Dra. Marcela Bassi

Dra. Marcela Bassi Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Dra. Marcela Bassi, Ginecologista obstetra, Rua Alameda Toledo Ribas, 716, sala 01, Itapeva.

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Ao longo de 2025, seu corpo falou. Em pequenos sinais, em mudanças sutis, em desconfortos que iam e vinham. Talvez tenha...
02/01/2026

Ao longo de 2025, seu corpo falou. Em pequenos sinais, em mudanças sutis, em desconfortos que iam e vinham. Talvez tenha sido o cansaço que não passava, um ciclo diferente, um incômodo que você aprendeu a ignorar, ou aquela sensação de que algo estava fora do lugar, mas nunca parecia urgente o suficiente.

O corpo não fala alto de imediato. Ele avisa primeiro.

O início de um novo ano é uma chance gentil de escutar com mais atenção. Sem culpa, sem pressa, sem promessas difíceis de cumprir. Apenas presença.

Que 2026 seja um ano de mais escuta, mais cuidado e menos adiamentos. Com o corpo, com o tempo e com você mesma.

Porque quase tudo que importa tenta ser dito antes, quando a gente se permite ouvir.

Que em 2026 você cuide mais de você. Com menos cobrança e mais presença.Que escute o corpo com a mesma atenção que dedic...
31/12/2025

Que em 2026 você cuide mais de você. Com menos cobrança e mais presença.

Que escute o corpo com a mesma atenção que dedica aos outros. Que não espere o cansaço virar limite, nem o sinal virar urgência.

Aproveito para agradecer a cada paciente que confiou em mim ao longo deste ano. Obrigada por estar aqui, no on e no off. Cada história compartilhada, cada escuta silenciosa e cada passo dado juntas fazem sentido ao que eu faço.

Cuidar de si não é excesso. É continuidade.

Que o novo ano venha com mais olhar, mais cuidado e mais gentileza com a própria história.

Com carinho,
Dra. Marcela Bassi

Feliz 2026 ✨

Depois de mais um ano de consultório, algumas coisas simplesmente não me acompanham mais. E quis compartilhar com você, ...
29/12/2025

Depois de mais um ano de consultório, algumas coisas simplesmente não me acompanham mais. E quis compartilhar com você, talvez também faça sentido deixar para trás.
A pressa. A pressa de dar conta de tudo, de estar bem o tempo todo, de seguir mesmo quando o corpo pede pausa. Algumas coisas precisam de tempo para se ajeitar por dentro.
O “deixa para depois”. Depois do fim de ano, depois das férias, depois que tudo se organizar. A vida raramente se organiza sozinha e o corpo costuma cobrar quando é sempre o último da lista.
A culpa. Por não dar conta, por sentir demais, por precisar parar. Culpa não cuida. Escuta cuida.

Para o próximo ano, sigo com menos ruído e mais atenção. E espero que você também.

Que seja um ano de mais olhar, mais cuidado e mais gentileza com o próprio corpo. Porque quase tudo que importa avisa antes, quando a gente se permite observar.

O Natal não mexe só com a agenda. Ele mexe com memórias, expectativas, ausências e cobranças e o corpo sente tudo isso.N...
26/12/2025

O Natal não mexe só com a agenda. Ele mexe com memórias, expectativas, ausências e cobranças e o corpo sente tudo isso.

Nesse período, é comum ver alterações no sono, aumento do estresse, mudanças na alimentação e na rotina. E tudo isso conversa diretamente com o sistema hormonal.

Cortisol elevado, noites mal dormidas e sobrecarga emocional podem impactar o ciclo menstrual, a libido, o intestino, o humor e até intensificar sintomas como inchaço, dor pélvica e sangramentos fora do padrão.

Não é fraqueza. É fisiologia. Quando emoções ficam à flor da pele, os hormônios podem sair do eixo e o corpo começa a falar. Às vezes em silêncio, às vezes em desconfortos que não devem ser ignorados.

