09/04/2026
Se no julgamento dissessem a ela que tinha lei, mas que a lei não poderia ser usada porque foi posterior ao caso, mas não fosse o caso dela que tivesse possibilitado a criação da LEI, o resultado teria sido TRAUMA (impotência, frustração, imobilidade).
Isso quer dizer que o TRAUMA é muito mais sobre o que a pessoa sente, do que o evento em si.
Quando um evento ameaçador ocorre, e a pessoa que o sofre não consegue usar a energia mobilizada pra sua defesa, criam-se bloqueios no corpo que afetam o bom funcionamento dos orgãos e podem resultar em adoecimento físico e mental. A parte do corpo que irá sofrer depende muito de como a pessoa vivencia o conflito.
Se ela sente, neste caso da violência contra Carolina, um ataque a integridade, pode sofrer com doenças de pele.
Se sente que foi uma grande sujeira que fizeram com ela, difícil de processar, pode sofrer do intestino.
Usei o caso da Carolina Diesckmann, cuja invasão do seu computador com roubo de fotos íntimas levou a criação de uma lei que passou a tipif**ar isso como crime, para dizer que O TRAUMA tem propósito.
A energia que f**a presa é um convite que te chama a Dar um final diferente à situação quando não foi possível na primeira experiência.
Isso signif**a que quando algo de bom não é possível como final, a pessoa se enreda em outras situações traumáticas semelhantes. É como se fossem novas chances a dizer: “VAI LÁ, FAZ DIFERENTE, VOCÊ PODE!”
Mas tem um jeito de não entrar nesta expiral👉🏽tratando os bloqueios do trauma com a MICROFISIOTERAPIA.