Daniela Furlan Psicóloga

Daniela Furlan Psicóloga Psicóloga, CRP-12/12831. Especialista em Psicologia Clínica. Formação em Terapia Relacional Sistêmica pelo Familiare Instituto Sistêmico.

Psicóloga formada pela UFSC. Especialista em Terapia de Família (Terapia Relacional Sistêmica) pelo Familiare Instituto Sistêmico.

Quem nunca chorou no travesseiro depois de um dia daqueles?Os adultos às vezes esquecem uma coisinha bem óbvia: chorar f...
18/05/2018

Quem nunca chorou no travesseiro depois de um dia daqueles?
Os adultos às vezes esquecem uma coisinha bem óbvia: chorar faz parte da vida e é uma forma importante de descarregar emoções. É um direito nosso não ser forte o tempo inteiro!
Isso não signif**a que está tudo perdido e você não é capaz de lidar com seus problemas. Signif**a apenas que você está precisando deixar esse sentimento fluir. Quer lugar mais seguro para fazer isso que no aconchego do travesseiro?
Porém, se esse sentimento de incapacidade diante dos problemas e descontrole emocional costuma ser muito mais frequente do que você gostaria, pode ser um bom momento para buscar ajuda!
Vamos dividir esse peso?
Dani Psi 📲 48-984323200

O objetivo da terapia não é eliminar todos os problemas da vida, pois isso é impossível. A vida é dinâmica e os problema...
14/05/2018

O objetivo da terapia não é eliminar todos os problemas da vida, pois isso é impossível. A vida é dinâmica e os problemas surgem a todo momento.

É melhor então que terapeuta e paciente se concentrem em encontrar ferramentas para lapidar esses problemas, não é mesmo? Dessa forma o paciente se beneficia muito mais do que apenas ouvindo um “conselho”, pois aprende a usar suas próprias ferramentas e desenvolve a habilidade de resolver seus problemas com mais autonomia e efetividade!

15/02/2018

"Depois do açucar refinado, da farinha branca, do sal marinho, das dr**as sintéticas, do melhoramento genético da Cannabis, dos videogames e das redes sociais, seu sistema dopaminérgico aprende a desconsiderar o prazer de uma boa fruta, ou bom prato balanceado....E de um dia de trabalho ou de uma caminhada.

Quando sua referência de experiência de alto valor agregado é um dia na Disney ou um jantar ultracalórico em algum Outback da vida, os dias comuns se tornam difíceis de viver.

E o mercado de consumo está agora mesmo preparando o lançamento de seu novo agente altamente estimulante que você fará questão de consumir. Lícito ou ilícito. Isso é o de menos.

O pior efeito das coisas viciantes é como elas depreciam o valor de uma vida simples.

Aí, quando o dia a dia se torna sufocante, há sempre uma nova droga para dar conta disso.

Nada contra suas experiências de alto valor dopaminérgico mas considero fundamental que você saiba de onde vem esse tédio insuportável que você sente longe delas."

Texto: Carla Tieppo.

Ah, eu adoro essa historinha! Diariamente somos expostos a padrões irreais e injustos de beleza e sucesso, o que torna c...
01/11/2017

Ah, eu adoro essa historinha! Diariamente somos expostos a padrões irreais e injustos de beleza e sucesso, o que torna cada vez mais difícil aceitar nossas próprias formas de ser e estar no mundo. As perguntas são simples, mas poderosas:
. Eu desqualif**aria uma pessoa que eu amo se ela tivesse as formas e os jeitos que eu tenho?
. Como eu ajudaria uma pessoa que eu amo a chegar onde ela deseja (um corpo mais saudável, uma situação profissional mais organizada, lidar melhor com problemas 'x' ou 'y', etc...)?

O caminho do amor próprio é construído com tijolinhos de respeito. Respeito às diferentes formas, saberes, olhares, ritmos, aparências, gostos e preferências que podemos ter. Não signif**a simplesmente acomodar-se, até porque construir um caminho de amor próprio pressupõe estar em movimento. Porém o respeito permite trilhar esse caminho de forma que as mudanças que se deseja possam acontecer de forma mais autêntica e cuidadosa.

Essa imagem me faz refletir sobre o ritmo de cada paciente em terapia. Reconhecer e respeitar esse ritmo é um aprendizad...
25/10/2017

Essa imagem me faz refletir sobre o ritmo de cada paciente em terapia. Reconhecer e respeitar esse ritmo é um aprendizado essencial para o terapeuta, já que o paciente está expondo sua história, seus sofrimentos e fragilidades. Esse é um momento delicado para qualquer um. Respeitar que alguns assuntos levam mais tempo para serem trabalhados é entender que o tempo em terapia é do paciente e não do terapeuta. ..
Além disso, a terapia pode servir para que o paciente conheça e aprenda a respeitar o seu próprio ritmo, reajustando metas e objetivos de vida para que se encaixem melhor nas suas possibilidades naquele momento. Esse aprendizado é crucial, pois ajuda a evitar uma auto-imposição de objetivos grandiosos demais, tão grandiosos que por vezes se tornam paralisantes...
A paciência e o respeito geram os resultados mais duradouros.

