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31/12/2019

Estamos de férias!!! Retornamos a partir do dia 13 de janeiro...boas festas a todos!!! Feliz 2020 para todos!!!

Agora temos novas especialidades no nosso consultório médico:Reumatologia- Dra Adenir Pediatria e Homeopatia (tb para ad...
11/10/2019

Agora temos novas especialidades no nosso consultório médico:
Reumatologia- Dra Adenir
Pediatria e Homeopatia (tb para adultos) - Dra Martha
Psicologia - Dra Luiza
Agende sua consulta conosco!!!!

Consultório médico

30/08/2019

🌹Ilza Cristina Siqueira Sousa
€ Terapeuta Bioenergetica/ Tto. Com Energia Quântica.€

Atendimentos em :
🍀Acupuntura
🌿Auriculomedicina ( (MTC)
🍀Auriculoterapia
🌿Ventosas
🍀Apometria Clínica
🌿Terapia Multidimensional
🍀Reiki usui
🌿Reiki Karuna
🍀Toque Terapêutico
🌿Barra de access
🍀Cristaloterapia
Telefone: 999775356
Consultório: 2638-0061
Disponivel:
primeira semana de setembro.
6a feira. M/t

Estamos trabalhando com o Laboratório Gram. Aceitam planos de saúde e tem  desconto especial com pedido do SUS ou para b...
14/06/2019

Estamos trabalhando com o Laboratório Gram. Aceitam planos de saúde e tem desconto especial com pedido do SUS ou para beneficiários do bolsa família. Laboratório com o certif**ado do ISO. Qualidade é muito importante qdo se trata da nossa saúde.

28/05/2018

Hoje nosso funcionamento será normal!

Estivemos de férias mas a partir do dia 15 de janeiro estamos retomando nossos atendimentos. Estaremos prontos a atender...
14/01/2018

Estivemos de férias mas a partir do dia 15 de janeiro estamos retomando nossos atendimentos. Estaremos prontos a atender a sua ligação e agendando o seu horário. Que esse ano que se inicia possamos juntos cuidar da nossa saúde e do nosso bem estar. Nesse ano continuaremos compartilhando informações sobre temas da saúde. E se você quiser algum assunto específico, é só pedir que providenciaremos. Nosso consultório f**a situado na Rua Professor Cardoso de Menezes qd 115 lt 10 lj 8 - Edifício Center I. Nossos telefones: 2638-0061 e 3744-5654.

O que é Fibrilação Atrial?A fibrilação atrial (FA), é a anormalidade mais comum do ritmo do coração, e é caracterizada p...
09/10/2017

O que é Fibrilação Atrial?

A fibrilação atrial (FA), é a anormalidade mais comum do ritmo do coração, e é caracterizada por contrações rápidas e desorganizadas dos átrios. Como resultado, o bombeamento de sangue na parte interna do coração f**a comprometido, e pode levar à formação de coágulos. O perigo desses coágulos é a possibilidade de eles soltarem-se (fenômeno conhecido como embolia) e viajarem, por meio das artérias, do coração até o cérebro ou outros órgãos.
Esse coágulo pode alojar-se em uma artéria no cérebro, bloqueando o fluxo de sangue. O tecido cerebral da região acometida pelo coágulo não recebe mais sangue. Essa súbita falta de sangue danif**a as células do cérebro, causando um acidente vascular cerebral (conhecido como AVC ou derrame).

Quais são os sintomas da FA?
A FA pode não provocar sintoma algum ou apresentar diversos sintomas. Entre os sintomas mais comuns estão:
Palpitação
Fadiga
Cansaço aos esforços
Falta de ar (dispnéia)
Desmaios
Tonteira
Dor no peito (angina)

Complicações da FA
As complicações da FA estão relacionadas com a possível formação de coágulos de sangue, que podem se desprender e alcançar diferentes regiões, como o cérebro ou outras partes do corpo, em um processo conhecido como embolia.
Cérebro: podem resultar em um acidente vascular cerebral (derrame). O AVC pode levar à incapacidade física e comportamental, ou mesmo á morte.
Extremidades: quando os coágulos vão para as artérias das extremidades do corpo, geralmente para as pernas, eles bloqueiam a passagem de sangue, comprometendo a irrigação sanguínea no local e causando o escurecimento da pelo (marcas roxas), além de dor intensa, fenômeno conhecido como embolia sistêmica ou oclusão arterial aguda.
Outros órgãos: os coágulos podem também ir para outros locais do corpo, causando danos em outros órgãos, como rim intestino baço.

