Hooper Endoscopy

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Saiba como seguir o padrão alimentar usando ingredientes brasileiros, com adaptações simples, sabor acessível e foco na ...
22/12/2025

Saiba como seguir o padrão alimentar usando ingredientes brasileiros, com adaptações simples, sabor acessível e foco na saúde de longo prazo

Por décadas, a dieta mediterrânea tem sido apontada como uma das formas mais eficientes de se alimentar com saúde, sabor e equilíbrio. Ela nasce da tradição de países como Itália, Grécia e Espanha, onde as refeições são preparadas com ingredientes frescos e compartilhadas em torno da mesa, sempre com calma, respeito ao tempo e valorização do ato de comer.

Pessoas que seguem a dieta mediterrânea têm risco signif**ativamente menor de desenvolver doenças cardíacas graves, como infarto e AVC. Mas será mesmo possível seguir essa dieta vivendo no Brasil, longe do Mediterrâneo? Sim é totalmente viável com o que se encontra na feira e no mercado brasileiro.

O que é, de fato, a dieta mediterrânea?

Antes de tudo a dieta mediterrânea não é uma lista rígida de alimentos ou um plano de emagrecimento. Ela é o reflexo de um estilo de vida tradicional de povos litorâneos da Europa, marcado pelo uso de ingredientes naturais, sazonais e minimamente processados. Sua base é simples: comer comida de verdade, preparada com calma e consumida em convivência.

Talvez, o grande segredo da dieta mediterrânea esteja menos no “o que comer” e mais em “como comer”: sem pressa, longe de telas e com presença. É uma cultura alimentar que preza pela qualidade, não pela quantidade.

Adaptação à brasileira

Não precisamos importar cultura alimentar. No Brasil, temos feijão, frutas, castanhas e hortaliças que cumprem o mesmo papel nutricional com muito mais frescor.
Mais: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-mediterranea-como-adaptar-com-ingredientes-brasileiros/

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O QUE ESTE ALIMENTO PODE TER A VER COM A FALTA DE PRAZER EM COMER?Ao contrário de uma percepção comum e preconceituosa, ...
19/12/2025

O QUE ESTE ALIMENTO PODE TER A VER COM A FALTA DE PRAZER EM COMER?

Ao contrário de uma percepção comum e preconceituosa, pessoas com obesidade não necessariamente sentem mais prazer ao comer.

Aliás, estudos usando neuroimagem já tinham mostrado atividade reduzida nas regiões cerebrais ligadas ao prazer em indivíduos com obesidade quando eram apresentados à comida. No passado, o mesmo também foi observado em experiências com animais.

Recentemente, cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley, Estados Unidos, sugeriram uma explicação para o fenômeno. Segundo eles, longos períodos com um padrão alimentar rico em gorduras diminuem os níveis de neurotensina, uma molécula cuja falta é capaz de atrapalhar os circuitos da dopamina, relacionados ao prazer.

Paradoxalmente, em ratos submetidos a uma dieta muito gordurosa, a falta de prazer surgia inclusive diante de alimentos cheios de… gordura! Isso acabava levando-os a comer mais e ganhar mais peso, como se a cada refeição o cérebro buscasse o prazer perdido.

Porém, quando os pesquisadores reestabeleceram os níveis de neurotensina nos animais, a ativação das regiões de prazer aumentou e isso os ajudou comer menos e a perder um pouco de peso. A experiência vale para reforçar que o prazer ao comer é peça-chave para a saciedade, contrariando o senso comum.

Para conhecer o trabalho publicado na revista Nature, este é o DOI: 10.1038/s41586-025-08748-y

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Dados do SUS mostram aumento alarmante de internações por infarto em pessoas com menos de 39 anos; fatores como obesidad...
18/12/2025

Dados do SUS mostram aumento alarmante de internações por infarto em pessoas com menos de 39 anos; fatores como obesidade e cigarro eletrônico agravam o cenário.

