Dra Leda Cavalin Nicollelli

Dra Leda Cavalin Nicollelli • Obesidade • Diabetes • Metabologia • Tireóide

⚕ Medicina Preventiva

CRM 19914/PR RQE

As canetas emagrecedoras ajudam muita gente a finalmente emagrecer.Mas a dúvida que mais aparece depois do resultado é s...
06/02/2026

As canetas emagrecedoras ajudam muita gente a finalmente emagrecer.
Mas a dúvida que mais aparece depois do resultado é sempre a mesma: “e quando eu parar?”

O reganho de peso não acontece por causa da medicação em si.
Ele costuma acontecer quando o tratamento é encarado como solução isolada, sem preparo do corpo e da rotina para sustentar aquele novo peso.

Emagrecer é só uma parte do processo.
Manter o resultado exige estratégia, acompanhamento e ajustes que vão além da caneta.

👉 No carrossel de hoje, eu explico por que algumas pessoas recuperam o peso após o uso das canetas — e o que realmente faz diferença para não viver esse ciclo.

Dra Leda Cavalin Nicollelli – Endocrinologista
CRM-PR 19.914 / RQE 14.757

04/02/2026

A menopausa traz mudanças que confundem muitas mulheres — e isso acontece porque o corpo passa a responder de outro jeito aos mesmos estímulos de antes.

Quando entendemos como o metabolismo se reajusta nessa fase, f**a muito mais fácil diferenciar o que é normal do que realmente precisa de atenção. Muitas pacientes me dizem que “não reconhecem mais o próprio corpo”, e esse sentimento é mais comum do que se imagina.

Mas com informação clara, tudo começa a fazer sentido, e cada escolha passa a ter mais propósito.
No Reels, eu explico esse processo de forma simples e objetiva para ajudar você a enxergar essa fase com menos medo e mais consciência.

Se fizer sentido para alguém que você conhece, compartilhe.📤

Dra Leda Cavalin Nicollelli – Endocrinologista
CRM-PR 19.914 / RQE 14.757

Muita gente chega a um ponto do emagrecimento em que sente que está fazendo tudo certo… e mesmo assim nada muda. A comid...
30/01/2026

Muita gente chega a um ponto do emagrecimento em que sente que está fazendo tudo certo… e mesmo assim nada muda. A comida está controlada, o esforço existe, mas o peso simplesmente não responde.

Isso costuma gerar frustração, culpa e a sensação de que o problema é falta de disciplina. Mas, na prática, o que acontece muitas vezes é o corpo entrando em modo de proteção, tentando preservar energia depois de um período prolongado de déficit.

Entender esse momento é fundamental para não cair no erro de cortar ainda mais comida ou se exigir além do limite.

Nem todo platô se resolve com mais restrição. Muitos pedem mudança de estratégia.

👉 No carrossel de hoje, eu explico por que o emagrecimento pode travar mesmo com déficit calórico — e por que isso não signif**a fracasso, mas um sinal do corpo pedindo outra abordagem.

Dra Leda Cavalin Nicollelli – Endocrinologista
CRM-PR 19.914 / RQE 14.757

Quando falo sobre alimentação com pacientes com diabetes, uma frase aparece quase sempre: “Doutora, eu preciso cortar ca...
28/01/2026

Quando falo sobre alimentação com pacientes com diabetes, uma frase aparece quase sempre: “Doutora, eu preciso cortar carboidrato, né?”

E a resposta não é tão simples assim.

O que mais interfere no controle da glicose não é apenas quanto carboidrato você come, mas a velocidade com que esse carboidrato vira açúcar no sangue — e isso muda completamente o impacto no organismo.

Alguns alimentos são absorvidos muito rápido. Pão branco, arroz branco, massas refinadas, bolos, biscoitos, sucos e refrigerantes entram rapidamente na corrente sanguínea, fazem a glicose subir de forma abrupta e exigem uma resposta de insulina que o corpo de quem tem diabetes já tem dificuldade de oferecer.

Outros carboidratos se comportam de maneira bem diferente. Feijão, lentilha, grão-de-bico, aveia, arroz integral, quinoa, batata-doce, frutas inteiras e vegetais ricos em fibra liberam a glicose de forma mais lenta e gradual. Isso ajuda a evitar picos, melhora a saciedade e torna o controle glicêmico mais previsível.

Além do tipo de carboidrato, a combinação no prato faz muita diferença.
Quando ele vem junto com proteína, gordura e fibras — como arroz com feijão e legumes, fruta com iogurte ou aveia com sementes — a absorção f**a mais lenta e o impacto na glicemia é menor.

