Dra. Fabíola Michelin Machado

Dra. Fabíola Michelin Machado A Clínica Vivanto é um ambiente novo, aconchegante e moderno! Conta com equipe multidisciplinar ( Médico

30/01/2026

Eu precisava de um lugar que respirasse o que eu acredito.
Um espaço onde falar de intestino não significasse medo, culpa ou vergonha.
Onde você pudesse chegar com suas dúvidas, suas dores e até suas tentativas frustradas, sem sentir que está fazendo algo errado.

Eu cansei de ver a saúde sendo usada como ameaça.
Cansei de ver pacientes confusos, assustados, achando que precisavam cortar metade da vida para melhorar.
E percebi que, se eu queria transformar essa experiência, eu precisava começar por aqui.

Essa nova fase nasce do meu desejo de trazer leveza, clareza e humanidade.
De construir um ambiente que acolhe antes de explicar.
Que escuta antes de diagnosticar.
Que devolve autonomia ao invés de impor mais medo.

Nada aqui foi escolhido ao acaso.
Cada detalhe do consultório, as cores, palavras e até o café que te recebo, carrega intenção.
Porque quando você está diante de alguém que realmente te vê, o corpo sente.

Se você chegou até aqui, saiba: existe um caminho possível para o que você vive.
E ele não precisa ser solitário, pesado ou cheio de proibições.

Bem-vindos ao meu recomeço.
E à versão mais verdadeira da Dra. Fabíola Machado.
Dra. Fabíola Machado

CRM 23725 • RQE 2180

16/01/2026

Pouca gente sabe, mas existem sinais muito claros de que o seu sistema digestivo está funcionando bem e outros que mostram que ele precisa de atenção.

Eu vou começar invertendo a lógica: antes de falar das causas, quero te mostrar como um intestino equilibrado se comporta.

👉 Evacuação de 1 a 3 vezes ao dia:

Esse é o ritmo fisiológico esperado. Evacuar menos que isso, com esforço ou sensação de “não esvaziar completamente”, já indica alteração no funcionamento intestinal.

👉 Fezes com formato e cor normais:

O ideal é o tipo 3 ou 4 da Escala de Bristol: formato cilíndrico e cor marrom. Fezes muito fragmentadas, claras ou escuras demais podem indicar desequilíbrio da microbiota, sangramento ou disfunção na digestão de gorduras.

👉 Exames sem deficiência de vitaminas:

Quando o intestino está saudável, ele absorve bem o que você consome.

Deficiências de ferro, B12, magnésio ou vitamina D, mesmo com boa alimentação, sugerem má absorção intestinal, que pode ocorrer em casos de disbiose, SIBO ou intolerâncias alimentares.

👉 Não sentir dor logo após comer:

A digestão deve acontecer sem desconforto.

Se você sente peso, distensão, cólicas ou urgência logo depois das refeições, há algo na motilidade intestinal que merece ser investigado.

👉 Não sentir enjoo ou azia durante as refeições:

A azia e o refluxo são queixas comuns, mas não normais.

Esses sintomas indicam alterações na acidez do estômago, na válvula que separa o esôfago do estômago ou até impacto do estresse sobre o trato digestivo.

Esses são alguns sinais de que a digestão está acontecendo de forma adequada, mas quando um deles foge do esperado, o corpo começa a pedir atenção.

Estudos mostram que alterações digestivas sutis (como gases, azia ou variações nas fezes) podem preceder o diagnóstico de doenças funcionais em até 2 anos.

Ou seja, o corpo avisa. O problema é que quase ninguém escuta.

Se algum desses sinais não está presente no seu dia a dia, talvez seja hora de olhar com mais calma para o seu intestino.

Dra. Fabíola Machado | Gastroenterologia & Saúde Digestiva

15/01/2026

Eu falo tanto sobre digestão, sintomas e caminhos possíveis… que às vezes vocês esquecem que eu também tenho um corpo. E o meu também fala, também reclama, também protesta quando algo não vai bem.

Eu tenho intolerância à lactose.
E sim, eu descobri do mesmo jeito que muita gente descobre: tentando entender por que algo tão comum me fazia tão mal.

Na época, eu não tinha “respostas prontas”.
Tinha desconforto, distensão, aquela sensação de que meu corpo estava reagindo antes de eu entender o motivo.
E isso me fez olhar para a minha própria saúde com a mesma atenção que eu peço que você olhe para a sua.