Tratamento da FA
Existem tratamentos para prevenir complicações como, por exemplo, o acidente vascular cerebral (derrame), em pacientes com FA. Esses tratamentos tem como principal objetivo impedir a formação de coágulos.
A mudança de alguns hábitos e comportamentos pode ajudar signif**ativamente na prevenção das complicações da FA e melhora da qualidade de vida. Veja, a seguir, alguns hábitos saudáveis que podem passar a fazer parte de seu dia a dia:
Manter um peso saudável
Reduzir a ingestão de sal
Aumentar a ingestão de álcool
Realizar exercícios físicos regularmente
Reduzir a ingestão de gorduras saturadas e carboidratos refinados
Parar de fumar

Por que o tratamento da FA é importante?
O tratamento da FA é muito importante não somente para controlar a doença em si como também para evitar as complicações que podem levar à incapacidade física e comportamental, ou mesmo à morte.
Na maioria das vezes, a FA é uma doença crônica e recorrente, o que demanda um tratamento contínuo e o acompanhamento médico constante.
Por esse motivo, pacientes com FA não devem, em hipótese alguma, abandonar o tratamento e devem seguir à risca as orientações do médico quanto à medicação.

A importância de não abandonar o tratamento
A adesão ao tratamento é fundamental para controlar a doença e evitar potenciais complicações futuras. Para o efetivo controle de uma doença crônica, é preciso seguir todas as orientações médicas, entre elas tomar a medicação prescrita por seu médico de forma correta e pelo tempo que ele determinar. Abandonar um tratamento sem a devida orientação de seu médico pode representar risco á saúde, como o retorno dos sintomas e o aparecimento de complicações. Realizar o tratamento de forma correta, mantendo a adesão ao tratamento, pode trazer benefícios não somente ao paciente mas também aos familiares, melhorando a qualidade e vida de todos.

Cuide-se! Marque sua consulta com nossa cardiologista Drª Wilma do Couto
Telefones: 2638 - 0061 / 3744 - 5654 / 99091 - 8514

Hoje falaremos de um assunto sério: Câncer de colo de úteroO que é Câncer de colo de útero? É um tumor que acomete a por...
09/10/2017

Hoje falaremos de um assunto sério: Câncer de colo de útero

O que é Câncer de colo de útero? É um tumor que acomete a porção inferior do útero, chamada colo ou cérvix. Este câncer é altamente prevalente na população feminina. No mundo, ocupa o segundo lugar no "ranking" dos cânceres femininos, só perdendo para neoplasia mamária. No Brasil está em terceiro lugar, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer em 2014, perdendo para mama, intestino (cólon e reto), com taxa de incidência de 15 novos casos em 100.000 mulheres ao ano. A mortalidade pode chegar a 5 casos em 100.000 ao ano.

