23/01/2026
Hoje, 23 de janeiro, é o International Integrative Health Day.
Essa data me convida a fazer uma pausa e voltar ao essencial: o que realmente sustenta uma medicina boa não é apenas tratar a doença quando ela aparece. É o compromisso com o cuidado integral, com a curiosidade clínica, com a compaixão e com a construção de um sistema de saúde que não seja apenas reativo.
Eu escolhi falar sobre esse dia porque ele tem um significado muito especial na minha trajetória.
Foi no Andrew Weil Center for Integrative Medicine, na Universidade do Arizona, onde eu fiz o Fellowship em Medicina Integrativa e me formei em 2019, que eu aprendi grande parte da estrutura que aplico até hoje dentro da minha prática.
E eu faço questão de deixar algo muito claro: medicina integrativa não é medicina alternativa.
Ela não substitui a medicina convencional e não existe para disputar espaço com o cuidado tradicional.
Pelo contrário: ela é complementar. Ela existe para ampliar o olhar e qualificar o cuidado com método, organização e responsabilidade clínica.
No Brasil, eu faço questão de ser absolutamente transparente: medicina integrativa não é uma especialidade médica reconhecida.
Por isso, o que eu faço é aplicar essa visão - com ética, clareza e responsabilidade técnica - dentro da minha especialidade: Medicina Preventiva.
Desde fevereiro de 2019, quando concluí o Fellowship, eu levo essa forma de pensar e praticar medicina para o consultório: um cuidado estruturado, centrado na pessoa, com profundidade e continuidade.
Atendo presencialmente em Florianópolis e Brusque, com foco em prevenção real e estratégias clínicas sustentáveis ao longo do tempo.
E se essa mensagem fez sentido para você, eu te deixo uma pergunta sincera: quando você pensa em saúde, você pensa apenas em ausência de doença ou em algo que se constrói todos os dias, pedra sobre pedra?