Dr. André Pacheco - cardiologista e arritmologista

Dr. André Pacheco - cardiologista e arritmologista CRM-SC 15555 RQE 13140
Atendimento Florianópolis (Clínica Ritmo no SOS Cardio e Caridade) e Garopaba (consulte os endereços no site).

Consultas em arritmologia e cardiologia geral, exames cardiológicos e avaliação de marcapassos, em Florianopolis e também em Garopaba-SC. Servico de Arritmias do Hospital SOS Cardio. Internações hospitalares e emergencias no Hospital SOS Cardio.

Um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology (JACC) analisou grandes coortes internacionais e mo...
28/11/2025

Um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology (JACC) analisou grandes coortes internacionais e mostrou que mais de 99% dos episódios de infarto, AVC ou insuficiência cardíaca acontecem em pessoas com pelo menos um destes fatores de risco: hipertensão, colesterol elevado, glicose alta/diabetes e tabagismo.

Na prática clínica, esses fatores influenciam o diagnóstico e a maneira de tratar doenças cardiovasculares. Isso acontece inclusive em pacientes que já têm o problema identificado, mas não fazem o controle recomendado e/ou não seguem o tratamento prescrito.

Abaixo, trago formas de manter o acompanhamento e evitar complicações:

🔹 PRESSÃO ARTERIAL: medir corretamente e tratar quando indicado (incluindo MAPA/automedida).
🔹 COLESTEROL: avaliar perfil lipídico e instituir terapia quando o risco exigir.
🔹 GLICEMIA/DIABETES: acompanhar glicose e hemoglobina glicada com meta definida.
🔹 TABAGISMO: cessação com suporte estruturado e, se necessário, medicação.

Controlar esses quatro pontos reduz eventos, orienta escolhas terapêuticas e protege o coração. Se você apresenta algum deles, esteja especialmente atento, mantenha o acompanhamento adequado e siga o tratamento recomendado. Converse com seu médico caso tenha alguma dúvida.

Se este conteúdo lembra alguém da sua família ou um amigo, envie esta postagem. Pode fazer diferença. 💙

20/11/2025

Como a tecnologia pode ajudar a identificar alterações no ritmo do coração?

Encerrei a entrevista para o na , concedida dias antes da Maratona de Jurerê (corrida de rua que aconteceu nos dias 01 e 02/11), falando sobre esse tema.

Como arritmologista do , expliquei como os relógios tipo smartwatches e outras tecnologias facilitaram o diagnóstico de arritmias – que não seriam sequer sentidas ou seriam confundidas com ansiedade, por exemplo ⌚️.

Também mencionei o quanto o avanço tecnológico permitiu o incremento não apenas no diagnóstico, mas também nos tratamentos de problemas cardiovasculares.

Assista ao vídeo e deixe sua pergunta. Aproveite para ver os reels anteriores com outros trechos da entrevista no perfil.

14/11/2025

De quanto em quanto tempo um corredor amador ou profissional precisa fazer uma avaliação cardiológica?

Essa foi outra pergunta feita pelo na entrevista que dei à como cardiologista do às vésperas da Maratona de Jurerê, corrida de rua que aconteceu nos dias 01 e 02/11.

Assista ao vídeo, envie suas perguntas e veja também o reel anterior sobre o preparo antes da prova. E acompanhe que tem mais um vídeo sobre o tema.

07/11/2025

A corrida de rua vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil nos últimos anos. Um exemplo foi a Maratona de Jurerê, que aconteceu nos dias 01 e 02/11 – com apoio do Hospital SOS Cárdio – e teve provas de diferentes distâncias, desde 5 km até uma maratona completa (42 km).

Como cardiologista do , fui convidado pela para falar sobre esse tema pensando na saúde do coração.

No programa, o jornalista me fez uma pergunta que interessa a quem treina: quais são os cuidados e a preparação do coração antes de disputar corridas de rua? 🏃‍♂️

Assista ao vídeo para ver minha resposta e mande sua dúvida nos comentários.

▶ Este é o 1º de 3 reels; na sequência, falo sobre a frequência dos check-ups e sobre o papel da tecnologia no diagnóstico e no tratamento de doenças cardiovasculares.

Fique ligado 😉.

No Outubro Rosa, quero lembrar que o tratamento do câncer de mama pode impactar a saúde do coração — e existe uma área d...
30/10/2025

No Outubro Rosa, quero lembrar que o tratamento do câncer de mama pode impactar a saúde do coração — e existe uma área da cardiologia dedicada a isso: a cardio-oncologia.

