Acolher Psicoterapia

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Existe uma ideia muito difundida de que o Carnaval precisa ser vivido com intensidade máxima, como se não aproveitar fes...
16/02/2026

Existe uma ideia muito difundida de que o Carnaval precisa ser vivido com intensidade máxima, como se não aproveitar festas, blocos ou encontros fosse sinônimo de estar “perdendo algo”. Mas cada pessoa tem seu próprio ritmo emocional, social e físico.

Sentir vontade de descansar, f**ar em casa, viajar para um lugar tranquilo ou simplesmente não participar das festas também é uma escolha legítima. Saúde mental passa, muitas vezes, por respeitar seus limites e não se comparar com o que parece divertido para os outros. Aproveitar o Carnaval é, acima de tudo, viver esse período de forma que faça sentido para você.

Orientação do psicólogo Márcio Acselrad - CRP 11-936 -

Ajudar o outro é uma expressão legítima do nosso modo de ser. No entanto, está atitude pode tornar-se adoecida quando es...
13/02/2026

Ajudar o outro é uma expressão legítima do nosso modo de ser. No entanto, está atitude pode tornar-se adoecida quando esse movimento de cuidar do outro ocasiona o afastamento de si mesmo - quando, na tentativa de corresponder às expectativas alheias, a pessoa se distancia da própria experiência vivida.
Quando a dificuldade de dizer “não” provoca culpa ou ameaça o sentimento de pertencimento; quando a necessidade de estar disponível para o outro se torna uma forma de garantir reconhecimento, ainda que à custa do próprio silêncio interior; quando você sente exaustão emocional e a obrigação de ser sempre forte e este comportamento passam a te definir como pessoa, f**a evidente o distanciamento da própria experiência vivida.

Cuidar de si não é egoísmo; é um gesto de responsabilidade existencial. É reconhecer-se como alguém que também necessita de atenção, descanso, acolhimento. É assumir a própria condição de ser finito, limitado e vulnerável. Apenas quem sustenta um vínculo mais autêntico consigo mesmo pode oferecer a outra pessoa uma ajuda verdadeira - não baseada em sacrifício inconsciente, mas em escolha, parceria e dando sentido a vida.

Orientações do psicólogo Armando Sérgio Emerenciano de Melo - CRP 11-343 (.psi).

Nem sempre o sofrimento emocional aparece de forma evidente. Muitas vezes, ele se manifesta em comportamentos que são vi...
12/02/2026

Nem sempre o sofrimento emocional aparece de forma evidente. Muitas vezes, ele se manifesta em comportamentos que são vistos como “normais” ou parte da rotina. Alguns sinais que merecem atenção incluem:

📌 Irritação com pequenas situações do dia a dia
📌 Cansaço constante, mesmo após descansar
📌 Dificuldade para tomar decisões simples
📌 Sensação frequente de sobrecarga
📌 Perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas

Esses sinais não signif**am, necessariamente, que existe um transtorno, mas podem indicar que algo precisa ser olhado com mais cuidado. Emoções não expressadas costumam aparecer através do corpo, do comportamento e da forma como lidamos com as relações.

Observar esses sinais é uma forma de autocuidado e pode ser o primeiro passo para buscar equilíbrio emocional.

O cansaço emocional nem sempre aparece como tristeza. Muitas vezes, ele surge em pequenas mudanças no comportamento e na...
11/02/2026

O cansaço emocional nem sempre aparece como tristeza. Muitas vezes, ele surge em pequenas mudanças no comportamento e na forma de reagir ao dia a dia. Alguns sinais comuns são:

📌 Perder a paciência com mais facilidade
📌 Evitar conversas ou situações sociais
📌 Sentir dificuldade para se concentrar
📌 Procrastinar tarefas simples
📌 Buscar distrações constantes para evitar pensar
📌 Sentir desânimo sem motivo claro

O cansaço emocional é um sinal de que a mente também precisa de pausa, reorganização e cuidado.Reconhecer esse estado não é fraqueza, é um passo importante para prevenir sobrecargas maiores e buscar formas mais saudáveis de lidar com as demandas da vida.

