29/12/2025
Fim de ano costuma juntar tudo o que uma criança neurodivergente mais sente dificuldade de processar ao mesmo tempo: mudança de rotina, barulho, pessoas novas, cheiros diferentes, horários quebrados, expectativas altas de que ela “se comporte bem” em todos os lugares.
Pra muita família, isso aparece assim:
• mais crises em festas e encontros de família
• recusa para sair de casa ou para f**ar no ambiente cheio
• choro “do nada”, birras mais intensas, agressividade ou total retraimento
• sono bagunçado e cansaço extremo, mesmo “só” depois de um passeio em família
Não é frescura, nem falta de educação. É um cérebro que precisa de previsibilidade tentando sobreviver em dias cheios de imprevistos.
Alguns ajustes fazem diferença, como por exemplo, explicar antes o que vai acontecer, levar um objeto de segurança
garantir um cantinho mais calmo, não forçar interação quando a criança já está no limite, aceitar sair mais cedo, se for preciso.
Fim de ano não precisa ser perfeito, precisa ser possível para a criança e para a família.
👉 E aí na sua casa: o que mais pesa nessa época, a mudança de rotina, o barulho, as festas ou os comentários da família?