Bruno Arruda Fisioterapia e Avaliação Funcional

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Bruno Arruda Fisioterapia e Avaliação Funcional Atenção voltada à avaliação funcional, prevenção e reabilitação de disfunções ortopédicas, traumáticas, e da área esportiva; e divulgação de conhecimento.

"A corrida é uma atividade física popular e conveniente de lazer com signif**ativo impacto na longevidade. Em geral, cor...
27/06/2017

"A corrida é uma atividade física popular e conveniente de lazer com signif**ativo impacto na longevidade. Em geral, corredores tem entre 25% a 40% de redução do risco de mortalidade prematura e vivem cerca de 3 anos a mais do que os não corredores. Recentemente, questões específ**as tem surgido em consideração aos benefícios à saúde na comparação entre corrida e outras atividades físicas e, mais criticamente, se existe uma diminuição maior dos riscos à saúde e mortalidade conforme o aumento da corrida. "

Para melhorar a prática e para tee maior segurança durante a corrida, bem como para prevenir algumas lesões, é importante realizar uma avaliação de corrida com um profissional fisioterapeuta, que é quem é responsável por essa avaliação (músculos e articulações). A ideia de correr é para melhorar a qualidade de vida, não para prejudicá-la.

Agende sua avaliação funcional!
Bruno Arruda Fisioterapia e Avaliação Funcional

Boa tarde!Poucos sabem o que é uma Avaliação Funcional, e eu preparei um texto sobre este tema para sanar algumas dúvida...
02/03/2017

Boa tarde!
Poucos sabem o que é uma Avaliação Funcional, e eu preparei um texto sobre este tema para sanar algumas dúvidas, porém permaneço a disposição para responder a qualquer outra questão que venha surgir.
Você sabe o que é a Avaliação Funcional?
É uma modalidade de Avaliação realizada por um Fisioterapeuta que tem objetivo de analisar e avaliar componentes de um membro, articulação ou sistema, ao realizar uma tarefa.
Esta avaliação é muito importante na identif**ação de disfunções causadas por patologias como artrose, artrite, hérnia de disco; asma; lesões traumáticas; bem como para prevenção de diversas disfunções como: diminuir o risco de lesões (musculares, articulares) e de perda de uma função (pentear cabelo, jogar futebol, ir à academia, dificuldade na respiração); Identif**ar pontos específicos no movimento que podem melhorar o desempenho (golpe de luta; resistência muscular; modo de respiração).
É uma avaliação completa para atletas ou praticantes de qualquer esporte, ou modalidades de todos os níveis de desempenho (de amador ao profissional; do fisiculturista ao iniciante em academias), crianças, idosos, que tenham interesse em melhorar uma determinada função, prevenir lesões e dores indesejadas.
Pode ser utilizada em todas as áreas da Fisioterapia. Porém, trabalhamos com as Avaliações Funcionais em: Fisioterapia Músculo esquelética (Ortopedia) Fisioterapia no Manejo da Dor, e Fisioterapia Esportiva. A avaliação funcional também pode ser útil no auxilio do controle de peso por meio da avaliação funcional cardiorrespiratória, que tem por objetivo identif**ar a coletar informações de indivíduos com sobrepeso ou obesidade, para melhor aproveitamento do tempo desprendido em treinamentos aeróbios.
São inúmeras as vantagens de realizar a avaliação funcional.
Entre em contato e Agende sua Avaliação Funcional e melhore sua qualidade de vida e desempenho!
Contatos:
E-mail: av.fincionalefisio@gmail.com
Odontologia Paula Leite Fone: (15) 3266-1880
R: José Domingues dos Santos, Centro, Iperó-Sp.
***Breve novo endereço em Boituva***
Academias:
Up Training- Av. Paulo Antunes Moreira Iperó- SP. Fone: (15) 3266-2389
Espaço Super Ação – Rua Augusta Moretti Picco, Boituva- SP. Fone: (15) 3263-2939
Espaço Fitness Academia feminina: Av. Alexandrina Bertoldi Vercellino Boituva-Sp Fone: (15)3263-4039

Bom dia Pessoal! Seguem mais informações. Qualquer dúvida entrem em contato!Obrigado!O dilema entre dor e lesão no atlet...
08/02/2017

Bom dia Pessoal!
Seguem mais informações.
Qualquer dúvida entrem em contato!
Obrigado!

