Dr. Frederico Pediatra

Dr. Frederico Pediatra Médico formado pela Universidade Gama Filho em Rio de Janeiro-RJ. Em sua formação concluiu resid?

Antes de entrar em 2026, esvazie a bagagem e deixe tudo de ruim em 2025. Só leve as reflexões e as boas lembranças. Afin...
31/12/2025

Antes de entrar em 2026, esvazie a bagagem e deixe tudo de ruim em 2025. Só leve as reflexões e as boas lembranças. Afinal, a mala precisa ter espaço para tudo de bom que encontrará no ano-novo.

1️⃣ Não é “frescura”. É sobrecarga.Crianças estão adoecendo mais cedo porque vivem em alerta constante: estímulos demais...
29/12/2025

1️⃣ Não é “frescura”. É sobrecarga.
Crianças estão adoecendo mais cedo porque vivem em alerta constante: estímulos demais, descanso de menos e cobrança como se fossem adultos em miniatura.

2️⃣ Mente e corpo não se separam — nunca.
Ansiedade mal cuidada vira insônia. Insônia vira doença. Doença vira atraso, culpa e isolamento. O problema não começa no corpo, mas sempre termina nele.

3️⃣ O ambiente adoece antes do diagnóstico.
Doenças crônicas na infância raramente surgem do nada. São o resultado de um ritmo de vida que não respeita o tempo de ser criança.

Vamos cuidar das nossas crianças!

Que seja um dia vivido com amor, cuidado e alegria verdadeira.
24/12/2025

Que seja um dia vivido com amor, cuidado e alegria verdadeira.

Falar sobre TDAH ainda gera desconforto. Existe medo de rótulos, receio de exageros e, ao mesmo tempo, o risco real de i...
22/12/2025

Falar sobre TDAH ainda gera desconforto. Existe medo de rótulos, receio de exageros e, ao mesmo tempo, o risco real de ignorar um sofrimento que está ali, silencioso. Por isso, essa conversa precisa ser honesta — sem extremos.

Nem toda criança agitada tem TDAH. Nem toda dificuldade escolar é preguiça. E nem todo diagnóstico signif**a sentença. Crianças são diferentes entre si. Algumas pensam rápido demais, sentem tudo intensamente, têm dificuldade de frear o impulso. O problema não é ser assim. O problema é sofrer por não conseguir se adaptar a um mundo que exige silêncio, foco contínuo e controle emocional precoce.

O TDAH não é falta de educação. Não é resultado de criação frouxa. Não é culpa da família. É uma condição neurobiológica que afeta atenção, organização e controle dos impulsos. Quando não reconhecida, vira rótulo injusto: “bagunceiro”, “desinteressado”, “difícil”.

Uma conversa franca começa entendendo que diagnóstico não é ponto final. É ponto de partida. Ele abre portas para estratégias, adaptações, apoio emocional e, quando necessário, tratamento adequado. O maior risco não é investigar. É ignorar.

Crianças com TDAH não precisam ser consertadas. Precisam ser compreendidas. Quando o ambiente muda, quando o adulto ajusta o olhar, quando a cobrança dá lugar à orientação, muita coisa melhora. Não por mágica. Mas por cuidado.

O verão chega avisando. Os dias f**am mais longos, as roupas mais leves, a rotina mais solta. Para as crianças, é quase ...
17/12/2025

O verão chega avisando. Os dias f**am mais longos, as roupas mais leves, a rotina mais solta. Para as crianças, é quase um convite oficial à liberdade. Mas o corpo infantil sente essa mudança — e sente bastante.

O calor muda tudo. O sono pode f**ar mais agitado. A fome muda de horário. A sede aumenta, mas nem sempre a criança percebe. E é aí que começam pequenos desequilíbrios que passam despercebidos: desidratação leve, cansaço fora do comum, irritabilidade que parece birra, mas é exaustão térmica.

No verão, o corpo trabalha mais para se equilibrar. Transpira mais, perde mais líquidos, precisa de pausas. Criança não sabe medir limite sozinha. Ela br**ca até o corpo pedir socorro. Por isso, o cuidado nessa época não é restringir — é organizar.

Água precisa estar sempre por perto, mesmo quando não há pedido. Alimentação mais leve ajuda o corpo a não gastar energia demais digerindo. Roupas adequadas evitam assaduras, irritações e infecções de pele. E o sol, que é amigo, precisa ser tratado com respeito: horários certos, proteção adequada, pausas na sombra.