É por isso que duas refeições com a mesma quantidade de carboidrato podem gerar resultados completamente diferentes no exame de glicemia.

No diabetes, focar apenas em cortar carboidrato costuma gerar medo, restrição excessiva e pouca sustentabilidade.

Entender o ritmo de absorção, o tipo de alimento e a forma de consumir traz mais controle, mais segurança e muito mais liberdade alimentar.

👉 Se esse conteúdo te ajudou a enxergar os carboidratos de outra forma, salve esta legenda. Informação prática também faz parte do tratamento.

Dra Leda Cavalin Nicollelli – Endocrinologista
CRM-PR 19.914 / RQE 14.757

26/01/2026

A libido é um termômetro silencioso do corpo — e, muitas vezes, ela muda antes mesmo de qualquer exame mostrar algo.

Quando surgem alterações no desejo, quase sempre existe uma história por trás: rotina pesada, estresse acumulado, cansaço que não passa, mente sobrecarregada.

Nada disso aparece no laboratório, mas aparece no dia a dia. O que vejo no consultório é que, quando a mulher entende essa relação entre metabolismo, energia e emocional, a culpa diminui e a compreensão aumenta.

E é a partir disso que conseguimos construir um cuidado realmente individual, que faz sentido para a vida dela.

🎥 No Reels, eu aprofundo esse tema de um jeito claro e acolhedor para ajudar você a reconhecer esses sinais.

Se quiser entender o que está acontecendo no seu caso e dar o próximo passo com segurança, agende uma avaliação.💞

Dra Leda Cavalin Nicollelli – Endocrinologista
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Muitas mulheres começam a perceber mudanças no corpo por volta dos 40 anos: mais dificuldade para emagrecer, ganho de go...
23/01/2026

Muitas mulheres começam a perceber mudanças no corpo por volta dos 40 anos: mais dificuldade para emagrecer, ganho de gordura abdominal, sono mais leve, cansaço ao acordar e alterações no açúcar do sangue.

Quase sempre, escutam que isso é “normal da idade”. Mas, do ponto de vista médico, muitas dessas mudanças fazem parte de um processo que começa anos antes da última menstruação.

A transição menopausal não é apenas reprodutiva — ela é metabólica.
Antes mesmo da pausa menstrual, o estrogênio já começa a oscilar, e isso impacta diretamente o metabolismo, a sensibilidade à insulina, a distribuição da gordura corporal e até a qualidade do sono.

Por isso, o corpo pode mudar mesmo com ciclos ainda regulares.
O peso passa a responder diferente, a barriga aumenta com mais facilidade e estratégias que funcionavam antes deixam de funcionar.

Falar em “menopausa precoce metabólica” não signif**a antecipar o fim da menstruação.

Signif**a reconhecer que o corpo entra em transição muito antes — de forma silenciosa — e que ignorar esses sinais costuma gerar frustração e culpa desnecessária.

Quando entendemos essa fase como um evento metabólico, o cuidado muda. Sai a ideia de que é “só idade” e entra uma abordagem mais estratégica, com avaliação hormonal, ajustes alimentares adequados, atividade física direcionada, cuidado com o sono e prevenção de riscos futuros.

👉 Se você tem mais de 40 anos e sente que seu corpo não responde como antes, salve esta legenda. Entender o que está por trás dessas mudanças faz toda a diferença no cuidado com a saúde.

Dra Leda Cavalin Nicollelli – Endocrinologista
CRM-PR 19.914 / RQE 14.757

Muitas mulheres com síndrome dos ovários policísticos crescem ouvindo que precisam apenas de mais foco, mais disciplina ...
21/01/2026

Muitas mulheres com síndrome dos ovários policísticos crescem ouvindo que precisam apenas de mais foco, mais disciplina ou mais força de vontade para conseguir manter uma dieta. E carregam culpa quando isso não acontece.

O que quase ninguém explica é que essa condição afeta muito mais do que o ciclo menstrual. Ela altera sinais cerebrais de fome, saciedade e controle do impulso alimentar — tornando o processo muito mais desafiador do que parece de fora.

👉 No carrossel de hoje, eu explico por que manter dieta é mais difícil nesse contexto — e por que isso não tem nada a ver com falta de força de vontade.

Dra Leda Cavalin Nicollelli – Endocrinologista
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19/01/2026

A tireoide é uma das glândulas que mais se transforma durante a gestação, mas esse é um assunto que quase nunca aparece nas conversas do pré-natal.