Alguns medicamentos (como os da família das antraciclinas e as terapias anti-HER2), além da radioterapia no tórax, podem aumentar o risco de efeitos no coração. Esses efeitos incluem enfraquecimento do músculo cardíaco (insuficiência cardíaca), batimentos acelerados ou irregulares (arritmias), elevação da pressão, dor no peito e, mais raramente, inflamações do coração. 🎀

O objetivo da cardio-oncologia não é interromper o tratamento do câncer, e sim tornar a terapia mais segura, avaliando o risco antes de começar, acompanhando durante (com exames como eletrocardiograma, ecocardiograma e, quando indicado, biomarcadores) e seguindo após o término do tratamento. Sinais de alerta que merecem atenção rápida incluem: falta de ar, inchaço nas pernas, palpitações que não passam, tontura/desmaio ou dor no peito.

Tive a oportunidade, neste ano de 2025, de ministrar duas aulas no curso de pós-graduação em cardio-oncologia, que é uma área em franca expansão de conhecimento.

Se você ou alguém que ama está em tratamento, converse com a equipe sobre cuidado integrado entre oncologia e cardiologia. Informação e monitorização adequada ajudam a tratar o câncer sem descuidar do coração. 💗

Envie este post para uma mulher em tratamento do câncer de mama para proteger seu coração enquanto trata a doença.

Muitos pacientes chegam ao consultório do cardiologista sem dor no peito, mas com sinais “discretos” que podem indicar p...
22/10/2025

Muitos pacientes chegam ao consultório do cardiologista sem dor no peito, mas com sinais “discretos” que podem indicar problema cardíaco: falta de ar ao subir poucos lances de escada, palpitações, tontura/sensação de desmaio, cansaço fora do habitual e inchaço nos tornozelos. Esses sintomas podem estar ligados à arritmia cardíaca, insuficiência cardíaca ou doença valvar e merecem uma avaliação estruturada. ⚕️

Para começar, busco entender a história clínica e examinar esse paciente com cuidado. O eletrocardiograma costuma ser o primeiro passo. Dependendo do caso, posso pedir outros exames complementares, como ecocardiograma (para avaliar estrutura e função), Holter ou monitorização prolongada (para flagrar arritmias), teste ergométrico (para investigar sintomas ao esforço) e, em situações específicas, estudo eletrofisiológico.

Se observar qualquer um destes sinais, procure rapidamente avaliação cardiológica:
🔹 Desmaio ou “quase desmaio” (síncope/pré-síncope)
🔹 Falta de ar que piora ao deitar ou aparece de madrugada
🔹 Palpitações prolongadas acompanhadas de mal-estar
🔹 Inchaço em pernas/tornozelos que progride ao longo dos dias
🔹 Dor no peito que irradia para braço, pescoço ou mandíbula

Se algo “não está normal” para o seu padrão, não adie a consulta. Se este conteúdo pode ajudar alguém, salve e faça um Repost para que mais pessoas saibam dessa informação.



14/10/2025

Pacientes com arritmia podem estar lidando com doenças cardíacas mais complexas, como a amiloidose cardíaca, uma condição em que proteínas anormais (chamadas amiloides) se depositam no músculo cardíaco, tornando-o mais rígido e comprometendo sua função de bombeamento.

No ambulatório de arritmia na Clínica Ritmo, diagnosticamos recentemente um paciente com esse quadro. Ele chegou com sintomas típicos de arritmia, mas, ao aprofundarmos a investigação, descobrimos que a causa era a amiloidose, neste caso com origem hematológica, ou seja, uma doença do sangue que tem repercussão cardíaca.

Casos como esse nos lembram de que, diante de sintomas cardiovasculares, é fundamental buscar a origem do problema e não apenas tratar os sinais.

Na prática, isso significa integração entre especialistas. Contar com uma equipe multidisciplinar, como temos no Hospital SOS Cárdio, permite oferecer um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado, sempre centrado no paciente.

No caso em questão, o paciente foi encaminhado para o hematologista para que ele possa receber o tratamento específico o quanto antes, já que essa é uma doença de evolução rápida. Assim, a gente pode salvar uma vida 💙.

Se você apresenta sintomas como palpitações, tonturas ou desmaios, procure avaliação especializada. Entender a causa pode mudar tudo.