O verão também traz mais contato com água, areia, piscinas, viagens. Tudo ótimo. Mas exige atenção redobrada com ouvidos, pele, pés e intestino. Pequenos sintomas nessa época não devem ser normalizados como “coisa da estação”. O corpo fala — só muda o idioma.

Quando o verão é bem conduzido, ele vira memória boa. Corpo leve, br**cadeira saudável e menos sustos. O segredo não é controlar demais. É observar melhor.

Cuidar da saúde de uma criança não é seguir uma cartilha rígida. É muito mais parecido com caminhar junto. Às vezes de m...
15/12/2025

Cuidar da saúde de uma criança não é seguir uma cartilha rígida. É muito mais parecido com caminhar junto. Às vezes de mãos dadas, às vezes observando de longe, mas sempre atento aos sinais. Uma infância saudável não nasce apenas da ausência de doenças. Ela se constrói nos detalhes do dia a dia, nas pequenas decisões que parecem simples, mas somadas fazem uma enorme diferença.

Saúde infantil começa antes do consultório. Começa na rotina da casa, no sono respeitado, na alimentação possível — não perfeita —, no tempo para br**car, sujar o joelho, correr, cair e levantar. Criança saudável não é criança engessada. É criança que vive, que explora, que sente segurança para ser quem é.

O suporte médico entra como um farol. Não para assustar, mas para orientar. Não para apontar erros, mas para ajustar caminhos. Um acompanhamento bem feito não olha apenas exames ou curvas no gráfico. Ele escuta histórias. Observa comportamentos. Entende o contexto daquela família, daquela criança específ**a, com suas manias, seus medos e seu jeito único de existir no mundo.

Muitas vezes, o que mais protege a saúde é a prevenção silenciosa: uma conversa feita na hora certa, uma orientação simples que evita problemas lá na frente, um olhar atento que percebe algo antes de virar sintoma. Não é sobre correr ao médico só quando algo dá errado. É sobre caminhar junto antes que o problema apareça.

Cuidar da infância é aceitar que não existe perfeição. Existe presença. Existe acompanhamento. Existe ajuste de rota quando necessário. E existe algo fundamental: confiança. Quando família e cuidado caminham juntos, a infância floresce mais leve. E isso, no fim das contas, é o que toda criança merece.

Cuidar de um bebê prematuro é aprender, na pele, que força também cabe em poucos gramas. Você vive entre o medo e a espe...
10/12/2025

Cuidar de um bebê prematuro é aprender, na pele, que força também cabe em poucos gramas. Você vive entre o medo e a esperança, tentando acertar em um mundo que não veio com manual. E tudo bem — ninguém nasce sabendo. Esses pequenos não pedem perfeição; pedem presença, colo, vínculo. Cada ganho de peso, cada respiração estável, cada olhar é uma vitória. E você faz parte essencial dessa história que está apenas começando.

Qual é o seu medo?

E se o problema das noites difíceis não for a criança… mas a rotina que os adultos insistem em dizer que “está tudo bem ...
08/12/2025

E se o problema das noites difíceis não for a criança… mas a rotina que os adultos insistem em dizer que “está tudo bem assim”?

Viver com uma doença crônica na infância — como diabetes tipo 1, asma, doença renal, alergias alimentares ou problemas a...
03/12/2025

Viver com uma doença crônica na infância — como diabetes tipo 1, asma, doença renal, alergias alimentares ou problemas autoimunes — exige mais do que consultas e medicações. Exige educação, autonomia progressiva, suporte emocional e, principalmente, um plano para a vida adulta.

Os pais carregam muito peso. Medo de crises, medo do futuro, medo do adolescente que “acha que está tudo bem”. Mas existe um ponto essencial: a criança com doença crônica não precisa só de tratamento — precisa aprender a se cuidar. Desde cedo, ela deve entender seu corpo, reconhecer sinais de alerta, participar das decisões e criar confiança na sua própria capacidade.

A transição para a vida adulta não acontece aos 18 anos. Ela começa lá atrás, quando os pais permitem que a criança faça escolhas seguras, participe dos cuidados, aprenda a monitorar sua condição, compreenda o porquê de cada passo. O adolescente que sabe manejar sua doença é o adulto que vive com qualidade.

O grande erro é deixar tudo nas mãos dos pais e, de repente, esperar que o jovem “se vire”. Isso aumenta risco de descontrole, internações e crises. A transição precisa ser lenta, guiada, respeitosa. Com espaço para dúvidas, para falhas e para amadurecimento.