Representação esquemática da pelve feminina
É um tipo de tumor que apresenta uma história longa desde suas lesões iniciais até atingir o câncer, com cerca de 10 a 20 anos. Se diagnosticado precocemente, principalmente nas lesões inicias ou pré-cancerosas (intraepiteliais), pode ser curado em 100% dos casos. Já nas fases mais avançadas, onde o tumor cresceu para regiões além do colo do útero, o prognóstico se torna reservado, com risco de sofrimento acentuado por dores, hemorragias, comprometimento renal e até a morte.
Um dos agentes mais comum é o papilomavírus humano (HPV). A mulher adquire este vírus no início da vida sexual, muitas vezes na adolescência, e em decorrência de fatores imunológicos da mulher e à própria agressividade do agente, a infecção se torna persistente, ocasionando lesões pré-cancerosas no colo uterino. Se a condição imunológica for ruim e o tipo do HPV agressivo, ou o tratamento recomendado não for aplicado, estas lesões podem progredir para o câncer.
O HPV é um tipo de vírus bastante comum na população. A maioria das mulheres será exposta a este agente durante suas vidas se***is, porém a infecção é de forma transitória, onde o próprio organismo tem a capacidade de eliminar o vírus num período que varia de seis meses até dois anos. Mesmo que ocorra o desenvolvimento de alguma lesão, o próprio sistema imunológico pode "curar", sem nenhum tratamento. Em cerca de 10% dos casos, onde a imunidade não conseguiu reagir à presença do vírus, pode ocorrer a persistência da infecção, com evolução para lesões de maior gravidade. Aí nesta situação é necessário o tratamento das lesões, com a remoção da porção acometida do colo do útero.
Existem mais de 150 tipos de HPV, cerca de 40 são habitantes da região ge***al e 15 são mais agressivos, chamados oncogênicos (cancerígenos). Os HPV não agressivos, ou não oncogênicos, ocasionam as verrugas genitais, ou condilomas, que são lesões benignas sem risco de evolução para câncer. O tratamento destas verrugas pode ser por meio de medicamentos locais que destroem ou estimulam a imunidade, ou a retirada cirúrgica.
As lesões pré-cancerosas provocadas pelo vírus cancerígenos no colo uterino são chamadas de neoplasias intraepiteliais cervicais (NIC). Estas são divididas em 3 graus: I, II e III. A NIC I representa lesão com comportamento benigno e em geral não requer tratamento, pois regride espontaneamente na maioria das vezes. A NIC II, considerada de gravidade intermediária, em adolescentes tem comportamento benigno com altas taxas de regressão. Já na mulher de mais idade, em geral a partir dos 24 anos requer tratamento que pode ser por destruição (cauterização ou vaporização) ou retirada (excisão). A NIC III é a real lesão precursora do câncer e requer sempre tratamento, por excisão. As taxas de cura são altas, com baixo risco de recidiva.
Já no câncer de colo uterino, ocorre aparecimento de lesões com destruição ou formação e tumor, que tem como extensão direta a va**na, paramétrios (tecidos ao redor do colo), bexiga e reto.

Fatores de risco
Os fatores de risco para a infecção pelo papilomavírus humano (HPV) e consequentemente para as lesões pré-cancerosas e o câncer estão associados ao comportamento sexual, hábitos de vida e algumas doenças. Dentre elas são citados:
Início sexual precoce - mulheres que iniciam a vida sexual muito jovens apresentam maior risco de exposição ao HPV, com diversas infecções repetidas. Também a adolescente apresenta o colo uterino juvenil o que favorece a penetração do vírus.
Multiplicidade de parceiros se***is - há risco de infecções múltiplas pelos HPV, bem como outros agentes infecciosos que podem interferir na resposta imunológica à presença do vírus.
Fumo - o tabaco é absorvido pelo pulmão e disseminado na corrente sanguínea sendo eliminado no muco do colo uterino. Este tabaco provoca danos à célula do colo e tem efeito de baixar a imunidade local, dificultando a eliminação do vírus.
Imunodepressão - doenças que interfiram diretamente no sistema imunológico, como o HIV, hepatites, diabetes, uso de corticóides, transplantadas de órgãos, tem comportamento ruim frente à infecção por HPV. Mesmo que as lesões tenham tratamento adequado, é comum a recidiva, com maior risco de evolução para câncer e em geral em período mais curto.
Desnutrição - a falta de alimentos ricos em beta carotenos, presentes em vegetais amarelos e verdes (mamão, cenoura, couve, brócolis), interfere com a imunidade, levando a persistência da infecção pelo HPV.
Uso de contraceptivos hormonais - tem interferência na imunidade, quando em altas doses de hormônios utilizados por longos períodos, acima de 5 anos.
Baixo nível socioeconômico - este fator está ligado á falta de acesso aos exames preventivos, bem como à falta de assistência médica frente aos casos de infecções genitais.
Infecção por Chlamydia trachomatis - doença sexualmente transmissível causada por uma bactéria e costuma não ocasionar sintomas na maioria das mulheres infectadas. Quando está associada ao HPV, interfere na eliminação da infecção viral, ocasionando maior risco para câncer.