Na semana do Dia das Crianças, quero falar com quem está planejando engravidar, mas tem alguma condição cardiovascular.A...
08/10/2025

Na semana do Dia das Crianças, quero falar com quem está planejando engravidar, mas tem alguma condição cardiovascular.

Algumas condições do coração — como arritmia cardíaca, miocardiopatia (hipertrófica, dilatada ou arritmogênica), síndrome de Brugada, QT longo, aortopatias e hipercolesterolemia familiar — podem ter origem genética. Quando identificamos isso antes ou no início da gestação, com apoio da cardiogenética, podemos orientar para que se façam exames, tratamento e o acompanhamento mais seguros para mãe e bebê. 🧬

Quando vale investigar?
🔹 Histórico familiar de desmaios (síncopes), morte súbita, arritmia ou “coração grande/alterado”.
🔹 Você tem diagnóstico de cardiopatia genética e pensa em engravidar.
🔹 Gestação atual com palpitações fortes, desmaios ou alterações no ECG/eco.

Na consulta, vamos revisar sua história e exames (ECG, ecocardiograma, Holter) e, quando há sinais consistentes, indico teste genético direcionado — sempre com aconselhamento claro sobre benefícios e limites. Discutimos ajustes de medicamentos, nível de atividade física e, em casos selecionados, opções reprodutivas como o diagnóstico genético pré-implantacional. Quando necessário, alinhamos o parto com equipe de cardio-obstetrícia. Se confirmada uma alteração genética, fazemos o rastreio nos familiares, afinal cuidar de um pode proteger muitos. 💙

O diagnóstico certo muda a conduta e reduz riscos, tanto para a mãe quanto para o bebê. Se você está grávida ou planejando engravidar e se reconheceu em algum ponto, entre em contato com o ambulatório de cardiogenética do Hospital SOS Cárdio para organizarmos sua avaliação.

Envie esse post para uma gestante ou familiar.

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Embora ainda se pense que doenças cardiovasculares são exclusivas da terceira idade, doenças do coração em jovens estão ...
29/09/2025

Embora ainda se pense que doenças cardiovasculares são exclusivas da terceira idade, doenças do coração em jovens estão se tornando cada vez mais comuns — e isso precisa ser falado.

No Dia Mundial do Coração, aproveito para reforçar esse alerta:

📊 Entre os anos 2000 e 2024, o número de internações por infarto em brasileiros com menos de 40 anos aumentou 180%.
Na faixa etária de 35 a 39 anos, esse número saltou de 9,3 para 18 casos por 100 mil habitantes — um aumento de quase 80%.

Mais de 30% dos jovens com infarto não apresentam fatores de risco tradicionais, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia. Isso reforça a importância da investigação de causas genéticas ou hereditárias, como distúrbios no ritmo cardíaco ou na estrutura do coração, que podem evoluir silenciosamente para arritmias graves ou morte súbita.

Além dos fatores clássicos (tabagismo, sedentarismo, hipertensão, colesterol), outros comportamentos vêm aumentando ainda mais o risco: estresse crônico, v**e, uso de anabolizantes, dietas extremas e automedicação vêm ganhando protagonismo entre os mais jovens.

A prevenção começa com informação, check-ups adequados para cada faixa etária e atenção aos sinais: cansaço inexplicável, palpitações, dor no peito e desmaios não são normais — mesmo se você for jovem.

📤 Compartilhe este post com um jovem que você ama.

A fibrilação atrial (FA) é a arritmia cardíaca mais comum e pode aumentar o risco de complicações, como AVC e insuficiên...
23/09/2025

A fibrilação atrial (FA) é a arritmia cardíaca mais comum e pode aumentar o risco de complicações, como AVC e insuficiência cardíaca. A prática regular de atividade física é fundamental para melhorar a capacidade funcional, controlar os sintomas e reduzir os riscos associados à FA.

Exercícios bem planejados promovem benefícios cardiovasculares, aumentam a qualidade de vida e ajudam a controlar fatores de risco como pressão alta e obesidade. Por outro lado, o sedentarismo pode agravar problemas, e exercícios muito intensos ou inadequados podem desencadear episódios de arritmia.

Para pacientes com FA, são recomendados exercícios aeróbicos, como caminhadas e bicicleta, e musculação leve, pois ajudam a melhorar a função cardíaca e reduzir a frequência dos sintomas. É importante evitar exercícios de alta intensidade, esforços prolongados ou esportes de impacto ou com risco de queda — como lutas, escaladas e exercícios que elevem a frequência cardíaca acima de limites seguros — se a arritmia persistir. Para esses casos, após o tratamento de ablação por cateter, e com o ritmo do coração normal restaurado, a atividade física geralmente é liberada sem restrições.