Cuidar da saúde feminina também passa por reconhecer que o emocional faz parte do diagnóstico. Sempre!

Entre consultas, histórias, escutas e decisões difíceis, a medicina me ensinou muito, mas foi a família que me lembrou t...
24/12/2025

Entre consultas, histórias, escutas e decisões difíceis, a medicina me ensinou muito, mas foi a família que me lembrou todos os dias por que cuidar vale a pena.

Que neste Natal a gente possa desacelerar, acolher quem está perto, lembrar de quem faz falta e, principalmente, olhar para nós mesmas com mais gentileza.

Desejo um Natal de afeto, saúde e silêncio bom. Daqueles que aquecem por dentro e dão sentido ao que realmente importa.

Com carinho,
Dra. Marcela e família!

Feliz Natal ✨

Todos os anos, nessa época, escuto frases muito parecidas no consultório:“Deixei para depois.”“Passei o ano inteiro empu...
23/12/2025

Todos os anos, nessa época, escuto frases muito parecidas no consultório:
“Deixei para depois.”
“Passei o ano inteiro empurrando.”
“Achei que fosse normal.”

O Natal me lembra que muitas mulheres cuidam de tudo, da casa, da família, dos outros, e deixam o próprio corpo para depois. Mas o corpo não entra em recesso. Ele continua avisando, mesmo quando ninguém quer ouvir.

A medicina me ensinou que prevenir é um ato silencioso de amor. E que escutar uma mulher com atenção pode mudar histórias antes que a doença precise aparecer.

Que esse Natal seja também um convite: olhar para si com o mesmo cuidado que você oferece a quem ama. Porque saúde não é luxo. É presença.

O anticoncepcional pode ser um grande aliada, mas também pode silenciar sinais importantes do corpo feminino.No consultó...
19/12/2025

O anticoncepcional pode ser um grande aliada, mas também pode silenciar sinais importantes do corpo feminino.

No consultório, vejo com frequência mulheres que acreditam estar “bem” porque não sentem dor ou não têm sangramentos, quando, na verdade, alguns sinais estão sendo mascarados.

Entre eles:
* irregularidades menstruais
* sangramentos fora do ciclo
* sintomas da endometriose ou adenomiose
* alterações hormonais importantes
* sinais iniciais de distúrbios ginecológicos

Quando o ciclo é artificialmente regulado, o corpo pode deixar de “avisar” que algo não vai bem. Por isso, o uso do anticoncepcional deve sempre vir acompanhado de acompanhamento médico regular, escuta atenta e investigação quando algo foge do padrão.

Silenciar sintomas não é o mesmo que estar saudável.

“Doutora, eu não sinto mais vontade.”Essa frase nunca é simples e nunca é só sobre libido.Quando uma paciente relata per...
18/12/2025

“Doutora, eu não sinto mais vontade.”
Essa frase nunca é simples e nunca é só sobre libido.

Quando uma paciente relata perda do desejo sexual, o primeiro passo não é medicar. É escutar. Porque o desejo feminino é multifatorial e o corpo costuma dar pistas antes de “desligar”.

O que avalio primeiro:
* alterações hormonais (estrogênio, testosterona, tireoide)
* uso de anticoncepcional ou outros medicamentos
* cansaço crônico, sono e sobrecarga mental
* dor nas relações, ressecamento íntimo ou desconforto
* questões emocionais e de relacionamento

Muitas vezes, a perda do desejo é um sinal de que algo está fora de equilíbrio — físico ou emocional — e não um “problema em si”.

Libido não desaparece do nada. Ela responde ao cuidado, ao acolhimento e a um olhar que trata a mulher como um todo, não como um sintoma isolado.

