07/02/2026
O vídeo que mostra larvas em um curativo dentro de um hospital de Belo Horizonte não é apenas
chocante — é um retrato cruel do colapso de protocolos básicos de assistência.
Higiene, vigilância clínica e cuidado contínuo não são detalhes operacionais, são pilares mínimos
da segurança do paciente.
Situações como essa não acontecem por acaso: revelam falhas graves de gestão, de fiscalização e de
cultura institucional, onde o erro deixa de ser exceção e passa a ser tolerado.
Quando o sistema normaliza o inaceitável, quem sofre não é a estatística, é o paciente, vulnerável
e dependente de um cuidado que deveria protegê-lo.