Dr. Paulo Campelo

Dr. Paulo Campelo Paulo Eduardo Nunes Campelo é médico cirurgião geral e especialista em cirurgia bariátrica. Form

"Doutor, por que ainda sinto fome depois da cirurgia?"    Essa é uma das perguntas mais frequentes no consultório.    A ...
01/03/2026

"Doutor, por que ainda sinto fome depois da cirurgia?"

Essa é uma das perguntas mais frequentes no consultório.

A resposta: porque existem dois tipos de fome e a cirurgia age principalmente em uma delas.

📌 Fome fisiológica: sinal real do corpo pedindo energia. A cirurgia reduz, mas não pode eliminar, afinal você precisa dela para viver.

📌 Fome hedônica: desejo por prazer, conforto ou recompensa emocional. A cirurgia não opera a mente, mas você precisa de acompanhamento psicológico.

Entender essa diferença vai ser importante para:

-Evitar o reganho de peso

-Construir uma relação saudável com a comida

-Saber quando comer e quando acolher a emoção

Desliza para aprender a identificar e manejar a sua fome.

Agora salva e envia para quem precisa saber disso.

28/02/2026

IMC significa Índice de Massa Corporal.

É uma conta simples que relaciona peso e altura para avaliar se existe risco associado ao excesso de peso.

Não é só o número da balança que indica cirurgia bariátrica. A indicação é baseada no IMC:

✔ IMC igual ou maior que 40 (obesidade grau 3)
✔ IMC igual ou maior que 35 com doenças associadas, como diabetes ou hipertensão (obesidade grau 2)

Por isso duas pessoas com o mesmo peso podem ter indicações completamente diferentes.

Por isso a avaliação médica é importante.

Você já calculou o seu IMC?

Sabia que o "entalo" pode ser normal ou um sinal de alerta?    A diferença muda tudo.    Nas primeiras semanas após a ba...
27/02/2026

Sabia que o "entalo" pode ser normal ou um sinal de alerta?

A diferença muda tudo.

Nas primeiras semanas após a bariátrica, sentir a comida "travando" é esperado. O estômago está inchado, cicatrizando, se adaptando ao novo tamanho. É como um tornozelo torcido: precisa de tempo pra desinchar.

Agora, se isso persistir após 6 semanas, atenção. Pode ser uma estenose um estreitamento que dificulta a passagem do alimento. Aí sim, precisa investigar.

A melhor forma de evitar?

👉 Mastigar muito bem (20-30x)

👉 Comer devagar (20-30 min por refeição)

👉 Respeitar as fases da dieta

👉 Evitar o que "trava" mais: carnes secas, pães, massas, vegetais crus

Seu estômago agora é pequeno. Ele pede paciência e que você use seus dentes para "triturar" os alimentos.

Arrasta e entenda tudo sobre o assunto.

Salva pra consultar depois 📌

E se ficou com alguma dúvida deixa nos comentários 👇🏻

Eu já ouvi críticas à bariátrica.Já ouvi que obesidade é “falta de força de vontade”.Mas usar campos de concentração com...
26/02/2026

Eu já ouvi críticas à bariátrica.
Já ouvi que obesidade é “falta de força de vontade”.

Mas usar campos de concentração como exemplo metabólico foi um novo nível.

Se a única forma de explicar obesidade é recorrer a um cenário de extermínio humano, talvez o problema não seja o peso.

Seja a compreensão da doença.

Fome forçada não é tratamento.
Nunca foi.

Comenta aqui: você acha esse tipo de comparação aceitável?

25/02/2026

⚠️ Atenção, um paciente deixou de operar porque acha que o que sente é “bobagem”! ⚠️

Pressão alta, diabetes, colesterol alterado, apneia do sono, dores no joelho, gordura no fígado, refluxo…
muita gente vive com isso achando que é normal, mas não é.

Esses problemas são o que a gente chama de comorbidades: doenças que vêm junto com a obesidade ou pioram por causa dela.

Hoje, com as regras mais atuais:
quem tem obesidade grau 2 e até algumas pessoas com obesidade grau 1 podem ser avaliadas pra cirurgia se tiverem alguma dessas doenças.

Não precisa estar “cheio de doença” pra procurar ajuda. Às vezes, uma só já é um sinal de alerta.

Mas isso não se decide sozinho e nem na internet. É consulta, exames e avaliação completa.

Cada corpo reage de um jeito.
Obesidade não é igual pra todo mundo e o tratamento também não é.

Você trata alguma dessas doenças?
Já sabe qual é seu IMC?

Se ficou na dúvida se você se encaixa, fala com a gente.

