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As férias chegaram, mas o aprendizado continua!Muitos pais se preocupam com a “perda de conteúdo”, mas a pausa é vital:1...
18/12/2025

As férias chegaram, mas o aprendizado continua!

Muitos pais se preocupam com a “perda de conteúdo”, mas a pausa é vital:

1. Tempo de Consolidação
Durante o ano, o cérebro recebe um volume enorme de informações. As férias oferecem o descanso necessário para o cérebro organizar, reforçar e arquivar o que foi aprendido. Esse processo de Consolidação é o que garante que o conhecimento se torne memória de longo prazo!

2. Desenvolvimento Lúdico das Funções Executivas
Longe da pressão das provas, o cérebro trabalha de forma natural:

Jogos de Tabuleiro e Brincadeiras Livres: Fortalecem Planejamento, Organização e Controle de Impulsos (Funções Executivas), essenciais para o foco na sala de aula.

Criatividade: O ócio e a liberdade estimulam o pensamento divergente e a solução de problemas de forma inovadora.

3. Regulação Emocional
O estresse acumulado da rotina escolar é aliviado. Um cérebro descansado e um emocional regulado resultam em:

Maior disposição e interesse para aprender quando as aulas retornarem.

Melhora na atenção e no humor.

Aproveite as férias! O descanso ativo e o brincar livre são as melhores ferramentas psicopedagógicas para preparar o cérebro para um novo ciclo!

Como você garante um “Cérebro de Férias” em casa? Compartilhe suas atividades favoritas! 👇

Por que dezembro cansa tanto?Porque tudo parece urgente ao mesmo tempo.Pendências do trabalho, expectativas familiares, ...
15/12/2025

Por que dezembro cansa tanto?

Porque tudo parece urgente ao mesmo tempo.

Pendências do trabalho, expectativas familiares, compromissos sociais, decisões que ficaram para depois… a mente tenta fechar todos os ciclos antes do ano acabar.

Na Psicologia, isso acontece porque o cérebro não gosta de deixar coisas em aberto — e gasta muita energia tentando resolver tudo de uma vez.

O problema é que, nessa corrida, o corpo entra em exaustão.

Você chega perto do descanso já esgotada, sem conseguir relaxar de verdade.

✨ Um lembrete necessário:
nem tudo precisa ser concluído agora.

Algumas coisas podem ser organizadas, pausadas e retomadas depois.

O que mais está pesando para você neste fim de ano?

Salva este post para se lembrar: descansar também é cuidado.

Dezembro chegou, e a pressão é gigante: você deve estar feliz, festivo e grato. Mas o que fazer quando sua realidade int...
03/12/2025

Dezembro chegou, e a pressão é gigante: você deve estar feliz, festivo e grato. Mas o que fazer quando sua realidade interna é luto, tristeza ou esgotamento?

A Psicologia nomeia esse fenômeno como Tirania da Alegria Obrigatória.

Essa tirania é a pressão social e midiática que nos força a anular emoções legítimas em nome de um ideal de celebração perfeita. Ela nos faz sentir que somos ingratos ou que estamos “falhando” com o espírito de Natal se não estivermos sorrindo o tempo todo.

O Custo de Ser “Feliz” à Força

Quando negamos nossas emoções reais para atender a essa expectativa externa, o preço é alto:
1. Silenciamento da Dor: A tristeza é reprimida, gerando ansiedade e tensão interna que pode explodir depois.

2. Solidão na Multidão: Sentir-se triste em um ambiente que exige euforia intensifica a sensação de isolamento.

3. Autocrítica: O julgamento é cruel: “Eu deveria estar feliz. Sou um ingrato(a).” Isso mina sua autoestima.

Sua Permissão para Sentir
Sua saúde mental depende da sua autenticidade emocional. Você não precisa cumprir um roteiro social.

• Valide: Permita-se sentir o que for. “Estou cansado(a)/triste, e isso é válido.”

• Estabeleça Limites: Honre sua energia. Não se sinta obrigado(a) a ir ou a ficar até o final das reuniões.

• Comunique: Você pode amar as pessoas e, ainda assim, precisar de espaço.

Seu maior presente para si mesmo neste final de ano é a liberdade de ser honesto(a) com o seu estado emocional.

Você se sente pressionado(a) a sorrir?

Você já se perguntou por que as relações hoje parecem ter prazo de validade? Um dia é intenso, no outro, a pessoa some. ...
28/11/2025

Você já se perguntou por que as relações hoje parecem ter prazo de validade? Um dia é intenso, no outro, a pessoa some. Isso dói, e não é culpa sua: é a angústia do amor líquido.

O problema não está em você. Está na cultura da fuga.

O Medo de Ficar vs. O Medo de Perder
Vivemos com a ilusão de que a felicidade está na próxima notificação. Isso nos faz correr de duas coisas essenciais:

A FRUSTRAÇÃO: O amor real exige lidar com o defeito do outro. Mas na lógica líquida, ao invés de negociar, a gente pensa: “É mais fácil trocar.” A imperfeição vira motivo para o ghosting e para o fim.

