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Jornal centro oeste regional
23/12/2025

Jornal centro oeste regional

Entre Tarifas e Diálogo: Avanço Diplomático Entre Brasil e EUA Coloca Hash na Retirada Parcial dos 40%

Por João Álvares Otero Pontes jornalista
MTB 33.349

Jornal Centro Oeste Regional Jornal centro oeste regional John Otero Jornalista/Editor Alvarez Y Alvarez João Alvares Otero Pontes Agencia Otero Jornalistas que merecem o nosso respeito Ivan Cassaro Miriam Costa Gilberto Kassab Juliana Fabre Julia Arantes Grimaldi Cristina Maria C. Marangoni

Na quinta-feira (20/11), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma nova ordem executiva que remove parte das tarifas adicionais de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros — uma medida imposta originalmente em julho sob alegações políticas.

Entre os itens beneficiados estão produtos como carne bovina, café, frutas tropicais, cacau, especiarias, tomates, bananas, laranjas e fertilizantes. A tarifa extra de 40% deixará de incidir sobre esses bens a partir de 13 de novembro (horário da costa leste dos EUA), e importadores que já pagaram poderão pedir reembolso à Alfândega americana.

Por que Trump recuou?
Segundo o texto oficial da Casa Branca, a flexibilização decorre de “progresso inicial” nas negociações bilaterais com o Brasil, iniciadas após uma ligação entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 6 de outubro. De acordo com a ordem executiva, conselheiros de alto escalão dos EUA argumentaram que certas importações agrícolas não deveriam mais estar sujeitas à sobretaxa, justamente por esse andamento das conversas.

Como o Brasil reagiu:
O governo brasileiro celebrou a medida. Em nota, o Itamaraty afirmou que a retirada parcial da tarifa reflete um “diálogo construtivo” e reiterou a disposição de continuar as negociações para eliminar outras taxações restantes. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, avaliou a medida como “positiva e na direção correta”, destacando que o suco de laranja foi um dos principais beneficiados. Já o presidente Lula, em vídeo, disse que a decisão é um “sinal importante”, embora ainda não resolva tudo que o Brasil pretende.

Motivações por trás das negociações – há teorias mais profundas:
Ainda que os governos não tenham confirmado, há especulações consideráveis de observadores e analistas sobre o real intuito político por trás dessa reversão parcial. Alguns pontos que alimentam as teorias:

Pressão política interna nos EUA: A Casa Branca justificou a redução das tarifas como uma forma de aliviar os preços dos alimentos nos EUA — especialmente relevante para o eleitorado americano.

Negociação bilaterial estratégica: A menção oficial ao “avanço inicial” nas negociações com o Brasil abre margem para supostas concessões mais amplas — analistas levantam a possibilidade de que Trump e Lula tenham discutido temas mais sensíveis, como a famosa anistia ampla e irrestrita que vem sendo especulada em bastidores. Embora nenhum dos governos tenha confirmado oficialmente essa hipótese, muitos observadores veem coerência política entre a retirada das tarifas e uma trégua diplomática mais ampla.

Manutenção do estado de emergência: A ordem de Trump mantém declarado o “estado de emergência” que justificou a imposição original das tarifas, bem como a maior parte das taxas vigentes. Isso sugere que a manobra não é simplesmente econômica, mas também simbólica — mantendo instrumentos de pressão caso seja necessário voltar a endurecer.

O que ainda não está resolvido:

Nem todos os produtos foram desonerados: algumas tarifas adicionais permanecem.

O diálogo continua: segundo Alckmin, o Brasil seguirá trabalhando para que a taxação seja totalmente eliminada.

A possibilidade de reembolso existe, mas dependerá de comprovações por parte de importadores.

A questão da “anistia ampla e irrestrita” f**a, até agora, no campo das especulações políticas: não há confirmação oficial, mas os analistas continuam de olho nas negociações.

João Álvares Otero Pontes é jornalista especializado em Política da América Latina influenciador digital e diretor do jornal centro oeste regional

Foto internet/ arquivo: Analistas levantam a possibilidade de que Trump e Lula tenham discutido temas mais sensíveis, como a famosa anistia ampla e irrestrita que vem sendo especulada em bastidores. Nas fotos vice-presidente Geraldo Alckmin com Jornalista João Álvares Otero Pontes. Trump e Bolsonaro.
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, avaliou a medida como “positiva e na direção correta”.

