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Os dias difíceis ainda chegam, mas já não chegam da mesma forma, muita coisa mudou por aqui. Os medos continuam, só que ...
28/03/2026

Os dias difíceis ainda chegam, mas já não chegam da mesma forma, muita coisa mudou por aqui.
Os medos continuam, só que perderam o lugar de comando.
E a esperança foi ganhando os espaços que antes eram de angústia.

Hoje, eu escolha continuar.
Mesmo tropeçando, mesmo cansando.
Porque já entende que terá recaídas, mas não pode desistir de se levantar.
(Por favor, releia este trecho.)

E, se você está lendo isso e se sente fraco, lembre-se: você já passou por dias que achou que não suportaria.
E está aqui.
Isso já é prova de que há força dentro de você.

Por favor, continue.
Hoje pode doer.
Amanhã pode curar.

Tem vida esperando depois da curva.



As pessoas gostam de uma história de superação, eu também gosto. Desperta uma onda de esperança sempre que escuto uma.At...
28/03/2026

As pessoas gostam de uma história de superação, eu também gosto. Desperta uma onda de esperança sempre que escuto uma.
Até porque o sofrimento, quando não nos destrói de vez, vira repertório de vida. E parece que f**amos grandões naquilo que quase nos destruiu.
É que fazemos com o quesobra quando a destruição não se completa, que nos ajuda a continuar depois da curva.

Nós da psicologia chamamos de ressignif**ação, mas a palavra é técnica demais para o que acontece de verdade.
A pessoa pega o que quase a apagou e faz alguma coisa com aquilo, às vezes arte, às vezes textos 🤍, às vezes música…

O que f**a, depois de tudo, é a percepção de que sobreviver não é voltar ao que era, é chegar num lugar que só existe porque aquilo aconteceu.

A poesia feita do que quase mata carrega a marca disso, ela nunca seria essa poesia se a ferida tivesse sido menor.
E se olharmos direitinho para a nossa história, a gente encontra um sentido, quase um sentimento escondido no sofrimento que já passamos: a certeza que a profundidade do que criamos guarda, a medida exata do que atravessamos.​​​​​​​​​​​​​

Eu te desejo coragem!


Uma menina acorda às cinco da manhã numa cidade do interior e considera isso madrugada. Enquanto outra, em algum bairro ...
27/03/2026

Uma menina acorda às cinco da manhã numa cidade do interior e considera isso madrugada. Enquanto outra, em algum bairro de metrópole, que às cinco ainda não dormiu e também considera isso madrugada.
As duas estão certas, estão sozinhas com a sua versão do escuro e da madrugada.
O problema começa quando uma delas supõe que a sua fita métrica de medir a vida é mais ef**az, com base no que está vivendo, com base na sua madrugada.

O problema está na nossa convicção de que nossa dor calibra a dor alheia, que nossa alegria é o padrão da alegria possível.
Fazemos isso o tempo todo, mesmo sem perceber.
É o modo como a mente organiza o caos: pelo que já conhece.

Mas nenhum de nós tem o olhar panorâmico.
Ninguém enxerga a cena inteira.
O que temos é sempre um fragmento, iluminado por dentro, e o julgamento enorme do que não foi vivido.

Precisamos aprender que a realidade do outro não precisa se parecer com a nossa para ser verdadeira. Que duas histórias completamente diferentes podem carregar o dores que não precisam ser comparadas por ninguém.

“Um perigo medir o mundo com o umbigo.”
Carlos La Terza cabe em dois versos o que livros e mais livros de psicologia leva páginas para nomear: o viés egocêntrico, a dificuldade estrutural que temos de sair do centro da própria experiência e enxergar que ela é apenas uma entre incontáveis outras.

🤍💭



Do que é que você discorda tanto, hein?E por que gasta tanta energia se opondo a tudo?Quem você quer tanto agradar conco...
27/03/2026

Do que é que você discorda tanto, hein?
E por que gasta tanta energia se opondo a tudo?
Quem você quer tanto agradar concordando com tudo?
O que de você sobra depois de tudo isso?

Algumas pessoas desenvolveram um radar preciso para o que está errado, uma habilidade para o contraargumento, uma identidade construída quase inteiramente na resistência.

E ao contrário disso, há pessoas que passaram esses mesmos anos aprendendo a ceder, a suavizar arestas, a encontrar sempre o ponto de conciliação.