Sintomas
O câncer invasivo do colo do útero tem duas vias principais de propagação: a extensão por continuidade (continuação pelas estruturas) e contiguidade (proximidade)aos tecidos vizinhos e a disseminação para os gânglios linfáticos. Em etapas iniciais, o câncer é microscópico e permanece localizado no colo uterino. Em sua evolução, caso não tratado, o tumor invade os tecidos vizinhos, especialmente, a parede va**nal e os ligamentos que suspendem e sustentam o útero, podendo chegar à parede pélvica e também ao restante do útero. Em casos avançados a neoplasia pode estender à bexiga e reto (intestino baixo)
Assim, os sintomas e sinais do câncer de colo uterino irão depender da fase em que o tumor se encontra. As lesões pré-cancerosas (as NIC) e os tumores invasores do colo uterino nas fases iniciais geralmente não apresentam sintomas. Assim as mulheres não procuram o ginecologista e o tumor continua crescendo. Eventualmente, pode ocorrer corrimento e/ou sangramento espontâneo ou após a relação sexual. No entanto, a maioria destas lesões serão descobertas apenas por meio do exame de Papanicolau (citologia cervical), que é realizado frequentemente por todas as mulheres.
Quando em fases mais avançadas o câncer do colo uterino apresentará alguns sinais e sintomas, em geral decorrentes do crescimento e espalhamento do tumor na pelve. Os principais sintomas de doença localmente avançada são os mesmo descritos acima para tumores iniciais, bem com a dor para ter atividade sexual. Em diversas ocasiões estes sintomas não são valorizados pela mulher. A paciente pode apresentar dor contínua na região pélvica, dores nas costas, formigamento e inchaço nas pernas, bem omo trombose venosa das pernas (obstrução dos vasos sanguíneos). Mais tardiamente surgem também os sintomas urinários (urina com sangue, dificuldade para urinar, obstrução da bexiga) e do intestino baixo (dificuldade para evacuar, fezes com sangue, obstrução dos intestinos).
Quando examinamos as mulheres com este câncer em fases iniciais, após a colocação do espéculo ("bico de pato"), muitas vezes não encontraremos nenhuma alteração visível no colo do útero. Assim, o exame de Papanicolau torna-se muito importante nesta fase. Em casos avançados observa-se lesão tumoral ou área de destruição do colo do útero, com presença de sangramento quando é manipulado. O mesmo pode já ter se espalhado pela va**na. Nesta situação realiza-se a retirada de um fragmento (pequeno pedaço ou biópsia) do tumor para análise e confirmação exata do diagnóstico.
Uma vez que o estudo do fragmento (biópsia) confirme o diagnóstico de câncer invasor do colo do útero, a paciente é estadiada,isto é, ela é examinada completamente e também é submetida a diversos exames laboratoriais para se verif**ar o quanto o tumor se espalhou pelo corpo. Dentre estes exames ressaltamos: ultrassonografia transva**nal e de abdome total, cistoscopia (avaliação do interior da bexiga), retossigmóidoscopia (avaliação do interior do intestino baixo), urografia excretora (injeção de contraste pelos rins), tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética e RX tórax. Obtém-se ao final desta avaliação completa da mulher o chamado estadiamento do câncer, que é dividido em termos médicos em 4 graus (quadro 1). O tipo de tratamento que cada mulher vai receber dependerá de seu estadiamento. Pode ser realizada cirurgia para os casos mais iniciais e radioterapia e quimioterapia para os casos mais avançados.

QUADRO 1 - ESTADIAMENTO DO CÂNCER DE COLO UTERINO
Estádio I - câncer localizado no colo do útero, independente de eu tamanho.
Estádio II - o câncer se espalha além do colo uterino,mas não chega até a parede óssea da pelve. O câncer envolve a va**na, mas não seu terço inferior (sua saída)
Estádio III - o câncer se estende até a parede óssea da pelve e/ou envolve o terço inferior de va**na.
Estádio IV - o câncer se estende para locais distantes (metástases)ou envolve a abexiga ou intestino baixo.