O que muitas pacientes não imaginam é que, durante a gravidez, o organismo materno aumenta a necessidade de hormônios tireoidianos de forma intensa — e isso pede ajustes rápidos.

🎥 No Reels, eu explico por que essa atenção faz tanta diferença e como entender esses detalhes traz mais segurança para quem está vivendo essa fase.

Se você conhece alguma gestante que merece essa tranquilidade, compartilhe. Informação também é cuidado.💛

Dra Leda Cavalin Nicollelli – Endocrinologista
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Muitas mulheres chegam ao consultório dizendo:“Doutora, entrei na menopausa e comecei a engordar.”Mas, na prática, o que...
16/01/2026

Muitas mulheres chegam ao consultório dizendo:
“Doutora, entrei na menopausa e comecei a engordar.”

Mas, na prática, o que acontece na maioria das vezes não é apenas ganho de peso — é uma mudança na forma como o corpo distribui a gordura.

Antes da menopausa, o estrogênio favorece o acúmulo de gordura em regiões como quadril e coxas, a chamada gordura periférica. Com a queda hormonal, esse padrão muda: o corpo passa a direcionar mais gordura para a região abdominal, especialmente a gordura visceral.

E aqui está o ponto mais importante:
👉 a gordura visceral é metabolicamente mais perigosa.

Ela está associada a maior resistência insulínica, aumento do risco cardiovascular, inflamação crônica e maior dificuldade para emagrecer, mesmo quando o peso total na balança não muda tanto.

Por isso, muitas mulheres dizem que “não ganharam tantos quilos”, mas percebem claramente que a barriga aumentou, a roupa veste diferente e o corpo parece responder pior às mesmas estratégias de antes.

Esse processo não é falta de esforço. É consequência direta da mudança hormonal da menopausa, que altera o metabolismo, a sensibilidade à insulina e a forma como o corpo armazena energia.

É também por isso que simplesmente “comer menos” ou repetir dietas antigas costuma falhar nessa fase.

O cuidado precisa ser diferente: foco em preservação de massa muscular, ajuste alimentar estratégico, atividade física adequada, sono, manejo do estresse e avaliação hormonal individualizada.

A menopausa não é o começo do fim do metabolismo.
Mas exige entender que o corpo muda — e a estratégia também precisa mudar.

👉 Se esse conteúdo fez sentido para você, salve esta legenda e compartilhe com outras mulheres que estão vivendo essa fase e ainda se culpam por algo que é fisiológico.

Dra Leda Cavalin Nicollelli – Endocrinologista
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Muitas mulheres acham que o mais difícil é emagrecer. Mas, na prática, o maior desafio costuma ser manter o peso perdido...
14/01/2026

Muitas mulheres acham que o mais difícil é emagrecer. Mas, na prática, o maior desafio costuma ser manter o peso perdido.

Quando o peso volta, quase sempre vem acompanhado de culpa e frustração.

Só que esse ciclo não é falta de disciplina — é o corpo ativando mecanismos biológicos de defesa, que no organismo feminino tendem a ser mais intensos.

Entender conceitos como set point, memória metabólica e ação hormonal muda completamente a forma como enxergamos o emagrecimento.
E muda, principalmente, a forma como tratamos — com estratégia, acompanhamento e ciência.

👉 No carrossel de hoje, eu explico por que o peso volta com tanta facilidade nas mulheres e quais caminhos realmente ajudam a quebrar esse ciclo.

Dra Leda Cavalin Nicollelli – Endocrinologista
CRM-PR 19.914 / RQE 14.757

12/01/2026

A relação entre emagrecimento, resistência à insulina e fertilidade é muito mais profunda do que parece.
Quando o metabolismo começa a se reorganizar, o corpo responde com ciclos mais estáveis, ovulação mais previsível e menor inflamação — fatores decisivos para quem deseja engravidar.

Mas o que muita gente não sabe é que cada medicação tem um tempo diferente para ser suspensa antes da gestação, e isso muda de acordo com o organismo e com os objetivos de cada mulher.

É um processo que precisa ser planejado, pensado e conduzido com cuidado.

No Reels, eu explico exatamente como essa escolha pode ser feita com segurança. Se você está se preparando para engravidar e quer entender o que faz sentido no seu caso, agende uma avaliação.

Dra Leda Cavalin Nicollelli – Endocrinologista
CRM-PR 19.914 / RQE 14.757

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