Psicóloga Alexandra Leite

Psicóloga Alexandra Leite - Psicóloga / Psicoterapeuta (CRP: 08/09897)
A PSICANÁLISE CURA! Psicóloga clínica

CRP 08/09897

Londrina-PR

VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA UMA CONVERSA FRANCA E CORAJOSA?
- Atendimento presencial e online, para adolescentes, adultos, casais e famílias
- Agendamento: (43)988489030 Escuta das questões psíquicas conscientes e inconscientes como possibilidade de nomear a angústia, as relações, o auto-cuidado, os conflitos internos e papéis sociais.

04/02/2026

O presente começa quando você para de negociar com o que não pode ser mudado
e passa a se responsabilizar pelo que ainda pode ser vivido.

Curar não é apagar a história.
É deixar de morar nela.

Alexandra Ardivino Ferreira Leite
Psicanalista | Psicóloga
CRP 08/06897

Muitas pessoas acreditam que bloqueios emocionais surgem do nada,ou que são sinais de fraqueza.Na maioria das vezes, não...
02/02/2026

Muitas pessoas acreditam que bloqueios emocionais surgem do nada,

ou que são sinais de fraqueza.

Na maioria das vezes, não são.

Bloqueios emocionais costumam nascer cedo, ainda na infância,

como estratégias de sobrevivência psíquica.

Foram formas encontradas para lidar com medo, rejeição, críticas ou abandono.

O problema é que aquilo que um dia protegeu,

na vida adulta pode se transformar em travas.

Dificuldade de se posicionar.

Medo excessivo de errar.

Necessidade constante de agradar.

Travas nos relacionamentos, na carreira e nas decisões.

O sofrimento não está no passado em si,

mas em continuar vivendo o presente com estratégias emocionais antigas.

Na psicanálise, não se trata de culpar pais ou reviver dores,

mas de compreender como sua história moldou seus limites, medos e repetições.

Quando o bloqueio ganha sentido,

ele deixa de comandar sua vida.

Cuidar da saúde emocional não é luxo.

É responsabilidade consigo mesmo.

Alexandra Ardivino Ferreira Leite

Psicanalista | Psicóloga

CRP 08/06897

31/01/2026

Às vezes, a gente acredita que está “esperando o momento certo”.
Mas, na prática, está apenas adiando uma escolha que assusta.

Não escolher também é uma escolha.
É permanecer em lugares estreitos, vínculos que já não cabem mais, papéis que sufocam — não por falta de desejo, mas por medo do desconhecido.

Muitas vezes, o que mantém alguém parado não é ausência de saída,
é o desvalor construído ao longo da vida,
as marcas de experiências passadas,
a ansiedade diante do novo
ou a dependência psíquica de quem um dia ofereceu segurança.

Ficar também é uma decisão.
A pergunta é: o que essa permanência está te custando?

Quero te ouvir:
👉 Em que área da sua vida você sente que está parado por medo de escolher?

30/01/2026

A morte do Orelha não é apenas um caso isolado de crueldade.
Ela escancara algo que nos atravessa como sociedade.

Quando a justiça falha — ou parece falhar — o sentimento coletivo se desorganiza. Surge a revolta, a descrença, o desejo de vingança. Não porque as pessoas sejam más, mas porque o senso de justiça é uma necessidade psíquica básica. Sem ele, o pacto social se rompe.

Casos de violência contra animais não podem ser minimizados. Na clínica, sabemos que a crueldade repetida, especialmente quando começa cedo, é um sinal de alerta importante. Não se trata de rotular, mas de reconhecer que atos assim falam de falhas graves na construção de limites, empatia e responsabilidade.

A comoção social mostra algo potente: quando o Estado falha, a comunidade tenta sustentar o que não pode ser perdido — o valor da vida, do cuidado e da proteção dos mais vulneráveis.

Denunciar também é um ato de cuidado.
Em casos de maus-tratos contra animais, ligue 181.

Que essa dor não se transforme apenas em ódio, mas em consciência, responsabilidade e exigência de justiça real.



Alexandra Ardivino Ferreira Leite
Psicanalista | Psicóloga
CRP 08/06897

Muitas das respostas que você procura não estão no controle, na razão ou na tentativa de se explicar o tempo todo.Elas e...
27/01/2026

Muitas das respostas que você procura não estão no controle, na razão ou na tentativa de se explicar o tempo todo.
Elas estão no inconsciente.

É ali que se repetem padrões, dores, escolhas e sintomas que você tenta resolver no plano racional, mas que insistem em voltar.
Não porque você é fraco.
Mas porque aquilo que não foi simbolizado continua pedindo lugar.

