14/04/2026
“Não foi uma sentença. Foi uma mudança de rota.”
Essa é uma experiência que nos inspira 💙
Carla, de 39 anos, é CEO do lar, mãe de um menino TEA e uma mulher que ressignificou sua jornada. Em 2022, ela recebeu o diagnóstico de Câncer de Mama, após perceber um nódulo durante o autoexame em fevereiro daquele ano.
“Naquele momento, me senti pequena e impotente diante da situação. Vem o estigma de morte que a palavra câncer traz, a preocupação com um filho pequeno e logo uma certeza: eu não iria morrer. O diagnóstico definitivamente não foi uma sentença, e sim uma mudança de rota e direcionamento.”
Durante o tratamento conduzido pelo Luciano Biela, Carla enfrentou os ciclos de Quimioterapia com uma força admirável, focando não apenas no protocolo clínico, mas no seu bem-estar emocional.
“Por mais difícil que seja o processo, em especial no quesito físico, eu passei por tudo isso com leveza e certeza da cura. Durante o tratamento, experimentei paz e cuidado, reencontrei minha identidade e fui transformada. Deus me deu uma força e alegria que não consigo explicar.”
Ela também destaca como a estrutura do IOP e a abordagem terapêutica fizeram a diferença na sua resposta positiva, que ela acredita ter sido 70% fruto do seu estado emocional.
“Ter uma equipe como a do IOP tornou tudo ainda mais leve e alegre. Mesmo durante as infusões, o ambiente sempre foi extremamente saudável, cheio de profissionais preparados e prontos para ajudar e comemorar todas as nossas conquistas.”
Hoje, 4 anos após o início dessa caminhada, Carla celebra a vida e os aprendizados que seguem com ela. “Aprendi a verdadeiramente me amar e priorizar. Sei que, se eu não estiver bem, eu não consigo cuidar de ninguém e que para isso, talvez eu precise dizer não para pessoas e situações. No primeiro momento, isso pode parecer doloroso, mas depois se torna libertador!”
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