O Brasil enfrenta um aumento preocupante no número de jovens vítimas de infarto. Segundo dados do SUS (Sistema Único de Saúde), as internações de pessoas com menos de 39 anos mais que dobraram nos últimos 16 anos, evidenciando uma tendência alarmante na saúde cardiovascular da população jovem.

O cenário atual é resultado de diversos fatores de risco, incluindo obesidade, sedentarismo e o uso de cigarro eletrônico. Em relação aos dispositivos de va**ng, alertas indicam que podem ser tão ou mais nocivos que o cigarro convencional, com concentrações de nicotina potencialmente mais elevadas.

Fatores de risco e negligência no tratamento

Além do tabagismo em suas diferentes formas, o uso de substâncias como maconha pode aumentar em até cinco vezes a incidência de infarto. A hipertensão arterial também é um fator crítico, com apenas 30% dos pacientes diagnosticados seguindo adequadamente o tratamento médico prescrito.

O componente hereditário também desempenha papel crucial no desenvolvimento da doença. Pessoas com histórico familiar de infarto precisam redobrar os cuidados preventivos, iniciando o acompanhamento médico mais precocemente.
Mais: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cresce-numero-de-jovens-com-infarto-no-brasil-entenda/

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A boa hidratação, assim como a boa alimentação, são essenciais para a nossa saúde, dizem especialistas.Mas com a grande ...
17/12/2025

A boa hidratação, assim como a boa alimentação, são essenciais para a nossa saúde, dizem especialistas.

Mas com a grande quantidade de produtos para hidratação disponíveis no mercado, muitos deles trazendo slogans como "melhor do que água", f**a difícil saber qual é a forma de hidratação mais apropriada para nós.
Como navegar a oferta de soros orais, bebidas isotônicas e bebidas energéticas que prometem nos hidratar?

"Quando você não pratica esportes, a água traz os poucos minerais de que você necessita para se hidratar", disse a especialista em nutrição esportiva Anna Grifols à BBC News Mundo. "As bebidas com eletrólitos foram formuladas para repor o que se perde com a transpiração."

Então, que critérios devemos seguir na hora de escolher? Quando é melhor tomar uma bebida com sais, e quando é suficiente tomar um copo de água?

Quando os eletrólitos precisam ser repostos

O íon que mais se perde quando transpiramos é o sódio, explica Grifols. É por isso que quando fazemos esforço contínuo ou em condições de muito calor, repor o sódio "favorece a hidratação", explica.

"Caso contrário, você pode se desidratar, mesmo bebendo água." O grau de atividade física que você está fazendo e as condições ambientais são bons parâmetros a ser seguidos para que você saiba que tipo de hidratação é mais adequada ao seu caso.
Mais: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9wvy0epe05o

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A obesidade deixou de ser apenas um desafio individual para se tornar uma das maiores questões de saúde do nosso tempo. ...
16/12/2025

A obesidade deixou de ser apenas um desafio individual para se tornar uma das maiores questões de saúde do nosso tempo. No Brasil, mais de 60% dos adultos estão acima do peso e cerca de 30% já convivem com o excesso de peso.

Esses números impressionam e reforçam que não se trata de uma questão de aparência, mas sim de uma condição crônica, progressiva e com várias causas, que exige informação de qualidade, acolhimento e políticas públicas ef**azes.

Obesidade é doença, não falta de vontade

A ciência reconhece a obesidade como uma doença complexa, influenciada por fatores genéticos, metabólicos, hormonais, ambientais e psicológicos. Ainda assim, muitas vezes ela é reduzida, de forma injusta, a uma suposta “falta de disciplina”.

Essa visão simplista alimenta o preconceito e agrava as dificuldades vividas diariamente por milhões de pessoas. É fundamental compreender: a obesidade não é culpa do indivíduo. Encarar o tema dessa maneira só atrapalha a prevenção e o tratamento.

