08/08/2020
O colesterol elevado é um dos principais fatores de risco para infarto e acidente vascular cerebral. 70% do colesterol é produzido no nosso organismo, onde tem funções importantes como produção de hormônios e da bile e metabolização de vitaminas. Os outros 30% são ingeridos na dieta, com consumo excessivo de gorduras saturadas e trans, presentes em alimentos de origem animal, como carnes, ovos, derivados do leite e produtos ultraprocessados, como biscoitos, margarina, salgadinhos de pacote, comidas congeladas, bolos prontos e sorvetes.
O colesterol elevado não dá sintomas e também não está necessariamente relacionado ao aumento de peso. Por isso, é importante a sua dosagem através de exames de sangue, onde serão avaliadas as frações do LDL-colesterol ou “mau” colesterol:responsáveis pela formação da placa de gordura nas artérias e o HDL-colesterol ou “bom” colesterol:responsável pelo transporte reverso do colesterol das artérias para o fígado.
Os valores adequados do colesterol variam de acordo com o risco cardiovascular de cada indivíduo, levando em consideração a genética, a história familiar de doença cardíaca e outros fatores de risco associados, como hipertensão, diabetes e tabagismo.
O tratamento para o colesterol elevado é baseado na dieta, atividades físicas regulares e, em alguns casos, medicações que devem ser usadas por um longo período.
Fonte: Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose- 2017.