Orientações da Neuropsicóloga Germana Lima Sousa de Alencar (CRP 11/03886)

Alguns comportamentos são até valorizados socialmente, mas podem, em certos casos, funcionar como formas de evitar ou ma...
10/02/2026

Alguns comportamentos são até valorizados socialmente, mas podem, em certos casos, funcionar como formas de evitar ou mascarar emoções difíceis. Entre eles:

📌 Estar sempre ocupado e sem tempo para si
📌 Fazer piada de tudo, mesmo de situações dolorosas
📌 Evitar falar sobre sentimentos
📌 Assumir o papel de quem resolve tudo para todos
📌 Mostrar força o tempo inteiro e nunca demonstrar fragilidade

Essas atitudes nem sempre indicam sofrimento, mas podem se tornar um alerta quando são a única forma de lidar com emoções ou quando impedem a pessoa de se escutar. Cuidar da saúde emocional também envolve permitir-se sentir, reconhecer limites e buscar apoio quando necessário.

A partir da nossa história de vida, das experiências que tivemos e dos ambientes em que crescemos, vai se formando um pa...
09/02/2026

A partir da nossa história de vida, das experiências que tivemos e dos ambientes em que crescemos, vai se formando um padrão de pensamentos. Em algumas pessoas, esse padrão se organiza em torno da alta exigência, da cobrança constante e da sensação de que nunca é suficiente.

Quando esses pensamentos surgem, costuma parecer que somos nós que os estamos produzindo. Mas, na verdade, eles já chegam, repetindo uma lógica antiga. Ainda assim, a cada pensamento que aparece, algo em nós assume o papel de “pensador”, interpreta, reforça e solidif**a aquilo como se fosse uma verdade sobre quem somos.

Como não percebemos esse movimento, passamos a nos relacionar com essas crenças como se fossem a própria realidade. E, a partir delas, começamos a nos exigir no cotidiano — no trabalho, nas relações, nas escolhas — vivendo sob um padrão interno de cobrança que torna a vida muito pesada e estressante.

Alguns pensamentos que costumam ser tomados como verdade e acabam gerando sofrimento são:

“Eu tenho que dar conta de tudo sozinho.”
“Se eu errar, vou decepcionar todo mundo.”
“Eu só posso descansar quando terminar tudo.”
“Os outros conseguem, então eu também deveria conseguir.”
“Eu não posso demonstrar fraqueza.”

Pensamentos assim costumam gerar autocobrança excessiva, culpa e uma sensação constante de insuficiência.

À medida que aprofundamos o autoconhecimento e começamos a observar como funcionamos, passamos a perceber os pensamentos que surgem e tudo o que eles carregam: sensações, emoções e sentimentos. Esse processo vai, pouco a pouco, afrouxando essas exigências internas e nos ajudando a estar mais presentes na vida, cuidando melhor do nosso sentir e do nosso viver.

Orientações da psicóloga
Márcia Cipriano Herculano |
CRP 02/29902

Existe uma dor que quase ninguém nomeia: a de ter colocado a própria vida em pausa esperando por alguém que, no fim, esc...
06/02/2026

Existe uma dor que quase ninguém nomeia: a de ter colocado a própria vida em pausa esperando por alguém que, no fim, escolheu outra pessoa. Você esteve presente, foi constante, acreditou que a lealdade seria recompensada. Mas amor não funciona como fila de espera, não é prêmio por bom comportamento. A escolha do outro fala mais sobre ele do que sobre o seu valor.

Esperar por alguém indeciso cobra um preço alto: você começa a se abandonar para caber na dúvida do outro. E quando a rejeição vem, dói, mas também liberta. Ela te tira do limbo, devolve o controle da sua própria história e impede que você seja escolhido por comodidade, não por desejo.

Você não nasceu para ser plano B, nem para viver na plateia da vida de alguém. Se não é recíproco, claro e escolhido, retire-se. Quem é certo não te deixa esperando. Convida você a entrar.

Muitos acreditam erroneamente que a terapia serve para “criar” uma personalidade melhorada, mas o processo real é de arq...
05/02/2026

Muitos acreditam erroneamente que a terapia serve para “criar” uma personalidade melhorada, mas o processo real é de arqueologia, não de construção. Ao longo da vida, especialmente na infância, desenvolvemos “falsos eus”, máscaras de perfeccionismo, agressividade defensiva ou excesso de complacência, não por escolha, mas como estratégias vitais de defesa para navegar em ambientes hostis ou para garantir um mínimo de afeto. Essas armaduras serviram para nos proteger quando éramos vulneráveis, mas, na vida adulta, tornam-se prisões pesadas que nos impedem de conectar verdadeiramente com os outros e com nós mesmos. A terapia, portanto, atua desmontando essas defesas obsoletas; o objetivo final não é inventar alguém que você nunca viu, mas sim resgatar a sua essência autêntica que ficou soterrada sob anos de adaptações forçadas, permitindo que você volte a ser quem era antes de o mundo lhe dizer quem você deveria ser.