A vida por vezes passa como um trator por cima de nós. Deixa tudo bagunçado e simplesmente arranca muitas coisas que est...
18/10/2017

A vida por vezes passa como um trator por cima de nós. Deixa tudo bagunçado e simplesmente arranca muitas coisas que estavam enraizadas em nosso cotidiano.

Mas esse trator também traz a tona um tipo de terra bem especial que por vezes f**a esquecida sob as camadas de certezas que se acumulam. Uma terra nova, arada, cheia de nutrientes, rica em recursos e oportunidades de transformação.

Plantar mudanças é difícil, mas gratif**ante. Aproveitar esses momentos é um aprendizado que pode tornar a vida e os seus diversos ciclos mais fáceis de viver.

Humanos e sensíveis a dor do outro, às suas histórias e potencialidades. Somos psicólogos! Viva o nosso mês!
03/08/2017

Humanos e sensíveis a dor do outro, às suas histórias e potencialidades. Somos psicólogos! Viva o nosso mês!

"Nossos destinos estão abertos ou fechados em função das histórias que construímos para compreender nossas experiências....
13/07/2017

"Nossos destinos estão abertos ou fechados em função das histórias que construímos para compreender nossas experiências.". Harold Goolishian.

Parece óbvio dizer isso, mas não conheço ninguém que aprendeu a andar de bicicleta lendo um manual.Primeiro, as rodinhas...
25/05/2017

Parece óbvio dizer isso, mas não conheço ninguém que aprendeu a andar de bicicleta lendo um manual.

Primeiro, as rodinhas. Elas te sustentam até você ser capaz de manejar minimamente a bicicleta. Depois as rodinhas se vão e sobra apenas aquela mãozinha amiga que segura o banco da bicicleta. De repente essa mãozinha some e te deixa com um frio na barriga do tipo: "Vixi, to por conta própria!".

É claro, muitos tombos ainda serão necessários até que a pessoa aprenda a controlar melhor a bicicleta e seja capaz de andar por lugares mais difíceis. Mas a mãozinha te larga por um motivo: és capaz de aprender sozinho.

Tornar-se terapeuta.

Entramos todos na universidade com uma leve notícia sobre algumas das funções que o psicólogo pode exercer na sociedade. As “rodinhas de apoio” acabam sendo úteis e necessárias, pois precisamos começar do básico. Aos poucos elas acabam se tornando desnecessárias e vamos começando a fazer parte desse universo profissional. Estágios, pesquisas, atendimentos em clínica-escola, supervisão... Somos cada vez mais capazes de fazer nossas escolhas de atuação dentro desse vasto mundo da psicologia. E aí seguimos na pós-graduação, mestrado, doutorado...

E, de repente, a mãozinha te solta.

Cambaleando, seguimos equilibrando nossos saberes com a sensibilidade que nos faz humanos diante daqueles que nos procuram em busca de ajuda. E há tombos, momentos em que parecemos desacreditar das nossas capacidades.

Eu lembro meus pais gritando logo depois de largar o meu banquinho: “Equilibra, pedala mais rápido!”. E lembro também de todas as vezes que, já mais ágil, saí para andar de bicicleta e me meti em algumas enrascadas das quais eu mesma dei um jeito de me safar.

Cada encontro, cada história, cada supervisão, fazem de mim a psicóloga que eu quero ser. Cada livro, aula, palestra... Cada troca com os colegas e professores. São as mãos que largam o meu banquinho no momento em que eu preciso. São as vozes que me vem a mente quando, sozinha, preciso me orientar.

Sem falar nos pacientes, é claro, com quem encaro o desafio conjunto de aprender a andar de bicicleta pelos mais diversos (e por vezes tortuosos) caminhos.

Acho que é isso... tornar-se terapeuta é um eterno passeio de bicicleta.

Seguimos pedalando.

A coragem é um sentimento que nos permite sair da zona de conforto para aprender a lidar com algo diferente.Um paciente,...
19/04/2017

A coragem é um sentimento que nos permite sair da zona de conforto para aprender a lidar com algo diferente.

Um paciente, ao iniciar um processo terapêutico, sabe muito mais sobre a coragem de desafiar os problemas da vida do que sobre soluciona-los propriamente. E é essa coragem que abre portas para que caminhos novos sejam construídos!

*agendamento de consultas: (48) 984323200

Para aproveitar o feriado, nada melhor que abraçar e estar junto das pessoas que amamos!Um bom final de semana a todos!*...
14/04/2017

Para aproveitar o feriado, nada melhor que abraçar e estar junto das pessoas que amamos!

Um bom final de semana a todos!

*Agende sua consulta: (48) 984323200.

A terapia é um convite ao novo, ao inesperado. É um convite para uma conversa na qual duas pessoas – paciente e terapeut...
12/04/2017

A terapia é um convite ao novo, ao inesperado.

É um convite para uma conversa na qual duas pessoas – paciente e terapeuta – aceitam a tarefa de pensar de forma diferente sobre os conflitos da vida.

Muito mais do que certezas, o que se busca na terapia é questionar o que tomamos como verdades absolutas (que geralmente nos guiam a repetir as mesmas atitudes) para encontrar possibilidades de novos caminhos que levem ao crescimento.

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Florianópolis, SC
88036003

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