Foto arquivo

Jornal centro oeste regional
23/12/2025

Jornal centro oeste regional

ESTÂNCIA TURÍSTICA DE BARRA BONITA REAFIRMA O COMPROMISSO COM A EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA E A LUTA CONTRA TODAS AS FORMAS DE PRECONCEITO

Por *João Álvares Otero Pontes jornalista
MTB 33.349

Jornal Centro Oeste Regional Jornal centro oeste regional John Otero Jornalista/Editor João Alvares Otero Pontes Alvarez Y Alvarez Agencia Otero Jornalistas que merecem o nosso respeito Ivan Cassaro Gilberto Kassab Juliana Fabre Prefeitura da Estancia Turistica de Barra Bonita

Na véspera do Dia da Consciência Negra, Barra Bonita deu um passo firme e simbólico no fortalecimento das políticas educacionais voltadas à igualdade racial. Nesta quarta-feira (19), o Teatro Municipal Professora Zita de Marchi se transformou em um espaço de reflexão, diálogo e compromisso com a construção de uma sociedade mais justa, durante a palestra “Antirracismo na Educação”, conduzida por Léo Bento, sócio-fundador da consultoria Inaperê e doutorando em História da Educação pela PUC-SP.

Com uma narrativa histórica sólida e profundamente didática, Léo ofereceu aos estudantes e educadores uma visão clara sobre como o racismo foi estruturado ao longo dos séculos no Brasil — desde o período colonial até as desigualdades que persistem na atualidade. Ele apresentou estratégias pedagógicas que ajudam a romper ciclos discriminatórios ainda presentes no ambiente escolar, reforçando que o papel da educação é central para transformar mentalidades e ampliar oportunidades.

Mais do que uma palestra, o encontro funcionou como uma verdadeira aula pública de cidadania, mostrando que o antirracismo é um compromisso diário, que exige ação, atenção e sensibilidade.

Um marco histórico relembrado

O prefeito Manezinho Fabiano, ao abrir o evento, destacou que a luta contra o preconceito precisa ser permanente e institucional. Ele relembrou um importante capítulo da história municipal: a criação da Lei que instituiu o Dia da Consciência Negra em Barra Bonita, proposta por ele durante seu mandato como vereador em 1993/94 — um gesto pioneiro para a época, quando o debate sobre igualdade racial ainda enfrentava resistência em muitas cidades brasileiras.

> “Que a gente possa sempre evoluir nessa questão, para um mundo melhor, mais equilibrado”, declarou o prefeito, enfatizando que o combate ao racismo deve ser parte contínua das políticas públicas e da formação cidadã.

Educação como eixo de transformação

Em um país onde a população negra representa a maioria, mas ainda enfrenta desigualdades profundas — no acesso à educação, renda, saúde e representatividade — iniciativas como essa reafirmam o papel das escolas como espaço essencial para desconstruir preconceitos e promover respeito.

O encontro destacou a importância de educadores formados para reconhecer e combater práticas discriminatórias, valorizar a história e a cultura afro-brasileira e criar ambientes de aprendizagem acolhedores, onde cada estudante se reconheça e se sinta pertencente.

Parceria pela consciência e pelo conhecimento

O evento foi realizado pela CultSP Pro – Escola de Profissionais de Cultura, do Governo do Estado, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura. A união de esforços mostra que o fortalecimento da educação antirracista precisa ser coletivo, articulando governo, escolas e sociedade.

*João Álvares Otero Pontes é jornalista especializado em Política da América Latina influenciador digital e diretor do jornal centro oeste regional

Fotos internet: Na véspera do Dia da Consciência Negra, Barra Bonita deu um passo firme e simbólico no fortalecimento das políticas educacionais voltadas à igualdade racial

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23/12/2025

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TCE MANTÉM MULTAS NA LICITAÇÃO DE VARRIÇÃO E ABSOLVE PREFEITO, QUE REFORÇA DEFESA DOS DIREITOS DA CIDADE DE JAÚ

Por *João Álvares Otero Pontes jornalista
MTB 33.349

Jornal Centro Oeste Regional Jornal centro oeste regional John Otero Jornalista/Editor João Alvares Otero Pontes Prefeitura do Município de Jahu Juliana Fabre Jornalistas que merecem o nosso respeito Ivan Cassaro

Em decisão recente, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) manteve as penalidades aplicadas a servidores municipais envolvidos na licitação para contratação dos serviços de varrição de ruas e praças de Jaú, mas absolveu totalmente o prefeito Jorge Ivan Cassaro, reconhecendo que ele não teve participação direta nos atos questionados e anulando a multa anteriormente atribuída.