A realidade é outra. Cada vez mais mulheres jovens chegam ao consultório com alterações no endométrio, muitas vezes após...
17/12/2025

A realidade é outra. Cada vez mais mulheres jovens chegam ao consultório com alterações no endométrio, muitas vezes após anos ignorando sinais como:
* sangramentos fora do ciclo
* menstruações muito intensas ou prolongadas
* escapes frequentes
* dor pélvica persistente

Fatores como obesidade, sedentarismo, resistência à insulina, alterações hormonais e histórico familiar aumentam o risco, independentemente da idade.

O câncer de endométrio costuma começar em silêncio, mas raramente passa despercebido quando o corpo é ouvido a tempo.

Prevenção não tem idade. E informação salva histórias antes que a doença precise gritar.

Muitas mulheres acreditam que estão fazendo tudo certo, mas alguns hábitos comuns aumentam silenciosamente o risco de câ...
15/12/2025

Muitas mulheres acreditam que estão fazendo tudo certo, mas alguns hábitos comuns aumentam silenciosamente o risco de câncer de endométrio. E o pior: quase ninguém percebe esses sinais no início.

Os três erros que mais vejo no consultório são:
1. Ignorar sangramentos fora do ciclo
Mesmo pequenos escapes após a menopausa ou entre as menstruações podem indicar alterações no endométrio. É um dos sinais mais importantes e não deve ser considerado “normal”.

2. Deixar o sedentarismo assumir o controle
O excesso de peso e a falta de movimento alteram o metabolismo e os hormônios, aumentando o risco de hiperplasia endometrial e câncer.

3. Adiar exames ginecológicos de rotina
O câncer de endométrio geralmente começa de forma silenciosa, e o diagnóstico precoce muda completamente o tratamento e o prognóstico.

Cuidar da saúde íntima é mais do que evitar doenças é reconhecer que seu corpo fala antes da doença aparecer. E ouvir esses sinais é a forma mais eficaz de prevenção.

Existe um medo silencioso que acompanha muitas mulheres antes da histerectomia: “Será que minha vida sexual vai acabar?”...
12/12/2025

Existe um medo silencioso que acompanha muitas mulheres antes da histerectomia: “Será que minha vida sexual vai acabar?”

Mas a verdade, observada diariamente no consultório, é outra: o prazer não depende do útero. Ele nasce da conexão, da excitação, da autoestima, da lubrificação, do toque e de um corpo que aprende a se redescobrir.

Depois da retirada do útero, muitas mulheres relatam:
• mais liberdade para viver a sexualidade sem medo de dor ou sangramentos
• mais autoconfiança
• uma nova forma de perceber o próprio corpo
• uma sexualidade mais consciente e madura

A histerectomia pode transformar a vida íntima, sim não para pior, mas para um novo caminho. Um caminho de reconexão, de descoberta e de prazer possível.

Com acompanhamento adequado e informação confiável, é totalmente possível viver relações saudáveis, completas e satisfatórias.

É muito comum que mulheres cheguem ao consultório dizendo:“Estou ansiosa”, “Meu emocional está abalado”, “Não sei por qu...
10/12/2025

É muito comum que mulheres cheguem ao consultório dizendo:
“Estou ansiosa”, “Meu emocional está abalado”, “Não sei por que estou tão irritada”.

Mas, na verdade, o que está acontecendo é uma combinação poderosa: oscilações hormonais da perimenopausa que imitam sintomas emocionais.

Na perimenopausa, o corpo passa por mudanças intensas que podem gerar:
• alterações de humor
• dificuldade para dormir
• sensação de ansiedade e inquietação
• lapsos de memória
• irritabilidade fora do padrão

Tudo isso pode se confundir com ansiedade e muitas mulheres passam anos tentando controlar o emocional, quando o que realmente precisa ser avaliado são os hormônios.

Entender essa fase permite um tratamento mais preciso, respeito ao seu corpo e acolhimento da sua história.

Perimenopausa não é “coisa da sua cabeça”: é fisiologia, é vida real e é cuidado.

Endereço

Rua Alameda Toledo Ribas, 716, Sala 01
Itapeva, SP

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Quarta-feira 08:00 - 12:00

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