Paulo Faro

Paulo Faro Sou médico neurologista, especialista em cefaleias, cujo objetivo é transformar a vida de pessoas que

“Nossa, eu sei que vai chover hoje porque a minha cabeça já começou a latejar!” ⛈️🤯Se você já falou isso e alguém achou ...
24/03/2026

“Nossa, eu sei que vai chover hoje porque a minha cabeça já começou a latejar!” ⛈️🤯

Se você já falou isso e alguém achou que era invenção, saiba que a ciência está do seu lado. Você é o que nós chamamos carinhosamente de “barômetro humano”.

Como expliquei no post, o cérebro enxaquecoso é hipersensível. Quando a pressão atmosférica cai (antes de uma tempestade), o ar dentro das cavidades do seu rosto sofre um desequilíbrio, ativando fisicamente o Nervo Trigêmeo e disparando a dor.

Como não podemos controlar a previsão do tempo, a única saída é fortalecer o seu limite de tolerância. Quando instituímos o tratamento preventivo adequado, nós regulamos o seu sistema de alerta. Seu cérebro f**a mais resistente e passa a tolerar as variações de clima sem precisar explodir numa crise de dor.

👇 Qual é o clima que mais ataca a sua enxaqueca? Me conta aqui nos comentários para eu saber!

Dr. Paulo Faro

Neurologista

CRM PR: 32102 RQE 22885

Você já sentiu uma dor tão intensa que parece impossível de descrever? No Dia Internacional de Conscientização da Cefale...
21/03/2026

Você já sentiu uma dor tão intensa que parece impossível de descrever? No Dia Internacional de Conscientização da Cefaleia em Salvas (21 de março), queremos dizer: nós vemos você. 💙

Muitas vezes chamada de "cefaleia suicida" devido à sua intensidade excruciante, esta condição não é apenas uma "dor de cabeça forte". Ela é uma doença neurológica real que exige diagnóstico correto e respeito.

Reconheça os sinais:

👁️ Dor extrema sempre de um único lado do rosto (geralmente ao redor do olho).

💧 Lacrimejamento, olho vermelho ou pálpebra caída no mesmo lado da dor.

👃 Nariz escorrendo ou entupido.

🕒 Crises que duram de 15 a 180 minutos, muitas vezes ocorrendo no mesmo horário.

Se você se identif**a com isso, saiba que a média para o diagnóstico correto no Brasil chega a ser de 10 anos. Não aceite viver no escuro e no sofrimento. Existe tratamento e controle para devolver sua qualidade de vida.

Você não está sozinho. 🎗️

Muitas vezes, o gatilho da sua dor está escondido em hábitos que parecem completamente inofensivos. O cérebro de quem te...
19/03/2026

Muitas vezes, o gatilho da sua dor está escondido em hábitos que parecem completamente inofensivos. O cérebro de quem tem enxaqueca é hipersensível e fatores simples do nosso dia a dia podem ser gatilhos para a crise.

Mas cada indivíduo, como a própria palavra diz, é único. O gatilho de um paciente, pode não fazer a menor diferença para outro.

Por isso, o enxaquecoso não deve viver em uma bolha, tentando evitar todos os gatilhos já mapeados. Isso não é saudável.

Para a melhora da saúde e qualidade de vida do paciente, precisamos de um acompanhamento que avalie a neuroquímica específ**a do seu cérebro e, só então, seja feito o tratamento pensado para a sua realidade.

Se você sofre com enxaqueca, clique no link da bio e agende a sua consulta. Será um prazer te ouvir e atender.

Dr. Paulo Faro

Neurologista

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A enxaqueca com aura atinge até 30% dos pacientes enxaquecosos.No texto de hoje, explico alguns riscos vasculares associ...
17/03/2026

A enxaqueca com aura atinge até 30% dos pacientes enxaquecosos.

No texto de hoje, explico alguns riscos vasculares associados a essa condição. Se você já tem uma propensão genética vascular, adicionar fatores comportamentais como cigarro ou dr**as ilícitas, é multiplicar a chance de um quadro grave ainda na juventude.

Mas com o tratamento preventivo correto, mantendo a doença controlada, o risco vascular de pacientes com aura se equipara ao de pessoas que não possuem enxaqueca.

O controle da enxaqueca com aura vai muito além do alívio da dor; é uma questão de proteção vascular. Se você apresenta esses sintomas, não adie a busca por um diagnóstico preciso.

Dr. Paulo Faro

Neurologista

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Como eu sempre digo aos meus pacientes: a nossa história conta as nossas dores.Não dá para tratar a enxaqueca apenas olh...
12/03/2026

Como eu sempre digo aos meus pacientes: a nossa história conta as nossas dores.

Não dá para tratar a enxaqueca apenas olhando para a receita médica e ignorar o que a pessoa na minha frente está vivendo. É preciso investigar incansavelmente o que mantém a doença ativa ao longo dos dias, semanas e meses.