Ao começar ou ajustar sua rotina de exercícios, converse sempre com seu cardiologista ou arritmologista para avaliar sua condição individual. Um profissional de educação física também é fundamental para elaborar um programa de exercícios seguro e eficaz, adaptado às suas necessidades e limitações.

Assim, você pode cuidar da saúde do seu coração de forma consciente e segura, melhorando sua qualidade de vida com exercícios que fazem bem ao corpo e à saúde.

Vacinação é sinônimo de proteção também para a saúde do coração, especialmente para quem tem doença cardiovascular e par...
17/09/2025

Vacinação é sinônimo de proteção também para a saúde do coração, especialmente para quem tem doença cardiovascular e para quem está envelhecendo. Muitas pessoas não sabem, mas infecções por vírus e bactérias podem aumentar de forma significativa o risco de infarto, AVC, descompensação da insuficiência cardíaca e até mesmo de arritmias.

Em cardiopatas e idosos, essa vulnerabilidade é ainda maior: após episódios de gripe, covid-19 ou outras doenças infecciosas, o risco de um evento cardiovascular grave pode aumentar diversas vezes. Isso acontece porque a resposta inflamatória do corpo pode desestabilizar placas nas artérias ou piorar o funcionamento do coração.

A boa notícia é que a vacinação representa uma das medidas mais eficazes para evitar essas complicações. Dados recentes mostram que, ao manter a carteira de vacinação em dia, reduz-se substancialmente a mortalidade, as internações e os quadros graves desencadeados por infecções que atingem o sistema cardiovascular. Eu sempre oriento quem vive com doença do coração – e seus familiares – a se proteger.

Entre as vacinas recomendadas estão:
🔹 Influenza (anual)
🔹 Pneumocócica conjugada
🔹 Covid-19 (a cada 6 meses)
🔹 Herpes zóster (a partir dos 50 anos)
🔹 Vírus sincicial respiratório (VSR, para maiores de 60 ou 70 anos)
🔹 Tríplice bacteriana do adulto (dTpa – reforço a cada 10 anos)
🔹 Hepatite B (para não vacinados)
🔹 Febre amarela (em casos indicados)

A imunidade adquirida por meio das vacinas é um investimento comprovado em longevidade e qualidade de vida – principalmente para quem já convive com doenças cardíacas ou quer atravessar a terceira idade com mais segurança. Se esta informação faz sentido, compartilhe essa mensagem com quem você ama e ajude a proteger também o coração deles.



A obesidade é hoje uma das principais ameaças silenciosas à saúde do coração. O acúmulo de gordura corporal, especialmen...
10/09/2025

A obesidade é hoje uma das principais ameaças silenciosas à saúde do coração. O acúmulo de gordura corporal, especialmente na região abdominal, não é apenas uma questão estética — ele provoca uma série de alterações no organismo que favorecem o surgimento de doenças cardiovasculares.

A hipertensão arterial, por exemplo, está diretamente ligada ao excesso de peso. Quanto maior a quantidade de gordura corporal, maior é a pressão sobre as artérias, o que obriga o coração a trabalhar mais e pode levar ao espessamento do músculo cardíaco, elevando o risco de infarto e insuficiência cardíaca.

Além disso, a obesidade aumenta a resistência à insulina, fator decisivo para o desenvolvimento do diabetes tipo 2 — uma condição que multiplica o risco de eventos cardiovasculares. A inflamação crônica, comum em pessoas com excesso de peso, também agride os vasos sanguíneos e acelera a formação de placas de gordura, que podem causar obstruções e até AVC.

A boa notícia é que grande parte desses riscos pode ser prevenida (ou até revertida) com mudanças no estilo de vida. Alimentação balanceada, prática regular de atividade física e acompanhamento médico são os pilares da prevenção.

Para quem já convive com a obesidade, o cuidado deve ser ainda mais rigoroso. É fundamental buscar o tratamento do excesso de peso e manter o acompanhamento com o cardiologista para proteger o coração 🩺.

Reposte essa mensagem no seu Facebook e ajude a espalhar esse alerta 💙.

Endereço

SC 401, 121
Florianópolis, SC
88030000

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