Lunna Miguez

Lunna Miguez Treino a sua mente para que conquiste seu MAIOR objetivo!

13/03/2026

Algo de certo, está errado🤣

E ai, qual é a sua opinião?

12/03/2026

Beleza não é critério de diagnóstico.

Nem para autismo.
Nem para TDAH.
Nem para nenhum transtorno.

Ser bonita ou não ser considerada bonita não diz nada sobre o funcionamento neurológico de alguém.

Autismo não tem “cara” - o óbvio que precisa ser repetido.

Um diagnóstico sério de autismo precisa observar três coisas:

• Desafios constantes na comunicação e na forma de interagir socialmente;
• Interesses ou comportamentos mais repetitivos ou restritos;
• Sinais que estão presentes desde o desenvolvimento (mesmo que só façam sentido depois, na vida adulta).

Sem esses três pontos, não existe diagnóstico de autismo.

O resto é falta de interesse em se aprofundar no assunto.

Autismo não se vê na aparência.
Ele aparece nos padrões de funcionamento da pessoa.

Agora envia para uma amiga AUTISTA que você considera “bonita”, não é critério, mas ajuda a puxar assunto😅

(A Tia Lunna querendo ser cúpida).

07/03/2026

A regra é clara: se deu dor de cabeça, é fome ou sede🤣

Brincadeiras a parte, me conta qual estratégia usa para se manter alimentada e hidratada nos comentários, estou curiosa🤓

06/03/2026

Alguém me explica?🤷🏼‍♀️

05/03/2026

Autocobrança autista não é sobre perfeccionismo.
É sobre sobrevivência.

Quando você cresce ouvindo mais correções do que validações, aprende rápido: errar pode custar pertencimento. Então você tenta prever tudo. Controlar tudo. Fazer melhor que todos. Inclusive melhor do que é humanamente possível.

A mente vira fiscalização.
O coração vira tribunal.

Muita gente chama isso de disciplina.
Mas, na prática, é medo de ser inadequada.

Principalmente no diagnóstico tardio, vem aquele choque:
“Eu não era insuficiente. Eu estava me adaptando.”

Autodisciplina nasce de valores.
Autocobrança tóxica nasce de insegurança.

A diferença?
Uma expande quem você é.
A outra te encolhe para caber.

Talvez o problema nunca tenha sido você.
Talvez tenha sido a régua.

05/03/2026

Autocobrança autista não é sobre perfeccionismo - é sobre sobrevivência.

Quando você cresce ouvindo mais correções do que validações, aprende rápido: errar pode custar pertencimento. Então você tenta prever tudo. Controlar tudo. Fazer melhor que todos. Inclusive melhor do que é humanamente possível.

A mente vira fiscalização.
O coração vira tribunal.

Muita gente chama isso de disciplina.
Mas, na prática, é medo de ser inadequada.

Principalmente no diagnóstico tardio, vem aquele choque:
“Eu não era insuficiente. Eu estava me adaptando.”

Autodisciplina nasce de valores.
Autocobrança tóxica nasce de insegurança.

A diferença?
Uma expande quem você é.
A outra te encolhe para caber.

Talvez o problema nunca tenha sido você.
Talvez tenha sido a régua.

03/03/2026

Gatos, eu sou completamente apaixonada por gatos e amo gatos e é o único relacionamento que eu aguento ter diariamente 24 hrs 7 dias na semana e todos os dias que restam da minha vidinha que os gatos sejam louvados!

E sim, o meu primeiro gato se chamava Juba, meu pai pegou logo que nasceu, um lindo laranjão que tinha muita paciência comigo!

E o seu primeiro hiperfoco ainda te acompanha ao longo da vida?

02/03/2026

Nem sempre um Autista, mas sempre um TDAH😅

Se você tem TDAH e tem dificuldade em ser disciplinado, foque suas energias em ser constante, depois que eu virei essa chave, nunca mais abandonei meus sonhos na praia…

Muita gente confunde, mas a diferença entre esses dois conceitos é o que define quem chega ao final da maratona e quem “quebra” no meio do caminho — especialmente se você tem um cérebro TDAH.

A DISCIPLINA é vista como força bruta. É aquele esforço consciente de “fazer porque tem que ser feito”, ponto final. O problema? Ela depende 100% das nossas funções executivas (planejar, iniciar, persistir). Para quem tem TDAH, esse estoque de “combustível” químico é limitado. Tentar viver só de disciplina é como tentar dirigir um carro com o freio de mão puxado.

A CONSTÂNCIA é sobre ritmo e frequência. Se a disciplina é um militar rígido, a constância é um rio. O rio não corre sempre na mesma velocidade: às vezes ele está agitado, às vezes calmo, mas ele não para de fluir. Constância é manter o movimento, mesmo que a intensidade mude.

Por que a constância vence?
Porque ela mata o “tudo ou nada”. Se você não consegue fazer 1 hora de treino hoje, faz 15 minutos. A meta não é a perfeição, é não quebrar o fluxo.

No TDAH, o mais difícil é o “arranque”. Quando você foca na constância, você cria inércia. E é muito mais fácil manter algo em movimento do que ter que empurrar um carro parado todo santo dia.

Menos força, mais ritmo. Menos perfeição, mais repetição.
E você em tentado ser um militar ou um rio? Me conta nos comentários😉

25/02/2026

Nem sempre um neurodivergente, mas SEMPRE um neurodivergente!

Principalmente mentes com tdah ou com altas habilidade e superdotação, tem uma mente veloz, um arsenal de imagens, arquivos de informação vasto e criativo. Seu cérebro a todo v***r!

Temos uma imaginação fértil e nos damos melhor com aqueles que dividem de uma mente fora da caixa.

Sua fraqueza é quando busca disciplina, quando deveria buscar constância e quando evita o ócio criativo!

Se você é neurodivergente, você não precisa de cura, precisa de adaptações e desenvolver sua autenticidade!!!

*Espero que o moço do pulo, não se ofenda😅

25/02/2026

A cultura brasileira é altamente implícita. Muito do que importa não é dito diretamente, está no tom, no subtexto e no “clima”. (Comunicação de alto contexto — conceito de Edward T. Hall.)
1. Regras sociais não verbalizadas: se não é dito claramente, o cérebro literal não capta.
2. Indiretas substituem limites claros: a crítica vem disfarçada.
3. “Ler a sala” é esperado: mas isso exige decodificação social rápida.
4. Ironia e sarcasmo são linguagem cotidiana: ambiguidade constante.
5. Proximidade física é sinal de afeto: pode ser invasiva sensorialmente.
6. Sofrimento que foge do script é visto como exagero.

Nenhuma cultura é “errada”. Mas culturas favorecem certos cérebros mais do que outros. Se o Brasil fosse mais direto muitos conflitos sociais autistas simplesmente desapareceriam. Não porque o autismo mudaria, mas porque a fricção ambiental diminuiria.

Isso dialoga com a ideia do “modelo social da deficiência”: parte do sofrimento não está no cérebro, mas na incompatibilidade entre cérebro e ambiente.

Endereço

Pantano Do Sul
Florianópolis, SC
88067-325

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