é feito precocemente e a intervenção ocorre de forma adequada, as chances de recuperação aumentam de maneira significativa. É importante compreender que a recuperação não acontece de forma linear: ela exige acompanhamento contínuo, estratégias ajustadas à realidade de cada pessoa e um ambiente de cuidado consistente.

Com um tratamento estruturado e suporte adequado, a remissão a longo prazo e o retorno a uma vida funcional, saudável e significativa não são exceções, mas objetivos plenamente alcançáveis.

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Quando falamos de dependência, a primeira coisa que vem à mente é geralmente o álcool, o cigarro ou outras dr**as. Mas a...
27/02/2026

Quando falamos de dependência, a primeira coisa que vem à mente é geralmente o álcool, o cigarro ou outras dr**as. Mas a verdade é que qualquer coisa pode se transformar em uma forma de fuga.

O trabalho excessivo, o treino compulsivo, o uso constante de telas… muitas vezes, são maneiras de evitar lidar com emoções difíceis ou desconfortáveis. Pode até parecer produtivo ou saudável, mas quando esses comportamentos começam a dominar, eles podem esconder algo mais profundo: o medo de encarar o que sentimos.

O importante é entender que, embora o uso de substâncias seja um tipo claro de dependência, os outros comportamentos também podem prejudicar nossa saúde mental e emocional. Reconhecer isso é o primeiro passo para buscar equilíbrio e cuidados.

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Assim como ninguém espera que uma criança aprenda matemática sozinha, também não podemos esperar que ela desenvolva, por...
25/02/2026

Assim como ninguém espera que uma criança aprenda matemática sozinha, também não podemos esperar que ela desenvolva, por conta própria, habilidades emocionais que exigem orientação, prática e apoio.

O aprendizado socioemocional (SEL) é justamente isso: um processo contínuo que ajuda crianças a reconhecer sentimentos, lidar com frustrações, tomar decisões responsáveis, construir relações mais saudáveis e enfrentar desafios com mais segurança.

Quando essas habilidades não são ensinadas de forma clara e consistente, muitas crianças acabam sendo vistas apenas pelo “comportamento difícil”, quando na verdade estão lutando com emoções que não sabem nomear ou administrar.

Já quando o SEL é aplicado diariamente, na sala de aula, nas interações e nas rotinas, os resultados aparecem: mais confiança, melhor convivência, melhor desempenho escolar e, principalmente, um desenvolvimento mais equilibrado.

Ensinar sobre as emoções é tão essencial quanto ensinar qualquer outra habilidade.

Ronaldo Rodrigues de Oliveira
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