Luisa Costa Fisioterapeuta.

Luisa Costa Fisioterapeuta. Fisioterapeuta
• Reabilitação funcional
• Reabilitação ortopédica
• Reabilitação ortopédica pós-cirúrgica
osteopatia
•Pós Graduanda Osteopatia- Facl.

Inspirar- PR
•Pós Graduanda em Traumato e Ortopedia desportiva pelo CETE- SP

26/02/2026

Qual pergunta você sempre quis fazer para um fisioterapeuta, mas nunca teve coragem?
Manda aí, pode ser sincera(o)!

Video original na rede vizinha

25/02/2026

Fase de desmame com critério mecânico.

Transição e retirada de uma muleta

Retirar muleta não é prêmio por boa evolução.
É decisão mecânica.

Antes de reduzir apoio, eu observo:
* capacidade de absorção excêntrica no contato inicial
* estabilidade pélvica em apoio unilateral
* ausência de valgo dinâmico sob aumento de demanda
* tolerância tecidual após sessão anterior

Se o paciente ainda “cai” na fase de apoio, a muleta não é o problema.
A capacidade de controlar carga é.

Aqui o treino já ganha amplitude e força ativa. Mas amplitude sem controle é só movimento solto.

Desmame bem feito acelera a evolução.
Desmame precoce cria compensação que vai cobrar lá na frente.

25/02/2026

Em 17 de dezembro de 2025, o Chelsea anunciou que Estêvão estava fora de jogo pela Copa da Liga Inglesa e também contra o Newcastle devido a uma lesão muscular leve que o técnico confirmou na época.

Lesão grau 1 pode parecer pequena no laudo, mas no futebol de alto rendimento significa repensar cargas, treinamento de força e tolerância funcional. Quando a lombar, adutores ou posteriores começam a sinalizar, não é só desconforto — é um indicativo de que a transmissão de força e repetição de gestos está gerando estresse acumulado.

Se a recuperação for acelerada sem critérios funcionais, a probabilidade de recidiva cresce — e isso pode custar sequência de jogos ou até temporada.

Na prática clínica, o desafio é preservar capacidade física global enquanto o tecido cicatriza e responde à progressão.
Você costuma usar quais critérios funcionais pra decidir retorno em lesões musculares leves no esporte de alto rendimento?

Quero saber como você conduz esses casos nos comentários.

24/02/2026

Ronaldinho no futevôlei é a prova de que alto nível não depende de contexto, depende de repertório.

Controle de bola com ajuste fino de tornozelo.
Antecipação espacial antes do toque.
Amortecimento com precisão milimétrica.

Nada é apressado.
Nada é rígido.
Ele adapta o corpo à trajetória da bola com economia de movimento. Isso é coordenação intermuscular refinada e percepção temporal absurda.
E faz tudo sorrindo. 😁

O carisma não é acessório. É consequência de quem domina o jogo a ponto de torná-lo leve.
Tem atleta que executa. E tem atleta que parece brincar no nível máximo.

24/02/2026

Eu vejo muitos fisioterapeutas tentando crescer aumentando agenda.

Mais horários.
Mais pacientes.
Mais desgaste.

O que quase ninguém faz é calcular custo real por atendimento.

Aluguel, energia, secretária, impostos, taxa de maquininha, materiais, desgaste de equipamento, tempo de preparo, tempo de evolução de prontuário.

Quando você coloca tudo na ponta do lápis, descobre que a margem é muito menor do que imaginava.

Crescimento sustentável na fisioterapia passa por três pontos:
– entender custo fixo e variável
– calcular margem real por sessão
– ajustar preço ou modelo antes de aumentar volume

Sem isso, você vira refém da agenda cheia.

Quero saber: você já fez essa conta de verdade ou ainda trabalha no “acho que sobra”?

23/02/2026

Fase Inicial: controle de dor, proteção biológica e ativação

Duas cirurgias no mesmo joelho: osteotomia e reconstrução de LCA.

Aqui não existe pressa.
Existe biologia.

Estamos lidando com consolidação óssea e integração do enxerto ligamentar ao mesmo tempo.
Dor alta não é só desconforto — ela inibe quadríceps, altera descarga de peso e distorce padrão motor.

Se você ignora isso, cria um paciente que “mexe”, mas não controla.

Nessa fase eu priorizo:
* controle adequado de dor e edema
* ativação precoce sem sobrecarga compressiva desnecessária
* organização de padrão de apoio parcial respeitando a consolidação

A primeira semana não serve para impressionar.
Serve para construir base.

23/02/2026

Quando eu vejo uma queda como essa, eu não penso só na clavícula.

Penso na transferência de carga pelo complexo do ombro, na escápula que perde apoio temporário, na possível inibição muscular após trauma e no impacto que isso pode ter na cadeia cinética do membro superior.

Fratura consolida.
O desafio real está no que acontece ao redor.

Controle escapular, coordenação, ritmo escapuloumeral, confiança no contato físico e tolerância ao impacto precisam ser reconstruídos com critério.

E ainda existe o outro ponto: o protocolo de concussão.
Impactos com desaceleração brusca exigem avaliação neurológica adequada, mesmo sem perda de consciência. O futebol moderno já não admite negligência nesse aspecto.

No alto rendimento, retorno seguro envolve faseamento de carga, critérios funcionais claros e integração progressiva ao gesto específico do jogo.

Se você estivesse conduzindo esse caso, quais critérios usaria para liberar contato físico novamente?

