Psicóloga Fabiana Witthoeft

Psicóloga Fabiana Witthoeft Psicólogo

Hoje, no dia internacional da mulher, nós não falamos apenas das mulheres que estão aqui. Falamos também das que já part...
08/03/2026

Hoje, no dia internacional da mulher, nós não falamos apenas das mulheres que estão aqui. Falamos também das que já partiram, pois a presença não termina na despedida. Quantas mulheres importantes já passaram por nossas vidas? Mães, avós , irmãs, amigas, filhas e colegas. Algumas nos ensinaram força, outras nos ensinaram delicadezas. Algumas nos ensinaram limites e outras coragem. E mesmo aquelas relações imperfeitas deixaram marcas, que nos ajudaram a crescer, a refletir, a escolher diferente. Quando uma mulher parte, ela não leva tudo, porque deixa gestos, frases que repetimos sem perceber… Receitas, conselhos, risadas, modos de enfrentar a dor. Ela deixa partes dela em nós, e talvez a forma mais bonita de homenagear essas mulheres seja RECONHECER: Somos quem somos também por causa delas, porque carregamos um pouco da postura da nossa mãe, um pouco da resistência da nossa avó, um pouco da ousadia de uma amiga e um pouco da fé de quem segurou nossa mão em momentos difíceis. No mês da mulher, celebramos as que estão, mas também honramos as que continuam vivendo através de nós. Que possamos ser continuidade do que foi amor e transformação do que foi dor. Porque o legado feminino não termina, mas atravessa gerações.

Um abraço no ❤️

🌷No consultório, escuto despedidas, saudades, silêncios que doem.Histórias de amores interrompidos, de perdas que atrave...
08/03/2026

🌷No consultório, escuto despedidas, saudades, silêncios que doem.Histórias de amores interrompidos, de perdas que atravessam famílias inteiras, de pessoas tentando aprender a viver depois do impossível. Ser psicóloga do luto é estar presente diante da dor do outro com atenção, técnica e coração aberto. Mas antes de tudo, eu também sou mulher. Entre sessões, mensagens, projetos, estudos e responsabilidades,existem momentos em que o corpo pede pausa.
O salto alto se solta do pé e a respiração desacelera. E eu lembro que quem acolhe também, precisa ser acolhida pela própria vida. Ser mulher neste trabalho é aprender todos os dias a equilibrar cuidado e limites, presença e descanso, força e sensibilidade.

Neste Dia Internacional das Mulheres, lembro que por trás da psicóloga existe uma mulher que também se reconstrói diariamente. Humana, às vezes cansada, mas profundamente comprometida em cuidar. E hoje deixo também uma mensagem a todas as mulheres:

Que você nunca se esqueça da força silenciosa que existe dentro de você. Que mesmo nos dias difíceis, você se lembre de que continuar é também um ato de coragem.
Que você se permita descansar sem culpa, recomeçar quantas vezes for preciso e reconhecer a beleza da sua própria história. Porque cada mulher carrega dentro de si uma história de resistência, cuidado e transformação. Que possamos seguir apoiando umas às outras, com mais empatia, mais respeito e mais gentileza.

Feliz Dia Internacional das Mulheres.🌷

07/03/2026

Para muitas pessoas em luto, o fim de semana pode ser um dos momentos mais difíceis da semana. Durante os dias úteis, a rotina ajuda a sustentar a vida: trabalho, compromissos, horários, pequenas tarefas que ocupam a mente e o corpo. Mas quando chega o sábado ou o domingo, o tempo parece se alongar. Há mais silêncio, espaço para lembrar e para sentir.Aquilo que antes era preenchido por programas, almoços em família, passeios ou conversas, agora pode trazer a sensação de ausência ainda mais intensa. Alguns enlutados relatam também uma angústia específ**a: o domingo à noite. Porque ele anuncia algo que dói profundamente,que é o começo de mais uma semana sem a presença de quem partiu. Mais uma semana para aprender a viver com a saudade. Mais uma semana tentando encontrar novos sentidos para continuar.O luto não acontece apenas em grandes datas ou aniversários, mas também aparece nos intervalos da vida, nos finais de semana silenciosos, nos domingos longos e nos momentos em que a vida parece ter perdido o rumo.

✨SE VOCÊ SENTE ISSO, saiba que não é fraqueza, mas sim o amor tentando encontrar um novo lugar dentro da sua história. E, aos poucos, com cuidado e acolhimento, novos pequenos propósitos podem começar a nascer novamente.

Um abraço no ❤️

03/03/2026

Você já viveu aquele conflito estranho depois da perda de um pet? A casa f**a silenciosa demais.O pote vazio parece gritar. E, de repente, surge o pensamento:

✨”SERÁ QUE EU DEVERIA TER OUTRO PET, PARA PREENCHER ESTE VAZIO”? ✨

Mas será que é vontade de amar de novo ou tentativa de apagar o silêncio? Essa dúvida é mais comum do que você imagina. E não signif**a que você está traindo a memória de quem partiu. Signif**a que você está tentando lidar com a dor.

