30/04/2026
Se você continuar tratando o músculo… você vai continuar fracassando no bruxismo.
A grande maioria dos profissionais ainda cai no mesmo erro: tentar “soltar”, “relaxar” ou “inibir” músculos mastigatórios como se eles fossem a origem do problema.
Mas deixa eu te provocar:
E se o músculo não for o vilão…
e sim a vítima?
Fisioterapeutas, dentistas e fonoaudiólogos que atendem (ou querem atender) pacientes com DTM, bruxismo e dores orofaciais precisam encarar um fato desconfortável:
👉 O modelo tradicional está incompleto.
A tensão muscular que você encontra não nasce no músculo.
Ela é uma resposta.
As evidências em neurociência e dor já mostram uma forte relação com hiperatividade do sistema nervoso central e modulação alterada do nervo trigêmeo — especialmente em quadros crônicos.
Ou seja:
Você está tentando “desligar” na periferia… algo que está sendo “ligado” centralmente.
E aí não importa o quanto você libere, alongue ou pressione…
o sistema continua mandando o mesmo comando.
Resultado?
❌ Alívio temporário
❌ Recidiva constante
❌ Frustração clínica (sua e do paciente)
Se você não identifica qual é o desequilíbrio neurofisiológico que está sustentando essa hiperatividade, você só está tratando consequência.
E é exatamente aqui que está o divisor de águas entre o profissional comum e aquele que gera resultado de verdade:
👉 Avaliar além do músculo.
👉 Raciocinar além do local da dor.
👉 Tratar o sistema que controla tudo isso.
É por isso que, no meu método, a avaliação não é superficial.
Ela se baseia em 3 pilares:
🔹 Neurofisiológico
🔹 Postural
🔹 Orofacial
Porque é isso que te permite encontrar o ponto real de desregulação — e não apenas o lugar onde a dor aparece.
Se você quer parar de enxugar gelo no bruxismo e começar a ter resultado consistente…
👉 Me segue aqui .randymarcos e comenta AVALIAR 👇🏽 para aprender a avaliar de verdade.