O dilema entre dor e lesão no atleta
A dor é uma queixa bastante comum no atleta amador, de alto nível ou de fim de semana. Sentir dor é normal. Anormal é acontecer o tempo todo, ser insuportável ou limitar o esporte por um tempo prolongado.
A definição de dor da IASP (Associação Internacional para o Estudo da Dor) diz que nem toda dor signif**a lesão real. O atleta pode ter dor com lesão ou sem lesão ou descrever a dor como lesão. Não tem como dizer o que na verdade acontece mais, porém sabemos que tanto dor e lesões estão presentes em vários esportes. O que vai ser discutido é a correlação da própria definição de dor com a relação entre dor x lesão nos atletas.
“A dor como uma lesão real”
A dor é um fator de indicação de lesão, pois é o primeiro sintoma falado (gritar, gemer, reclamar) e sentido (proteger ou bater na região, mancar, dobrar, tirar o peso de cima). No esporte, é muito frequente também ter o inchaço, f**ar vermelho, dificuldade de mover, o que indica a famosa inflamação. Isso, claro, dói. Existem muitas substâncias na inflamação que aumentam a dor por deixarem os receptores de estímulos perigosos (nocivos – nociceptores) e de movimento (mecanoceptores) mais sensíveis, então qualquer movimento mínimo pode gerar aumento da dor.
Algumas vezes as lesões são diretas, não vemos inflamação, mas dói demais. A lesão deve ser tratada no seu tempo esperado de recuperação. Muitas vezes conseguimos acelerar esse processo e o retorno ao esporte. Porém, se isso não acontece e a dor persiste podemos ter não só a dor f**ando crônica, mas também uma lesão mal curada. Somamos isso a ansiedade, expectativa e ao medo de se machucar novamente, a cabeça vai pro espaço. Muitas vezes a dor ocorre pelo atleta (comum no de fim de semana) não estar acostumado com a atividade causando muitos estiramentos (alongamentos curtos e rápidos) nos músculos pela atividade (mínimas lesões), f**ando com dor no dia seguinte e pior no outro dia seguinte.
“Nem toda dor signif**a lesão”
Lembro de quando trabalhava no voleibol do botafogo e vários atletas na proximidade do jogo contra o flamengo (infelizmente) tinham queixas de dor, sem ter acontecido lesão nenhuma. Quando passava o jogo, na semana seguinte, o treino era normal e sem dor. Outro caso era de um levantador que sempre que ele jogava mal, errava as bolas ou era criticado, fazia cara de dor e gestos como apertar o punho, sacudir a mão e alongamentos durante da partida. Apesar da “cena meio teatral”, a dor estava por lá.
Outro exemplo seria o atleta querer utilizar proteções o tempo todo como bandagens ou suportes, mesmo após o tratamento de sua lesão. As reações emocionais e comportamentais dos atletas podem provocar mais dor pela ansiedade, nervosismo e apreensão. Isso vai depender muito de como cada atleta encara os estresses, as exigências e suas funções individuais e coletivas no esporte, se for o caso. O mais interessante é que também perdiam rendimento. Como já falamos antes, dor não é sinônimo de lesão. Todas as dores devem ser valorizadas, mas nem todas mostram algum problema a surgir.
“A dor pode ser de uma possível lesão”
A dor como sinal de alerta no atleta pode mostrar que uma lesão está para acontecer.
São os casos em que o atleta treina ou compete com dor, perde rendimento, muito parecido com os comentários acima, mas apresenta reações emocionais e comportamentais diferentes. O cansaço antes do esperado pode ser um grande sinal de perigo. Quando o profissional conhece o atleta e os seus limites e potenciais, sabe quando a situação está se complicando. Levar o atleta no limite físico é um grande potencial de lesão, mas durante este caminho a dor pode estar presente e ser o meio termo da lesão. Uma vez um técnico que eu trabalhava mandou o atleta atacar 50 bolas sem errar. Na bola 15 iniciou a dor, na bola 25 ele se machucou. Claro que isso ficou marcante e nada mudava a opinião do técnico.
“Descrever a dor como se fosse uma lesão”
Essa é uma frase confusa. Dizer o que a pessoa sente (dor) é uma tarefa difícil e pessoal, pois a dor é tão subjetiva quanto o Vasco ser campeão ano que vem, pelo menos com esse time. Muitas palavras que usamos para ajudar a entender de onde vem a dor do atleta podem também mostrar que existe uma lesão: aguda, intensa, latejando, pulsando, o que chama a atenção. Porém, a palavra (qualidade da dor) é apenas uma das várias maneiras de ajudar. Pode acontecer de o atleta dizer que a dor é de uma lesão antiga, mesmo que já tenha sido curada. O cérebro e o músculo lembram-se da dor, mesmo que antiga, f**a no HD cortical.
Contar como a dor é, para o atleta e para qualquer outra pessoa, passa por um processo super interessante no sistema nervoso, onde temos áreas específ**as para dizer exatamente como é a experiência dolorosa (dimensão sensitivo descriminativa), cada uma da sua maneira; Por isso, mesmo que existam lesões de várias maneiras, cada pessoa reage de forma diferente (dimensão afetiva motivacional). Ex. Um atleta torceu o tornozelo de leve e teve uma dor horrível e ficou mancando, e outro com uma torção grave, conversava normalmente. Independente da lesão, a maneira de dar importância da dor, se vai sentir muito ou pouco, o quanto vai afetar a cabeça do atleta depende única e exclusivamente dele mesmo (dimensão cognitiva avaliativa).
Dentro da definição de dor, podemos entender alguns mecanismos da dor do atleta. Tudo vai depender de como nós vamos interpretar a dor, que é pouco valorizada e julgada de maneira inadequada.
Quer treinar como um atleta? Viva a vida de um atleta!
Artur Padão – Dorterapeuta

