10/01/2026
💣 Aqui estão algumas das moléculas que merecem um grande “não, obrigada” e que aparecem em muitos desodorantes convencionais:
• Sais de alumínio (aluminum chlorohydrate, aluminum zirconium)
Bloqueiam o suor à força. O corpo quer liberar, o produto manda calar. Tema frequente em estudos sobre inflamação, desregulação hormonal e saúde mamária.
• Parabenos (methyl, propyl, butyl)
Conservantes que imitam estrogênio. Disruptores endócrinos clássicos. Pequenos no rótulo, gigantes no impacto.
• Triclosan
Antibacteriano agressivo. Desorganiza o microbioma da pele e pode interferir na tireoide. Axila não precisa de antibiótico diário.
• BHT (butil-hidroxitolueno)
Antioxidante sintético usado para “proteger” a fórmula. Pode se acumular no organismo, está associado a alterações hormonais e efeitos tóxicos celulares. Preserva o produto, não você.
• Fragrância/perfume/Essência Sintética
Nome bonito para uma mistura secreta de substâncias sintéticas. Pode incluir alergênicos, neurotóxicos e disruptores endócrinos. Mistério não é auto cuidado.
• Ftalatos
Usados para fixar perfume. Associados a desequilíbrios hormonais e problemas reprodutivos. Silenciosos e persistentes.
• Propilenoglicol
Facilita a penetração na pele. Inclusive daquilo que jamais deveria entrar. Uma porta aberta sem filtro.
🌿 Axila é território linfático.
Não é lugar de bloqueio, nem de guerra química.
Trocar o desodorante não é exagero.
É consciência aplicada no cotidiano.
É dizer ao corpo: eu confio em você.
Menos química agressiva.
Mais cuidado real.
Mais leveza na pele, no corpo e na vida.
Salva, compartilha com uma mulher que merece ter uma vida mais saudável, segurança e observa seus rótulos com olhos mais vivos.
Sua saúde agradece.