Além das consequências físicas, o impacto emocional também é enorme. Olhares de julgamento e estigmas sociais afetam a autoestima e a saúde mental. Combater a discriminação é, portanto, parte essencial da prevenção. Em um ambiente acolhedor, as chances de adoção de hábitos saudáveis e acompanhamento médico adequado aumentam consideravelmente.
Mais: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/obesidade-saiba-quando-o-excesso-de-peso-ameaca-a-saude-e-exige-atencao/

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Análise populacional nos Estados Unidos aponta que a qualidade do sono está ligada à gravidade de condição que afeta cor...
12/12/2025

Análise populacional nos Estados Unidos aponta que a qualidade do sono está ligada à gravidade de condição que afeta coração, rins e metabolismo.

Pessoas que dormem bem têm menos risco de estar em estágios avançados da Síndrome Cardiovascular-Renal-Metabólica (SCRM), condição ligada a doenças como obesidade, diabetes, doenças renais e cardiovasculares. Essa é a conclusão de um estudo publicado no Journal of the American Heart Association e que representa mais um passo no entendimento da correlação entre sono e problemas crônicos.

A pesquisa analisou dados de mais de 10 mil adultos com idade média de 49 anos dos Estados Unidos e concluiu que existe uma associação entre a qualidade do sono e o estágio da SCRM. Embora não tenha estabelecido causalidade entre os dois fatores, o alerta é relevante: quase 90% dos adultos nos EUA apresentam algum estágio dessa síndrome, e 15% estão em fases mais graves.

“Uma noite maldormida não é só reflexo de má saúde, mas também um fator de risco independente para hipertensão, diabetes, doenças renais e cardiovasculares”, alerta a neurologista Leticia Azevedo Soster, especialista em Medicina do Sono do Einstein Hospital Israelita. “Isso inclui o que a gente chama de desfechos duros, como óbito ou eventos cardiovasculares graves.”

Dormir mal ainda pode agravar fatores cardiovasculares e metabólicos, tornando tratamentos menos ef**azes, dificultando o controle da pressão arterial e acelerando a progressão de doenças. “Alguns estudos de coorte mostram que pessoas que dormem pouco ou têm o sono muito fragmentado têm maior risco de um manejo clínico mais difícil”, afirma Soster. Ela dá como exemplo a hipertensão. “Não é a apneia do sono que está determinando a hipertensão, mas o sono ruim que faz o tratamento ser mais refratário.”
Mais: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dormir-bem-pode-reduzir-risco-de-doencas-cardiovasculares-e-metabolicas/

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Estudo sobre possíveis fatores de risco para fígado gorduroso não alcoólico em crianças obesas.Com o aumento das taxas d...
11/12/2025

Estudo sobre possíveis fatores de risco para fígado gorduroso não alcoólico em crianças obesas.

Com o aumento das taxas de obesidade infantil, a doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) tornou-se a doença hepática mais comum entre crianças em todo o mundo. A prevalência de EHNA em crianças chinesas foi de 3,4%2. A prevalência em crianças obesas e com sobrepeso foi signif**ativamente maior, variando de 50% a 80%.

A DHGNA pode progredir de esteatose simples (ES) para esteato-hepatite não alcoólica (NASH), que subsequentemente leva a fibrose/cirrose. Entre os jovens obesos com EHNA, 10% têm NASH, que é caracterizada por inflamação e expansão dos hepatócitos no contexto de esteatose hepática. 1,6–8.

Embora a esteatose hepática simples geralmente tenha um "curso benigno", a NASH pode levar à doença hepática em estágio terminal. As crianças podem atingir um estágio prejudicial mais rápido do que os adultos. A cirrose hepática devido a DHGNA foi descrita em crianças.

Além das lesões intra-hepáticas, a DHGNA também tem consequências graves para a saúde, como distúrbios metabólicos, doenças cardiovasculares e resistência à insulina.