Você já identificou qual é o “efeito dominó” que ativa a sua dor? O estresse no trabalho? A ansiedade?

Dr. Paulo Faro

Neurologista

CRM PR: 32102 RQE 22885

12/03/2026

Você sente dor no pescoço ou no maxilar antes da crise de enxaqueca?

Muitas pessoas passam anos indo a dentistas, ortopedistas e fisioterapeutas, achando que o problema é bruxismo ou má postura. Mas a verdade é outra!

A enxaqueca não é apenas “dor de cabeça”: ela é uma doença neurológica de 5 fases. Na fase premonitória (antes da dor principal chegar), o seu cérebro já está em crise. É por isso que cerca de 80% dos pacientes relatam dor na cervical ou na face.

A origem da sua dor não está no dente nem no músculo: está no cérebro. Enquanto você tentar tratar apenas o pescoço e ignorar a neurologia, a doença vai continuar voltando.

👇 Você também costuma ter essas dores antes da crise de enxaqueca? Me conta aqui nos comentários!

Dr. Paulo Faro
Neurologista
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O remédio que ficou fraco ou a sua dor que ficou forte?Entenda o perigo de precisar de doses cada vez maiores.É extremam...
10/03/2026

O remédio que ficou fraco ou a sua dor que ficou forte?
Entenda o perigo de precisar de doses cada vez maiores.
É extremamente comum: o paciente começa tomando um analgésico simples de vez em quando e resolve. Depois de um tempo, precisa tomar dois. Depois, precisa trocar por um remédio “mais forte” ou ir para o pronto-socorro tomar na veia.
A ilusão é achar que o remédio “perdeu a força”. Na verdade, isso pode ser um sinal de agravamento da enxaqueca.
Na ciência, chamamos isso de “cronif**ação de cefaleia por uso excessivo de medicamentos”. Estudos recentes mostram que o usar remédios para o tratamento agudo (analgésicos, anti-inflamatórios…), de forma frequente, altera fisica e quimicamente o cérebro.
Em outras palavras: o cérebro cria novas vias de dor e o limiar de tolerância despenca. Uma dor que seria nota 3 vira nota 10.
Trocar para um remédio mais forte nessa hora é como tentar apagar um incêndio jogando gasolina. O alívio é rápido, mas a próxima crise pode vir mais intensa e resistente.
Se a sua dose aumentou, é sinal de que você precisa parar de tratar a dor e começar a tratar o cérebro, a causa neurológica.
A informação é o primeiro passo para o tratamento correto. Aproveitando esse espaço: qual é a sua maior dúvida sobre enxaqueca?
Para um diagnóstico individual, agende sua consulta.
Dr. Paulo Faro
Neurologista
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04/03/2026

A crise de enxaqueca quase nunca começa com uma forte dor de cabeça de repente. Ela começa de mansinho, sorrateira, com uma pressão leve na cabeça.

E é nessa hora que o seu próprio cérebro te sabota com desculpas:

“Ah, é porque bebi pouca água hoje.”

“Passei da hora de comer.”

“Meu filho acordou de madrugada, é só cansaço.”

Você ignora, continua trabalhando e acha que “já vai passar”. Mas, quando você finalmente para e presta atenção, a crise já está super forte. E já vem acompanhada de náusea, sensibilidade à luz e muita dor.

Aí você toma o seu remédio e ele não faz nem cócegas. A primeira conclusão é: “Esse remédio é fraco!”

Na verdade, o remédio não é fraco. É que o tratamento da crise deveria ter sido feito lá atrás, no primeiro sinal de alerta, e não quando a “tempestade” neurológica já se instalou por completo no seu cérebro.

Quando você tem o diagnóstico e faz acompanhamento especializado, você aprende a identif**ar os sinais da sua crise e fazer um tratamento realmente ef**az.

Você tem dúvidas sobre o tratamento da enxaqueca? Deixe nos comentários.
*E para orientações específ**as, agende sua consulta.

Dr. Paulo Faro
Neurologista
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Imagine a cena: você está conversando e, de repente, apaga. Você não desmaia, mas não sabe onde está, que dia é hoje, ou...
27/02/2026

Imagine a cena: você está conversando e, de repente, apaga. Você não desmaia, mas não sabe onde está, que dia é hoje, ou f**a agitado e falando coisas sem sentido.

Pode ser a enxaqueca confusional, uma manifestação rara da doença em que a “tempestade elétrica” da crise atinge áreas da memória e da consciência. A dor pode vir depois ou nem aparecer.

⚠️ Mas atenção: confusão mental súbita é emergência médica.

Nunca assuma que é “só enxaqueca”. Corra para o hospital para descartar AVC, inflamação ou infecção no sistema nervoso central. Se os exames forem completamente normais, poderemos pensar na possibilidade desta forma rara de enxaqueca.