O COMPROMISSO: Assinar o compromisso significa sacrificar a fantasia de que existe alguém perfeito lá fora. Correr do vínculo é uma forma de proteger nossa “liberdade”, mas o preço é a solidão constante.

O Gráfico da Angústia
O relacionamento líquido faz você se sentir um produto. Você é valorizado(a) pela satisfação imediata que oferece. Mas se o seu valor depende do olhar externo, a insegurança é infinita.

É o seu narcisismo ferido! O medo de ser descartado reflete o reconhecimento inconsciente de que o vínculo que você construiu era, de fato, superficial.

✨ O Antídoto Psicanalítico
Quer sair desse ciclo? O caminho é investir no que é sólido:

Sustente a Falta: Não tente preencher o vazio com o próximo match. Aceite que a falta faz parte de você e ela é o motor do seu desejo autêntico.

Ame o Imperfeito: Tenha a coragem de construir um vínculo que resista aos defeitos, tanto seus quanto os do outro.

Sua plenitude não está na prateleira do próximo aplicativo, mas no seu próprio trabalho de autoconhecimento. Dê ao seu coração a chance de ser sólido de novo.

Você se identifica com o medo de ser descartável? Qual a maior dificuldade em construir algo sólido hoje? 👇 Compartilhe nos comentários.

No mundo da Psicopedagogia, adotamos um conceito que transforma a nossa forma de ver o aprendizado e o desenvolvimento: ...
27/11/2025

No mundo da Psicopedagogia, adotamos um conceito que transforma a nossa forma de ver o aprendizado e o desenvolvimento: a Neurodiversidade.

O Que é Neurodiversidade?
A Neurodiversidade é a ideia de que as variações neurológicas humanas – como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), o TDAH, a Dislexia e outras – são diferenças naturais e válidas na população, assim como a diversidade de gênero, raça ou cultura.

Não é um transtorno; é um termo que celebra a pluralidade de cérebros. Em vez de ver essas condições como “erros” a serem corrigidos, a Neurodiversidade nos convida a vê-las como variações de funcionamento que trazem consigo um conjunto único de desafios E de talentos.

Uma Nova Visão para o Aprendizado
Quando olhamos para a Neurodiversidade, nossa abordagem muda drasticamente:

De “Defeito” para “Diferença”: Entendemos que um aluno disléxico não tem um cérebro que não funciona, mas sim um cérebro que processa a linguagem de forma diferente.

Foco nas Potencialidades: Passamos a valorizar as habilidades únicas que acompanham a neurodiversidade, como a atenção aos detalhes no TEA, a hiperfoco (em certas áreas) no TDAH, ou o raciocínio espacial avançado.

O Papel da Psicopedagogia Inclusiva
Nosso trabalho é garantir que o ambiente se adapte ao aluno, e não o contrário. Na prática, isso significa:

Mapear o Perfil: Conhecer a forma única de aprender de cada indivíduo, identificando seus desafios e, principalmente, suas forças cognitivas.

Adaptar o Ensino: Utilizar métodos multissensoriais, recursos visuais e rotinas previsíveis para atender às necessidades específicas (como as de um aluno com TEA) e garantir que a informação seja acessível a todos os tipos de cérebros.

Promover a Aceitação: Ajudar a criança e a família a entenderem que ser neurodivergente é uma característica e não uma limitação, fortalecendo a autoestima e a identidade.

Celebrar a Neurodiversidade é construir um mundo onde todos têm o direito de aprender, contribuir e brilhar à sua maneira. É reconhecer que um jardim só é belo porque tem flores de todas as formas e cores!

Novembro chega e, com ele, a promessa de ofertas imperdíveis. Mas, antes de você clicar em “Comprar”, a Psicologia te fa...
24/11/2025

Novembro chega e, com ele, a promessa de ofertas imperdíveis. Mas, antes de você clicar em “Comprar”, a Psicologia te faz um convite: olhe para a sua emoção, e não apenas para o preço.

Nossa relação com o dinheiro não é lógica; é profundamente emocional. E é essa falta de Inteligência Emocional que sabota nosso planejamento financeiro, especialmente em períodos de alto consumo como a Black Friday.

As Emoções que Destroem Seu Orçamento
O consumo impulsivo é quase sempre uma fuga ou um mecanismo de regulação emocional. Reconheça os sabotadores:

Medo de Perder (FOMO): O medo de que a “oportunidade” acabe ou de que você se arrependa por não ter aproveitado (“Se eu não comprar agora, vou perder para sempre!”). Esse pânico leva a compras desnecessárias e apressadas.

Impulsividade: O cérebro busca a recompensa imediata. O ato de comprar libera dopamina, criando um alívio momentâneo para o estresse ou o tédio. A satisfação dura segundos, mas o boleto dura meses.