Entre os pacientes com NASH, metade das mortes foi devido a doenças cardiovasculares e malignidade. Portanto, a identif**ação precoce de SE e NASH é crucial para o tratamento e prognóstico.

Uma alternativa qualitativa e não invasiva é examinar o fígado para esteatose por ultrassom. Além disso, a alanina transaminase (ALT) no sangue é um exame de sangue barato, minimamente invasivo, aceitável e universalmente disponível.
Fonte: Pediatrics (2021) 21:122

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Descubra como o estado de cetose atua no organismo, favorece a queima de gordura e pode auxiliar no tratamento da obesid...
10/12/2025

Descubra como o estado de cetose atua no organismo, favorece a queima de gordura e pode auxiliar no tratamento da obesidade.

A busca pelo emagrecimento saudável tem levado muitas pessoas a experimentar estratégias diferentes das dietas convencionais. Entre elas, a cetose se tornou uma opção de destaque, tanto para quem deseja perder peso, quanto por especialistas em metabolismo. Nesse contexto, vale lembrar que mais do que uma moda passageira, a cetose é um processo fisiológico real, com efeitos diretos sobre a queima de gordura, a obesidade e a saúde metabólica.

A cetose é um estado em que o corpo, ao reduzir drasticamente os carboidratos, passa a usar a gordura como principal fonte de energia. Ela tem se mostrado especialmente útil para pessoas com obesidade, resistência insulínica ou dificuldade em perder peso com métodos tradicionais. Ao mesmo tempo, exige cuidados: não é indicada para todos os perfis e só deve ser feita sob acompanhamento médico ou nutricional.

Diferença entre cetose e déficit calórico

A endocrinologista e clínica geral Lyz Helena Aires Lopes explica que a cetose é um estado metabólico no qual, diante da baixa ingestão de carboidratos, o corpo passa a usar a gordura como principal fonte de energia. “Nesse processo, o fígado converte ácidos graxos em moléculas chamadas corpos cetônicos, que alimentam o cérebro, os músculos e outros tecidos”, explica a especialista.

Essa mudança de combustível interno diferencia a cetose de outra estratégia bastante conhecida: o déficit calórico. A médica explica que enquanto o déficit calórico se baseia em consumir menos calorias do que se gasta, o que acaba levando à perda de peso independentemente da fonte de energia, a cetose é uma adaptação do metabolismo.
Mais: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-cetogenica-como-a-cetose-ajuda-a-queimar-gordura/

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Mudanças climáticas, comida ultraprocessada e os efeitos do ambiente nos genes impulsionam o aumento das alergias alimen...
09/12/2025

Mudanças climáticas, comida ultraprocessada e os efeitos do ambiente nos genes impulsionam o aumento das alergias alimentares no mundo.

Nas últimas décadas, o número de pessoas com algum tipo de alergia alimentar cresceu de forma expressiva. Crianças e adultos têm reagido a alimentos antes tolerados sem problemas, e a explicação vai muito além da genética. O estilo de vida moderno, as mudanças climáticas e a exposição crescente a aditivos químicos estão mudando a forma como o sistema imunológico reage ao ambiente e, consequentemente, aos alimentos. A medicina já vê esse cenário como um fenômeno de múltiplas causas — e um alerta para repensarmos nossa relação com o que comemos.

O papel do ambiente e da epigenética

As chamadas influências epigenéticas — mudanças na expressão dos genes provocadas por fatores externos — ajudam a explicar por que as alergias alimentares vêm aumentando mesmo em pessoas sem histórico familiar. A poluição do ar, o aquecimento global e o contato constante com conservantes, corantes e agrotóxicos afetam a microbiota intestinal e o equilíbrio do sistema imunológico.

Esse desequilíbrio, somado à menor presença de alimentos naturais no dia a dia e à dependência crescente de ultraprocessados, faz o corpo perder a tolerância imunológica a proteínas simples. O resultado é uma reação de defesa exagerada a alimentos como leite, ovo, trigo, soja e amendoim — hoje entre os principais causadores de alergias.

