Psicóloga Gisele Schneider

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Atendimento de Crianças, Adolescentes e Adultos.

O que é o Janeiro Branco?O Janeiro Branco é uma  campanha ao estilo da Campanha Outubro Rosa e da Campanha Novembro Azul...
07/01/2022

O que é o Janeiro Branco?

O Janeiro Branco é uma campanha ao estilo da Campanha Outubro Rosa e da Campanha Novembro Azul.
O seu objetivo é chamar a atenção da humanidade para as questões e necessidades relacionadas à Saúde Mental e Emocional das pessoas e das instituições humanas.
Uma humanidade mais saudável pressupõe um cultura da Saúde Mental no mundo!

Por que Janeiro Branco?

Porque, no primeiro mês do ano, em termos simbólicos e culturais, as pessoas estão mais propensas a pensarem em suas vidas, em suas relações sociais, em suas condições de existência, em suas emoções e em seus sentidos existenciais.
E, como em uma “folha ou em uma tela em branco”, todas as pessoas podem ser inspiradas a escreverem ou a reescreverem as suas próprias histórias de vida.

Informações sobre Saúde Mental!

Campanhas geram conscientização, combatem tabus, mudam paradigmas, orientam os indivíduos e inspiram autoridades a respeito de importantes questões relacionadas às vidas de todo mundo!
Começar o ano falando e entendo mais sobre nossa saúde mental pode realmente nos ajudar a ter um novo ano!

Seguiremos com mais informações por aqui! Acompanhem!


http://Fonte: janeirobranco.com.br

Se você não sabia sobre o assunto antes, provavelmente você ouviu em algum momento desde o início da Pandemia do Coronav...
30/09/2021

