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O ARCO-ÍRIS RACHOUNos últimos anos, o movimento LGBTQIA+ vinha conquistando visibilidade e voz em muitos países pelo mun...
28/10/2025

O ARCO-ÍRIS RACHOU

Nos últimos anos, o movimento LGBTQIA+ vinha conquistando visibilidade e voz em muitos países pelo mundo, incluindo o Brasil. Virou pauta nas empresas, nas escolas e até em algumas religiões.

Acontece que um recente debate vem rachando o elenco dessa comunidade. Parte da ala mais conservadora do grupo sente que nos últimos anos o que era para ser um movimento de aceitação se tornou uma verdadeira bagunça de denominações.

Na prática, lé***cas, g**s e bissexuais estão querendo se desvincular da turma TQIA+, deixando de lado as questões de identidade de gênero e dando foco apenas em pautas ligadas à orientação sexual.

Qual o embate aqui?
Os LGBs defendem que o “gênero” deve seguir o s**o de nascimento, logo, a pessoa escolhe apenas a sua orientação sexual, mas não se é feminino ou masculino. O grupo também se opõe à transição de gênero em menores de idade;

O ponto é que esse pensamento contraria o entendimento da comunidade TQIA+, que vê o gênero como uma ESCOLHA, ou seja, uma identidade pessoal, independente do corpo biológico.

E é aqui que entram aquelas questões de menino e menina nas escolas, pronome neutro etc.

Organizações como a de Direitos LGBTI+ afirmam que dividir o movimento só enfraquece a luta por diversidade — e que a Aliança LGB é transfóbica e ligada à extrema-direita.

Um estudo de 2023 que analisou 30 países indicou que o Brasil tinha 12% da sua população se declarando como lé***ca, gay ou bi*****al em 2023.

Para fins de comparação, os EUA teriam 8%, México 7%, França, Argentina também 7% e Espanha 11%.

Vamos ver no que vai dar…

Fonte: The News

VAMOS PRECISAR DE TRATAMENTO?Seja no trabalho, na família ou entre o grupo de amigos, você deve conhecer alguém que simp...
05/10/2025

VAMOS PRECISAR DE TRATAMENTO?

Seja no trabalho, na família ou entre o grupo de amigos, você deve conhecer alguém que simplesmente resolveu se desligar das redes sociais e dos smartphones.

Esse é um fenômeno crescente, que tem movimentado as redes sociais e mobilizado pessoas a “aderirem o movimento”. (Veja os comentários desse vídeo)

Somos quinto país no ranking que mede o tempo de uso de smartphones, perdendo apenas para Indonésia, Tailândia, Argentina e Arábia Saudita. Aliás, a estimativa é que você toque no seu celular mais de 2.000 vezes por dia.

Se não consegue responder de cabeça, procure em seu celular o relatório de uso, para ver se seu tempo de tela é maior ou menor que a média brasileira: 5 horas e 32 minutos.

Em média, uma pessoa checa seu celular pelo menos 58 vezes ao dia. Grandes pesquisas relatam que mais de 57% já admitem uso problemático do telefone e 89% verificam o telefone em até 10 minutos após acordar.

Há alguns anos, o celular deixou de ser apenas para fazer ligações, se tornando quase que uma extensão do corpo humano — do banheiro até a mesa de jantar.

O motivo pelo qual você usa cada vez mais é biológico
Cada notificação, curtida ou mensagem nova aciona o seu sistema de dopamina — o mesmo neurotransmissor envolvido em qualquer atividade que te dê prazer.

Ao abrir o seu feed e ver algo estimulante — como uma foto de biquíni ou qualquer outra coisa — ou uma notificação de alguém que você gosta no WhatsApp, há uma chuva de dopamina em sua mente.

Como o corpo humano é uma máquina que odeia excessos, ele sempre tenta voltar ao equilíbrio. Logo, se há estímulo demais, ele se adapta para não “explodir” o sistema:

Os receptores de dopamina começam a diminuir em número ou sensibilidade — como uma tomada que perde a força;

Como resultado, você precisa de mais estímulo para sentir o mesmo prazer.

Essa adaptação é chamada de downregulation: o cérebro “baixa o volume” para se proteger do excesso. Não é que ele produza menos dopamina, mas sim que reage menos à dopamina que recebe.

Na prática, por mais duro que pareça, seu corpo é vítima do mesmíssimo mecanismo que ocorre com a co***na — literalmente, o mesmo princípio biológico.

Os dados confirmam isso: Restringir o uso do smartphone por 72 horas alterou a atividade cerebral em regiões ligadas a recompensa e autocontrole — efeito comparável ao de abstinência (Science Alert, March 2025).

A Deloitte concluiu que quase 40% dos jovens adultos já tentaram diminuir seu tempo de tela voluntariamente. Termos como detox digital e dumb phone cresceram nas buscas de Google Trends, mas nada se compara ao que você vai ver agora.

Conheça o Brick — o Nicorette dos smartphones
Esse dispositivo, cujo nome em tradução é tijolo, promete resolver o vício dos smartphones de maneira mais eficiente que todos os aplicativos existentes.

Funciona assim: você instala o app, escolhe quais aplicativos quer bloquear e, ao encostar o celular no Brick (que usa tecnologia NFC), o telefone entra automaticamente em modo de bloqueio, impedindo o acesso aos apps selecionados.

Para desbloquear, é preciso encostar novamente no Brick físico — o que cria uma barreira real contra o uso impulsivo.

Sendo assim, se você deixa o dispositivo em casa e sai com seu celular para o trabalho, você só poderá usar os aplicativos bloqueados quando voltar. O produto é vendido por US$ 60 dólares e funciona com boa parte dos aparelhos modernos.

Mudando TOTALMENTE de assunto
Ontem, o maior youtuber do mundo postou um vídeo pra lá de interessante. Gravado em seu quarto no dia 04/10/2015 e programado para ser publicado 10 anos depois, o então garoto Mr. Beast mandava um recado para o seu “eu” de hoje.

Na época, com apenas 8 mil seguidores, o rapaz diz que ele adoraria ter 1M de inscritos em seu canal e viver de Youtube.

Hoje, ele tem 440 milhões de inscritos e seu patrimônio é de mais de US$ 1 bilhão de dólares.

Percebeu como é possível encontrar dopamina lendo um texto? Foi essa a intenção dessa mudança de rota na matéria repentina. Que sirva de motivação para você buscar outras fontes de prazer fora das redes sociais e do seu celular.

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