Quero ler sua visão nos comentários.

22/02/2026

O que mais me chama atenção não é só a dor cervical.
É a idade em que ela está aparecendo.

Jovens adultos, com boa capacidade cardiovascular e força global preservada, já apresentam fadiga dos estabilizadores cervicais profundos, redução de resistência postural e limitação de rotação.

O ponto central não é o celular isoladamente.
É a combinação de uso prolongado em posições sustentadas com baixa variação de movimento e pouco estímulo físico ao longo do dia.

Ficar horas na mesma posição, com pouca demanda ativa, reduz a capacidade de resistência muscular e altera a tolerância à carga.

No consultório, eu penso menos em “postura perfeita” e mais em aumentar capacidade: resistência isométrica cervical, controle escapular, pausas ativas e progressão de estímulo ao longo da rotina.

Você tem visto aumento de cervicalgia em pacientes mais jovens?
Como tem trabalhado variabilidade de movimento e condicionamento nesses casos?

Quero ler sua experiência.

21/02/2026

Quando os estudos começaram a sair no pós-pandemia, o padrão ficou evidente: o corpo não estava preparado para a pressa.

Meses de redução de estímulo mudam tolerância de carga, capacidade tendínea e controle neuromuscular. O problema não era correr, treinar ou voltar ao esporte. Era tentar retomar no mesmo volume e intensidade de antes.

Tecidos respondem a estímulo progressivo. Sem progressão, a adaptação não acontece.

Depois de 2020, eu passei a reforçar ainda mais educação de carga com meus pacientes. Volume, frequência e recuperação precisam ser reintroduzidos como se fosse um novo ciclo de treinamento.

Você também percebeu aumento de tendinopatias e entorses nesse período?
Como você organiza progressão de carga para quem volta depois de um tempo parado?

Quero ler sua experiência.

20/02/2026

Em setembro de 2024, o COFFITO publicou o Acórdão 735 reconhecendo a possibilidade de prescrição, administração e aquisição de medicamentos por fisioterapeutas, desde que vinculados à formação profissional.

Após isso, o CFM questionou judicialmente a decisão, alegando que a prescrição médica seria atividade privativa da medicina.

O COFFITO informou que o pedido de suspensão imediata foi negado e que o acórdão segue válido. Ainda assim, existe um debate jurídico em andamento.

Como profissional, eu enxergo dois pontos essenciais aqui:

Conhecer exatamente o que o acórdão autoriza e seus limites técnicos.

Atuar com respaldo documental, critério clínico e segurança jurídica.

Independente de posicionamento, é fundamental acompanhar atualizações oficiais e compreender as implicações éticas e legais antes de qualquer conduta.

Você já leu o acórdão na íntegra?
Como está se posicionando diante desse cenário?

Esse é um debate que merece maturidade e responsabilidade.

19/02/2026

Eu tenho visto cada vez mais pacientes em uso de Ozempic e Mounjaro chegando ao consultório.

Os estudos mostram perda de peso consistente com os agonistas de GLP-1. Mas quando olhamos composição corporal, parte dessa redução inclui massa magra. No STEP 1, por exemplo, cerca de 39% do peso perdido veio de massa magra.

Massa magra não significa apenas músculo, mas, na prática clínica, a pergunta que me interessa é outra:
como está a força?
como está a função?
como está a tolerância à carga?

Porque emagrecer reduz sobrecarga articular, o que pode melhorar dor. Ao mesmo tempo, redução de estímulo mecânico e ingestão proteica inadequada podem diminuir capacidade muscular se não houver treino estruturado.

É aí que a nossa atuação ganha relevância.

Avaliação de força real, te**es funcionais, planejamento de progressão resistida, acompanhamento de adaptação. Não dá para olhar só para a balança. Precisamos olhar para a performance do corpo.

Quem trabalha com reabilitação e performance vai encontrar cada vez mais esse perfil em 2026: pacientes emagrecendo rápido e precisando preservar função.

Você já ajustou seus protocolos para pacientes em uso de GLP-1?
Tem incluído avaliação de força como marcador obrigatório nesses casos?

📚 Fontes
STEP 1 Trial – NEJM, 2021. doi:10.1056/NEJMoa2032183
SURMOUNT-1 – Subanálises de composição corporal
Revisão JAMA, 2023 – Agonistas GLP-1 e massa magra
CNN Brasil – Uso indiscriminado de Ozempic e Mounjaro
Saúde Abril – Efeitos colaterais e composição corporal
G1 – Perda muscular associada a inibidores de apetite
ICTQ – Sarcopenia e cuidado farmacêutico em usuários de GLP-1

18/02/2026

Quando um atleta jovem como o João sente a lombar, eu não penso só na dor.
Eu penso na carga acumulada, na repetição de rotação, na transição da base para o golpe e no quanto o calendário competitivo comprime a recuperação.

No tênis moderno, a lombar trabalha como ponto de transmissão de força entre membros inferiores e superiores. Se essa região começa a perder eficiência, o impacto não aparece só na dor — aparece na potência do saque, na velocidade de rotação e na capacidade de repetir intensidade.

O desafio não é “tirar a dor e voltar”.
É reorganizar carga, ajustar controle e devolver segurança ao movimento.

Interromper uma estreia dói no ranking.
Ignorar sinais do corpo costuma custar muito mais.

Se você trabalha com esporte:
em que momento você decide segurar um atleta, mesmo com pressão externa?

Quero ler sua visão nos comentários.

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