A diferença é que, depois de anos estudando digestão, microbiota, intolerâncias e doenças funcionais, eu passei a enxergar os sintomas como mensagens, não como inimigos.
E foi assim que entendi meu diagnóstico, ajustei minha alimentação e aprendi a usar enzimas com critério, não com medo.

Eu sei exatamente o que você sente quando algo tão simples vira um desafio.
E sei o quanto é libertador quando a gente entende o que está acontecendo de verdade.

O meu objetivo aqui nunca foi criar restrições.
Foi justamente o contrário: devolver liberdade.
E se eu consigo viver bem com a minha intolerância, você também pode viver com a sua condição, seja ela qual for.

Essa é a minha experiência.
E é por isso que, quando eu falo… eu falo com conhecimento, mas também com vivência.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

Seu desconforto digestivo tem nome, causa e solução.

13/01/2026

Eu sei que, na internet, tudo parece fácil demais: corta isso, acrescenta aquilo, toma aquilo outro…

Mas na prática, sendo gastro, existem coisas que você nunca vai me ver fazendo.

E eu vou te explicar o porquê:

1. Retirar glúten sem investigar doença celíaca.

Porque isso mascara o diagnóstico.

E doença celíaca precisa de pedido, exame, confirmação e acompanhamento, não de chute.

Glúten não é vilão universal. Mas para quem é celíaco, ele é um problema grave e só o diagnóstico te dá clareza para viver com segurança.

2. Deixar H. pylori de lado.

Se o teste deu positivo, tratar não é opcional.

Essa bactéria está ligada a gastrite crônica, úlceras e aumento de risco de câncer gástrico.

O que varia é o protocolo, não a necessidade.

3. Dizer que gordura no fígado é normal.

Não é.

Mesmo em graus leves, a esteatose é um marcador metabólico importante e precisa ser acompanhada com responsabilidade.

4. Ignorar saúde mental em quem tem SII.

Isso não significa jogar tudo na conta da ansiedade. Significa reconhecer que SII é um diálogo constante entre intestino e cérebro.

Quando um desregula, o outro sente. E tratar só metade da equação não funciona.

5. Prescrever probiótico sem indicação.

Probiótico não é bala de hortelã.

Tem indicação específica, dose específica e situações em que pode piorar desconfortos.

Microbiota se trata com estratégia, não com modinha.

Você também não vai me ver recomendando chá milagroso, detox de 3 dias, água morna com limão ou qualquer ritual “mágico” de internet.

Não porque eu seja anti-natural, mas porque eu sou a favor de você.

E da sua saúde ser tratada com seriedade, não com promessa vazia.

Se o assunto é aparelho digestivo, você merece clareza, segurança e decisões embasadas sempre.

Dra. Fabíola Machado • CRM 23725 | RQE 2180

Cuidar do que você sente também é cuidar do que você vive.

09/01/2026

Nem toda paciente percebe, mas existe um motivo claro para a piora da gastrite, refluxo e queimação no período menstrual.

E sim, isso aparece muito mais nas mulheres, porque não estamos falando só do estômago. Estamos falando de sensibilidade visceral, hormônios e resposta inflamatória cíclica.

Estudos mostram que, durante a fase lútea e o início da menstruação, ocorre uma redução do limiar de dor visceral. Ou seja: o que antes era apenas um incômodo passa a ser percebido como dor.

Além disso, a queda de estrogênio e progesterona altera o tempo de esvaziamento gástrico, a motilidade intestinal e aumenta a liberação de prostaglandinas.

Mais sensibilidade, mais ardência, mais queimação, mais refluxo.

E não é “impressão” nem “sensibilidade demais”. É fisiologia.

É por isso que tantas mulheres relatam: “Minha gastrite sempre piora na TPM ou logo no primeiro dia do ciclo.”

O corpo muda, os hormônios mudam, a sensibilidade também.

E quando já existe gastrite, SII, disbiose ou refluxo, esses ciclos hormonais ampliam o que já estava vulnerável.

Se esse padrão se repete todos os meses, vale investigar.

Seu estômago não está “nervoso”.

Ele está reagindo ao que seu corpo inteiro está vivendo.

Dra. Fabíola Machado

Gastroenterologista — CRM 23725 • RQE 2180

08/01/2026

O uso contínuo de anti-inflamatórios é uma das principais causas de úlcera gástrica, perdendo apenas para a infecção por H. pylori.

E não é exagero.

Esses medicamentos como ibuprofeno, nimesulida, cetoprofeno e diclofenaco, agem bloqueando enzimas chamadas COX-1 e COX-2.