A decisão reforça não apenas a lisura do processo de defesa apresentado pelo chefe do Executivo, como também sua função institucional de guardião constitucional dos interesses da cidade, conforme previsto na Constituição Federal.

ORIGEM DO PROCESSO

O TCE analisou o contrato firmado em 2023 entre a Prefeitura de Jaú e a empresa A. Candela & Cia Transportes Ltda., para prestação de serviços de varrição e limpeza urbana. A licitação tinha orçamento inicial superior a R$ 5 milhões, mas foi contratada por R$ 2,68 milhões, valor ainda considerado acima da realidade de mercado pelo Tribunal.

Segundo o órgão fiscalizador, houve uma discrepância signif**ativa entre o orçamento estimado pela administração e os valores efetivamente praticados pelas empresas participantes. A proposta vencedora foi de R$ 2,6 milhões, enquanto uma das participantes apresentou proposta de R$ 1,89 milhão, posteriormente desclassif**ada sob alegação de “inexequível”.

O TCE entendeu que não houve comprovação técnica suficiente para sustentar essa desclassif**ação, o que poderia comprometer a competitividade da licitação.

MULTAS MANTIDAS AOS SERVIDORES

Diante das irregularidades apontadas no procedimento licitatório, a Corte manteve as multas individuais de 300 UFESPs aplicadas aos servidores diretamente responsáveis pelo processo:

Norberto Leonelli Neto

Giovani Mineti Fabrício

Ricardo Brandão do Amaral

O Tribunal considerou que as falhas apuradas violam princípios básicos da administração pública, como legalidade, eficiência, economicidade e competitividade, previstos no art. 37 da Constituição Federal e na Lei de Licitações (Lei 8.666/93 ou 14.133/21, conforme a fase da transição legal).

As penalidades foram aplicadas com base na Lei Complementar nº 709/93, que regula o funcionamento e a competência do Tribunal de Contas do Estado.

PREFEITO É ABSOLVIDO: TRIBUNAL RECONHECE ATUAÇÃO CORRETA

No recurso apresentado, o prefeito Ivan Cassaro comprovou que não participou de nenhuma etapa técnica ou decisória da licitação. Ele demonstrou que delegou formalmente a condução do processo aos secretários municipais e aos setores especializados, como permite a legislação administrativa e o princípio da descentralização gerencial.

O Tribunal reconheceu:

ausência de assinatura do prefeito em atos da licitação;

inexistência de autorização direta de despesas;

inexistência de interferência no edital ou julgamento das propostas;

delegação administrativa legal, válida e documentada.

Com isso, o TCE determinou a retirada do nome do prefeito do processo e anulou a multa que havia sido inicialmente imposta.

A decisão foi recebida como demonstração clara de respeito aos princípios constitucionais, da boa-fé administrativa e do correto exercício das atribuições do chefe do Executivo.

O PREFEITO COMO GUARDIÃO CONSTITUCIONAL DOS DIREITOS DA CIDADE

A atuação do prefeito ao recorrer, defender a administração e acionar todos os meios legais cabíveis reafirma seu papel essencial como defensor institucional dos direitos da comunidade de Jaú.

A Constituição Federal atribui aos prefeitos o dever de:

proteger o patrimônio público;

garantir o bom uso dos recursos municipais;

assegurar que a cidade tenha seus direitos respeitados perante os órgãos de controle.

Ao buscar o reparo judicial adequado e demonstrar absoluta transparência, Ivan Cassaro cumpriu a missão que lhe foi conferida pela população por meio do voto: zelar pelos interesses da cidade e atuar com responsabilidade, legalidade e firmeza.

A população reconhece e parabeniza essa postura — destacando o prefeito como verdadeiro guardião constitucional do município, comprometido em defender Jaú dentro dos mais elevados padrões de integridade pública.

ENCAMINHAMENTO AO MINISTÉRIO PÚBLICO

Apesar da absolvição do prefeito, o Tribunal determinou o encaminhamento do caso ao Ministério Público Estadual, para que o órgão avalie eventuais medidas adicionais em relação aos demais agentes públicos envolvidos.

