Alexandre Casco Pietsch

Alexandre Casco Pietsch Minha missão é ajudar o idoso e seus familiares a conquistarem mais qualidade de vida.

14/02/2026

Ele não tá fazendo de propósito.

Uma das coisas mais difíceis pra quem convive com alguém que tem Alzheimer é aceitar que aquela pessoa não tem controle sobre o que faz.

Ela não escolhe esquecer. Não escolhe repetir. Não escolhe te acusar de algo que não aconteceu. O cérebro dela está doente — e um cérebro doente não produz comportamentos racionais.

Mas o que eu mais vejo no consultório são famílias esgotadas porque passam o dia inteiro tentando corrigir, explicar, convencer. E eu entendo. É o instinto natural de qualquer pessoa: corrigir o que parece errado.

Só que no Alzheimer, essa lógica não funciona. Quando você corrige, a pessoa não aprende — porque a área do cérebro responsável por formar novas memórias já foi comprometida.

O que ela sente é que alguém tá irritado com ela e ela não sabe por quê. E aí vem a agitação, a agressividade, o choro, a recusa em cooperar.

Porque o ambiente ficou hostil pra um cérebro que já não consegue processar o que tá acontecendo.

Então o que funciona?

Redirecionar em vez de confrontar.

Se ela perguntou a mesma coisa, responde como se fosse a primeira.

Se ele diz que quer ir embora, não corrige — oferece um café, muda de assunto, acolhe.

Se ela te acusou de ter escondido algo, não se defende — ajuda a procurar junto.

O objetivo nunca é provar que você tem razão. É fazer a pessoa se sentir segura.

O paciente f**a mais calmo, mais colaborativo, mais presente. E o cuidador sofre menos — porque para de travar uma batalha que nunca ia vencer.

Ninguém nasce sabendo cuidar de quem tem demência. Não é instintivo.

Não é óbvio. E não é fácil. Mas a informação certa no momento certo muda a vida de uma família inteira.

Se esse conteúdo fez sentido pra você, manda pra alguém que cuida de um familiar com Alzheimer.

Dr. Alexandre Casco Pietsch
Médico Geriatra
CRM-PR 32124 RQE 25768

12/02/2026

Herpes zóster é muito mais perigosa do que a maioria das pessoas imagina.

E a vacina que previne essa doença tem benefícios que vão muito além do que você pensa.

Vamos aos fatos:

O vírus da catapora, aquele que quase todo mundo pegou na infância, não vai embora. Ele f**a escondido no seu sistema nervoso por décadas, esperando uma oportunidade. Quando a imunidade cai — seja pela idade ou por alguma doença — ele volta. E quando volta, pode causar um estrago enorme.

A pior consequência é uma dor crônica chamada neuralgia pós-herpética: uma dor que muitos pacientes descrevem como queimação ou facadas, que pode durar meses ou até anos depois que as feridas somem.

Até 1 em cada 5 pessoas que têm herpes zóster desenvolvem essa complicação.

Agora, o que quase ninguém sabe:

Estudos recentes com mais de 200 mil pessoas, publicados em algumas das revistas científ**as mais importantes do mundo (Nature Medicine, 2024), mostraram que quem tomou a vacina recombinante teve um risco signif**ativamente menor de desenvolver demência nos anos seguintes.

Outro grande estudo, publicado na revista Nature em 2025, encontrou uma redução de cerca de 20% nos novos casos de demência em quem foi vacinado.

Ou seja: além de prevenir uma doença extremamente dolorosa e incapacitante, essa vacina pode estar ajudando a proteger o seu cérebro contra o envelhecimento cognitivo.

Sobre a proteção da vacina: nos estudos originais, a eficácia foi superior a 97%. Na vida real, pesquisas com quase 2 milhões de pessoas mostraram uma proteção de 76% com as duas doses, mantida de forma consistente ao longo dos anos.

E o acompanhamento mais longo já feito confirmou que a vacina continua funcionando bem por mais de 10 anos.

Se você tem mais de 50 anos e ainda não se vacinou, converse com o seu médico.

Salva esse post e manda pra alguém que precisa saber disso.

Dr. Alexandre Casco Pietsch
Médico Geriatra
CRM-PR 32124 RQE 25768

11/02/2026

💊 Estatina causa dor muscular? A ciência responde com dados de verdade.

O maior ensaio clínico controlado até hoje sobre esse tema foi publicado no BMJ (2021) — StatinWISE — e testou a atorvastatina 20 mg vs placebo em pacientes que já haviam relatado dores musculares ao usar estatinas.

🔬 Como o estudo foi feito:

• Randomizado, duplo-cego, controlado por placebo.
• Cada participante teve ciclos intercalados de estatina e placebo, sem saber o que recebia.