A psicanálise não oferece atalhos.
Ela oferece escuta, elaboração e transformação.
Ao acessar o inconsciente, o sujeito deixa de ser comandado pelo que não compreende e passa a se responsabilizar pela própria história.

Quando o inconsciente fala, a vida muda de direção.
E sim, a psicanálise pode curar — não apagando o passado, mas dando sentido a ele.

Se algo em você insiste em se repetir, talvez seja hora de escutar o que está por trás.

Alexandra Ardivino Ferreira Leite
Psicanalista | Psicóloga
CRP 08/06897

26/01/2026

Hoje se fala em gula.
Mas, na clínica, quase nunca se fala apenas de comida.

O excesso, a restrição, a culpa que vem depois, o ciclo que se repete…
muitas vezes não têm a ver com fome, mas com aquilo que não encontrou palavras, lugar ou escuta.

Na psicanálise, a comida pode ocupar o espaço do afeto que faltou, do controle que nunca existiu ou da tentativa de organizar um caos interno.
Não é fraqueza.
É sintoma. E sintoma não se julga, se escuta.

Quando a relação com a comida passa a gerar sofrimento, algo pede cuidado.
Talvez o convite de hoje não seja mudar o prato, mas olhar para além dele.

Se esse tema tocou você, existe um espaço seguro para falar sobre isso.
Buscar ajuda também é uma forma profunda de cuidado.

Alexandra Ardivino Ferreira Leite
Psicanalista | Psicóloga
CRP 08/06897

23/01/2026

Jô Soares enfrentou a perda de seu filho, Rafael — uma dor que ele mesmo chamou de “o pesadelo de todo pai”, porque desfaz a ordem natural da vida. Mesmo assim, no primeiro programa após esse momento, ele falou com sinceridade: a vida continua, e viver é aquilo que a gente veio fazer aqui

Essa fala nos lembra que a dor profunda não é um desvio da vida — ela **é parte da vida**.

Não se trata de ignorar a tristeza, mas de construir sentido no meio dela.

O luto e a perda nos confrontam com o que é essencial e nos convidam a reorganizar nosso mundo interno, percebendo que a vida não se dobra diante da dor, ela nos convida a atravessá-la com presença e significado.

Cultivar essa relação com a própria experiência emocional — sem fuga, sem negação — é um exercício de coragem e cuidado.

Em psicanálise, mais do que “melhorar”, trata-se de reconhecer, nomear e integrar o que sentimos — mesmo quando dói.

Alexandra Ardivino Ferreira Leite

Psicanalista | Psicóloga

CRP 08/06897

22/01/2026

Às vezes, não é a falta de recursos que nos mantém presos.
É a forma como escolhemos usá-los.

Passamos a vida buscando aquilo que acreditamos que vai nos libertar — uma resposta, uma pessoa, uma solução, uma virada.
E quando finalmente alcançamos, repetimos o mesmo gesto de sempre.

Em psicanálise, não é o objeto que determina o destino, mas a posição subjetiva diante dele.
A liberdade não nasce no “ter”, nasce no assumir.
Assumir o corte.
Assumir a perda.
Assumir a responsabilidade pelo próprio movimento.

No fim, não são as cordas que decidem.
São as escolhas que fazemos quando percebemos que poderíamos cortar.

21/01/2026

Regulação emocional não é silenciar sentimentos.

Não é engolir o choro, controlar a raiva ou “pensar positivo”.

Regular emoções é **aprender a escutá-las sem ser dominado por elas**.

É reconhecer o que surge, entender de onde vem e escolher o que fazer com isso.

Quando você tenta controlar demais, o corpo responde.

Quando ignora, a emoção retorna de outra forma: ansiedade, exaustão, adoecimento.

Na psicanálise, regulação emocional é construção de consciência.

É transformar reação automática em possibilidade de escolha.

Não é apagar o que sente, é dar sentido ao que sente.

Alexandra Ardivino Ferreira Leite

Psicanalista | Psicóloga

CRP 08/06897

Muitos só procuram ajuda quando o corpo adoece,quando a ansiedade transborda,quando os relacionamentos já estão em ruína...
16/01/2026

Muitos só procuram ajuda quando o corpo adoece,
quando a ansiedade transborda,
quando os relacionamentos já estão em ruínas,
quando o cansaço vira exaustão.

Mas a verdade é simples — e pouco dita:
o custo do cuidado é sempre menor que o custo do reparo.

Cuidar é escutar antes que vire sintoma.
É olhar para si antes que a dor decida por você.
É tratar o que insiste em se repetir, antes que se torne sofrimento crônico.

A terapia não é o último recurso.
É o espaço onde você aprende a não chegar no limite.

Alexandra Ardivino Ferreira Leite
Psicanalista | Psicóloga
CRP 08/06897

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