*João Álvares Otero Pontes é jornalista especializado em Política da América Latina influenciador digital e diretor do jornal centro oeste regional

Foto internet: O TCE-SP absolveu totalmente o prefeito Ivan Cassaro, (foto) reconhecendo que ele não teve participação direta nos atos questionados e anulando a multa anteriormente atribuída.

João Alvares Otero Pontes
13/06/2025

João Alvares Otero Pontes

Santa Josefina Bakhita: Da Escravidão à Santidade

Por *João Álvares Otero Pontes jornalista

Jornal Centro Oeste Regional Jornal centro oeste regional John Otero João Alvares Otero Pontes Alvarez Y Alvarez Eliana Souza de Camargo Jornalista/Editor João Alvares Otero Pontes

Santa Josefina Bakhita nasceu em 1869, na região de Darfur, Sudão. Aos nove anos, foi sequestrada por traf**antes de escravos, vendida e revendida diversas vezes, sofrendo inúmeras humilhações e torturas. O nome "Bakhita", que signif**a "afortunada", foi-lhe atribuído por um de seus captores.

Após anos de sofrimento, Bakhita foi comprada por um cônsul italiano, Callisto Legnani, que a tratou com dignidade e a levou para a Itália. Lá, foi confiada à família Michieli, tornando-se babá da filha do casal. Durante esse período, conheceu as Irmãs Canossianas de Veneza, onde foi introduzida à fé cristã. Em 9 de janeiro de 1890, recebeu o batismo, crisma e primeira comunhão, adotando o nome Josefina.

Sentindo-se chamada à vida religiosa, Josefina ingressou no noviciado das Irmãs Canossianas em 1893 e professou seus votos em 1896. Por 45 anos, serviu como cozinheira, sacristã e porteira no convento de Schio, Itália, destacando-se por sua humildade, alegria e profunda espiritualidade. Referia-se a Deus como "o meu Patrão" e era carinhosamente chamada pelas crianças de "Irmã Morena".

Josefina faleceu em 8 de fevereiro de 1947, após uma longa e dolorosa doença. Após sua morte, muitos milagres foram atribuídos à sua intercessão. Um dos mais notáveis foi a cura milagrosa de Eva Tobias da Costa, uma brasileira de Santos, São Paulo, que sofria de feridas incuráveis nas pernas devido ao diabetes e estava prestes a ter uma delas amputada. Após rezar pedindo a intercessão de Bakhita, Eva foi curada, e esse milagre foi reconhecido pelo Vaticano, contribuindo para a canonização da santa.

Santa Josefina Bakhita foi canonizada em 1º de outubro de 2000 pelo Papa João Paulo II. Sua memória é celebrada em 8 de fevereiro, data de seu falecimento, em reconhecimento à sua vida de fé, resiliência e serviço.

*João Álvares Otero Pontes é jornalista especializado em Política da América Latina influenciador digital e diretor do jornal centro oeste regional (compilação-texto-pesquisa)

Foto internet: Santa Josefina Bakhita nasceu em 1869, na região de Darfur, Sudão.

Santa Josefina Bakhita: Da Escravidão à SantidadePor *João Álvares Otero Pontes      jornalista Jornal Centro Oeste Regi...
08/02/2025

Santa Josefina Bakhita: Da Escravidão à Santidade

Por *João Álvares Otero Pontes jornalista

Jornal Centro Oeste Regional Jornal centro oeste regional John Otero João Alvares Otero Pontes Alvarez Y Alvarez Eliana Souza de Camargo Jornalista/Editor João Alvares Otero Pontes

Santa Josefina Bakhita nasceu em 1869, na região de Darfur, Sudão. Aos nove anos, foi sequestrada por traf**antes de escravos, vendida e revendida diversas vezes, sofrendo inúmeras humilhações e torturas. O nome "Bakhita", que signif**a "afortunada", foi-lhe atribuído por um de seus captores.

Após anos de sofrimento, Bakhita foi comprada por um cônsul italiano, Callisto Legnani, que a tratou com dignidade e a levou para a Itália. Lá, foi confiada à família Michieli, tornando-se babá da filha do casal. Durante esse período, conheceu as Irmãs Canossianas de Veneza, onde foi introduzida à fé cristã. Em 9 de janeiro de 1890, recebeu o batismo, crisma e primeira comunhão, adotando o nome Josefina.

