04/02/2026
Nem todo tratamento funciona se ele não cabe na realidade do paciente.
Usar colírio parece simples, mas para muita gente é um desafio diário. Dificuldades motoras, tremores, baixa visão ou limitações cognitivas transformam uma orientação básica em algo quase impossível de cumprir sozinho.
Quando isso não é levado em conta, o risco não é só o uso incorreto, é o abandono do tratamento.
E no glaucoma, interromper o cuidado pode significar perda visual irreversível.
Por isso, tratar não é apenas prescrever. É adaptar, ajustar e encontrar soluções que realmente funcionem para aquela pessoa.
Envolver familiares, cuidadores e avaliar alternativas faz parte de um cuidado responsável.
Glaucoma se trata com estratégia, constância e trabalho em equipe.