Cuidar de uma doença crônica na infância não é um desafio isolado — é um projeto de longo prazo. É preparar essa criança para viver bem, com autonomia e dignidade. Porque crescer com saúde não signif**a eliminar a doença, e sim aprender a atravessar a vida com ela, sem se perder no caminho.

“Se você percebe que seu filho sempre sente dor de barriga nos mesmos momentos — antes da escola, no fim do dia, nas tar...
01/12/2025

“Se você percebe que seu filho sempre sente dor de barriga nos mesmos momentos — antes da escola, no fim do dia, nas tarefas — vale olhar além dos exames. Muitas vezes, essa dor é o jeito que o corpo encontra para avisar que algo emocional está pesando: medo, ansiedade, rotina difícil, tensão em casa. E quando ainda somam pouca água, pouca fibra e pouco movimento, o intestino f**a ainda mais sensível. O caminho melhora quando você reduz pressões, organiza a rotina e ajusta o básico do dia a dia. A dor não some ‘do nada’ — ela vai embora quando deixa de ser o único jeito dele pedir ajuda.”

Pouca coisa assusta mais uma mãe do que ver o filho “voltar atrás”. A criança que já dormia bem começa a acordar a noite...
27/11/2025

Pouca coisa assusta mais uma mãe do que ver o filho “voltar atrás”. A criança que já dormia bem começa a acordar a noite inteira; a que já tinha deixado a fralda volta a fazer xixi na cama; a que falava frases inteiras passa a se calar ou trocar palavras simples. Parece que algo desandou. Mas, na maioria das vezes, a regressão é uma linguagem emocional.

Crianças não dizem “estou insegura”, “estou com medo”, “não sei lidar com isso”. Elas mostram. Mudança de escola, nascimento de um irmão, brigas em casa, sensação de perda, excesso de estímulos, novas rotinas — tudo isso bagunça o mundo interno delas. E o cérebro infantil, ainda imaturo para explicar o que sente, responde com comportamentos antigos. É uma tentativa de pedir acolhimento.

Regredir não é falhar. É buscar segurança no que já foi familiar. Voltar a fazer xixi na cama pode ser ansiedade. Dormir mal pode ser medo. Fala retraída pode ser sobrecarga emocional. E nenhuma dessas reações é frescura.

O mais importante é perceber que regressão não é para “corrigir”: é para investigar. O que mudou? O que ela perdeu? Do que ela está com medo? O que exigiu demais para a idade?

Quando a rotina volta ao equilíbrio, quando o ambiente emocional se acalma, quando a criança se sente novamente vista e protegida, o desenvolvimento retoma seu caminho natural. E é aí que entendemos: regressão é só uma pausa. Um pedido silencioso de ajuda. E quando acolhemos esse pedido, ela volta a avançar — com mais força e mais segurança.

Se tem uma frase que repito todos os dias no consultório é: “Doutor, meu filho vive doente desde que entrou na escola”. ...
25/11/2025

Se tem uma frase que repito todos os dias no consultório é: “Doutor, meu filho vive doente desde que entrou na escola”. E eu entendo. É assustador ver a febre subir rápido, a tosse não dar trégua e a criança parecer estar sempre se recuperando de algo. Mas existe um ponto importante que pouca gente explica: o sistema imunológico precisa de treino, e a escola é exatamente o lugar onde isso acontece.

Quando a criança convive com outras, ela entra em contato com uma variedade enorme de vírus comuns — aqueles que passam pelo ar, pelo toque, pelos brinquedos, pelos alimentos compartilhados. E sim, é normal que isso gere episódios sucessivos de febre, coriza, tosse, e até aqueles quadros que parecem intermináveis. Não é fragilidade. Não é “baixa imunidade”. É desenvolvimento. É maturação biológica.

O problema é que, no meio desse processo, os pais se assustam com qualquer febre mais alta ou com aquela tosse que insiste em piorar à noite. E a verdade é que algumas vezes realmente vale investigar mais: quando há dificuldade para respirar, febre que passa de três dias, recusa total de líquidos, sonolência excessiva ou quando o quadro “vai e volta” sem nenhum intervalo de melhora.

Mas na maioria das vezes não é nada além do esperado. O que precisamos é alinhar expectativa: uma criança pequena pode ter 8 a 12 infecções virais por ano, especialmente nos primeiros anos de creche. Isso não signif**a algo sério. Signif**a que o sistema imunológico dela está se fortalecendo.

A boa notícia? Com o tempo, o corpo aprende, cria memória e reage melhor. É por isso que as viroses diminuem conforme a criança cresce.

O papel dos pais é observar, acolher e entender que o corpo dela não está falhando — está justamente aprendendo a se proteger.

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