Sentindo-se chamada à vida religiosa, Josefina ingressou no noviciado das Irmãs Canossianas em 1893 e professou seus votos em 1896. Por 45 anos, serviu como cozinheira, sacristã e porteira no convento de Schio, Itália, destacando-se por sua humildade, alegria e profunda espiritualidade. Referia-se a Deus como "o meu Patrão" e era carinhosamente chamada pelas crianças de "Irmã Morena".

Josefina faleceu em 8 de fevereiro de 1947, após uma longa e dolorosa doença. Após sua morte, muitos milagres foram atribuídos à sua intercessão. Um dos mais notáveis foi a cura milagrosa de Eva Tobias da Costa, uma brasileira de Santos, São Paulo, que sofria de feridas incuráveis nas pernas devido ao diabetes e estava prestes a ter uma delas amputada. Após rezar pedindo a intercessão de Bakhita, Eva foi curada, e esse milagre foi reconhecido pelo Vaticano, contribuindo para a canonização da santa.

Santa Josefina Bakhita foi canonizada em 1º de outubro de 2000 pelo Papa João Paulo II. Sua memória é celebrada em 8 de fevereiro, data de seu falecimento, em reconhecimento à sua vida de fé, resiliência e serviço.

*João Álvares Otero Pontes é jornalista especializado em Política da América Latina influenciador digital e diretor do jornal centro oeste regional (compilação-texto-pesquisa)

Foto internet: Santa Josefina Bakhita nasceu em 1869, na região de Darfur, Sudão.

A COVARDIA DO PESSOAL DOS "DIREITOS DOS MANOS" VEJA A CENAAlvarez Y Alvarez Jornal centro oeste regional John Otero João...
07/02/2025

A COVARDIA DO PESSOAL DOS "DIREITOS DOS MANOS" VEJA A CENA

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Alvarez Y Alvarez Jornal Centro Oeste Regional João Alvares Otero Pontes Jornal centro oeste regional John Otero
06/02/2025

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06/02/2025

Prefeito Ivan Cassaro Reafirma Compromisso com as Crianças na Reinauguração do Serviço de Convivência 'Pedro Flores'

Por João Álvares Otero Pontes jornalista

Alvarez Y Alvarez Jornal Centro Oeste Regional Jornal centro oeste regional John Otero João Alvares Otero Pontes Jornal da Globo GloboNews Revista Oeste Tarcísio Gomes de Freitas Solange Anseli Eliana Souza de Camargo Ana Paula Granetto De Álvares Otero Graciana Otero Bernini Marisa Terezinha Corradine Suéllen Rosim Ivan Cassaro

No dia 4 de fevereiro de 2025, a cidade de Jaú celebrou a reinauguração do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos "Reverendo Pedro Antônio da Silva Flores". O evento contou com a presença do prefeito Ivan Cassaro, que expressou seu carinho pelas crianças atendidas pelo projeto. "Tenho um carinho muito grande pelas crianças que são atendidas pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos 'Reverendo Pedro Antônio da Silva Flores' e vê-las com um sorriso no rosto é algo que me deixa muito feliz!", afirmou o prefeito.

No ano anterior, ao visitar as instalações originais, Cassaro identificou a necessidade de um espaço mais amplo e adequado para as atividades. A partir dessa observação, foi planejada e executada a reforma que resultou em um prédio moderno, capaz de atender cerca de 100 crianças de 6 a 12 anos no contraturno escolar. O local oferece uniformes, duas refeições diárias e uma variedade de atividades destinadas ao desenvolvimento integral dos jovens.

A população de Jaú reconhece o expressivo trabalho realizado na área social pela atual administração. Além do Serviço de Convivência, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, mantém projetos como a Vila Dignidade, que oferece moradia e integração social para idosos, e o Serviço Especializado em Abordagem Social, que atua na identif**ação e apoio a pessoas em situação de rua e combate ao trabalho infantil.

A reinauguração do Serviço de Convivência "Pedro Flores" reflete o compromisso contínuo da gestão de Ivan Cassaro em proporcionar melhores condições e oportunidades para as crianças de Jaú, fortalecendo os vínculos comunitários e promovendo o desenvolvimento social.