Elas são responsáveis pela produção de prostaglandinas, substâncias que, entre outras funções, protegem a mucosa do estômago, regulam o fluxo sanguíneo local e controlam a secreção de muco.

Quando essa via é bloqueada com frequência, o estômago perde parte dessa proteção natural.

O ácido gástrico continua sendo produzido, mas sem a barreira adequada, ele começa a agredir o próprio tecido.

É daí que surgem as gastrites, as erosões e, em alguns casos, as úlceras.

E o problema não para aí: o mesmo mecanismo pode comprometer o fluxo sanguíneo nos rins, aumentando o risco de insuficiência renal em quem usa esses medicamentos de forma crônica ou sem acompanhamento.

Anti-inflamatório não é vilão, mas precisa de indicação, tempo definido e proteção adequada.

Usar com consciência é o que evita que um alívio momentâneo se transforme em uma dor muito maior.

O corpo não precisa de mais cápsulas, precisa de interpretação.

Porque você não nasceu pra viver de remédio, você merece entender o que cada sintoma está tentando contar.

06/01/2026

Ainda existe muita dúvida sobre o que, afinal, um gastro faz.

E eu entendo. Quando você chega aqui pelas redes, vê muito conteúdo sobre intestino, SII, SIBO, disbiose… porque é onde concentro grande parte dos atendimentos.

Mas a Gastroenterologia não termina no intestino.

Na prática clínica, eu avalio tudo o que compõe o aparelho digestivo:

• estômago que arde todos os dias

• refluxo que não melhora com antiácido

• gastrite recorrente

• fígado sobrecarregado

• intolerâncias alimentares

• má digestão

• constipação e diarreias persistentes

• perdas de peso sem explicação

• deficiências nutricionais

• dores abdominais sem diagnóstico

E essa é a minha opinião, construída depois de muitos anos atendendo: a maioria dos pacientes chega perdida não porque tem “muita coisa errada”, mas porque nunca tiveram uma consulta que olhasse o quadro completo.

Fragmentaram seus sintomas. Então tudo parece confuso mesmo.

Meu papel como gastro (e como médica) é justamente o contrário: integrar.

Entender o que o seu corpo está dizendo como um sistema inteiro, e não como peças separadas.

Essa é a medicina que eu acredito, que eu pratico e que quero que você encontre quando chegar até mim.

Dra. Fabíola Machado — CRM 23725 | RQE 2180

30/12/2025

A intolerância à lactose pode ser definitiva ou temporária, e entender isso é essencial para o tratamento correto.

Na maioria dos casos, a intolerância é genética e progressiva. Ou seja: o organismo vai diminuindo naturalmente a produção da enzima lactase ao longo da vida. Nesses casos, a intolerância não tem cura, mas pode ser manejada com ajustes na alimentação e, se necessário, com uso de enzimas.

Mas existe um outro tipo de intolerância, chamada secundária que eu explico no vídeo.

E nesses casos, a intolerância à lactose pode SIM ser reversível. Quando a causa raiz é tratada e o intestino volta a funcionar melhor, o organismo pode recuperar parte da capacidade de digerir a lactose.

Por isso, o mais importante é: observe seus sintomas e a relação com alimentos mas busque ajuda antes de excluir leite e derivados.

Se você sente desconforto com leite e derivados, procure ajuda profissional. O cuidado começa pelo entendimento e a sua história importa muito mais do que qualquer dica solta da internet.

Dra. Fabíola Machado | Gastroenterologia & Saúde Digestiva

29/12/2025

Nos últimos dias, a comentou nos stories que desenvolveu SIBO durante o uso do Mounjaro.

E quando alguém com grande alcance compartilha uma experiência pessoal, é natural que isso gere preocupação em quem está usando ou pensando em usar a medicação.

Por isso, é importante separar relato individual de evidência científica.

Até o momento, não existe comprovação científica de que o Mounjaro, ou outros análogos do GLP-1, causem SIBO. Essa condição não aparece como efeito adverso descrito nos estudos clínicos que levaram à aprovação dessas medicações.

O que sabemos, com base em fisiologia, é que o Mounjaro retarda o esvaziamento gástrico e pode diminuir a motilidade intestinal em algumas pessoas. Teoricamente, alterações de motilidade podem favorecer desequilíbrios da microbiota em indivíduos predispostos.

Mas isso é hipótese fisiológica, não causalidade comprovada.

