Dra Árien Oldoni - Médica Reumatologista

Dra Árien Oldoni - Médica Reumatologista Médica Reumatologista
CRM/RS 39921 RQE 34846

Nem sempre conseguimos compreender ou até saber qual a origem daquela dor apenas no exame físico. Assim como nem toda in...
26/01/2026

Nem sempre conseguimos compreender ou até saber qual a origem daquela dor apenas no exame físico. Assim como nem toda inflamação é visível nos exames de sangue.

Por isso, o ultrassom se torna um grande aliado na reumatologia!
Ele permite visualizar, em tempo real, o que está acontecendo dentro das articulações, tendões e bursas, ajudando a identificar inflamações precoces, atividade da doença e possíveis danos estruturais.

O ultrassom é especialmente útil para pessoas que convivem com dor articular persistente, inchaço, rigidez matinal ou que já têm diagnóstico de doenças reumatológicas e precisam de um acompanhamento mais preciso da resposta ao tratamento.

➡️ Além de tudo isso, ele auxilia na diferenciação entre dor inflamatória e mecânica, algo fundamental na reumatologia.

Muito mais do que fazer um diagnóstico, o exame ajuda a monitorar a evolução da doença, ajustar tratamentos e guiar procedimentos com mais segurança e precisão.

✍🏻 Na prática, o ultrassom funciona como uma extensão do olhar clínico do reumatologista, tornando o cuidado mais individualizado, assertivo e eficiente.

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É importante ressaltar, ainda, que o estudo afirma que a inflamação neural induzida pelo álcool pode se manter ativa ind...
19/01/2026

É importante ressaltar, ainda, que o estudo afirma que a inflamação neural induzida pelo álcool pode se manter ativa independentemente da quantidade ingerida, especialmente em organismos já vulneráveis pela presença de dor crônica ou inflamação sistêmica.

Na reumatologia, tudo isso tem implicações importantes, pois o álcool pode:
➡️ aumentar a inflamação sistêmica
➡️ piorar a qualidade do sono
➡️ interferir na resposta ao tratamento medicamentoso
➡️ intensificar fadiga, dor difusa e hipersensibilidade

Por isso, para pessoas com dor crônica, especialmente de origem reumatológica, o álcool não é neutro. Ele pode atuar como um fator perpetuador da dor e dificultar o controle da doença ao longo do tempo.

💡 Então, nesse contexto, reduzir ou evitar bebidas alcoólicas pode ser uma estratégia importante dentro de um plano terapêutico mais amplo e individualizado.

✍🏻 Referências:
BORGONETTI, Vittoria et al. Chronic alcohol induced mechanical allodynia by promoting neuroinflammation: A mouse model of alcohol‐evoked neuropathic pain. British journal of pharmacology, v. 180, n. 18, p. 2377-2392, 2023.

🚨 Obs: o estudo utilizou camundongos. Esses animais são comumente usados em pesquisas científicas por terem o genoma semelhante ao humano (por volta de 85%).

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O ano começou com uma novidade maravilhosa por aqui: agora, o consultório conta com um aparelho de ultrassom reumatológi...
12/01/2026

O ano começou com uma novidade maravilhosa por aqui: agora, o consultório conta com um aparelho de ultrassom reumatológico, uma ferramenta que traz mais precisão, agilidade e segurança para o cuidado com as doenças reumáticas. 🥰

💡 Na reumatologia, o ultrassom funciona como uma extensão do exame físico. Ele permite visualizar, em tempo real, inflamações nas articulações, tendões e bursas, identificar sinais precoces de doenças como artrite reumatoide, gota e artrite psoriásica, além de avaliar a atividade inflamatória e possíveis danos articulares.

Também é um recurso fundamental para acompanhar a resposta ao tratamento, ajudando a entender se a inflamação está realmente controlada, e para guiar procedimentos com muito mais precisão.

✅ Ter o ultrassom no próprio consultório significa diagnósticos mais rápidos, decisões mais assertivas e um cuidado ainda mais individualizado.
Tecnologia a favor da escuta clínica, do olhar atento e de um tratamento mais bem direcionado!

Quer saber mais sobre? ➡️ Continue acompanhando meus conteúdos aqui.

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Antes de pensar em grandes metas para 2026, vale organizar o básico: cuidar do corpo e da mente não exige promessas gran...
30/12/2025

Antes de pensar em grandes metas para 2026, vale organizar o básico: cuidar do corpo e da mente não exige promessas grandiosas, mas constância nos pequenos hábitos do dia a dia.

Atividade física regular, hidratação adequada, atenção à saúde mental e gentileza consigo fazem parte do tratamento, da prevenção e da qualidade de vida! Especialmente para quem convive com dores crônicas.

