20/10/2021
🤰Quando um bebê está no ventre de sua mãe, vive os estados emocionais dela, um a um. Não existe uma separação entre o “eu” de sua mãe e o “eu” do bebê.
A idade cronológica da formação neurofisiológica do bebê tem seu ritmo mais intenso nos três primeiros anos de vida, e até por volta de seus sete anos, a criança é igual ao “eu” de sua mãe. A partir daí, começa a surgir um senso de identidade própria.
Nossos filhos são o reflexo da família, do que se passa no núcleo familiar. Nossos filhos não f**am doentes sozinhos, eles adoecempor causa do meio, e muitas vezes são reparadores de cargas transgeracionais. Esses traumas podem se refletir em alergias, irrirabilidade, dificuldade de aprendizado, depressão entre outros sintomas.
Tendo origem emocional, os medicamentos e tratamentos convencionais conseguem atuar no alívio dos sintomas, mas não atingem o resultado esperado de cura.
❗Não se trata de entrar na culpabilidade, mas de saber e ter consciência que podemos fazer muito por nossos filhos, e, se queremos que estes fiquem saudáveis, devemos cuidar das nossas emoções e sentimentos.
Neste caso, a Microfisioterapia pode ajudar a eliminar esses traumas e informações gerados por esses conflitos.
Texto: Microfisioterapia