📊 Principais achados:

👉 Nenhuma diferença estatisticamente signif**ativa na frequência ou intensidade das dores musculares entre estatina e placebo. 
👉 A retirada por dores musculares foi similar nos dois grupos.

🧠 Efeito nocebo explicado:

O nocebo acontece quando a expectativa de efeitos colaterais induz sintomas reais — sem que o medicamento seja a causa fisiológica direta. Isso explica porque muitos relatam dores apenas por acreditarem que a estatina irá causá-las.

📚 Referência científ**a:
Herrett E, Williamson E, Brack K, et al.
Statin treatment and muscle symptoms: series of randomised, placebo-controlled n-of-1 trials.
BMJ 2021;372:n135. DOI: 10.1136/bmj.n135

⚠️ Importante: dores musculares são reais — mas, na maioria dos casos, não são causadas pela estatina. Suspender sem critério aumenta o risco cardiovascular. Converse com seu médico.


Dr. Alexandre Casco Pietsch
Médico Geriatra (CRM-PR 32124 | RQE 25768)

07/02/2026

⚠️ ÁGUA COM SAL FAZ BEM? A CIÊNCIA DIZ O CONTRÁRIO

Essa moda das redes sociais de adicionar sal “integral”, sal marinho ou sal rosa na água está colocando muita gente em risco — especialmente quem tem mais de 60 anos.

A verdade que ninguém conta:

Sal marinho, sal rosa do Himalaia, sal integral… para o seu rim e para o seu coração, é tudo a mesma coisa. O sódio é idêntico. Muda a cor, muda o marketing, mas NÃO muda o efeito no corpo.

O que a ciência realmente diz:

📚 Segundo o estudo PURE (publicado no New England Journal of Medicine, 2014), o consumo excessivo de sódio está diretamente associado ao aumento da pressão arterial e risco cardiovascular, independentemente da fonte do sal.

📚 A American Heart Association (2021) reforça: não há evidência de benefício cardiovascular em diferentes tipos de sal — o problema é sempre o sódio em excesso.

📚 Para idosos, o perigo é ainda maior: um estudo publicado no Journal of the American Geriatrics Society (2019) mostrou que o excesso de sódio em pessoas acima de 60 anos acelera o declínio da função renal e aumenta signif**ativamente o risco de eventos cardiovasculares.

Os riscos reais do sal extra:

• Pressão alta descontrolada
• Sobrecarga nos rins
• Retenção de líquidos
• Maior risco de infarto e AVC
• Piora de insuficiência cardíaca

A verdade incômoda: seu corpo NÃO precisa de sal extra na água. Você já consome o suficiente (e provavelmente até demais) nos alimentos do dia a dia.

Se você tem pressão alta, doença renal ou cardíaca, sal é veneno — não é remédio.

Dr. Alexandre Casco Pietsch
Médico Geriatra
CRM-PR 32124 RQE 25768

🔴 Compartilhe com quem anda seguindo essas “dicas milagrosas” por aí na internet. Informação correta salva vidas.

07/02/2026

ZOLPIDEM DEPOIS DOS 60: O QUE A CIÊNCIA REVELA SOBRE QUEDAS E FRATURAS

“Doutor, eu só tomo meio comprimido para dormir...”

E se eu te dissesse que esse “meio comprimido” está associado a riscos concretos de quedas e fraturas que muitos médicos não explicam adequadamente?

Vou direto aos dados científicos.

O QUE AS PESQUISAS MOSTRAM:

Uma revisão sistemática e meta-análise de 2018, publicada no Age and Ageing (Oxford Academic), avaliou 14 estudos com mais de 830 mil participantes e encontrou:

→ Zolpidem está associado a um aumento de 63% no risco de fraturas (OR=1.63) → Há uma tendência de aumento de 2,4 vezes no risco de quedas (embora não estatisticamente signif**ativo devido à heterogeneidade dos estudos) → Especif**amente para o zolpidem, há aumento de 2,05 vezes no risco de lesões

POR QUE ISSO ACONTECE?

O zolpidem afeta o sistema nervoso central causando:

* Sonolência residual
* Comprometimento do equilíbrio e marcha
* Efeitos negativos na vigilância e função cognitiva
* Prejuízo na coordenação motora que persiste mesmo horas após a tomada

Um estudo mostrou que o zolpidem causa comprometimento clinicamente signif**ativo no equilíbrio mesmo 30 minutos após acordar pela manhã.

A CONSEQUÊNCIA MAIS GRAVE:

A mortalidade após fratura de fêmur em idosos varia entre 16% a 27% no primeiro ano, segundo múltiplos estudos recentes. Isso não é uma estatística abstrata — é uma em cada cinco a seis pessoas.

A questão não é “ter medo” do zolpidem. É tomar decisões informadas.