Que o próximo ano seja construído com escolhas possíveis, sustentáveis e que respeitem o seu ritmo.
Feliz 2026! ✨🤍

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Que o Natal seja um tempo de pausa, reconexão e cuidado. Cuidado com quem está ao seu lado, com quem você ama e, princip...
24/12/2025

Que o Natal seja um tempo de pausa, reconexão e cuidado.
Cuidado com quem está ao seu lado, com quem você ama e, principalmente, com você.

Desejo dias de paz, união e leveza, para que o próximo ciclo comece com mais equilíbrio e esperança.

Feliz Natal, da minha família para a sua!🎄

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🔮 De fato, o reumatologista pode “ler” a sua mão, mas não de uma maneira mística: as mãos contam histórias importantes s...
17/12/2025

🔮 De fato, o reumatologista pode “ler” a sua mão, mas não de uma maneira mística: as mãos contam histórias importantes sobre a saúde, especialmente quando falamos de doenças reumatológicas.

O reumatologista observa sinais que são visíveis e palpáveis, como inchaço, dor, rigidez ao acordar e alterações na pele ou nas unhas. Esses detalhes ajudam a identificar padrões de inflamação que aparecem em doenças como artrite reumatoide, lúpus, artrite psoriásica e até condições dolorosas como a fibromialgia.

A rigidez matinal, por exemplo, é um dos sinais mais típicos de inflamação articular. Já alterações nas unhas ou na pele podem sugerir a presença de doenças autoimunes.

💡Essa leitura não acontece por adivinhação. Ela se baseia em três pilares: observação cuidadosa, palpação das articulações e escuta da história clínica do paciente.

A combinação desses elementos permite interpretar o que as mãos revelam sobre o corpo como um todo.

⚠️ Se as suas mãos têm falado com você através de dor, desconforto ou inchaço, pode ser hora de deixá-las serem lidas por quem entende do assunto. Um reumatologista sabe interpretar esses sinais e transformar essas pistas em diagnóstico e cuidado adequado!

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Na reumatologia, os maus hábitos alimentam o “mundo invertido” da saúde, mantendo a inflamação ativa e ampliando o ciclo...
03/12/2025

Na reumatologia, os maus hábitos alimentam o “mundo invertido” da saúde, mantendo a inflamação ativa e ampliando o ciclo da dor.

Repouso absoluto, alimentação inflamatória, estresse sem controle, noites mal dormidas e “tratamentos milagrosos” criam o cenário perfeito para esse mundo crescer: um ambiente onde a dor ganha força e o corpo perde a capacidade de reagir.

Sair desse ciclo exige fazer justamente o oposto: movimento orientado, alimentação equilibrada, manejo do estresse, sono regulado e acompanhamento profissional contínuo.

Esses são os elementos que fecham o portal do mundo invertido, reduzem a atividade inflamatória e tiram o paciente do ambiente caótico onde a dor domina tudo.

E aí, como está o seu mundo? 👀

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A anemia hemolítica é um tipo de anemia em que os glóbulos vermelhos são destruídos antes do tempo. No contexto da reuma...
25/11/2025

A anemia hemolítica é um tipo de anemia em que os glóbulos vermelhos são destruídos antes do tempo. No contexto da reumatologia, o tipo mais comum é a anemia hemolítica autoimune (AHAI): quando o próprio sistema imunológico passa a atacar as hemácias como se fossem “invasoras”.

Isso reduz a quantidade de glóbulos vermelhos circulando e pode causar sintomas como cansaço intenso, palidez, falta de ar e icterícia (pele e olhos amarelados).

Essa condição pode aparecer em várias doenças autoimunes, principalmente no Lúpus, onde é considerada uma manifestação importante de atividade da doença. Também pode ocorrer na artrite reumatoide, às vezes associada à Síndrome de Felty.

O diagnóstico é feito com exames de sangue que mostram sinais de destruição das hemácias e pelo Teste de Coombs direto, que identifica a presença de autoanticorpos ligados às células vermelhas.

O tratamento inclui controle da doença reumatológica de base, que é o ponto central, além de corticosteroides como primeira linha, imunossupressores (rituximabe, ciclofosfamida) quando o quadro é mais grave ou resistente e, em casos selecionados, esplenectomia.

A anemia hemolítica exige atenção rápida e acompanhamento conjunto entre reumatologia e hematologia, pois pode evoluir rápido e impactar a saúde de forma significativa. Diagnóstico precoce e manejo adequado fazem toda a diferença.

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A anemia de doença crônica é muito comum entre pacientes com doenças reumatológicas. Ela acontece porque a inflamação co...
19/11/2025

A anemia de doença crônica é muito comum entre pacientes com doenças reumatológicas. Ela acontece porque a inflamação contínua do organismo atrapalha a forma como o corpo usa o ferro e produz os glóbulos vermelhos, que são responsáveis por levar oxigênio para o corpo.

Mesmo quando o paciente tem ferro armazenado, o organismo não consegue utilizá-lo corretamente. É como se o ferro estivesse “guardado” e não pudesse ser colocado para trabalhar. Por isso, exames podem mostrar ferro normal ou até alto, mas a pessoa ainda assim está anêmica.

