Psicóloga Silmara

Psicóloga Silmara Psicologia, Psicoterapia, Psicanálise, Terapeuta, Psicoterapeuta, Atendimento presencial e Online.

Quando falamos em saúde mental, especialmente em neurodivergências, é comum encontrar sintomas que se sobrepõem.🧠 TDAH🧩 ...
01/02/2026

Quando falamos em saúde mental, especialmente em neurodivergências, é comum encontrar sintomas que se sobrepõem.
🧠 TDAH
🧩 Autismo
🎧 Transtorno do Processamento Sensorial
💭 Disforias
… e outras comorbidades podem coexistir e se confundir.
Um mesmo comportamento pode ter origens completamente diferentes.
Sem um diagnóstico diferencial cuidadoso, corre-se o risco de interpretações simplificadas, rótulos precipitados e intervenções pouco eficazes.
Por isso, o olhar clínico vai além do checklist de sintomas.
Ele envolve escuta, investigação, tempo e respeito à singularidade de cada pessoa.
Mais do que “dar um nome”, o diagnóstico bem construído orienta o cuidado, favorece intervenções adequadas e promove qualidade de vida.
💙 Diagnosticar é compreender.
💙 Compreender é cuidar.






Disforia
SaúdeMental
Psicologia
AvaliaçãoPsicológica
OlharClínico

08/01/2026

.angelicaavila

O diagnóstico até pode ser tardio, mas os sinais sempre estiveram lá. Só faltou quem soubesse os ler!

29/12/2025
Atenção! 😊😊😊
11/12/2025

Atenção! 😊😊😊

02/12/2025

O diagnóstico tardio de TEA também é um encontro consigo mesmo.

Muita gente acredita que receber um diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista na vida adulta significa “chegar tarde demais”. Mas, na verdade, para muitas pessoas, é justamente o contrário: é libertador.

Quando o diagnóstico chega, ele traz consigo algo muito valioso: compreensão.
De repente, comportamentos, dificuldades, sensibilidades, interesses intensos e até dores antigas começam a fazer sentido.
A história de vida ganha um novo olhar; mais gentil, mais real, mais humano.

O diagnóstico tardio não muda quem a pessoa é.
Mas muda a forma como ela se entende, se cuida e se acolhe.
Ele abre espaço para o autoconhecimento, para a validação de experiências e para a construção de estratégias que respeitem o próprio funcionamento.

Receber esse diagnóstico na vida adulta é, para muitos, como ligar a luz em um quarto que sempre esteve escuro: nada do que está ali é novo, mas agora finalmente é possível enxergar.

Se você ou alguém que você conhece está passando por esse processo, lembre-se:
📌 Não é tarde.
📌 Não é falha.
📌 É um caminho de descoberta e pertencimento.

E cada passo nessa jornada merece ser acolhido.

Psicóloga Silmara Lopes
💕


Esta prateleira representa mais do que livros, ela carrega um pouco da minha trajetória, do meu encantamento e do amor q...
06/11/2025

Esta prateleira representa mais do que livros, ela carrega um pouco da minha trajetória, do meu encantamento e do amor que tenho pela Psicologia.
Cada obra aqui reflete horas de estudo, de dedicação e de busca por compreender o ser humano em toda a sua profundidade.

Estudar sempre foi, pra mim, uma forma de cuidado.
Cuidar de quem chega ao meu consultório com dor, dúvidas, fragilidades e esperanças exige mais do que técnica, exige presença, sensibilidade e, acima de tudo, preparo.

Por isso, mergulhar nos livros, participar de cursos e buscar novos aprendizados é algo que faço com prazer. Porque cada conhecimento adquirido se transforma em um olhar mais atento, em uma escuta mais empática e em um trabalho clínico mais humano, e mais eficiente.

Amar a Psicologia é também amar o que ela me permite oferecer: acolhimento, transformação e sentido.

06/11/2025

A escuta contextualizada é um dos pilares fundamentais da prática terapêutica. Mais do que ouvir o que o paciente diz, t...
05/11/2025

A escuta contextualizada é um dos pilares fundamentais da prática terapêutica. Mais do que ouvir o que o paciente diz, trata-se de compreender o sentido de suas falas dentro de seu contexto de vida, suas relações, história, ambiente e repertório de experiências. Essa escuta permite ao terapeuta captar nuances que vão além do conteúdo verbal, identificando padrões de funcionamento e variáveis que mantêm determinado comportamento ou sofrimento.

A análise funcional, por sua vez, é o instrumento que transforma essa escuta em compreensão clínica. Por meio dela, o terapeuta identifica antecedentes, comportamentos e consequências, elucidando as funções psicológicas das ações do paciente. Essa compreensão possibilita intervenções mais precisas e individualizadas, voltadas não apenas para o sintoma, mas para as contingências que o sustentam.
Em conjunto, a escuta contextualizada e a análise funcional promovem um processo terapêutico mais ético, eficaz e coerente com a singularidade de cada paciente.

Psicóloga Silmara Lopes

01/11/2025


28/10/2025

A criança pode apresentar boas habilidades cognitivas, fala adequada e até um convívio social aparentemente funcional. Mas, por trás disso, há pequenos indícios: dificuldade em compreender nuances sociais, certa rigidez comportamental, hipersensibilidade sensorial, ou um jeito “peculiar” de se relacionar.

Esses sinais, embora leves, podem gerar sofrimento silencioso e dificultar o reconhecimento precoce. Por isso, é tão importante olhar além do que é visível — com escuta, sensibilidade e conhecimento clínico.

Nem todo autismo é evidente. Mas todo autista merece ser compreendido.
thiagocastro

Endereço

Rua João Soares Barcelos, 2795/Boqueirão
Curitiba, PR

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