Se você não sabia sobre o assunto antes, provavelmente você ouviu em algum momento desde o início da Pandemia do Coronavírus alguma informação sobre a Síndrome de Burnout. O fato é que com o distanciamento social e o trabalho realizado remotamente, os índices de pessoas acometidas aumentou.
E o que é essa Síndrome? Ela é caracterizada como uma exaustão física e mental, por isso também pode ser denominada como Síndrome do Esgotamento. Pertence ao quadro das Depressões Ocasionais e tem causa e relação com as atividades laborativas de quem é acometido, ou seja, a causa é justamente o excesso e/ou condições do trabalho, é doença ocupacional.
Os sinais presentes na sintomatologia da Síndrome de Burnout passam por alguns estágios, que podem ocorrer também de forma não linear, o indivíduo apresenta o esgotamento frente ao estresse crônico em etapas:
- Hiperfoco, hiperprodutividade, excesso de horas trabalhadas, deixando de realizar atividades que antes integravam a rotina, como encontro com amigos, alimentação mais saudável, atividade física, momentos de lazer.
- Irritabilidade, ansiedade e muitos sintomas físicos: insônia, alteração de pressão arterial, problemas dermatológicos, enxaquecas e todos os sintomas que o estresse crônico pode resultar.
- Exaustão e apatia, esgotamento físico e mental, falta de concentração, tristeza, necessidade de isolamento.
Podemos compreender melhor as causas, e assim medidas preventivas da Síndrome de Burnout através de 3 perspectivas: sobre você mesmo, sobre a relação com o trabalho e sobre a sociedade em que vivemos. Não conseguimos estudar sobre nossa saúde mental se não nos conectarmos ao estilo de vida e modelo social, cultural e econômico em que estamos inseridos.
Como evitar o fenômeno do Burnout ou a depressão do esgotamento quando vivemos numa sociedade do cansaço?
O século XXI inicia com muita velocidade e esgotamento, vem com um aspecto tenebroso da valorização de indivíduos inquietos e hiperativos que se arrastam no cotidiano produtivo realizando múltiplas tarefas. Há a ideia introjetada de que somos empresários de nós mesmos, em que se tem uma falsa sensação de liberdade já que não nos sentimos mais vigiados por um chefe e nem a exploração vem deles (ainda que isso aconteça), nos colocamos em “prisões” invisíveis como o excesso de positividade de que nós podemos tudo! Tudo é possível! Tendemos ao controle quase obsessivo sobre tudo e sobretudo aos resultados e ao nosso desempenho, assim não conseguimos parar de produzir e nos culpamos quando não estamos produzindo. Nós nos auto-exploramos!
O termo e a concepção de “Sociedade do Cansaço” são levantadas e refletidas pelo filósofo sul-coreano Byung-Chul Han com a publicação do livro de mesmo nome em 2010 recomendamos a Leitura!
Situados no momento em que vivemos, no nosso modo de viver a vida, f**a claro a consequência da ideia de que temos que ser multi-tarefas, temos um excesso de estímulos: “síndrome da fadiga informativa”.
Não temos aparato neurológico e nem psíquico suficiente para a quantidade de estímulos e informações que recebemos todos os dias, o que gera mais inquietação e hiperatividade do que ideias novas ou algo novo e de fato útil para nossa qualidade de vida. Podemos até dizer que reagimos a tanta informação com uma “paralisia de análise”, eis que estamos mais confusos e não conseguimos refletir, analisar e elaborar aos estímulos que recebemos.
Faço abaixo algumas perguntas para que encontremos algumas estratégias preventivas e protetivas contra o Burnout:
Faz sentido pra você viver assim? O quanto você se cobra e exige sobre seu desempenho?
O que é produzir? A sua sensação de produzir está sempre relacionada com algum meio de gerar resultado financeiro?
Você tem tempo para contemplar, não se ocupar com nada, com o vazio?
E a sua empresa (ou vc mesmo), reconhece e valoriza seu trabalho?
No seu ambiente de trabalho existe cooperação e coleguismo? Há excesso de competividade e perfeccionismo? A empresa oferece condições mínimas de executar seu trabalho?
Você se sente útil com seu trabalho? Ele tem valor pra você? Ou ele concorre com seus propósitos?
A gente só trabalha e consome?
O que pode ser mais efetivo para nos prevenirmos da Síndrome de Burnout? Não há uma única resposta, já que é um fenômeno social.
Podemos começar pela ideia de nos autorizar dizer mais “nãos”, entendermos melhor nossos limites? Podemos tentar nos ouvirmos mais e melhor, não adentrar no ciclo do estresse e evitar o nosso colapso? http://giseleschneidermachado.site.psc.br

Talvez você nunca tenha parado para pensar sobre o abraço, mas todos nós precisamos de contato físico. Precisamos nos se...
28/09/2021

Talvez você nunca tenha parado para pensar sobre o abraço, mas todos nós precisamos de contato físico. Precisamos nos sentir queridos e amados, embora muitas vezes não tenhamos consciência disso.

É por essa razão que procuramos o abraço daquele amigo querido, o carinho da pessoa que amamos… Um contato real que nos conforta e cujo signif**ado vai além do meramente físico.

Há pesquisas que comprovam cientif**amente os benefícios que o afago traz à saúde, confira:
1. Abraços protegem contra os efeitos do estresse
2. Diminuem os riscos de infecções
3. Ajudam quem tem problemas para compartilhar emoções
4. Abraço de mãe diminui a ansiedade das filhas
5. Reduzem a pressão arterial (Mas atenção: a mesma pesquisa percebeu que abraçar estranhos tem efeito estressante.)
6. Aliviam a dor (o cérebro recebe primeiro os sinais de alívio em relação à sensação de dor.)