Por isso, eu preparei uma ferramenta simples e acolhedora para te ajudar a avaliar e refletir sobre qual é o momento mais adequado para somar mais um coração à sua história.

Se você quiser receber gratuitamente, deixa aqui nos comentários o seu e-mail que eu te envio.

Um abraço no coração❤️

02/03/2026

Há 30 anos, o Brasil parava diante de uma notícia difícil de acreditar. A irreverência, o riso escancarado, as letras que atravessavam gerações, silenciaram de forma abrupta. O tempo passou, mas a memória não. Em Guarulhos, foi construído um memorial em homenagem a eles. Um espaço físico para lembrar que aquilo que marcou uma geração não pode simplesmente desaparecer. O memorial não é apenas concreto e placas, mas símbolo e testemunho de que o amor coletivo encontra formas de permanecer. E talvez seja isso que mais nos atravesse quando alguém parte:O MEDO DE ESQUECER. Esquecer o timbre da voz, o jeito do abraço, o olhar que dizia tudo sem precisar de palavras, o cheiro e os detalhes que só nós conhecíamos. No consultório, eu escuto muito essa frase sussurrada:
“Tenho medo de esquecer.” E é aí que construímos pontes. Pontes entre o que foi vivido e o que ainda pode ser carregado, entre a dor e o signif**ado, entre a ausência física e a presença simbólica. Nem todo mundo terá um memorial público. Mas cada história pode ter um memorial emocional. Aqui, abrimos possibilidades de criar rituais, caixas de memória, cartas, objetos simbólicos, frases que se tornam herança afetiva. Construímos algo que pode ser levado para o resto da vida, não como prisão ao passado, mas como continuidade de amor. Porque esquecer não é o destino do amor. O amor bem cuidado transforma-se em memória viva, sendo uma forma delicada e poderosa de permanência.

Um abraço no ❤️

Recentemente, o apresentador Danilo Gentili fez uma comparação entre a comoção pela morte do cão Orelha e a repercussão ...
02/03/2026

Recentemente, o apresentador Danilo Gentili fez uma comparação entre a comoção pela morte do cão Orelha e a repercussão do homicídio de uma freira. A provocação levantou uma pergunta desconfortável:

POR QUE ALGUMAS PERDAS MOBILIZAM MAIS DO QUE OUTRAS?

Eu compreendo que, ao falar da freira, algo nele também esteja atravessado por dor. Talvez indignação, senso de injustiça e humanidade ferida. E aqui existe um ponto delicado: Dor emocional não é competição, não é ranking e nem disputa por legitimidade. Mas a maior dor do mundo, sempre será a nossa. Para alguém, a morte de Ayrton Senna foi devastadora. Para outro, a morte de um líder religioso no Oriente Médio pode ser central, como no caso do Ali Khamenei quando envolvido em conflitos internacionais.
E para alguém anônimo, a dor maior pode ser o seu cachorro chamado Orelha. Porque dor não é medida pelo tamanho da manchete.
É medida pelo tamanho do vínculo.

✨O que aprendemos com isso?
1. A dor do outro pode não ser a minha, e ainda assim é legítima.
2. Comparar sofrimentos só amplia polarizações.
3. Empatia não exige concordância, exige respeito.

Se alguém sofre por um animal, acolha.
Se alguém sofre por uma líder religiosa, acolha.Se alguém sofre por um ídolo, acolha. Porque no fim, o luto não pergunta quem era mais importante. Ele pergunta: o quanto isso doeu em você?

Um abraço no ❤️

28/02/2026

Existe um tipo de dor que não encontra lugar para repousar. Ela não tem atestado, não tem ritual ou confirmação. É o luto ambíguo, que acontece quando a perda é incerta, quando alguém está fisicamente ausente. Em enchentes, deslizamentos, terremotos e outras catástrofes naturais, muitas famílias vivem exatamente isso.Não há corpo, resposta ou fim oficial. E sem fim, como começar a elaborar? A mente oscila entre:
“Talvez esteja vivo.”, “Talvez não esteja.”
“Preciso manter esperança” ou “Preciso aceitar.” Porque diferente de outras perdas, aqui não existe o marco do adeus. Como vivenciar o luto na incerteza? Não se trata de buscar fechamento e aprender a viver com a ambiguidade.

Alguns caminhos possíveis:

✨Criar rituais simbólicos, mesmo sem confirmação: Uma carta, vela, espaço de memória. O ritual não confirma a morte, mas valida o amor.
✨Permitir a coexistência de sentimentos opostos: Esperança e tristeza podem morar juntas.
✨Nomear a dor como ambígua: Quando entendemos que é um tipo específico de luto, a confusão ganha linguagem.
✨Buscar apoio coletivo: Catástrofes não são dores individuais. Elas são traumas comunitários.
✨Abandonar a exigência de resolução: Algumas histórias não têm resposta. E aprender a tolerar a ausência de resposta é um trabalho emocional profundo.

O luto ambíguo não pede que você “aceite”.
Ele pede que você suporte a incerteza sem se invalidar.Porque sofrer por alguém que pode ainda estar vivo, não é fraqueza, mas sim vínculo. E vínculo não precisa de confirmação para existir.