Você ouviu que ele “não estava pronto para um relacionamento”. Precisava focar na carreira, se curar, organizar a vida. ...
04/02/2026

Você ouviu que ele “não estava pronto para um relacionamento”. Precisava focar na carreira, se curar, organizar a vida. Pouco tempo depois, ele aparece namorando, fazendo exatamente tudo aquilo que disse não conseguir fazer com você. E a pergunta surge quase automaticamente: “O que ela tem que eu não tenho?”

Respira. A resposta não está no seu valor. Está na tradução da frase. Quando alguém diz “não estou pronto”, quase sempre a frase completa é: não estou pronto… com você. Isso não signif**a que você não foi suficiente. Signif**a que, naquela dinâmica, o desejo não foi maior que o medo do compromisso.

Compatibilidade não é mérito. Não existe “melhor” ou “pior”. Existe encaixe, timing, gatilhos diferentes. Pessoas incríveis também vivem rejeições — não por falha, mas por desencontro.

Muitos términos vêm embrulhados em justif**ativas suaves para evitar conflito e culpa. Dói, mas é importante entender: quem precisa ser convencido a f**ar, nunca esteve inteiro.

Talvez isso não tenha sido uma rejeição, mas um livramento. Porque você merece alguém que não precise de tempo para decidir se te quer. O amor saudável não nasce da dúvida, nasce da clareza.

Orientação da psicóloga Ivanda Séfora de Magalhães Medina (CRP-114873) .

Agende um horário com o profissional pelo WhatsApp: (85) 9.8893.7888

Presença, silêncio, afastamento e repetidas ausências também são formas de comunicação. Quando alguém não responde, não ...
03/02/2026

Presença, silêncio, afastamento e repetidas ausências também são formas de comunicação. Quando alguém não responde, não convida ou não sustenta vínculo, isso já é um posicionamento, ainda que não verbalizado.

Insistir na tentativa de permanecer onde o outro já se retirou costuma estar mais ligado à dificuldade de tolerar frustração, abandono ou perda do que à ideia de “lutar pelo vínculo”. Relações saudáveis se constroem a partir de escolha mútua e respeito aos limites. Reconhecer o momento de se retirar não é fraqueza emocional, é maturidade psíquica e preservação da própria dignidade afetiva.

Orientações da psicóloga Andrine Guimarães Coelho - CRP -11/10251 | .psi

Informações e agendamento pelo WhatsApp - (85) 9.8747.7011

Viver com timidez intensa é paradoxalmente como caminhar com a sensação constante de estar sob um holofote que se quer e...
02/02/2026

Viver com timidez intensa é paradoxalmente como caminhar com a sensação constante de estar sob um holofote que se quer evitar. Cada gesto, cada palavra, cada silêncio podem ser sentido como passível de julgamento. Não é por vergonha: é hipervigilância. A mente monitora tudo o tempo inteiro, tentando evitar qualquer erro que possa gerar rejeição e ser visto como fraqueza.

Na psicologia, isso se chama Efeito Holofote: a crença de que somos o centro da atenção dos outros. A verdade é libertadora, as pessoas estão ocupadas demais com seus próprios medos e inseguranças para nos observar como imaginamos. O problema é que, quando a atenção f**a excessivamente voltada para si, a conexão com o outro se perde. A timidez não nasce da falta de interesse, mas do medo de não ser suficiente, é um narcisismo de autoproteção.

Por trás da timidez, quase sempre há um perfeccionismo paralisante: só vale agir e falar se for perfeito, não há lugar para o erro. Como a perfeição é impossível, o silêncio vira uma estratégia de proteção. E, ironicamente, esse silêncio pode ser lido como frieza ou arrogância, quando na verdade é apenas medo de se expor e errar.

O caminho não é “ganhar confiança”, mas mudar o foco. A ansiedade social diminui quando deixamos de tentar parecer interessantes e passamos a nos interessar genuinamente pelo outro, perceber que todos erram. O mundo não exige perfeição, exige presença. Ser visto assusta, mas viver invisível cobra um preço muito maior.

Orientações do psicólogo | Osterne Nonato Maia Filho | CRP-11/0966
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