Dra Yana Cardiologista

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Você chega a um novo ano com o mesmo coração — mas não com as mesmas escolhas.Talvez 2026 não precise de promessas grand...
31/12/2025

Você chega a um novo ano com o mesmo coração — mas não com as mesmas escolhas.
Talvez 2026 não precise de promessas grandiosas, e sim de mais atenção ao que você ignora no dia a dia: seus limites, seus sinais, seu ritmo.
Que este novo ano comece com mais presença, mais prevenção e mais respeito pelo corpo que te sustenta todos os dias.

Desejo a todos "Boas Festas" e um feliz 2026"

O coração não entende datas comemorativas.Ele responde ao excesso.Durante esse período, alguns sinais não devem ser igno...
29/12/2025

O coração não entende datas comemorativas.
Ele responde ao excesso.

Durante esse período, alguns sinais não devem ser ignorados:
* dor ou aperto no peito
* falta de ar fora do habitual
* palpitações persistentes
* tontura, desmaio
* inchaço súbito nas pernas
Esses não são “cansaço de festa”. São pedidos de atenção.

Para quem já tem doença cardíaca, o fim do ano exige mais cuidado, não mais medo.
Manter a medicação, respeitar limites, moderar exageros e reconhecer sintomas é parte do tratamento. Celebrar também é possível — desde que com consciência.

E para todos, cardiopatas ou não, o início de um novo ano é uma oportunidade silenciosa:
reavaliar, prevenir, ajustar rotas.
Uma consulta com o cardiologista não é sinal de fragilidade. É sinal de responsabilidade.

Nem sempre a medicina cura.
Mas sempre podemos cuidar.
Cuidar é acompanhar, prevenir, orientar, evitar que o problema apareça — ou que avance em silêncio.

Que o fim de 2025 seja também um convite à reflexão:
como você tratou seu coração este ano?
E como pretende cuidar dele em 2026?

Prevenção não é excesso de zelo.
É o que permite que a vida continue — com qualidade.

Risos soltos, coração tranquilo e gente por perto que faz bem. Vamos celebrar, agradecer e seguir em frente com alegria....
24/12/2025

Risos soltos, coração tranquilo e gente por perto que faz bem. Vamos celebrar, agradecer e seguir em frente com alegria.

Feliz Natal meus queridos amigos, familiares e pacientes!

Você treina, compete, performa — mas isso não torna seu coração imune.A aterosclerose também pode aparecer em atletas, i...
22/12/2025

Você treina, compete, performa — mas isso não torna seu coração imune.
A aterosclerose também pode aparecer em atletas, inclusive nos mais disciplinados.
Exames básicos nem sempre contam a história toda. Em alguns casos, é preciso ir além — e interpretar tudo dentro do contexto certo.
Performance ajuda. Avaliação protege.
Coração de atleta não se presume. Se entende.

Você treina forte, come “limpo” e chama isso de saúde.Mas o bastidor químico não aparece — e quem paga a conta, em silên...
17/12/2025

Você treina forte, come “limpo” e chama isso de saúde.
Mas o bastidor químico não aparece — e quem paga a conta, em silêncio, é o seu coração.

O corpo até responde rápido. O coração não negocia.
Atalho cobra juros: arritmia, dilatação, hipertrofia doente.

Não é ataque, é alerta.
Nenhum músculo sustenta um coração adoecido.

Muita gente acredita que cuidar da alimentação é apenas evitar gordura e sal. Mas o coração não responde a detalhes isol...
15/12/2025

Muita gente acredita que cuidar da alimentação é apenas evitar gordura e sal. Mas o coração não responde a detalhes isolados — ele responde ao conjunto. E hoje já sabemos que o padrão alimentar é mais importante do que um alimento específico.

O grande vilão moderno são os ultraprocessados: alimentos industrializados, cheios de açúcares escondidos, aditivos, óleos modificados e calorias vazias. Eles aumentam inflamação, alteram o intestino, desregulam hormônios e tornam o coração mais vulnerável ao longo do tempo. E o problema é que muitos deles parecem “inofensivos”: biscoitos, pães macios, bebidas prontas, molhos, snacks rápidos.

Por outro lado, alimentos de verdade — frutas, verduras, legumes, grãos, castanhas, proteínas limpas — fortalecem o corpo, melhoram a circulação, equilibram o açúcar e reduzem a pressão. Não são soluções mágicas, mas constroem uma base sólida para que o coração funcione bem.

A mudança começa pelo simples: menos embalagens, mais comida real; menos pressa, mais consciência; menos improviso, mais planejamento. Você não precisa de dietas complicadas — precisa de escolhas consistentes.

Estamos cercados de dados sobre o corpo, mas ainda usamos tudo como curiosidade — não como prevenção. Os wearables mostr...
10/12/2025

Estamos cercados de dados sobre o corpo, mas ainda usamos tudo como curiosidade — não como prevenção.

Os wearables mostram padrões, quedas de energia, alterações no sono e sinais precoces que o coração dá antes mesmo de adoecer.

A tecnologia não substitui consulta, mas te entrega pistas que encurtam o caminho até o cuidado certo.

A questão não é o que o relógio monitora… é o que você faz com o que ele mostra.

Eu falo de coração todos os dias — mas a verdade que poucos aceitam é: muito do que adoece o coração começa no intestino...
08/12/2025

Eu falo de coração todos os dias — mas a verdade que poucos aceitam é: muito do que adoece o coração começa no intestino.

Se seu microbioma desequilibra, sua inflamação sobe, sua pressão muda, sua saúde despenca.