Na prática clínica, SIBO é uma condição multifatorial. Envolve motilidade, anatomia, uso prévio de antibióticos, cirurgias, doenças de base, entre outros fatores. Atribuir o diagnóstico a um único medicamento, sem investigação adequada, é uma simplificação perigosa.

Relatos pessoais são válidos.

Mas generalizações criam medo desnecessário.

Medicamentos como o Mounjaro precisam ser usados com critério, indicação correta e acompanhamento médico. Nem vilão, nem solução mágica.

E toda queixa digestiva que surge durante o uso deve ser avaliada com calma, contexto e método.

Informação responsável protege mais do que notícia alarmista.

26/12/2025

Eu já falei disso em outros momentos, mas Natal merece um capítulo próprio.
Porque a ceia não vem só com comida. Vem com comentários, palpites e certezas que ninguém pediu.

Tem coisas que não são “brincadeira de família”, não são cuidado e definitivamente não são inofensivas.
E em alguns momentos, levantar da mesa é um gesto de saúde física e emocional.

Quem convive com doença celíaca, SII, refluxo, gastrite, intolerâncias ou qualquer condição digestiva não precisa provar nada para ninguém.
Muito menos “comer só um pouquinho” para deixar o outro confortável.

Esse vídeo é um lembrete: você pode escolher ficar, mas também pode escolher sair.
Cuidar do corpo também passa por saber quando a conversa deixou de ser leve.

E se em algum momento você levantar da mesa, que seja com a certeza de que está se respeitando.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

refluxo gastrite limites medicinahumana

23/12/2025

Eu sei que o Natal é um convite aberto.

Para estar junto, para receber afeto, para sentar à mesa sem tantas defesas.

E sim, para comer. Porque comida também é vínculo.

Mas quando você passa o ano inteiro lidando com refluxo, gastrite, SII, distensão, náusea ou dor abdominal, um único dia pode sair do controle e virar lembrança ruim.

E não deveria ser assim.

A ideia aqui nunca foi tirar você da ceia, nem te colocar numa lista de proibições.

É te ajudar a fazer escolhas mais gentis com o seu cor**po**, sem culpa e sem medo.

Tem alimentos que costumam ser melhor tolerados.

Outros que, para muita gente, pesam mais nesse contexto de excesso, álcool, pouco sono e rotina fora do eixo.

E isso não faz ninguém “errado”. Faz humano.

Se dá para ajustar preparo, quantidade, combinação ou momento, ótimo.

Se em algum ano você escolher comer sem pensar tanto, tudo bem também.

Cuidar da saúde digestiva não é perfeição. É consciência.

Meu papel é te ajudar a atravessar essas datas com mais conforto, não te afastar delas.

Que sua ceia tenha presença, conversa boa e um corpo que consiga aproveitar o momento.

Boas festas 🤍

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

19/12/2025

Aproveitando esse quadro que vocês amaram, quero reforçar um ponto que quase nunca aparece nos comerciais e muito menos nas “promessas milagrosas” por aí: seu intestino não precisa funcionar como um reloginho. Ele precisa funcionar bem.

Existe uma diferença enorme entre regularidade e rigidez.

E muita gente se acha “anormal” porque não vai ao banheiro todos os dias, quando na verdade o parâmetro clínico é outro: o que chamamos de frequência funcional.

O que isso quer dizer?

Que um intestino saudável pode evacuar:

• uma vez ao dia,

• um dia sim e outro não,

• ou até três vezes ao dia…

desde que exista conforto, sem esforço, sem dor, sem sensação de evacuação incompleta.

Isso importa mais do que qualquer fruta, probiótico ou promessa.

E quando não está funcional?

Aí sim vemos sinais claros: fezes muito ressecadas, esforço, sensação de peso, gases que não têm para onde ir, câimbras intestinais, distensão que piora ao longo do dia.

A constipação, quando negligenciada, altera microbiota, piora sintomas de SII e muda totalmente a qualidade de vida.

Por isso, quando trago esses quadros mais leves por aqui, o objetivo não é brincar com o seu intestino.

É te lembrar que informação boa liberta de medos desnecessários e coloca luz onde antes existia culpa.

Cuidar do intestino é olhar para a rotina inteira, não para um único alimento.

Dra. Fabíola Machado
CRM 23725 • RQE 2180
Gastroenterologista

Endereço

Clínica Vivanto/Avenida Do Batel, 1230. Torre B ( Batel Trade Center). Sala 606
Curitiba, PR
80420090

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