As duas acreditam conhecer a si mesmas.
As duas, em geral, se enganam.

Quando o comportamento se torna automático, quando concordar ou discordar deixa de ser uma escolha e vira um reflexo, algo aqui não está coerente.

Você é um sujeito que escolhe, e escolher pressupõe um momento anterior à reação: aquele instante em que alguém pergunta, de verdade, o que sente antes de saber o que o outro espera.
É mais sobre ter um lugar interno de onde as coisas partem.
Quem encontra ou tem esse lugar para de precisar tanto de aprovação e de tanto de conflito.
Simplesmente porque é, porque se conhece e se respeita.

Eu te desejo coragem para romper com esse padrão 🤍💭



A gente que aprende cedo demais a não precisar de ninguém. Vamos desenvolvendo uma competência quase assustadora para re...
26/03/2026

A gente que aprende cedo demais a não precisar de ninguém. Vamos desenvolvendo uma competência quase assustadora para resolver, suportar, e o mundo reforça isso com elogios à resiliência, à força, à independência.

O que ninguém percebe é que, por baixo dessa coisa toda, existe alguém que simplesmente nunca teve a opção de descansar.

O organismo f**a em prontidão constante, os ombros levemente tensos mesmo no meio de uma simples tarde, a mente chega a planejar saídas para situações que ainda não aconteceram.
É um corpo que aprendeu que baixar a guarda pode custar caro.

Por isso o cuidado genuíno faz uma coisa estranha.
Quando alguém chega e age sem que você precise pedir, quando inesperadamente uma atenção aparece sem ser negociada, qualquer coisa no corpo reconhece aquilo como algo raro, a gente se derrete.
É o sistema nervoso, entendendo que pode relaxar um pouco.
Nesse contexto, não precisamos ser consertadas.
Precisamos ser alcançadas.​​​​​​​​​​​​​​​​

🤍💭



Cuida!A vida é breve e incerta.Não dá para passar do ponto ancorado em um único sofrimento…Sofre, sofre tudo o que tem p...
26/03/2026

Cuida!

A vida é breve e incerta.
Não dá para passar do ponto ancorado em um único sofrimento…
Sofre, sofre tudo o que tem para sofrer,
depois, sacode a poeira e continua.
Eu sei, pode haver lá na frente outro sofrimento, ou outras alegrias, ou outro viver.

Por hoje, refresca bem o teu coração.
Trata de se hidratar, dormir bem, se alimentar direitinho.
Existe vida depois da curva.

Esse post é para te lembrar de continuar 🤍💭



todos suspiram por você tão inteligente tão linda tão amiga tão tão detalhista  mastão cheia de gritos mudos tão enjoada...
25/03/2026

todos suspiram por você
tão inteligente
tão linda
tão amiga tão
tão detalhista

mas
tão cheia de gritos mudos
tão enjoada da perfeição
tão vulnerável
tão cheia de elogios rasos
tão trágica
tão desconhecida

todos suspiram por você poucos te conhecem

🤍💭



Todos suspiram por você tão inteligente tão linda tão amiga tão presente tão detalhista mastão cheia de gritos mudos tão...
25/03/2026

Todos suspiram por você
tão inteligente
tão linda
tão amiga
tão presente
tão detalhista

mas

tão cheia de gritos mudos
tão enjoada da perfeição
tão vulnerável
tão cheia de elogios rasos
tão trágica
tão desconhecida

todos suspiram por você poucos te conhecem

🤍💭🙌🏻



Não fosse o amanhã, talvez o hoje explodisse de urgências. Sem a promessa de um novo dia, tudo precisaria caber no aqui ...
23/03/2026

Não fosse o amanhã, talvez o hoje explodisse de urgências. Sem a promessa de um novo dia, tudo precisaria caber no aqui e no agora.
E esse é um convite a refletir sobre o que ainda segura nossa pressa: a esperança do depois.

É o amanhã que nos dá fôlego para dizer “ainda tenho tempo” mesmo em um mundo dominado pelo imediatismo, até o amanhã tem sido desacreditado.
E sem perceber a vida vira uma maratona sem linha de chegada, onde o descanso é poupado e a espera, uma angústia sem fim.

Muitas vezes o que norteia tudo isso, é um pensamento da urgência total. Aquela ideia de que “se eu não fizer tudo hoje, algo terrível vai acontecer”.
Esse tipo de pensamento distorce a realidade, alimenta a ansiedade e engole a capacidade de adiar, planejar, respirar e esperar...