As falsas hérnias de disco lombares.Por que se tornou tão comum ouvir alguém falando que tem hérnia de disco? Parece que...
06/01/2017

As falsas hérnias de disco lombares.

Por que se tornou tão comum ouvir alguém falando que tem hérnia de disco? Parece que a resposta vem do não esclarecimento na mídia e por parte dos profissionais de saúde de uma definição correta do que é hérnia de disco e de seu diagnóstico. A supervalorização das hérnias que aparecem nos exames de imagem como a ressonância magnética f**a muito clara quando as pessoas dizem “a minha hérnia está se manifestando” sempre que uma dor lombar aparece. Ter uma crise de dor lombar incapacitante e ler o resultado “hérnia de disco” ou até mesmo ouvir de um profissional de saúde que a causa da dor lombar é a hérnia que aparece no exame de imagem é como se fosse uma condenação para muitas pessoas. A partir desse momento, o medo de danif**ar mais ainda a coluna f**a claro em situações do dia a dia que envolvem principalmente pegar peso, atividades consideradas como sendo de impacto e permanecer em determinadas posturas. As limitações criadas por essas crenças incapacitantes vão desde as tarefas mais simples como dobrar o tronco para pegar algo no chão, até “não posso correr ou saltar por causa do impacto na minha hérnia”. Mas será que essas pessoas tem razão de ter esse medo? Primeiro vale à pena ver a definição de hérnia de disco e, segundo a ciência, do que é o diagnóstico de hérnia de disco.

Hérnia de disco é a ruptura do material fibrocartilaginoso que circunda o disco intervertebral. Essa ruptura envolve a liberação do material central do disco contendo a substância chamada núcleo pulposo, colocando pressão sobre um NERVO ESPINHAL e causando dor considerável e dano ao NERVO. (http://medical-dictionary. thefreedictionary.com/ herniated+d…)

De acordo com o artigo mais citado sobre o assunto (Deyo e col., Annals of Internal Medicine, 1990) o diagnóstico de hérnia de disco é utilizado em excesso, particularmente rotulando as pessoas que tem incapacidades funcionais severas associadas à dor lombar. O diagnóstico verdadeiro da maioria das hérnias de disco, segundo esse e vários outros estudos, deveria ser: DOR CIÁTICA (ABAIXO DO JOELHO) associada a SINAIS NEUROLÓGICOS (DORMÊNCIA E/OU PERDA DE FORÇA NOS MEMBROS INFERIORES) que leva a uma suspeita de hérnia de disco que deveria ser confirmada pela RESSONÂNCIA MAGNÉTICA apenas após 6 semanas. A importância de se respeitar o período de 6 semanas para solicitar a ressonância vem do fato que é neste período que boa parte das pessoas melhora naturalmente. Quando não há melhora importante durante esse período, uma investigação mais aprofundada passa a ter fundamento. Mesmo as hérnias de disco enormes, quando não há presença de INCONTINÊNCIA URINÁRIA OU F***L, OU PERDA DE FORÇA IMPORTANTE NOS MEMBROS INFERIORES, têm bons resultados com o tratamento conservador (Benton et al. Ann R Coll Surg Engl 2010) .

Infelizmente não é o que acontece na maioria dos casos. Basta ter um episódio de dor lombar incapacitante com uma pequena dor referida para região posterior da coxa para que seja levantada a hipótese de hérnia de disco. Muitas pessoas que até mesmo tiveram dores apenas na região lombar tem orgulho das suas “falsas” hérnias de disco que apareceram nas ressonâncias magnéticas muitas vezes solicitadas de maneira inadequada, desnecessária e em excesso. Estudos mostram que as pessoas que nunca tiveram dor lombar na vida tem achados “anormais” nos exames de imagem, incluindo hérnias de disco (Brinjikji et al. Am J Neuroradiol, 2014). Isso leva até a uma certa competição para dizer quem tem mais hérnias na coluna toda e é fruto desse diagnóstico inadequado baseado apenas no exame de imagem, sem a adequada valorização de sinais e sintomas que são inerentes ao problema.