Josephine: A Rosa nos Campos de Batalha Crônica de uma Imperatriz entre Paixões e DeveresPor *João Álvares Otero Pontes ...
05/02/2025

Josephine: A Rosa nos Campos de Batalha
Crônica de uma Imperatriz entre Paixões e Deveres

Por *João Álvares Otero Pontes jornalista

Alvarez Y Alvarez Jornal Centro Oeste Regional Jornal centro oeste regional John Otero João Alvares Otero Pontes

No crepúsculo de 1795, em um salão parisiense onde o cheiro da pólvora revolucionária ainda pairva, uma mulher dançava. Seus cabelos cacheados, como fios de ébano polido, caíam sobre os ombros, e o vestido branco, simples para os padrões da antiga nobreza, parecia brilhar sob as luzes das velas. Josephine de Beauharnais, viúva da guilhotina, mãe de dois filhos e sobrevivente de uma época que devorava seus próprios filhos, sorria com uma doçura que disfarçava a ferocidade de quem sabia renascer. Napoleão Bonaparte, então um jovem general de olhar incendiário, parou à porta. Não foi a beleza que o derrubou — foi a presença. Josephine não ocupava espaços; habitava mundos.

Nascida Marie Josèphe Rose Tascher de La Pagerie, na Martinica, trouxe consigo o calor das ilhas caribenhas: a pele dourada pelo sol, a voz melodiosa que transformava até ordens em cantigas, e uma sensibilidade que a fazia chorar ao ler Rousseau ou ao ver uma rosa murchar. Mas Josephine era, acima de tudo, uma estrategista do coração. Quando Napoleão, obcecado, lhe escrevia cartas ardentes do front — "Acordo cheio de você. Seu retrato e a memória da noite louca de ontem não dão paz aos meus sentidos" —, ela respondia com palavras que misturavam afeto e prudência. Sabia que seu amor era um porto para um homem cujo destino era conquistar oceanos.

A Imperatriz das Flores

Enquanto Napoleão corria pela Europa com sua espada, Josephine governava os corações franceses. Em Malmaison, seu refúgio nos arredores de Paris, criou jardins botânicos com espécies raras, rosas que batizavam em segredo com nomes de amantes ausentes. Transformou a corte em um salão de arte, protegendo pintores e músicos, enquanto o marido desenhava impérios com sangue. O povo a adorava não apenas pela elegância — que desafiava a austeridade revolucionária —, mas pela compaixão. Visitava orfanatos, intercedia por prisioneiros e, nas festas, dançava com soldados feridos, como se cada passo fosse um bálsamo.

O Amor e as Cinzas

Mas havia uma dor que nem as rosas de Malmaison podiam esconder: a infertilidade. Josephine, aos 40 anos, não deu um herdeiro ao trono. Napoleão, pressionado pela política e pela vaidade, divorciou-se dela em 1810, em uma cerimônia tão fria quanto o inverno de Moscou. Chorou naquele dia — algo que nenhuma batalha lhe arrancara. Josephine, de joelhos, leu o discurso de despedida com voz firme: "Com a honra de ter pertencido a você, minha única felicidade seria provar minha devoção…". Não havia rancor, apenas uma tristeza serena, como a de quem sabe que o amor verdadeiro não se apaga, mesmo quando se transforma em brasa.

Legado de Pérolas e Lágrimas

Josephine morreu em 1814, pouco antes da queda definitiva de Napoleão. Em seu quarto, guardava todas as cartas dele, amarradas com fitas desbotadas. Dizem que, no exílio em Santa Helena, o ex-imperador sussurrava seu nome antes de dormir. E quando falava dela, seus olhos — antes mapas de ambição — pareciam procurar o fantasma de uma rosa em meio ao Atlântico.

Josephine não foi apenas a mulher que amou um titã infiel. Foi a imperatriz que ensinou à França que a força também pode ter perfume, que a política pode ser feita com flores e que, mesmo em um mundo de guerras, há espaço para quem cura com as mãos. Sua história não é a de uma vítima, mas de uma sobrevivente que usou a delicadeza como armadura — e, nisso, foi mais invencível do que qualquer exército.

*João Álvares Otero Pontes é jornalista especializado em Política da América Latina influenciador digital e diretor do jornal centro oeste regional

Ilustração internet: Napoleão Bonaparte e sua esposa Marie Josèphe Rose Tascher de La Pagerie (Josephine).

Endereço

Jaú, SP

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