Um abraço no ❤️

27/02/2026

Quando a notícia chega, o mundo não para.
Mas algo dentro da pessoa para. E as reações são tão diversas quanto as histórias que cada um carrega. Alguns choram imediatamente, outros f**am em silêncio, entram em modo prático e resolutivo, riem nervosamente. sentem raiva ou não sentem nada. E todas essas reações SÃO HUMANAS. Além das teorias que explicam as reações do luto, existe a CULTURA. Em algumas família chorar é permitir, falar sobre a morte é natural, o abraço é imediato. Mas em outras a quem precise ser forte, não desmoronar e resolver o que é preciso. Há culturas que expressam o luto de forma intensa e coletiva. Outras valorizam a contenção e a reserva. Nenhuma dessas formas nasce no vazio, mas são aprendidas, modeladas e transmitidas.

Por isso, quando alguém não reage “COMO EU REAGIRIA ”, talvez não seja frieza, mas sim repertório emocional. Talvez seja o jeito que aquela pessoa aprendeu a sobreviver ao impacto.Compreender o meio em que alguém cresceu, como as emoções eram acolhidas ou silenciadas, como conflitos eram tratados e
como perdas anteriores foram vividas, nos ajuda a sair do julgamento e entrar na compreensão. No luto, não existe reação certa, mas existe história. E quando a gente amplia o olhar, conseguimos oferecer algo muito mais potente do que explicações: oferecemos espaço.

Um abraço no ❤️

25/02/2026

Você perdeu um pet e às vezes nem consegue nomear o que está sentindo?
Culpa. Saudade. Vazio. Raiva. Silêncio.
Ou tudo isso misturado. Se o seu coração anda confuso, ESTE ENCONTRO É PRA VOCÊ!.

Um encontro de psicoeducação, cuidado e escuta dedicado a quem perdeu um pet,e precisa entender o que está acontecendo por dentro.

Aqui você vai:
✨ Compreender como funciona a vivência do luto pet
✨ Aprender a acolher emoções difíceis sem se julgar
✨ Sentir-se legitimado(a) em uma dor que muitas vezes é incompreendida

Este será um espaço seguro, respeitoso e humano.

EM BREVE, TRAREI MAIORES INFORMAÇÕES!

⚠️Se você ou alguém próximo precisa desse espaço seguro, escreva “eu quero” ou encaminhe esta mensagem como um gesto de cuidado.

Um abraço no ❤️

Nem sempre fui só a psicóloga do luto.Eu também fui e sou, filha enlutada. Perdi meu pai e vivi um luto adiado, porque a...
23/02/2026

Nem sempre fui só a psicóloga do luto.
Eu também fui e sou, filha enlutada. Perdi meu pai e vivi um luto adiado, porque a vida exigia que eu funcionasse quando eu ainda estava quebrada por dentro. Perdi um amigo e senti na pele o que é um luto não autorizado, aquele que a sociedade minimiza como se não fosse legítimo. Perdi meus avós.
Perdi meu pet, e junto vieram os sentimentos de culpa, as perguntas sem resposta, o “e se eu tivesse feito diferente?”. Perdi pessoas que partiram antes de conversas necessárias acontecerem, precisando aprender a conviver com o que não foi dito.

FOI A PSICOTERAPIA QUE ME AJUDOU A ATRAVESSAR

Ela não apagou a dor. Mas transformou a forma como eu caminhei com ela. A psicoterapia do luto foi eficiente para mim porque:

• Me ensinou que luto não é fraqueza, mas sim vínculo.
• Me ajudou a legitimar perdas que ninguém validava.
• Organizou sentimentos confusos: culpa, raiva, alívio, amor, saudade.
• Me permitiu viver o choro sem me sentir descontrolada.
• Me ajudou a compreender o que era luto adiado e dar espaço a ele.
• Me mostrou que perguntas sem resposta não precisam me aprisionar.
• Me ensinou a construir rituais simbólicos quando não houve despedidas possíveis.
• Me ajudou a integrar a memória sem viver presa ao passado.
• Me ensinou que vínculo contínuo não é apego patológico, mas é amor transformado.
• Me ensinou a cuidar do corpo que também sofre no luto.
• Me ajudou a diferenciar responsabilidade real de culpa imaginada.
• Me permitiu reconstruir identidade após tantas ausências.

A terapia me ensinou algo fundamental: Não é sobre esquecer quem partiu, mas aprender a viver com a presença deles em outro lugar. Talvez seja por isso que hoje eu acolha o luto com tanta reverência.Porque eu sei, na minha própria história , que dor ignorada vira sintoma, mas dor acolhida vira transformação. Se você está vivendo um luto silencioso, adiado, não autorizado ou cheio de culpa, eu quero que você saiba que não está exagerando, mas sim está sentindo. E sentir é perfeitamente,humano.

Endereço

R. Brigadeiro Arthur Carlos Peralta, 280
Curitiba, PR
82560030

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
Sexta-feira 14:00 - 19:00
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