18/10/2025
🩺✨ Quem mais tem o privilégio de trabalhar com o que ama?
Eu decidi que queria ser médica aos 14 anos. Dos 15 aos 18, mergulhei nos estudos — deixei o piano, os livros que me encantavam, e foquei com todo o meu coração nesse sonho.
Na época do vestibular, encontrei amigas incríveis e isso fez toda a diferença. ✨
Uma fase que costuma ser lembrada por muitos com exaustão e cobrança, para mim foi leve e cheia de afeto. A nossa rede de amizade tornava o estudo prazeroso: risadas, carinho e muita parceria. Impossível lembrar desse período sem sorrir.
Passei na federal: algo que também foi muito importante para mim, porque era um sonho não precisar dar aos meus pais o peso financeiro de uma faculdade particular. Uma forma de retribuir, com amor e responsabilidade, tudo o que eles já tinham feito por mim ao longo da vida.
Estudei na UFRGS e vivi intensamente cada etapa. Foi na psiquiatria que me encantei de verdade: um universo de emoções e complexidades humanas que me arrebatou.
Mas quando comecei a atuar, percebi algo profundo: a medicina convencional sozinha não dava conta de devolver qualidade de vida aos pacientes. E foi aí que mergulhei ainda mais fundo: estudei Medicina Funcional Integrativa, me aprofundei na hormonologia, e entendi que saúde mental exige muito mais do que controlar sintomas.
No consultório, por muitos anos, minhas consultas tinham três etapas:
🌿 a parte física, cuidando do organismo e da base biológica;
🧠 a parte terapêutica, com técnicas de psicoterapia
✨ e a parte energética e espiritual, com reiki, barras de access, Thetahealing, Deeksha, meditação, respiração e visualizações de bem-estar.
Era um atendimento inteiro: corpo, mente e alma, porque eu acredito que cuidar de alguém é muito mais do que tratar um diagnóstico.
Com a chegada da Pi, a maternidade me fez reajustar a rota: deixei de atuar diretamente nas áreas terapêutica e energética, passando a trabalhar em parceria com outros profissionais, e foquei somente na parte orgânica: minha grande paixão.
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