18/12/2025
Em 2025, muitos pacientes passaram por mim, cada um trazendo sua história, suas dores, conquistas e silêncios. Histórias que confiaram a mim e que tocaram profundamente quem eu sou, não apenas como profissional, mas como ser humano.
Sou imensamente grata a cada um, pois talvez sem saber, suas trajetórias também me fortaleceram, me ensinaram e me transformaram. A cada encontro, aprendi sobre coragem, resiliência e esperança.
A vocês, todo o meu respeito, meu acolhimento e minha gratidão. Caminhar ao lado de cada história é um privilégio que dá sentido ao meu trabalho.
Deixo aqui uma breve reflexão sobre o acolhimento de pessoas que atravessam o impacto de um diagnóstico, em especial o câncer de mama. Para estar verdadeiramente presente, precisei estudar, escutar mais profundamente e aprender novas formas de acolher e trabalhar com essa demanda tão sensível.
Nesse caminho, percebi o quanto era necessário reciclar meu olhar 🫂. Buscar conhecimento é a base da curiosidade humana, do desejo de cuidar e do compromisso ético de um profissional. Acolher começa em reconhecer limites, aprender com eles e seguir em movimento.
É criar um espaço seguro onde o outro pode ser quem é, com suas dores, silêncios e verdades. É estar junto sem tentar consertar, apenas sustentar com respeito e humanidade.