Culpa e Autopunição: Gastar excessivamente pode ser uma forma inconsciente de autopunição (“Eu não mereço ter dinheiro”). E, paradoxalmente, a culpa após o gasto gera mais estresse, que pode levar a um novo ciclo de compras para aliviar a culpa!

A Estratégia da Inteligência Emocional nas Finanças
Ter Inteligência Emocional com o dinheiro significa fazer escolhas conscientes, e não reativas.

Valide a Emoção: Antes de comprar, pare e pergunte: “O que eu estou sentindo agora? Estou entediado, ansioso, ou estou realmente precisando disso?”

A Regra dos 48 Horas: Para grandes compras (ou tentações), adie por 48 horas. A emoção que impulsiona a compra geralmente se dissipa, permitindo uma decisão lógica.

Planeje o Sentimento: O que você realmente busca com essa compra? Se é alegria, busque fontes de alegria que não geram dívidas (passeio, exercício, tempo de qualidade).

Use o poder do seu dinheiro com intenção. Neste mês, que a sua Inteligência Emocional seja o seu melhor planejamento financeiro.

Neste Black Friday, qual emoção você vai vigiar mais de perto?

Você bate a meta, recebe a promoção e, em vez de sentir orgulho, a primeira coisa que pensa é: “Eu enganei todo mundo!” ...
17/11/2025

Você bate a meta, recebe a promoção e, em vez de sentir orgulho, a primeira coisa que pensa é: “Eu enganei todo mundo!” ou “Foi pura sorte”?

Se você vive com esse medo constante de ser “desmascarado(a)”, você está vivenciando a Síndrome do Impostor.

Na Psicologia, entendemos que essa síndrome é um padrão de pensamento onde, apesar de todas as evidências de competência, a mente internaliza a sensação persistente de ser uma fraude. Você atribui o sucesso ao acaso e nega sua própria capacidade.

O Ciclo Vicioso da Insegurança
Esse padrão é exaustivo:

Medo e Ansiedade: Você vive sob o pânico de que a “incompetência” será exposta a qualquer momento.

Perfeccionismo Exaustivo: Tentar ser impecável para evitar o erro, resultando em burnout.

Desvalorização: Minimiza cada conquista, mantendo a insegurança intacta.

Comece a Quebrar a Máscara
Romper com esse ciclo exige autoconsciência:

Valide: Anote seus sucessos e as habilidades que você realmente usou. Desafie a voz que diz que é sorte.

Se Permita: Aceite que errar é humano e que você não precisa saber tudo.

Busque Ajuda: A raiz dessa insegurança precisa ser olhada.

Sua capacidade é real, e você merece o reconhecimento que recebe!

VOCÊ SE IDENTIFICOU? Não deixe a insegurança roubar o seu brilho e seu merecimento! Nossas psicólogas estão prontas para ajudar você a desconstruir a Síndrome do Impostor e internalizar seu verdadeiro valor.

Mande uma mensagem (DM) agora e agende sua primeira sessão!

Você já teve aquela dor de cabeça insistente, aquela gastrite que não passa ou um nó na garganta que aperta, mesmo depoi...
14/11/2025

Você já teve aquela dor de cabeça insistente, aquela gastrite que não passa ou um nó na garganta que aperta, mesmo depois que os exames médicos dizem que “não há nada de físico”?

Se sim, saiba que essa é a linguagem da somatização. É um fenômeno profundamente humano e um dos sinais mais claros de que sua mente está em silêncio, mas seu corpo está gritando por ajuda.

O Corpo Fala O Que a Boca Cala
Na psicanálise, entendemos a somatização como uma tentativa de expressão do seu inconsciente. O que acontece?

A Repressão: Uma emoção (raiva, medo, angústia, tristeza) é tão dolorosa ou inaceitável que o nosso Eu (Ego) a reprime, forçando-a a ficar debaixo do tapete.

O Desvio: Essa energia emocional não desaparece. Sem poder se transformar em palavra na consciência, ela encontra o caminho mais próximo para se manifestar: o corpo.

O Sintoma: A dor física (a enxaqueca, a tensão muscular) é, na verdade, um sintoma que carrega a mensagem daquela emoção reprimida. O corpo se torna o palco do conflito que você não conseguiu nomear.

Se você não consegue dar voz à sua dor psíquica, o seu corpo assume a função.

💡 O Convite para a Escuta
O sintoma somático é um convite urgente para um trabalho de tradução. Ele está dizendo: “Pare! Tem algo aqui que precisa ser sentido e falado.”

A análise ajuda justamente a fazer essa tradução: a ir da dor física de volta para a palavra perdida. Ao dar nome à angústia e ao conflito, a necessidade do corpo de gritar diminui.

Ouça seu corpo com carinho. Ele não está te traindo; ele está sendo o mensageiro fiel da sua história emocional.

Qual parte do seu corpo costuma ser a “porta-voz” da sua ansiedade? Compartilhe sua reflexão nos comentários. 👇

Endereço

Rua Escolástica Chaluppe, 40/Sala 30
Itapevi, SP
06653-050

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