Informação certa muda decisão.

A balança travou e você não sabe mais o que fazer?   Calma. Isso tem nome: EFEITO PLATÔ.    E pode ser completamente NOR...
24/02/2026

A balança travou e você não sabe mais o que fazer?

Calma. Isso tem nome: EFEITO PLATÔ.

E pode ser completamente NORMAL.

Seu corpo é inteligente. Quando você perde peso, ele entende como "alerta" e tenta se proteger:

→ Reduz o gasto de energia

→ Aumenta a fome

→ Ajusta os hormônios

É a fisiologia da obesidade. Seu corpo não sabe que você quer emagrecer ele só quer sobreviver.

Por isso o platô acontece. É o corpo se adaptando ao novo peso.

A cirurgia bariátrica ajuda a vencer essa resistência, mas não elimina 100% dessas adaptações.

Então quando o platô chega no momento certo, com a perda esperada, isso é SUCESSO não falha.

Salva esse post. Você vai precisar dele.

E manda pra aquela pessoa que operou e está frustrada com a balança.

Você fez bariátrica, emagreceu, mas o peso voltou. E agora?    Calma. Isso pode acontecer com 20 a 30% das pessoas. E ne...
23/02/2026

Você fez bariátrica, emagreceu, mas o peso voltou. E agora?

Calma. Isso pode acontecer com 20 a 30% das pessoas. E nem sempre, a culpa é sua.

A obesidade é uma doença crônica. Isso significa que, mesmo após a cirurgia, ela pode voltar a agir no seu corpo. É biologia, não falta de força de vontade.

As "canetas emagrecedoras" (como Ozempic, Wegovy, Saxenda e Mounjaro) podem ser grandes aliadas nesse momento. Mas quem fez cirurgia bariátrica precisa de cuidados extras.

Por quê?

Porque seu corpo não é mais o mesmo. A absorção mudou. O risco de falta de vitaminas aumenta. E cada tipo de cirurgia tem suas particularidades.

Isso quer dizer que não pode usar?

Não! Quer dizer que pode, sim — mas com acompanhamento médico adequado.

Usar medicação após a bariátrica não é fracasso. É evolução no tratamento.

Manda para quem precisa ler isso.
E se ficou com dúvida, comenta aqui que eu respondo 👇

22/02/2026

Nem sempre o problema é ter “idade demais” ou “idade de menos”.
Às vezes, o problema é continuar sofrendo sem tratar.

No jovem, a obesidade não afeta só o corpo.
Afeta a autoestima.
O medo de tirar a camisa.
A dificuldade de se enturmar.
O bullying na escola.
A ansiedade que começa cedo e pode acompanhar por anos.

Além disso, começar a vida adulta já com diabetes, pressão alta ou dores nas articulações muda completamente o seu futuro.
Tratar cedo pode significar mudar a trajetória inteira da vida.

Para quem é idoso, o desejo muitas vezes é simples:
Andar sem dor.
Subir escadas com segurança.
Amarrar o sapato sem faltar ar.
Brincar com o neto e conseguir levantar depois.

Quando bem indicada, a cirurgia pode devolver movimentos difíceis em seu dia a dia, autonomia e aumentar não só o tempo de vida, mas a qualidade desses anos.

A bariátrica não é sobre idade.
É sobre indicação correta e qualidade de vida.

Compartilhe esse vídeo com quem acha que “já passou da idade” ou que “ainda é cedo demais”.

E se você já fez a bariátrica, diz nos comentários com quantos anos fez a cirurgia.

21/02/2026

Se você operou, o álcool deixa de ser um detalhe e vira risco na sua estratégia de tratamento.

No vídeo eu explico por que não é o indicado.

Depois da bariátrica, o metabolismo muda e o álcool passa a agir de forma diferente no seu corpo:

• A absorção é mais rápida.
• O efeito é mais intenso.
• São calorias líquidas que comprometem o resultado.
• Pode irritar o estômago ainda em adaptação.
• Pode agravar gordura no fígado.

Não é só sobre “poder ou não poder”.
É sobre proteger o resultado que você conquistou.

Se essa informação faz sentido para você, compartilhe.
Pode ajudar alguém a não sabotar a própria cirurgia.

20/02/2026

Sim, é verdade! E acontece com quase metade das pessoas que fazem a cirurgia. Mas não precisa entrar em desespero, tenho boas notícias pra você!

Venha entender por que isso acontece?

Perda de peso muito rápida (o corpo entra em "modo estresse")

Falta de nutrientes importantes: ferro, zinco, proteínas, vitaminas B12 e ácido fólico

Quando começa?