Você ou alguém da sua família usa zolpidem? Seu médico já discutiu esses riscos com você? Já avaliaram alternativas?

Compartilhe com quem você se importa. Decisões médicas conscientes salvam vidas.

Referências principais:
* Treves et al. (2018) - Age and Ageing, Volume 47, Issue 2
* Multiple systematic reviews on hip fracture mortality (2018-2024)

Dr. Alexandre Casco Pietsch
Médico Geriatra
CRM-PR 32124 RQE 25768

05/02/2026

Você pode retomar o controle com a ajuda certa.

📊 Perder peso não é só estética — é saúde.

Estudos mostram que a redução de gordura corporal está fortemente associada à melhora do controle da glicose, redução da resistência à insulina e do risco de complicações cardiovasculares e renais.

💉 E as canetas emagrecedoras (análogos de GLP-1)?

São medicamentos que:

* Diminuem o apetite e aumentam a saciedade

* Reduzem glicemia e peso corporal em pacientes com e sem diabetes

* Ajudam a melhorar parâmetros metabólicos importantes

* Dados de metanálises e ensaios clínicos recentes confirmam perdas de peso signif**ativas com esses agonistas, com impacto positivo no índice de massa corporal e medidas de risco metabólico.

📉 Perder peso = menos glicose no sangue, coração mais protegido e menor risco de complicações futuras.

Há evidências crescentes ligando o uso de GLP-1 à possibilidade de remissão de diabetes tipo 2 durante o tratamento — embora a manutenção de hábitos e acompanhamento médico continuem essenciais.

🔬 É claro: esses medicamentos não são mágicos sozinhos.

Eles funcionam melhor quando integrados a uma estratégia clínica completa com alimentação, atividade física e supervisão médica.

💭 A diabetes só “vence” quem ignora.

Quem toma ação, emagrece com orientação e trata adequadamente, pode controlar — e em muitos casos, levar a doença à remissão.

Dr. Alexandre Casco Pietsch
Médico Geriatra
CRM-PR 32124 RQE 25768

👇 Qual é a sua maior dificuldade hoje para emagrecer e controlar a diabetes?

04/02/2026

🥦🧠 Dieta MIND: alimentação que protege o cérebro ao longo dos anos

A dieta MIND foi criada com um objetivo claro: reduzir o risco de declínio cognitivo e demência, incluindo a doença de Alzheimer.
Ela combina o melhor da dieta Mediterrânea e da DASH, com foco especial em alimentos ricos em antioxidantes, que ajudam a proteger os neurônios do estresse oxidativo — um dos “ferrugens” do cérebro ao envelhecer.

🌱 Principais benefícios

• Menor risco de Alzheimer e demência
• Redução de inflamação cerebral
• Proteção contra dano oxidativo
• Apoio à memória, atenção e cognição ao longo do tempo

🍓 Alimentos-chave da dieta MIND (e por quê)

• 🥬 Vegetais verde-escuros (espinafre, couve): ricos em folato, vitamina E e polifenóis
• 🍓 Frutas vermelhas (morangos, mirtilos): altas concentrações de flavonoides antioxidantes
• 🌰 Oleaginosas (nozes, amêndoas): vitamina E e gorduras neuroprotetoras
• 🌾 Grãos integrais: melhor controle metabólico e vascular cerebral
• 🫒 Azeite de oliva extra-virgem: polifenóis anti-inflamatórios
• 🐟 Peixes: ômega-3, essencial para membranas neuronais
• 🫘 Leguminosas: fibras e compostos bioativos antioxidantes

🚫 O que limitar
Carnes vermelhas, frituras, doces, ultraprocessados e gorduras saturadas — alimentos que aumentam inflamação e estresse oxidativo.

🧠 Pense no cérebro como um motor delicado: antioxidantes são o óleo que evita o desgaste precoce.

📌 Alimentação não é tudo, mas é uma das ferramentas mais poderosas e acessíveis para envelhecer com autonomia.

Dr. Alexandre Casco Pietsch
Médico Geriatra
CRM-PR 32124 | RQE 25768

22/01/2026

🚨 RETIRE ISSO DA CASA AGORA

Aquele tapete “inofensivo” pode ser o maior perigo para quem você ama.

A cada ano, milhares de idosos sofrem quedas graves por causa de tapetes soltos. Uma simples tropeçada pode resultar em fraturas, hospitalização e perda de independência.

Os vilões escondidos:

∙ Tapetes sem antiderrapante
∙ Pontas levantadas
∙ Tapetes em corredores e banheiros
∙ Aquele “só até trocar” que nunca sai do lugar

O que fazer:

✓ Remova todos os tapetes soltos
✓ Use apenas tapetes emborrachados fixos (se necessário)
✓ Prefira pisos uniformes e antiderrapantes
✓ Ilumine bem todos os caminhos

Uma queda pode mudar tudo em segundos. A prevenção não espera.