Detecção precoce
Baseado nos estudos que mostram que todos os casos de câncer do colo uterino são causados pela infecção persistente pelo papilomavírus humano (HPV), a prevenção primária deste tumor deve-se relacionar à diminuição do risco de contágio por este vírus. Sabe-se que o uso de pr*********os durante a relação sexual com penetração protege parcialmente do contágio pelo HPV, o qual também pode ocorrer através do contato com a pele da v***a, região perineal, peria**l e bolsa escrotal.
Baseado nos estudos que mostram que todos os casos de câncer do colo uterino são causados pela infecção persistente pelo papilomavírus humano (HPV), a prevenção primária deste tumor deve-se relacionar à diminuição do risco de contágio por este vírus. Sabe-se que o uso de pr*********os durante a relação sexual com penetração protege parcialmente do contágio pelo HPV, o qual também pode ocorrer através do contato com a pele da v***a, região perineal, peria**l e bolsa escrotal.
Existem hoje dois tipos comerciais da vacina desenvolvida para a prevenção das infecções causadas pelos HPV. Uma delas é contra os tipos de HPV 16 e 18, responsáveis por cerca de 50% dos casos de lesões pré-cancerosas e 70% dos casos de câncer do colo uterino e a outra contra os tipos de HPV 16 e 18 e também contra os tipos de HPV 6 e 11, causadores de cerca de 90% das verrugas genitais. Ambas as vacinas são ef**azes e sintetizadas em laboratório e não causam a doença. O primeiro tipo de vacina é chamado quadrivalente e o segundo tipo chamado bivalente. No ano de 2014, o Ministério da Saúde incluiu no programa nacional de vacinação (sistema público) a vacina quadrivalente, para meninas de 11 a 13 anos. Em 2015, para meninas de 9 a 11 anos e apenas em meninas de 9 anos a partir de 2016.
A prevenção secundária do câncer de colo do útero deve abranger a detecção precoce das lesões pré-cancerosas do colo uterino (as NIC), bem como das lesões invasivas em seus estádios iniciais, tendo como objetivo final a diminuição de casos e de morte por esta doença. Atualmente os programas de prevenção incluem repetição de exames de Papanicolau em mulheres na população em geral, com seleção das mulheres com resultados alterados para melhor investigação com outros exames.
O exame de Papanicolau é uma arma poderosa na descoberta das lesões cancerosas e pré-cancerosas do coo uterino e baseia-se na retirada de células do colo uterino. Realiza-se este exame por meio da colocação do espéculo ("bico de pato")seguida de raspagem do colo uterino com uma espátula de madeira ou plástico e também com uma pequena escova. Estas células são espalhadas em uma lâmina de vidro sendo a mesma enviada para o laboratório. Segundo o Ministério da Saúde, o início da coleta deste exame deve se aos 25 anos de idade para as mulheres que já tiveram atividade sexual.
Mulheres virgens não devem colher Papanicolau, bem omo aquelas que retiraram o útero e o colo do útero (histerectomia total) em casos de doenças benignas. A coleta deve ser realizada até os 64 anos e ser interrompida quando, após essa idade, as mulheres tiverem pelo menos dois meses negativos seguidos nos últimos cinco anos. Em todas as mulheres devem-se realizar controles a cada três anos após dois exames negativos, com intervalo de um ano. Essas regras não se aplicam a mulheres com história anterior de tratamento por lesões pré-cancerosas e do câncer do colo uterino, bem como para aqueles com imunossupressão (diminuição da imunidade). (INCA, 2011)

Coleta de exame de Papanicolau
Quando o resultado do exame de Papanicolau mostrar-se com células anormais (existem diferentes graus de alterações das células do colo do útero), há maior chance de se transformarem em células cancerosas. O médico então deve realizar ou solicitar uma colposcopia, que é um exame que permite a visualização do colo uterino por meio de um instrumento chamado colposcópio, similar a um microscópio (binóculo), que aumenta a imagem. Ele então removerá pequenos pedaços de tecido (biopsia) quando este se mostrar com alterações e encaminhará ao laboratório para análise. Mediante o resultado desta biopsia, o médico definirá o grau da doença e o tratamento a ser realizado.

Exame de colposcopia
Nos últimos anos tem se realizado nas mulheres da população em geral, um exame que pesquisa o DNA do HPV dos tipos cancerígenos, que é coletado igual ao exame de Papanicolau. Como todos os casos de câncer do colo uterino são causados pela presença destes vírus, este exame descobre mulheres que carregam o HPV, mesmo antes de manifestarem a doença, e que estão em maior risco para desenvolver o câncer. Atualmente este teste é indicado em mulheres acima de 30 anos, associado ao Papanicolau; assim, a descoberta das lesões pré-cancerosas torna-se mais precoce.