Exposição excessiva e perda de equilíbrio imunológico

Comer tornou-se um ato cada vez mais distante da natureza. A industrialização dos alimentos, o uso de conservantes e o consumo de produtos prontos alteram não apenas o valor nutricional, mas também a forma como o organismo os reconhece. Pesquisas mostram que a exposição contínua a substâncias químicas e à poluição pode modif**ar a microbiota intestinal e aumentar a permeabilidade do intestino, facilitando a entrada de proteínas que disparam respostas alérgicas.
Mais: https://bandnewstv.uol.com.br/alergias-alimentares-disparam-por-que-voltar-a-comida-de-verdade-faz-diferenca/

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Pesquisa apresentada no Congresso Europeu de Obesidade mostra que até cinco minutos de exposição a propagandas de junk f...
05/12/2025

Pesquisa apresentada no Congresso Europeu de Obesidade mostra que até cinco minutos de exposição a propagandas de junk food já elevam o consumo calórico.

Basta um curto intervalo de cinco minutos assistindo a propagandas de alimentos ultraprocessados para que crianças e adolescentes consumam, em média, 130 calorias a mais ao longo do dia — o equivalente a duas fatias de pão. É o que revela um estudo realizado no Reino Unido, apresentado em maio no Congresso Europeu de Obesidade, em Málaga, na Espanha.

Segundo os pesquisadores, esse impacto foi observado independentemente do tipo de mídia e reforça a urgência de políticas públicas para restringir a publicidade de junk food voltada ao público infantil. “O estudo comparou os diferentes tipos de mídia: audiovisual, televisão, postagens nas redes sociais, áudio, como os podcasts, e estáticos, como os outdoors. Foi possível concluir que o efeito sobre a alimentação foi similar”, conta a professora Emma Boyland, membro do Departamento de Psicologia e do Grupo de Pesquisa sobre Apetite e Obesidade da Universidade de Liverpool, que coordenou o estudo.

Para chegar aos resultados, foram recrutados 240 voluntários com idades entre 7 e 15 anos que em duas ocasiões foram expostos a cinco minutos de anúncios de fast food. Então, os pesquisadores mediram a quantidade de calorias dos lanches e almoços subsequentes dos participantes.

Os pesquisadores notaram que eles consumiram cerca de 58,4 calorias a mais nos lanches e cerca de 72,5 calorias a mais nos almoços, resultando em um aumento médio de 130 calorias diárias. O mesmo não aconteceu após entrarem em contato com propagandas de produtos não alimentícios.
Mais: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/propaganda-de-fast-food-pode-levar-criancas-a-ingerirem-130-calorias-extras/

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A obesidade infantil é uma realidade preocupante que afeta milhões de crianças no Brasil e no mundo. Muito além de uma q...
04/12/2025

A obesidade infantil é uma realidade preocupante que afeta milhões de crianças no Brasil e no mundo. Muito além de uma questão estética, trata-se de um problema de saúde pública que pode comprometer seriamente o desenvolvimento físico, emocional e social das crianças. O excesso de peso na infância está diretamente associado ao surgimento precoce de doenças crônicas, como diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol alto e problemas respiratórios, além de afetar a autoestima e o convívio social.

Entre os principais fatores que contribuem para o aumento da obesidade infantil estão o sedentarismo, o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, o uso prolongado de telas e a falta de rotina alimentar saudável. Por isso, a prevenção começa dentro de casa e nas escolas, com ações simples, como incentivar uma alimentação equilibrada, com frutas, legumes, verduras e alimentos frescos, além da prática regular de atividades físicas e a redução do tempo em frente a celulares, computadores e TVs.

Se você está notando que seu filho está acima do peso ideal, é importante procurar orientação médica o quanto antes para avaliar a saúde da criança de forma completa e indicar o melhor caminho para o tratamento.

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