LEPTO LABORATÓRIO DE ESTUDOS E PESQUISA EM TERAPIA OCUPACIONAL (FORTALEZA-CE)
ORGANIZADORAS: CRISTINA PINHEIRO,TICIANA RORIZ, IRLEZ PIMENTEL E SIRLEYDE CARVALHO

O LEPTO (Laboratório de Estudos e Pesquisa em Terapia Ocupacional) iniciou suas atividades em Agosto de 2012, na cidade de Fortaleza - CE, a partir da necessidade de um grupo de profissionais refletirem sobre suas atividades clínicas. Inicialmente, o grupo foi formado por Ana Karina Fragoso, Cristina Pinheiro e Ticiana Melo de Sá Roriz, que se encontravam semanalmente, e uma vez por mês abriam uma palestra ao público, sob temas que versassem sobre a clínica da Terapia Ocupacional. Dando continuidade aos estudos, o grupo é atualmente formado pelas Terapêutas Ocupacionais Cristina Pinheiro, Irlez Pimentel, Sirleyde Carvalho e Ticiana Melo de Sá Roriz, permanencendo com a proposta de oportunizar espaços de reflexões, a cerca de questões teóricas e clínicas da Terapia Ocupacional.

19/09/2017
Será dado o início do novo círculo de Leituras...
28/08/2017

Será dado o início do novo círculo de Leituras...

21/08/2017
Lepto convida para a última edição de "leituras Comentadas". Será dia 21.06 (Quarta Feira)
20/06/2017

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Últimos dias para inscrição.
18/05/2017

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Lepto convida para:
07/05/2017

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Parabéns à todos os T.Os!
19/01/2016

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23/12/2015
28/11/2015

Hoje, conversei com a vice-presidente do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito) Luziana Maranhão e confirmei que vou acatar em meu relatório uma emenda do senador Humberto Costa ao PLC 125/2015, para enquadrar as empresas de prestação de serviços na área de terapia ocupacional no Supersimples. Assim, vamos equipar terapeutas ocupacionais a fisioterapeutas, que já atuam por essa legislação. Leia mais no Senado Popular.
http://www.senadopopular.com.br/news_mostra.asp?id=2455
Foto: Patrícia Lino

15/11/2015

Terapeutas ocupacionais pedem abertura de curso de graduação na Uece

Publicado por Assembléia Legislativa do Estado do Ceará - 3 dias atrás

Audiência pública debate possível implantação do curso de Terapia Ocupacional (TO) Foto: Marcos Moura
Terapeutas ocupacionais debateram, na Comissão de Ciência, Tecnologia e Educação Superior (CTES) da Assembleia Legislativa, a possível implantação do curso de Terapia Ocupacional (TO) na Universidade Estadual do Ceará (Uece). Os profissionais mostraram preocupação com o mercado de trabalho no Estado, uma vez que a graduação oferecida pela Universidade de Fortaleza (Unifor) será extinta em 2017.

O reitor da Uece, professor Jackson Sampaio, está otimista quanto à abertura do curso. Segundo ele, há 10 anos a Universidade planeja inserir Terapia Ocupacional entre as graduações. “A nossa ideia fundamental é concluir a formação de toda a equipe de saúde coletiva, já que temos Medicina, Enfermagem, Nutrição, Serviço Social e Psicologia. Falta TO, que é fundamental para a atenção psicossocial, saúde do trabalhador e do idoso”, afirmou.

Entre os fatores que ainda dificultam a instalação do curso, Jackson cita a necessidade de concurso público para repor professores dos cursos em atuação. “Sempre nos colocamos à disposição e já temos projeto pedagógico aprovado no âmbito do Centro de Ciências da Saúde”, informou o reitor, que ressaltou ainda a necessidade de recursos para investir na construção de laboratórios específicos para o curso de Terapia Ocupacional
Para o deputado Carlos Felipe (PCdoB), presidente da CTES e autor do requerimento que motivou o debate, o curso de Terapia Ocupacional é fundamental para ações desenvolvidas em centros de atenção psicossocial (CAPs), núcleos de apoio à saúde da família (NASFs) e outras instituições de saúde pública. “Temos que encontrar saída para que o Ceará continue tendo essa formação”, defendeu o parlamentar.

A presidente da Associação Cearense de Terapeutas Ocupacionais (ACTO), Kamylle Tavares, lembrou que a luta pela abertura do curso na Uece vem desde 2005. “Existe a necessidade de novos terapeutas ocupacionais no Estado. Com a abertura de um novo curso, há reorganização do mercado de trabalho e possibilidade de novos concursos públicos estaduais e federais”, afirmou.

Segundo a coordenadora do curso de Terapia Ocupacional da Unifor, professora Maria Hercília Paz, desde o início deste ano não há processo seletivo para o curso na instituição. Ela ressaltou que a graduação não está sendo extinta por má qualidade do ensino, mas “por falta de demanda”. “A universidade vende um produto que precisa ter cliente para comprar”, comentou.

Ana Rita Costa, representando o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), informou que, no Brasil, há 23,9 milhões de pessoas portadoras de algum tipo de deficiência, que serão prejudicadas pela defasagem de terapeutas ocupacionais. Já a vice-presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito6), Luzianne Feijó, diz que, no Ceará, há apenas 807 terapeutas ocupacionais em atuação para atender a uma grande demanda.

Também participaram da audiência pública o secretário executivo do Esporte de Fortaleza, Antônio Campelo, representando o prefeito Roberto Cláudio; a vereadora de Fortaleza Ruthmar Xavier (PR); a ex-vereadora Christina Brasil; a presidente do Centro Acadêmico de Terapia Ocupacional da Unifor, Tainá Fenili, e o coordenador técnico de Ensino Superior da Secretaria da Ciência e Tecnologia do Ceará (Secitece), Cândido B. C. Neto.
LF

Endereço

Fortaleza, CE

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