Dr. Eduardo Rennó Nutrólogo

Dr. Eduardo Rennó Nutrólogo Médico Nutrólogo - Agende sua consulta Jundiai Emagrecimento, menopausa, diabetes etc

03/01/2026

Você não come errado. Você come de um jeito específico.

Na prática clínica, a maioria das pessoas não falha na alimentação por falta de informação, mas porque segue um comportamento alimentar dominante.

O poupador come pouco, p**a refeições e tolera a fome. O corpo entende isso como escassez, reduz o gasto energético e passa a economizar gordura. Menos comida, aqui, raramente resolve.

O beliscador não faz grandes refeições, mas come o tempo todo, quase sem perceber. Não é fome real, é hábito e ambiente. O metabolismo não descansa e a insulina também não.

O emocional come buscando alívio, não nutrição. Ansiedade e estresse ativam o desejo por comida. Não é falta de disciplina, é tentativa de regular emoções.

O poupador extremo restringe por tanto tempo que perde a conexão com fome e saciedade. O corpo entra em modo de defesa crônica e trava resultados. Muitas vezes o comportamento alimentar não é a causa, mas o sintoma. Ajustar comida sem ajustar sono, estresse e ritmo de vida costuma falhar.

Antes de tentar comer “melhor”, vale perguntar:
que relação o seu corpo construiu com a comida?

02/01/2026

A soroterapia não substitui hábitos saudáveis. Ela pode ser um apoio em situações bem indicadas, mas não resolve, sozinha, questões relacionadas à alimentação, sono, estresse, atividade física e estilo de vida. Ética também é ajudar o paciente a entender que saúde se constrói no dia a dia, e não apenas por meio de procedimentos.

Em resumo, a soroterapia ética é aquela feita com indicação individualizada, explicações claras, segurança técnica e sem exageros nas promessas. Quando usada com responsabilidade, pode fazer parte do cuidado médico. Quando usada sem critério, pode gerar riscos desnecessários e frustrações. O mais importante é sempre colocar a sua saúde e o seu bem-estar real no centro das decisões.

Há dias em que o tempo parece falar baixo, como quem não quer interromper, apenas lembrar. Lembrar que a vida não se med...
31/12/2025

Há dias em que o tempo parece falar baixo, como quem não quer interromper, apenas lembrar. Lembrar que a vida não se mede por marcos visíveis, mas pelo modo como atravessamos as horas comuns. É nesse ritmo discreto que a saúde e a felicidade se revelam irmãs: não surgem em lampejos, mas amadurecem, como a terra que aprende a sustentar o que nela é semeado.

O corpo, esse território sensível e silencioso, guarda memória de tudo o que recebe. Cada gesto de cuidado é como água oferecida à raiz; não se vê de imediato, mas prepara o florescer. O descanso acolhido reorganiza o que estava em desalinho. O alimento escolhido com atenção conversa com a intimidade das células. O movimento, quando nasce do respeito e não da cobrança, devolve ao organismo a alegria de existir em equilíbrio. Até os afetos, os pensamentos e as pausas deixam marcas profundas, embora invisíveis aos olhos apressados.

Há uma poesia discreta em aceitar que nada verdadeiro acontece às pressas. Assim como o campo não se apressa em dar frutos, o corpo também exige tempo, constância e gentileza. Ele não pede heroísmos diários, mas fidelidade aos pequenos cuidados. É na repetição amorosa do simples que se constrói um amanhã mais fértil.

Cuidar de si é um ato de esperança silenciosa. É confiar que o que hoje parece apenas intenção será, adiante, sustento. Mesmo quando o terreno parece cansado, há sempre uma força latente, esperando o gesto certo, o tempo justo, a escuta atenta.

Que cada dia seja vivido como quem cultiva, não por obrigação, mas por afeto. Porque a saúde, assim como a felicidade, não se alcança; ela se acompanha. E quando caminhamos com respeito pelo próprio ritmo, a colheita chega sem alarde, mas com sentido, como chegam as coisas que realmente importam. Que os próximos dias nos encontrem mais conscientes do que plantamos, mais gentis com o próprio ritmo e mais confiantes de que o cuidado silencioso de hoje é o que sustenta a vida que desejamos viver adiante.

O corpo é o território onde a alma aprende a permanecer. Não como morada passiva, mas como espaço vivo de tradução do in...
16/12/2025

O corpo é o território onde a alma aprende a permanecer. Não como morada passiva, mas como espaço vivo de tradução do invisível em gesto, ritmo e presença. Cada sensação corporal é uma forma primitiva de linguagem, anterior à palavra, pela qual a alma sinaliza seus estados de ordem, conflito ou expansão. Ignorar o corpo é, portanto, reduzir a alma ao silêncio funcional; escutá-lo é permitir que a experiência humana recupere profundidade, continuidade e sentido.

