05/01/2026
No CME, a esterilização não termina quando o ciclo acaba. Ela só é realmente eficaz quando o material permanece protegido até o uso, e isso depende diretamente da embalagem.
Aqui vão pontos essenciais que muitas vezes passam despercebidos no dia a dia:
1️⃣ Barreira microbiana real
O grau cirúrgico evita a recontaminação por bactérias, vírus e esporos. Se essa barreira falha, o material deixa de ser seguro, mesmo esterilizado.
2️⃣ Permeabilidade correta
O papel precisa permitir a passagem controlada do v***r ou óxido de etileno. Isso garante um ciclo eficaz sem comprometer a integridade da embalagem.
3️⃣ Resistência importa
Rasgos, perfurações ou selagem frágil anulam todo o processo. Integridade mecânica é indispensável para segurança.
4️⃣ Manter estéril é tão importante quanto esterilizar
O grau cirúrgico é o único material que mantém a esterilidade por períodos validados.
5️⃣ Não é só embalagem, é segurança assistencial
Ela interfere diretamente na selagem, nos indicadores, no armazenamento e no uso clínico.
➡️ Embalagens de esterilização não são um detalhe técnico.
São um elemento crítico da biossegurança.
Escolher um grau cirúrgico certificado é escolher segurança, previsibilidade e cuidado responsável.