Eu sei que, num primeiro momento, ouvir isso pode gerar um certo medo ou insegurança. Mas eu vejo na prática do consultório todos os dias: o conhecimento é o melhor remédio contra o medo.

Quando você entende exatamente o que está acontecendo no seu corpo e, principalmente, o que nós vamos fazer para reverter isso, a angústia vai embora e você retoma o controle da situação.

Você já teve algum sintoma neurológico estranho antes da dor chegar? Me conte nos comentários.

Dr. Paulo Faro
Neurologista
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Dipirona é remédio de dor NA cabeça, não de enxaqueca.Parece um jogo de palavras, mas essa é a melhor definição médica q...
20/02/2026

Dipirona é remédio de dor NA cabeça, não de enxaqueca.

Parece um jogo de palavras, mas essa é a melhor definição médica que você vai ler hoje.

1️⃣ Dor NA cabeça (sintoma): é a sensação dolorosa. O analgésico vai lá e “corta” o sinal da dor. O alívio é imediato, mas temporário.

2️⃣ Enxaqueca (doença): é a condição neurológica. É o “motor” que gera a dor, a inflamação e a hipersensibilidade. O analgésico NÃO encosta nisso.

Para tratar a enxaqueca, precisamos de tratamento preventivo e mudança de estilo de vida. É isso que vai tratar de verdade, e não mascarar a dor, ou até piorar os seus sintomas.

Agora que você já sabe que não deve tratar a enxaqueca como uma simples dor na cabeça, envie “PREVENTIVO” no direct para saber mais sobre o tratamento.

Estudo: Raggi et al. (2025). Risk factors associated to disability in primary headaches.

Dr. Paulo Faro

Neurologista

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Seria um sonho se pudéssemos simplesmente entrar no centro cirúrgico e remover a enxaqueca com um bisturi.Mas, infelizme...
19/02/2026

Seria um sonho se pudéssemos simplesmente entrar no centro cirúrgico e remover a enxaqueca com um bisturi.

Mas, infelizmente, a enxaqueca não é uma doença cirúrgica.

Para entender o porquê, precisamos entender a natureza da doença:

🧠 O cérebro do enxaquecoso tem uma hipersensibilidade a estímulos e uma dificuldade em processar informações sensoriais. Isso envolve neurotransmissores, canais iônicos e receptores microscópicos. Nenhuma cirurgia consegue “operar” a química cerebral ou mudar a sua genética.

Sim, existem cirurgias que são divulgadas como “cirurgia para enxaqueca” — em geral com a ideia de “descomprimir nervos” em pontos específicos da cabeça e do pescoço. O ponto importante é: isso não é tratamento padrão nem uma recomendação formal estabelecida pela comunidade neurológica para enxaqueca. Esses procedimentos são frequentemente feitos e promovidos por cirurgiões plásticos, e a forma como aparecem em anúncios e redes sociais pode exagerar resultados e criar uma expectativa irreal — às vezes com cara de “cura garantida” — quando, na verdade, está muito longe disso.

O tratamento real e ef**az continua sendo o clínico:

- Prevenir as crises com medicação, de forma que o cérebro “esqueça” o caminho para gerar os sintomas da enxaqueca;
- Bloquear as crises, da maneira mais ef**az e rápida possível;
- Ajustar o estilo de vida (sono, alimentação, exercício, saúde mental, relacionamentos etc.) - o grande ativador e mantenedor da enxaqueca.

Não busque atalhos mágicos!

Busque o tratamento especializado que tem evidência científ**a.

Dr. Paulo Faro

Neurologista

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🍫 A decisão da Virginia de trocar o chocolate da filha virou notícia. Mas, tecnicamente, ela está certa? Deixando as man...
12/02/2026

🍫 A decisão da Virginia de trocar o chocolate da filha virou notícia. Mas, tecnicamente, ela está certa?

Deixando as manchetes de lado, vamos analisar a neuroquímica dessa escolha.

O chocolate escuro (ao leite ou amargo) carrega compostos da massa de cacau, principalmente teobromina e cafeína. Em sistemas nervosos em desenvolvimento ou hipersensíveis, esses estimulantes podem, sim, facilitar o disparo de uma crise de enxaqueca.

Já o chocolate branco, é feito da manteiga do cacau. Ele preserva a gordura, mas elimina os compostos fenólicos e estimulantes da massa escura. Ou seja: você tira o gatilho químico, mantendo o “agrado” do doce.

⚠️ Porém, um alerta: Isso não signif**a que o chocolate branco seja um “alimento medicinal”. Ele é rico em açúcar, que gera picos de insulina e inflamação — dois fatores que, a longo prazo, também prejudicam o enxaquecoso.

A lição que f**a desse caso é a importância da observação. Não existe regra universal para gatilhos. O que existe é conhecer o próprio corpo (ou o do seu filho).

Você sente diferença na sua dor dependendo do tipo de chocolate que come?

Dr. Paulo Faro

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