Prevenir sempre será o melhor remédio. Não perca tempo, marque sua consulta com nossa ginecologista Drª Vail Ferreira
Telefones: 2638 - 0061 / 3744 - 5654 / 99091 - 8514

Estamos trabalhando em parceria com o laboratório QHZ. Um posto de coleta funciona aqui em Itaipuaçu no Barroco.Equipe p...
27/09/2017

Estamos trabalhando em parceria com o laboratório QHZ.
Um posto de coleta funciona aqui em Itaipuaçu no Barroco.
Equipe preparada e diferenciada para melhor atender nossos queridos clientes.
Atendem planos de saúde, inclusive a Unimed.
Telefone do laboratório: 2052 - 5813 e 97504 - 5910 (whats app)
Telefone do consultório: 2638 - 0061 / 3744 - 5654 / 99091 - 8514 (whats app)

O que é HPV?Sinônimos: vírus do papiloma humanoHPV é um vírus que atinge a pele e as mucosas, podendo causar verrugas ou...
27/09/2017

O que é HPV?

Sinônimos: vírus do papiloma humano
HPV é um vírus que atinge a pele e as mucosas, podendo causar verrugas ou lesões percursoras de câncer, como o câncer de colo de útero, garganta e â**s. O nome HPV é uma sigla inglesa para"Papiloma vírus humano" e cada tipo de HPV pode causar verrugas em diferentes partes do corpo.
O HPV é um vírus que se transmite no contato pele com pele, por isso pode ser considerado uma doença sexualmente transmissível, No primeiro contato sexual 1 em cada 10 meninas chega a entrar em contato com o vírus. Conforme o tempo passa, entre 80 e 90% da população já entrou em contato com o vírus alguma vez na vida, mesmo que não tenha desenvolvido lesão. Mas é naturalmente, sem ter manifestações clínicas.

Tipos:
Existem mais de 200 tipos de HPV. Até hoje 150 deles já foram identif**ados e sequenciados geneticamente.
Entre esses tipos, 14 apenas podem causar lesões precursoras pelos HPVs tipo 16 e 18, enquanto o HPV 31, 33, 45 e outros tipos menos comuns são encontrados nos casos restantes.
Já os HPVs tipo 6 e 11 também são bastante comuns em mulheres, mas causam apenas verrugas genitais.
O tipo de HPV é detectado através de dois tipos de exames: o teste genético PCR e o teste de captura híbrida. Esses te**es podem trazer informações como o tipo, a carga viral ou até marcar se esse HPV é ou não oncogênico, ou seja, se pode evoluir para um câncer.

Causas
O HPV é um vírus que se transmite no contato pele com pele, por isso pode ser considerado uma doença sexualmente transmissível, até porque 98% das transmissões ocorrem através do contato sexual. Mas diferente das outras DSTs, não é preciso haver troca de fluídos para que a transmissão ocorra: só o contato do p***s com a va**na, por exemplo, já ocasiona a transmissão do vírus. O uso da ca*****ha é uma proteção importante para evitar a transmissão do HPV e não deve ser esquecida mesmo durante o s**o oral ou a**l. A ca*****ha feminina é uma boa aliada, pois ela permite um contato menor ainda entre a pele dos parceiros.
Outras formas de transmissão, muito mais raras, são pelo contato com verrugas de pele, compartilhamento de roupas íntimas ou toalhas e, por fim, a transmissão vertical, ou seja, da mãe para o filho no momento do parto. O vírus pode ser transmitido mesmo quando a pessoa não percebe ter os sintomas. Outro ponto sobre o HPV é que apesar de os sintomas normalmente se manifestarem após entre dois e oito meses da infecção, ele pode f**ar encubado, ou seja, presente no organismo, mas sem se manifestar, por até 20 anos. Por isso é praticamente impossível saber quando ou como a pessoa foi infectada pelo HPV.

Fatores de risco
Quaisquer pessoas que tenham uma vida sexual ativa estão em risco de entrar em contato com algum dos tipos de HPV. No entanto alguns fatores de risco aumentam a chance de esse contato ocorrer:
S**o sem proteção
Vida sexual precoce
Múltiplos parceiros
Não fazer exames de rotina
Imunodepessão, ou seja, a queda do sistema imunológico
Presença de outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)
Além disso, os fatores de risco para câncer associado ao HPV são alterações da resposta imunológica em nosso organismo, como:
Múltiplas gestações
Uso de contraceptivos orais de alta dose por tempo prolongado
Tabagismo
Infecção pelo HIV
Tratamento com quimioterapia, radioterapia ou imunossupressores
Presença de outras doenças sexualmente transmissíveis, como herpes simples e clamídia.