Os sintomas mais comuns são cansaço, palidez, falta de ar aos esforços e queda de energia, que acabam piorando o quadro geral da doença reumatológica.

O diagnóstico é feito com exames de sangue e sempre leva em conta a presença de inflamação. Em alguns casos, o reumatologista pode pedir exames mais específicos para confirmar se existe deficiência de ferro associada.

O tratamento começa sempre pelo essencial: controlar a doença reumatológica de base. Quando a inflamação diminui, a anemia melhora.

Em algumas situações, pode ser necessário usar suplemento de ferro ou medicações que estimulam a produção de glóbulos vermelhos, principalmente quando há problema renal associado.

A anemia não deve ser vista como “detalhe do exame”: ela interfere diretamente no bem-estar, na disposição e na qualidade de vida. Reconhecer e tratar faz parte do cuidado completo em reumatologia.

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A pericardite é uma inflamação do pericárdio, a membrana que reveste e protege o coração. Essa inflamação pode causar do...
11/11/2025

A pericardite é uma inflamação do pericárdio, a membrana que reveste e protege o coração. Essa inflamação pode causar dor torácica aguda, que piora com a respiração profunda ou ao deitar, e melhora quando o paciente se inclina para frente.

Na reumatologia, a pericardite é uma manifestação importante porque pode surgir em várias doenças autoimunes, como Lúpus Eritematoso Sistêmico e Doença de Sjögren.

Nesses casos, o sistema imunológico ataca o próprio tecido do pericárdio, provocando inflamação e, em alguns pacientes, acúmulo de líquido (derrame pericárdico). Quando o volume é muito grande, pode ocorrer tamponamento cardíaco, uma emergência que compromete o funcionamento do coração.

O diagnóstico combina avaliação clínica, ecocardiograma, eletrocardiograma e exames laboratoriais, com investigação da causa autoimune. Já o tratamento visa tanto o controle da inflamação pericárdica quanto da doença de base.

O acompanhamento multidisciplinar entre reumatologia e cardiologia é essencial para prevenir complicações e evitar recorrências.
Reconhecer precocemente os sinais e tratar a inflamação corretamente garante melhor prognóstico e preserva a função cardíaca.

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A fibrose pulmonar é uma das complicações mais relevantes e desafiadoras no contexto das doenças reumatológicas. Ela oco...
06/11/2025

A fibrose pulmonar é uma das complicações mais relevantes e desafiadoras no contexto das doenças reumatológicas. Ela ocorre quando a inflamação crônica leva à formação de cicatrizes no tecido pulmonar, comprometendo a elasticidade dos pulmões e a capacidade de oxigenação do sangue.

Na reumatologia, a fibrose está frequentemente associada a doenças autoimunes do tecido conjuntivo, como Esclerose Sistêmica, Lúpus Eritematoso Sistêmico e Artrite Reumatoide.
Em alguns casos, como na esclerose sistêmica, pode ser a principal causa de mortalidade, o que torna o rastreamento precoce essencial.

Os sintomas mais comuns são falta de ar aos esforços, tosse seca persistente e fadiga, que devem sempre levantar a suspeita de comprometimento pulmonar em pacientes reumatológicos.

O diagnóstico é feito com tomografia computadorizada de alta resolução (TCAR), provas de função pulmonar e, quando necessário, biópsia. Já o tratamento é multidisciplinar, unindo reumatologia, pneumologia e radiologia, e busca controlar a inflamação e impedir a progressão da fibrose.

Quanto antes a fibrose é identificada, maiores são as chances de preservar a função pulmonar e a qualidade de vida do paciente.

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A hipertensão pulmonar é uma complicação potencial das doenças reumatológicas autoimunes e inflamatórias. Ela se caracte...
28/10/2025

A hipertensão pulmonar é uma complicação potencial das doenças reumatológicas autoimunes e inflamatórias. Ela se caracteriza pelo aumento da pressão nas artérias pulmonares, o que dificulta o fluxo de sangue entre o coração e os pulmões, levando a sintomas como falta de ar, fadiga e redução da tolerância a esforços.

Na reumatologia, essa condição exige atenção especial, especialmente em doenças como: esclerose sistêmica, lúpus e artrite reumatoide, nas quais a inflamação crônica pode atingir o sistema vascular pulmonar.

O rastreamento periódico, com exames como o ecocardiograma, é fundamental para detectar alterações precocemente, mesmo antes dos sintomas.

O tratamento é individualizado, podendo incluir imunossupressores e medicações específicas para hipertensão pulmonar, sempre dentro de uma abordagem multidisciplinar.

🔎 O diagnóstico precoce muda o prognóstico: identificar a hipertensão pulmonar cedo permite controlar a inflamação, preservar a função pulmonar e melhorar significativamente a qualidade de vida do paciente.

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