Gabriela Susin

Gabriela Susin 🧠 Saúde Mental na Vida Real
💬 Terapia Cognitivo-Comportamental
📚 Psicoterapia para adultos
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Que o próximo ano permita mais consciência sobre limites, escolhas e prioridades. Que exista espaço para pausa, reflexão...
01/01/2026

Que o próximo ano permita mais consciência sobre limites, escolhas e prioridades. Que exista espaço para pausa, reflexão e cuidado contínuo com a saúde mental, sem a ilusão de mudanças instantâneas ou metas irreais. Que seja um ano construído com mais presença e menos automatismos. Feliz ano novo!

Que seja um Natal de equilíbrio entre viver o que culturalmente definimos “espirito natalino” e ao mesmo tempo não se in...
25/12/2025

Que seja um Natal de equilíbrio entre viver o que culturalmente definimos “espirito natalino” e ao mesmo tempo não se invalidar e se respeitar, ou seja, poder viver esta época do ano dentro de suas condições e especificidades dentro deste contexto sem que isso vire uma autocobrança. Não é tão simples mas é possível! Contextualize e desenvolva o seu espírito natalino!

22/12/2025

Dezembro altera a rotina da maioria das pessoas, mas para quem vive com transtorno bipolar essas mudanças merecem atenção especial. Privação de sono, consumo de álcool, viagens, alterações nos horários da medicação e maior exposição a situações familiares potencialmente gatilho podem aumentar o risco de desestabilização. Não se trata de evitar eventos ou se isolar, mas de planejar com mais consciência. Pensar em limites de horário, frequência de compromissos, uso de álcool e manejo de conflitos ajuda a proteger a estabilidade, que costuma levar tempo para ser recuperada quando é perdida. Viver com equilíbrio também é parte do tratamento.

18/12/2025

Nem toda preocupação é problemática. Algumas ajudam a orientar cuidados e decisões práticas. O ponto de atenção surge quando a preocupação se torna repetitiva, ruminativa e passa a ocupar a mente sem produzir ação efetiva. Nesse caso, ela deixa de proteger e passa a gerar sofrimento. A preocupação ansiosa costuma vir acompanhada da sensação de que pensar mais vai evitar riscos, quando na prática só aumenta a tensão e não altera o que está fora de controle. Aprender a diferenciar esses dois funcionamentos e desenvolver tolerância às incertezas é parte central do manejo da ansiedade e costuma ser trabalhado ao longo da psicoterapia.

16/12/2025

Muitos conflitos não se mantêm pelo assunto em si, mas pela forma como a conversa acontece. Reações impulsivas, conclusões antecipadas, suposições sobre a intenção do outro e respostas atravessadas tendem a escalar o diálogo para um lugar defensivo. Monitorar como você reage, e não apenas o que você diz, aumenta a chance de conversas mais produtivas. Diálogos bem-sucedidos não são aqueles sem discordância, mas aqueles em que a divergência não vira ataque. Observar o que ativa respostas impulsivas costuma revelar mais sobre o próprio funcionamento emocional do que sobre o comportamento do outro.

12/12/2025

Nem todo mundo vive dezembro como um mês leve. Para algumas pessoas, a sobrecarga prática se soma a demandas emocionais que ficam mais evidentes nessa época. Pressão para dar conta de tudo, encontros familiares que despertam tensão, lembranças relacionadas ao luto e a sensação de que o ano precisaria “fechar redondo” criam expectativas difíceis de sustentar. Tratar esse período com mais equilíbrio ajuda a reduzir o impacto. Nem tudo precisa ser resolvido antes do ano acabar e nem toda data comemorativa precisa reproduzir o que foi vivido no passado. Entender o que está por trás do mal-estar permite ajustar as demandas e atravessar o mês com mais clareza e menos pressão.

09/12/2025

A diferença entre uma variação normal de humor e um episódio do transtorno bipolar está no tempo e na intensidade.

Alterações cotidianas têm um motivo claro, duram pouco e melhoram quando o contexto muda. No transtorno bipolar, o humor se altera de forma mais marcada e sustentada, por semanas, com impacto direto no sono, na energia e no comportamento. Muitas vezes não há um gatilho evidente, e mesmo quando existe, a intensidade da reação é desproporcional ao evento. Entender esse padrão ajuda a distinguir o que faz parte da vida emocional comum do que requer avaliação clínica e tratamento adequado.

04/12/2025

Antes de qualquer técnica funcionar, é a aliança terapêutica que define se o processo vai avançar. Empatia, interesse genuíno e comunicação verdadeira criam a base que permite ao paciente confiar, se abrir e sustentar o tratamento.

Quando essa relação está bem formada, a adesão ao que é proposto em sessão aumenta de forma significativa, porque a pessoa sente segurança para experimentar mudanças e seguir intervenções que, sem vínculo, pareceriam distantes ou difíceis de aplicar. A técnica importa, mas é o vínculo que torna possível colocá-la em prática.

02/12/2025

As oscilações de humor podem interferir na forma como a pessoa percebe quem está ao seu lado. Em fases depressivas, tudo tende a parecer pior, inclusive o relacionamento. Em momentos de aceleração, tudo pode parecer ótimo demais. Essa variação de percepção desgasta quem vive e quem convive com o transtorno. O trabalho terapêutico ajuda a identificar esses movimentos e a reduzir o impacto emocional enquanto a estabilidade não chega.

Para o parceiro, compreender esses ciclos e participar do processo, quando possível, também faz diferença. Relações não fracassam apenas por causa de um transtorno, nem se sustentam apenas com estabilidade clínica. O que funciona é o cuidado mútuo, o acompanhamento adequado e a capacidade de entender o que é do transtorno e o que é da relação em si.

27/11/2025

A dificuldade em aceitar o diagnóstico bipolar costuma aparecer por vários motivos: estigma, medo das mudanças necessárias no estilo de vida, receio dos efeitos colaterais da medicação e resistência em abrir mão do funcionamento acelerado da hipomania.

Mesmo assim, a aceitação é o ponto de virada no tratamento. Quando o diagnóstico deixa de ser visto como sentença e passa a ser entendido como uma explicação possível para anos de sofrimento, a pessoa consegue fazer escolhas mais claras, buscar informações de qualidade e sustentar o tratamento com mais consistência.

A estabilidade não acontece de imediato, mas começa nesse reconhecimento, porque negar o transtorno não impede que ele aconteça, apenas mantém o sofrimento ativo.

Alguns comportamentos parecem ter vida própria. Você sabe que te fazem mal, sabe que não fazem sentido a longo prazo, ma...
25/11/2025

Alguns comportamentos parecem ter vida própria. Você sabe que te fazem mal, sabe que não fazem sentido a longo prazo, mas continuam acontecendo como se estivessem no automático. A análise do comportamento ajuda a entender por que esse ciclo se mantém e por que o reforço imediato costuma vencer qualquer planejamento racional. Quando você identifica o estímulo, a resposta e a consequência que mantém o padrão vivo, começa a ter ferramentas para enfraquecer esse ciclo e criar alternativas mais funcionais. Mudar um comportamento exige entender o que sustenta ele primeiro.

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