Dr Alexandre Casco Pietsch
Médico Geriatra
CRM-PR 32124 RQE 25768

Compartilhe com aquela pessoa que precisa ver isso e me conta nos comentários se você já tropeçou no tapete 👀

31/10/2025

Pregabalina pode afetar o coração ❤️

A pregabalina, muito usada para dores crônicas, pode ter um efeito colateral importante em pessoas idosas: ela pode fazer o corpo reter líquido, o que sobrecarrega o coração.

Pense assim: é como se o corpo “enchendo de água” fizesse o coração trabalhar em dobro — e, com o tempo, ele pode f**ar cansado.
Isso aumenta o risco de inchaço nas pernas, falta de ar e até insuficiência cardíaca, especialmente em quem já tem doenças do coração.

Um grande estudo americano com mais de 240 mil idosos mostrou que quem usava pregabalina tinha 48% mais risco de desenvolver insuficiência cardíaca do que quem usava gabapentina.

💡 Por isso, o uso prolongado deve ser sempre acompanhado de perto pelo médico geriatra, com ajustes de dose e observação dos sinais do corpo.

📚 Fonte: Park EE, Daniel LL, Dickson AL, et al. “Initiation of Pregabalin vs Gabapentin and Development of Heart Failure.” JAMA Network Open. 2025; 8(8): e2524451. doi:10.1001/jamanetworkopen.2025.24451.

Dr. Alexandre Casco Pietsch
Médico Geriatra
CRM-PR 32124 | RQE 25768

30/10/2025

🫀 Placa na carótida: sinal de alerta para o coração

Se apareceu uma placa na carótida, o risco de infarto e AVC está aumentado — é sinal de que a aterosclerose já começou.
A boa notícia: dá pra agir com base nos Life’s Essential 8 da American Heart Association 👇

1️⃣ Alimentação: priorize frutas, verduras, grãos integrais e gorduras boas.
2️⃣ Movimento: 150 min/semana de atividade física.
3️⃣ Sem nicotina: parar de fumar salva artérias.
4️⃣ Sono: 7–9 h por noite.
5️⃣ Peso: mantenha IMC adequado.
6️⃣ Colesterol: controle o LDL com acompanhamento médico.
7️⃣ Glicemia: mantenha níveis normais.
8️⃣ Pressão: evite picos hipertensivos.

💊 E as estatinas?
Quando há placa, elas são fundamentais: reduzem o LDL e estabilizam a placa, diminuindo o risco de infarto.

Cuidar da carótida é proteger todo o seu sistema cardiovascular. ❤️

Dr. Alexandre Casco Pietsch
Médico Geriatra
CRM-PR 32124 | RQE 25768

24/10/2025

🧓💊 Magnésio: mito ou necessidade depois dos 60?

Muita gente toma magnésio achando que “melhora tudo” — sono, memória, músculos, até humor.
Mas a verdade é que a ciência não confirma esses benefícios em pessoas saudáveis.

👉 Estudos mostram que a evidência é fraca ou inconclusiva, e que suplementar sem deficiência comprovada não traz ganhos reais.

O que funciona é detectar e tratar deficiência verdadeira, confirmada por exame de sangue — algo raro em quem se alimenta bem.

🍃 Conclusão: alimentação equilibrada basta. Suplemento só com indicação médica.

🔬 Referência: National Institutes of Health (NIH) – Magnesium Fact Sheet for Health Professionals (2024).

📌 Magnésio é um nutriente, não um milagre.

Dr Alexandre Casco Pietsch
Médico Geriatra
CRM-PR 32124 RQE 25768

22/10/2025

🧠💊 Cuidado com o “Miosan” depois dos 60!

Você sabia que muitos relaxantes musculares — como o Miosan (ciclobenzaprina) — não são recomendados para idosos segundo a Sociedade Americana de Geriatria (Beers Criteria)?

👉 Eles podem causar confusão mental, tontura, queda da pressão, retenção urinária e até aumentar o risco de quedas e fraturas.

Isso acontece porque o medicamento age no cérebro e tem efeito anticolinérgico, semelhante ao de certos antidepressivos antigos.

⚠️ Em vez de ajudar a relaxar, ele pode deixar o corpo e a mente mais lentos.

A recomendação científ**a é: evitar o uso crônico ou sem necessidade. Prefira abordagens seguras — analgésicos simples (dipirona ou paracetamol) com prescrição médica, fisioterapia, alongamentos, calor local e fortalecimento muscular.

Dr. Alexandre Casco Pietsch
Médico Geriatra
CRM-PR 32124 | RQE 25768

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