Quando você cuida do intestino, você proteje o coração.
Quando você ignora… você paga a conta.

A gente normalizou dormir mal.Virou rotina acordar cansado, roncar alto, viver no café…Mas o coração não acha graça nenh...
03/12/2025

A gente normalizou dormir mal.
Virou rotina acordar cansado, roncar alto, viver no café…
Mas o coração não acha graça nenhuma disso.

Enquanto você diz “é só cansaço”, ele trabalha no limite: pressão sobe, açúcar descontrola, inflamação aumenta.

A pergunta é simples:
se o sono sustenta tudo — por que você trata como detalhe?

Talvez o que você chama de rotina… seja exatamente o que está te adoecendo.

É comum as pessoas tratarem o coração como um órgão isolado, que responde apenas a alimentação, colesterol e exercícios....
01/12/2025

É comum as pessoas tratarem o coração como um órgão isolado, que responde apenas a alimentação, colesterol e exercícios. Mas o coração é profundamente influenciado por algo que raramente é visto como fator de risco: a saúde mental. E ignorar isso pode custar caro.

O estresse constante aumenta hormônios como adrenalina e cortisol. Eles elevam a pressão, aceleram o coração, inflamam o corpo e mudam a forma como os vasos sanguíneos funcionam. A longo prazo, isso contribui para arritmias, hipertensão, dores no peito, ganho de peso e até risco aumentado de infarto. A mente sofre primeiro — o coração paga depois.

Muitos pacientes descrevem sintomas que parecem “ansiedade”: palpitações, aperto no peito, cansaço extremo, falta de ar em momentos de tensão. Mas esses sinais não são apenas emocionais; são respostas fisiológicas reais que mostram que o corpo está operando no limite.

O grande problema é que ainda existe vergonha em admitir esgotamento emocional. Muita gente prefere “aguentar”, fingir força, ignorar os sinais. E o coração interpreta isso como sobrecarga.

Cuidar da saúde mental não é luxo, é prevenção. Terapia, boas noites de sono, pausas na rotina, respiração profunda, momentos de silêncio e hábitos que trazem prazer são tão importantes quanto dieta e exercícios.

A mente conversa com o coração todos os dias. A questão é: você está ouvindo?

A maioria das pessoas acredita que, se treina algumas vezes por semana, está protegida. “Eu faço musculação”, “Eu corro”...
27/11/2025

A maioria das pessoas acredita que, se treina algumas vezes por semana, está protegida. “Eu faço musculação”, “Eu corro”, “Eu caminho todos os dias”. Mas o coração não funciona por compensação. Ele sente não apenas o exercício — sente também as horas em que você ficou imóvel, sentado, sem circulação ativa.

Hoje sabemos que ficar sentado por longos períodos aumenta o risco de insuficiência cardíaca, trombose, hipertensão e até morte prematura. E esse impacto acontece mesmo em pessoas que se exercitam regularmente. Isso surpreende muita gente, porque crescemos ouvindo que “atividade física salva”, mas quase ninguém fala sobre o que as horas de inatividade fazem no corpo.

Quando você passa 8, 9, 10 horas sentado, a circulação desacelera, a musculatura perde estímulo, a insulina trabalha pior e o coração precisa fazer mais força para manter tudo funcionando. O corpo interpreta essa imobilidade como um modo de alerta, ativando mecanismos inflamatórios que, aos poucos, se transformam em doença.

E o pior: esse sedentarismo não parece sedentarismo. Parece apenas “trabalhar no computador”, “resolver pendências”, “assistir algo”, ou “descansar no sofá”. Mas ele vai se somando, dia após dia.

A solução não exige mudanças drásticas. Caminhar 5 minutos a cada 1–2 horas, levantar para alongar, fazer pequenas pausadas entre reuniões, trabalhar parte do dia em pé, escolher subir escadas. Cada movimento “quebra” o ciclo de risco.

Seu treino é importante. Mas o que você faz entre um treino e outro pode ser ainda mais determinante para o seu coração.

Você já percebeu como seu corpo reclama quando você passa a noite acordado, p**a refeições ou vive em horários irregular...
25/11/2025

Você já percebeu como seu corpo reclama quando você passa a noite acordado, p**a refeições ou vive em horários irregulares? A maioria das pessoas encara isso como “normal”, parte da rotina corrida. Mas o coração não enxerga assim. Ele responde a cada noite mal dormida, a cada madrugada acordado ao celular, a cada dia em que o relógio interno é ignorado. E responde rápido.

O nosso corpo funciona com um relógio interno que organiza hormônios, metabolismo, pressão arterial e temperatura. Quando esse relógio se desregula — seja por noites mal dormidas, trabalho por turnos, alimentação tarde da noite ou rotina completamente irregular — o coração começa a operar sob um estresse silencioso. A pressão oscila, o açúcar no sangue se altera, a inflamação aumenta. Tudo sem dar sinais evidentes de imediato.

O problema é que, com o tempo, esse desequilíbrio cria um terreno fértil para hipertensão, arritmias, ganho de peso, resistência à insulina e cansaço persistente. Muitos pacientes chegam ao consultório achando que precisam apenas “mudar a dieta” ou “fazer mais exercícios”, mas ignoram o ponto central: o coração também precisa de ritmo, ordem e descanso.

A boa notícia é que ajustar esse relógio é mais simples do que parece. Pequenas mudanças criam grandes efeitos: dormir e acordar em horários parecidos, evitar refeições muito tarde, reduzir luz intensa à noite, priorizar exposição ao sol pela manhã e permitir que o corpo tenha pausas reais durante o dia.

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