Abrace! Não importa o tipo de abraço que você vai dar, ele vai ser capaz de trazer benefícios muito positivos para a pessoa que será abraçada e também para você, já que esse é um gesto de cuidado mútuo. Que tal ir abraçar alguém agora mesmo? http://giseleschneidermachado.site.psc.br

O Dia do Psicólogo chama a atenção para a importância e papel essencial desse profissional na assistência à saúde mental...
27/08/2021

O Dia do Psicólogo chama a atenção para a importância e papel essencial desse profissional na assistência à saúde mental. O psicólogo é o profissional que atua com foco na subjetividade humana e em como ela afeta e é afetada pelas relações e pelo ambiente.
Com a pandemia e o isolamento, cada vez mais têm surgido transtornos mentais na população e com isso, o papel do psicólogo tem se destacado positivamente. A profissão está vivendo um período de valorização ímpar, tendo em vista que hoje é consenso em todo o mundo que o isolamento social agravou quadros de transtornos mentais e fez surgir quadros novos.
Temos um longo caminho ainda, descontruindo discursos antigos que renegam a importância das emoções em nossa saúde e em nossas vidas.

Parabéns aos que se dedicam, escutam, acolhem e amam transformar vidas! http://giseleschneidermachado.site.psc.br

Existe uma fala popular que diz que os problemas relacionados à saúde mental sempre existiram, mas a diferença é que ess...
27/08/2021

Existe uma fala popular que diz que os problemas relacionados à saúde mental sempre existiram, mas a diferença é que essa nova geração resolveu dar visibilidade a eles, falar sobre o assunto, e tratá-los de maneira correta, assim como deveriam ter feito todas as gerações anteriores. Essa fala vem em defesa daqueles que, por resolverem tratar a saúde mental com a devida importância, foram classif**ados pelos mais conservadores como “geração mimimi”. O estigma, mitos e preconceitos em relação à Saúde Mental têm raízes profundas e antigas, e são fruto de uma falta de compreensão do que realmente é saúde mental, de sua importância e fragilidade. http://giseleschneidermachado.site.psc.br

O Movimento da Luta Antimanicomial se caracteriza pela luta pelos direitos das pessoas com sofrimento mental. Dentro des...
18/05/2021

O Movimento da Luta Antimanicomial se caracteriza pela luta pelos direitos das pessoas com sofrimento mental. Dentro desta luta está o combate à idéia de que se deve isolar a pessoa com sofrimento mental em nome de pretensos tratamentos, idéia baseada apenas nos preconceitos que cercam a doença mental. O Movimento da Luta antimanicomial faz lembrar que como todo cidadão estas pessoas têm o direito fundamental à liberdade, o direito a viver em sociedade, além do direto a receber cuidado e tratamento sem que para isto tenham que abrir mão de seu lugar de cidadãos.

O Movimento da Reforma Psiquiátrica se iniciou no final da década de 70, em pleno processo de redemocratização do país, e em 1987 teve dois marcos importantes para a escolha do dia que simboliza essa luta, com o Encontro dos Trabalhadores da Saúde Mental, em Bauru/SP, e a I Conferência Nacional de Saúde Mental, em Brasília.

Com o lema “por uma sociedade sem manicômios”, diferentes categorias profissionais, associações de usuários e familiares, instituições acadêmicas, representações políticas e outros segmentos da sociedade questionam o modelo clássico de assistência centrado em internações em hospitais psiquiátricos, denunciam as graves violações aos direitos das pessoas com transtornos mentais e propõe a reorganização do modelo de atenção em saúde mental no Brasil a partir de serviços abertos, comunitários e territorializados, buscando a garantia da cidadania de usuários e familiares, historicamente discriminados e excluídos da sociedade.

Assim como o processo do Movimento da Reforma Sanitária, que resultou na garantia constitucional da saúde como direito de todos e dever do estado através da criação do Sistema Único de Saúde, o Movimento da Reforma Psiquiátrica resultou na aprovação da Lei 10.216/2001, nomeada “Lei Paulo Delgado”, que trata da proteção dos direitos das pessoas com transtornos mentais e redireciona o modelo de assistência. Este marco legal estabelece a responsabilidade do Estado no desenvolvimento da política de saúde mental no Brasil, através do fechamento de hospitais psiquiátricos, abertura de novos serviços comunitários e participação social no acompanhamento de sua implementação.

Fontes:
Associação De Volta pra Casa
Blog da Saúde/Ministério da Saúde
http://giseleschneidermachado.site.psc.br

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Florianópolis, SC

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