Sintomas de HPV
O principal sintoma do HPV é o surgimento de verrugas ou lesões na pele, normalmente uma manchinha branca ou acastanhada que coça. Muitas vezes, no entanto, a lesão pode não ser visível a olho nu, aparecendo em exames como colposcopia, vulvoscopia e pen*scopia.
Normalmente as lesões do HPV aparecem na região ge***al, mas podem ocorrer em outras partes do corpo. Veja as mais comuns:
No organismo feminino, as lesões costumam se desenvolver na v***a, va**na, colo do útero.
Na genitália masculina, o p***s é o local mais comum para aparecimento do HPV.
Em ambos os gêneros, o â**s, garanta, boca, pés e mãos são locais em que o vírus do HPV costuma se manifestar.
Mais de 90% das pessoas conseguem eliminar o vírus do HPV do organismo naturalmente, sem ter manifestações clínicas.

Buscando ajuda médica
Lemre-se: nem toda verruga é causada por uma infecção por HPV. No entanto, se você apresenta verrugas ou lesões na região ge***al é importante buscar a orientação de um ginecologiista ou urologista.
Vale lembrar que, na maioria das vezes, o HPV e localizado nos exames de rotina das mulheres, até porque o problema pode não apresentar sintoma nenhum.

Na consulta médica
Especialistas que podem diagnosticar uma infecção pelo HPV são:
Infectologista
Ginecologista
Urologista
Clínico GEral
Dermatologista
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade.
Se possível, pela para uma pessoa te acompanhar.
O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
Quais são seus sintomas?
Quando você começou a manifestar os sintomas?
Você notou alguma lesão?
Essas lesões são dolorosas?
Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para HPV, algumas perguntas básicas incluem:
Quais tipos de exames eu preciso fazer?
Como posso prevenir a infecção por HPV no futuro?
Há alguma alternativa genérica ao remédio que você está me prescrevendo?
Em que circunstâncias devo planejar uma visita para futuro acompanhamento?
Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de HPV
Normalmente a descoberta do HPV acontece em algum exame de rotina, como o papanicolau, colposcopia, vulvoscopia, pen*scopia ou anuscopia. Nesses exames pode ser usado um reagente corante, que facilitará na procura de lesões feitas com um aparelho especial, que permite visualizar com um aumento a superfície da pele e das mucosas.
Quando a lesão é encontrada, é feita uma biópsia em que parte da lesão é retirada para análise do tecido e DNA do vírus causador da lesão. Exames como o teste genético PCR e o teste de captura híbrida podem trazer informações como o tipo, a carga viral ou até marcar se esse HPV é ou não oncogênico, ou seja, se pode evoluir para um câncer.
Além disso, existem te**es genéticos capazes de detectar a presença do vírus HPV no organismo, o chamado teste do HPV. Normalmente ele é indicado para mulheres com mais de 30 anos, época em que a maioria das mulheres já teve chance de eliminar os vírus que pode ter adquirido no começo da vida sexual.
Existem diversas opções de tratamento para os sintomas do HPV, que são usadas conforme o tipo de manifestação do HPV (se ele é uma lesão ou uma verruga) e também o seu grau e a localização da lesão ou verruga. Elas podem ser feitas nas lesões clínicas e subclínicas. Veja a seguir as formas de tratamento mais comuns:

Cremes
Lesões pequenas, em pequena quantidade ou mais externas podem ser tratadas como cremes e ácidos. Um dos mais usados é o ácido tricloroacético, mas existem outras opções.
Alem disso, cremes imunoterápicos também são opções, mas costumam ser usados por um período prolongado.

Retirada da lesão
A retirada da lesão pode ser feita de diversas formas. Uma das técnicas mais utilizadas é a cauterização a laser, em que o feixe de luz é direcionado na lesão, queimando-a. Além disso, ela também pode ser feita com gelo seco (crioterapia), ácidos (cauterização comum) ou usando radiofrequência.

