27/02/2026
Nem sempre a imuno-histoquímica básica é suficiente para um diagnóstico seguro.
Em casos de sobreposição morfológica, tumores pouco diferenciados ou resultados inconclusivos, ampliar o painel de marcadores é decisivo para direcionar a interpretação e reduzir incertezas.
A escolha correta dos anticorpos aumenta a precisão diagnóstica e impacta diretamente na conduta clínica.
No IMEPAG, a imuno-histoquímica complementar é utilizada de forma estratégica, sempre orientada pela hipótese clínica e morfológica.
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