Na contemporaneidade, marcada pela dissociação entre desempenho e presença, o corpo tem sido tratado como instrumento, e não como habitat. Essa fragmentação produz um paradoxo clínico e existencial: quanto mais intervenções técnicas se acumulam, mais rarefeito se torna o contato genuíno com o próprio sentir. O adoecimento moderno frequentemente não nasce da ausência de recursos, mas da perda de intimidade com os sinais sutis que antecedem o colapso. O corpo avisa antes de falhar; sofre antes de quebrar; adapta-se antes de desistir.

Talvez a tarefa mais atual da saúde não seja apenas corrigir parâmetros, mas restaurar a confiança entre corpo e alma. Quando o corpo volta a ser reconhecido como lugar legítimo de habitação da alma, a clínica deixa de ser apenas reparadora e passa a ser reconciliadora. Cuidar do corpo, nesse sentido, não é uma busca estética nem um imperativo moral, mas um gesto de escuta profunda: um reconhecimento silencioso de que a alma só floresce onde é verdadeiramente acolhida.

11/12/2025

Não se julgue por se sentir cansado às vezes …

11/12/2025

Massa muscular e fundamental

08/12/2025

Muita gente ainda trata a obesidade como uma questão simples: “comer menos, se mexer mais”.
Mas a verdade — e aqui falo com ênfase e responsabilidade — é que a obesidade é tudo, menos simples.

Ela é uma doença? Sim. Mas também é um sintoma. Um reflexo. Um ponto de intersecção numa teia de desequilíbrios que muitas vezes começam anos antes da balança subir.

03/12/2025

Você sabia que se perder no momento pode ser o caminho para se encontrar na vida?
O estado de flow ( aquele em que o tempo some e só existe o agora ) pode ser um dos segredos para viver mais e melhor.
Menos estresse, mais foco, mais propósito.

Talvez a longevidade comece quando a gente começa a se entregar, de verdade, ao que nos move.
Assista, reflita… e descubra onde o seu flow te leva.

02/12/2025

As vezes a saúde pode começar em uma mudança de um móvel, ou na escolha melhor das suas amizades …
Já pensou nisso?

Engraçado… muita gente imagina que eu tiro o jaleco quando volto para a vida pessoal. A verdade é que eu nem uso jaleco....
28/11/2025

Engraçado… muita gente imagina que eu tiro o jaleco quando volto para a vida pessoal.

A verdade é que eu nem uso jaleco.

Talvez porque, para mim, o cuidado nunca precisou de um uniforme para existir. O que eu faço no consultório nasce do mesmo lugar de quem eu sou fora dele:

Alguém curioso, inquieto, em movimento e sempre tentando viver com mais saúde e sentido.

Sem jaleco, sou só eu.

Uma pessoa que estuda, que questiona, que tenta aplicar na própria vida aquilo que ensina.

Alguém que também enfrenta dias difíceis, que busca equilíbrio, que reorganiza emoções, que se cobra, que aprende a desacelerar.

E é justamente isso que me aproxima dos seus desafios: eu vivo, na prática, o mesmo terreno humano que você.

Meu trabalho não muda quando fecho a porta do consultório; ele apenas muda de forma.

O conhecimento continua comigo, mas ganha companhia das minhas vulnerabilidades, das minhas dúvidas e das pequenas descobertas da rotina.

É essa mistura (ciência com humanidade), que molda meu jeito de cuidar.

Talvez eu não use jaleco… e tudo bem.

Porque o que realmente importa é o que vem antes dele: presença, escuta, verdade e o compromisso profundo de caminhar ao seu lado na sua própria transformação.

27/11/2025

Aprender não é só passar de ano.
É passar pela vida com menos dor desnecessária.

Quanto mais a gente entende sobre o que sente, menos a gente se perde dentro da própria cabeça.
Ansiedade, raiva, tristeza, impulsividade…
Tudo isso começa a fazer sentido quando a gente começa a aprender de verdade sobre saúde mental.
Sobre como o cérebro funciona. Sobre como a vida nos afeta.
E, principalmente, sobre nós mesmos.

Aprender é um ato de autocuidado.
É um jeito silencioso de dizer: “eu mereço viver melhor”.

Se esse vídeo te fez pensar diferente, compartilha com alguém que também merece esse alívio.

Salve. Envie. E volte aqui sempre que esquecer o quanto seu aprendizado vale.

Endereço

Rua Campos Sales, 464, Vila Boaventura
Jundiaí, SP
13201414

Site

https://youtube.com/@Dr.EduardoRennonutrologo?si=cfCL3cevR8I

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