E se o HPV não se manifestar?
O tratamento do HPV é feito contra os sintomas, não há uma terapia que elimine o vírus, esse trabalho precisa ser feito pelo sistema imunológico sozinho. Portanto, se o exame do HPV detecta a presença do vírus, mas não há manifestações dele pelo corpo, nem mesmo subclínicas, o médico pode apenas pedir o acompanhamento mais de perto, com exames de rotina feitos com maior frequência.
Não tenha medo!
E se o HPV não se manifestar?da assustar, principalmente devido à sua relação com o câncer, como o câncer de colo de útero, garganta ou â**s. No entanto, se o HPV for detectado precocemente, ele é altamente tratável. Além disso, ele não funciona como o vírus do herpes, que o corpo nunca mais elimina e continua se manifeste sempre que a imunidade cai. O HPV costuma ser eliminado completamente do organismo após um ano e meio ou dois anos, principalmente em pessoas mais jovens.
A pessoa com quem eu me relaciono também precisa se tratar?
Sim, o parceiro ou parceira de alguém diagnosticado com HPV deve ir ao médico para investigar se também tem a doença. Caso haja alguma lesão clínica ou subclínica, é preciso que ele também se trate, para evitar os perigos da doença e também não transmiti-la novamente ao parceiro já diagnosticado.

Convivendo/Prognóstico
Pessoas com o vírus HPV ativo devem ter cuidados básicos de saúde para ativar o sistema imunológico e ajudá-lo a eliminar o vírus. Evitar fumar, ter uma alimentação equilibrada, sempre ir ao médico com as frequências que ele determinar e fazer s**o seguro e protegido são medidas fundamentais para conviver bem com este diagnóstico.

Complicações possíveis
Entre os 150 tipos de vírus do HPV catalogados, 14 apenas podem causar lesões precursoras de câncer, como o câncer de colo de útero, garganta ou â**s. 70% dessas lesões são causadas pelos HPVs tipo 16 e 18, enquanto o HPV 31, 33, 45 e outros tipos menos comuns são encontradas nos casos restantes. Os principais cânceres relacionados ao HPV são os do colo de útero, um problema bem mais comum nas mulheres.
No entanto, nos homens, o HPV também pode trazer problemas. Pesquisas recentes indicam que o vírus pode afetar o deslocamento do espermatozóide e sua capacidade de fecundação.
Além disso, o HPV também está relacionado a lesões na região oral e no sistema respiratório superior como na língua, amídalas, palato e até mesmo no nariz.
Por fim, existe a transmissão vertical do HPV, que pode ocorrer durante o parto. Essa transmissão é rara, ocorre em um em cada 10 mil gestações com verruga de HPV. No entanto, suas consequências podem ser graves, já que podem causar papilomatose laringea juvenil, doença em que a criança desenvolve as verrugas e lesões no sistema respiratório.

Expectativas
Cerca do 90% das pacientes com HPV conseguem a cura completa da lesão e apenas 10% das pessoas mantêm o vírus sem recidivas O mais importante é diagnosticar as lesões do HPV cedo, e isso só é possível quando se tem acompanhamento de rotina com seu médico, seja ginecologista ou urologista.

Prevenção
Além disso, a vacina do HPV é uma forma interessante de prevenir a doença. Existem duas vacinas para prevenção do HPV aprovadas e registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e que etão comercialmente disponíveis: a vacina quadrivalente, que confere proteção contra HPV 6, 11, 16 e 18. A outra opção é a vacina bivalente, que confere proteção contra HPV 16 e 18.
De acordo com a literatura científ**a, as vacinas contra o HPV previnem aproximadamente 70% dos casos de câncer de colo do útero, aqueles causados pelos HPV 16 e 18. Isso não elimina, porém, a necessidade de as mulheres passarem por consultas de rotina ao ginecologista para a realização de exames preventivos.
A vacina contra o HPV é mais uma estratégia possível para o enfrentamento do problema e um momento importante para avaliar se há existência de DST. Ela funciona estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença desses anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo.

Previna-se! Cuide-se! Prevenção sempre é e será o melhor remédio. Agende seu horário com nossa ginecologisa Drª Vail Ferreira
Telefones: 2638 - 0061 / 3744 - 5654 / 99091 - 8514

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