Geralmente entre o 3º e 4º mês após a cirurgia. A boa notícia? É TEMPORÁRIO! Dura em média 5-7 meses e depois para naturalmente.

Como evitar ou diminuir a queda?

✅ Tome TODOS os suplementos que seu médico receitar

✅ Capriche nas proteínas

✅ Faça exames de sangue regularmente

✅ Não p**e o acompanhamento médico

Tem gente que se engana com a biotina?

Apesar de muito usada, os estudos mostram que ela tem baixa eficácia para queda de cabelo pós-bariátrica. O que realmente funciona é a suplementação completa!

Mensagem importante: A queda de cabelo NÃO causa calvície permanente. Seu cabelo volta a crescer quando o corpo se adapta e os nutrientes se estabilizam!

Você fez ou vai fazer bariátrica? Salva esse post e compartilha com quem precisa saber disso! 📲

Tem dúvidas sobre suplementação pós-bariátrica? Comenta aqui embaixo! 👇

19/02/2026

Um dos efeitos da bariátrica que quase ninguém comenta: a libido costuma mudar. E, na maioria das vezes, para melhor.

Muitos pacientes passam anos se sentindo cansados, inseguros, evitando o espelho e até o contato íntimo.

Com a perda de peso e o ganho de saúde, a autoestima começa a voltar e isso tem um impacto direto no desejo sexual.

Nos homens:
• Melhora da testosterona
• Ereções mais firmes
• Mais energia e confiança

Nas mulheres:
• Melhor equilíbrio hormonal
• Aumento do desejo
• Mais conforto com o próprio corpo

Mas é importante ser honesto: a libido não depende só do peso.

Fatores como: relacionamento, autoestima e saúde emocional também fazem parte dessa mudança. Por isso o acompanhamento psicológico é tão importante.

A bariátrica não transforma só o corpo. Ela muda a forma como a pessoa se sente consigo mesma.

E se você conhece alguém que tem esse medo ou essa dúvida, compartilhe este vídeo. Pode ajudar mais gente do que você imagina.

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DR. PAULO CAMPELO

Paulo Eduardo Nunes Campelo é médico formado pela Universidade Federal do Ceará em 1999 e inscrito no Conselho Regional de Medicina sob o número 7534. Concluiu em 2003 a residência médica em Cirurgia Geral na Santa Casa da Misericórdia de Fortaleza e permaneceu durante mais um ano estagiando nos serviços de Oncologia desta renomada instituição. De 2004 a 2006 foi preceptor da Residência de Cirurgia Geral nesse hospital. Em 2011 foi aceito como fellowship no Institut de Chirurgie Laparoscopique de Bordeaux, na França. Neste centro de laparoscopia, que é referência internacional em cirurgia minimamente invasiva, concluiu especialização no programa avançado de cirurgia laparoscópica (colo-retal, digestiva, hepato-biliar, pancreática e bariátrica). As atividades foram realizadas no Hospital Bagatelle, na Policlínica Bordeaux Norte e na Clínica San Martin em Bordeaux e no Hospital Americano em Paris. Ao terminar sua formação na Santa Casa da Misericórdia de Fortaleza permaneceu como preceptor da residência de Cirurgia Geral e, ainda no último ano da especialização, assumiu a direção do Centro de Estudos da Santa Casa, onde coordenou jornadas, estágios e participou efetivamente do Conselho Editorial da Revista da Santa Casa. Trabalhou durante três anos como cirurgião do Hospital Geral do Exército em Fortaleza e, desde 2003, é membro da Unimed Fortaleza e da Cooperativa dos Cirurgiões Gerais do Estado do Ceará (Coocirurge), entidade da qual é diretor administrativo (2015-2017). É também vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica (2015-2017). Atua como cirurgião geral e bariátrico e é diretor técnico do Instituto de Assistência Multidisciplinar da Obesidade (Instituto AMO).

Foi professor substituto do departamento de cirurgia da Universidade Federal do Ceará (UFC) de 2004 a 2006. É membro associado do Colégio Brasileiro de Cirurgiões e fez parte de sua diretoria até 2009. É membro associado da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva e da Société Française de Chirurgie Endoscopique.

Durante dois anos, em duas gestões diferentes, atuou como membro do Conselho Fiscal da Unimed Fortaleza e, foi eleito, em 2010, para um mandato de quatro anos, Representante dos Médicos Cooperados no Hospital Regional da Unimed (HRU). É pós-graduado em Gestão Hospitalar e de Organizações de Saúde, pela UFC.

Possui proficiência em língua francesa (DELF B2) e em língua espanhola (DELE Superior).