A realização de ressonância magnética precoce desnecessária é considerada IATROGENIA (erro do profissional de saúde) e causa muitas vezes dano psicológico a boa parte dos pacientes que passam a proteger a coluna “danif**ada” e a se tornarem grandes consumidores dos serviços de saúde (Emery et al. JAMA, 2013, Webster et al. Spine, 2013). Um estudo recente mostrou que devemos desconfiar dos resultados da ressonância magnética. Um mesmo paciente fez o exame em 10 diferentes centros e os resultados foram os mais variados. Os autores concluíram que a maneira que o radiologista interpreta o exame tem um grande impacto na escolha e no resultado do tratamento (Herzog et al. Spine Journal, 2016).

Algo que está sendo testado e que pode ser uma esperança para diminuir esse overdiagnosis (excesso de diagnóstico) é a inclusão de informações no laudo da ressonância magnética, contendo as prevalências dos achados “anormais” em pessoas assintomáticas (Jarvik et al. Contemp Clin Trials, 2015). A hipótese é que um laudo menos assustador possa ajudar no reassurance dos pacientes e dos próprios profissionais de saúde e levar a um menor índice de intervenções desnecessárias (overtreating) incluindo mais exames de imagem, o uso de analgésicos opióides, cirurgias, e até mesmo a fisioterapia

Ney Meziat, PhD.

Professor do Programa de Pós Graduação em Ciências da Reabilitação da UNISUAM.

Colaborador do PED.

http://pesquisaemdor.com.br/?p=755

O Grupo PESQUISA EM DOR conta com diversos fisioterapeutas ao redor do mundo engajados em realizar pesquisas e difundir ...
14/12/2016

O Grupo PESQUISA EM DOR conta com diversos fisioterapeutas ao redor do mundo engajados em realizar pesquisas e difundir conhecimento sobre o tratamento da dor.
Segue o último texto do grupo para ampliar nossos conhecimentos!
Qualquer dúvida entre em contato!!

15 Mitos sobre Dor Lombar dezembro 14, 2016 - pesquisaemdor No Comments A dor lombar é uma das principais causas de incapacidade em todo o mundo. Apesar das pesquias e dos gastos com a saúde, a incapacidade associada a dor lombar continua aumentando. Atualmente, há uma ampla aceitação na comunidade…

De onde vem a dor?Parece uma pergunta fácil de ser respondida, pois as pessoas sentem dores no corpo. Há quem diga que a...
06/12/2016

De onde vem a dor?
Parece uma pergunta fácil de ser respondida, pois as pessoas sentem dores no corpo. Há quem diga que a dor vem lá do fundo, lá de dentro ou da alma. Porém, não se engane. A ciência aposta suas fichas naquele que manda em tudo no corpo humano, o cérebro.

O cérebro é uma estrutura física, que tem água e outros líquidos diversos e que tem eletricidade e energia, tem sal e tem açúcar. Quando juntamos tudo isso, criamos "luz nos neurônios". E para a dor aparecer, ou seja, você sentir dor em seu corpo, o cérebro produz eletricidade e que ilumina as lâmpadas neuronais de sua "small town".

Existem várias sequências de luzes que já foram vistas pela ciência que são responsáveis por sentirmos dor. São como as árvores de natal modernas, que piscam suas luzes em velocidades e intensidades de luz diferentes, umas mais rápido, umas primeiro que as outras, umas coloridas, mas que no final das contas mantém o clima "cool" do ambiente.

A dor então é um evento puramente físico? Se olharmos para o cérebro como estrutura física, química, "líquida" e quase perfeita, então sim! Mas, não se esqueça que as emoções, o ambiente que você vive e convive, o seu movimento do corpo, a forma que você pensa e age, a religião e cultura, e um monte de outras coisas a mais, também mexem com a química dos neurônios. É essa química entre milhões de células que permitem a passagem de energia e a produção de luz.

A dor vem de lá mesmo. Desta interação entre o sal e o açúcar, entre a química e física. A dor não vem dos nervos, dos discos da coluna, dos ligamentos do joelho ou da pele queimada de sol. Tem gente que não sente dor e "tem isso".

Então, se a dor vem do cérebro, desta estrutura física, será que os dias do modelo biopsicossocial estão contados? Não mesmo, porém sem cérebro, não tem psicossocial.

Texto de Artur Padão Gosling- membro SBED

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