O amanhã, então, é mais do que um tempo futuro, é um espaço mental, é margem de manobra.
É o direito de não resolver tudo hoje.
É aquilo que protege o hoje de se tornar um campo de batalha ou até mesmo, um colapso.

Voces sabem, né? não é coragem viver como se não houvesse amanhã.
Coragem mesmo é confiar que a vida continua.

Que algumas coisas só conseguiremos resolver amanhã ou depois de amanhã.
E que tudo aquilo que é urgente demais talvez precise mais de tempo para reflexão do que de pressa.

Uma boa semana para vocês.

🤍💭


É um exercício antigo, quase um vício, de apontar para fora o que ainda não foi resolvido por dentro.É o problema mora n...
23/03/2026

É um exercício antigo, quase um vício, de apontar para fora o que ainda não foi resolvido por dentro.
É o problema mora no outro, na circunstância, no azaratado acaso.
E enquanto o dedo aponta, as mãos f**am livres de construir qualquer coisa.

O que pouca gente conta é que a vida com a qual a gente vai se contentar raramente aparece pronta.
Ela acontece no meio, no entre…
A satisfação não espera o fim, ela mora no ato de construir com intenção.
Desperdiçamos tempo esperando que a contentamento venha depois, depois de conquistar, depois de resolver, depois de chegar.
Chegar onde mesmo?

Mas se você não está satisfeito hoje, não esteve ontem, quem garante que estará amanhã?
Quem garante que o problema não está do lado de dentro?

🤍💭



Culpar é um atalho antigo. Transfere o caos e “devolve” ao mundo a dor que havia embaralhado. E o pior, é que há um alív...
22/03/2026

Culpar é um atalho antigo.
Transfere o caos e “devolve” ao mundo a dor que havia embaralhado.
E o pior, é que há um alívio real nisso, e é por isso que funciona tão bem como armadilha.

O problema não é sentir raiva, nem precisar de uma causa para o que dói. O problema é quando a culpa se torna o lugar onde a gente mora.
O problema é quando nomear o responsável substitui qualquer movimento interior, inclusive um movimento de cure.
Quando a história que contamos sobre o outro nos poupa de qualquer história sobre nós mesmos.

Mas temos essa tendência de depositar fora o que é difícil de suportar dentro. E faz sentido, olhar para si exige uma tolerância à ambiguidade que ninguém desenvolve de graça, tem muita dor envolvida nisso tudo.

É mais simples encontrar um rosto para a própria angústia.
Culpe alguém e durma bem essa noite,
afinal, amanhã é outro dia, e nossos monstros, ou melhor, culpas não acordam conosco, né?
Ou acordam?

🤍💭



Não é justo com você que já passou por tantas coisas carregar a própria história como uma ferida aberta… muitas pessoas ...
22/03/2026

Não é justo com você que já passou por tantas coisas carregar a própria história como uma ferida aberta… muitas pessoas aprenderam a se identif**ar com a dor de tal forma que qualquer tentativa de aliviar o sofrimento parece uma traição ao que sofreram.

A amargura, acaba funcionando como uma lealdade ao que foi sofrido.

O problema é que ela não f**a parada.
A amargura se infiltra na leitura que fazemos do presente, ela torna suspeito o que não é, antecipa a deceção onde ainda não há nenhuma, fecha a possibilidade antes mesmo de ela se abrir, e funciona como uma lente formada por experiências dolorosas que passa a organizar tudo o que vem depois.

O mundo vai sendo lido pela ferida, e a ferida vai sendo confirmada pelo mundo.

E os que estão perto sentem.
A amargura tem um campo gravitacional próprio, esgota quem tenta se aproximar, interpreta afeto como interesse, lê cuidado como pena… um caos.

Quem vive muito tempo dentro de uma narrativa de dor acaba escrevendo os outros nessa mesma história, mesmo sem perceber.
As relações vão f**ando menores, mais tensas, até que o isolamento parece a única prova de que o mundo sempre foi assim mesmo.

Desamargar-se é recusar que a história termine onde a dor começou. É entender que o que você viveu pode ter força sem ser o comando, e que UMA VIDA MARCADA POR MOMENTOS DIFÍCEIS AINDA PODE SER, APESAR DE TUDO, UMA VIDA INTEIRA.​​​​​​​​​​​​​​​​

🤍💭



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Fortaleza, CE

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