Psicóloga Mayara Barros

Psicóloga Mayara Barros Psicoterapia, Avaliação Psicológica (concursos), Psicoterapia de Adolescentes e Adultos, Saúde M

04/03/2026

Algumas pessoas têm uma reação muito intensa quando se sentem mandadas. Pode vir uma raiva imediata, um calor no peito, vontade de bater de frente ou até de desaparecer da situação. Às vezes a reação é oposta: a pessoa faz o que foi pedido, mas por dentro f**a tomada por ressentimento e incômodo.

Em muitos casos, essa resposta não tem relação direta com o momento atual. O que se ativa pode ser um eco de experiências antigas. Situações em que houve exposição, críticas duras, constrangimentos ou momentos em que a pessoa precisou engolir algo que doeu muito. O corpo aprende rápido quando associa autoridade a humilhação.

Curar não signif**a se tornar submisso ou aceitar tudo em silêncio. Signif**a parar de reagir apenas a memórias que ainda estão vivas dentro do corpo. É aprender a diferenciar o que pertence ao passado do que realmente está acontecendo agora. Quando isso começa a acontecer, as relações f**am mais leves e as respostas deixam de ser tão automáticas.

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Medo do julgamento e expectativas irreais não são traços aleatórios.São estratégias defensivas organizadas em torno do m...
02/03/2026

Medo do julgamento e expectativas irreais não são traços aleatórios.
São estratégias defensivas organizadas em torno do medo de rejeição.
Quando o sistema de apego é ativado por insegurança, a pessoa pode:
– se adaptar excessivamente para não perder o vínculo
ou
– idealizar para tentar controlar a imprevisibilidade do outro.
Ambos são tentativas de regulação emocional.
Mas nenhuma constrói segurança real.
Segurança se desenvolve quando a pessoa:
– tolera frustração
– sustenta conflito
– mantém identidade mesmo diante da desaprovação
– aprende a diferenciar fantasia de realidade relacional
É isso que o processo terapêutico organiza.

💬 Qual desses padrões você reconhece com mais frequência?

🤍 Salve para observar isso nas próximas relações.

27/02/2026

O vídeo do macaco rejeitado pela mãe e pelo grupo não é apenas triste.
Ele é uma demonstração clara de como o sistema de apego responde à ruptura de vínculo.
Segundo John Bowlby, o apego é um sistema biológico inato. Ele existe para garantir
proteção, regulação emocional e sobrevivência. Não é “dependência emocional”.

É organização do sistema nervoso.
Quando a figura cuidadora falha de forma consistente — por rejeição, negligência ou
imprevisibilidade — o organismo entra em estado de ameaça.

Sem base segura, o cérebro ativa estratégias:
• hiperativação → busca intensa por proximidade (apego ansioso)
• desativação → distanciamento emocional (apego evitativo)
• alternância caótica → aproximação com medo (apego desorganizado)

O filhote que se agarra a um objeto não está sendo “carente”.
Ele está tentando se autorregular.

Pesquisas clássicas com primatas, como as de Harry Harlow, já demonstravam que contato
e vínculo são necessidades primárias — tão vitais quanto alimento.
Clinicamente, vemos isso em adultos que permanecem em relações inconsistentes ou emocionalmente indisponíveis.
Não porque não percebem. Mas porque o sistema de apego ativado teme mais o abandono do que o sofrimento da relação.
O cérebro prefere um vínculo imperfeito… ao vazio da rejeição.
Se você reconhece esse padrão em si, talvez não seja fraqueza.
Talvez seja um sistema de apego que aprendeu a sobreviver assim.
E padrões de apego podem ser ressignif**ados quando há consciência, vínculo seguro e reparação emocional.

26/02/2026

Às vezes o que você chama de “meu jeito de amar” é, na verdade, o seu jeito de não perder.
Aprender a se adaptar foi necessário em algum momento da sua vida.
Mas continuar se diminuindo para manter alguém perto… cobra um preço emocional alto.
Nem todo excesso é amor.
Às vezes é medo.
Medo de rejeição.
Medo de abandono.
Medo de não ser suficiente.
E você não precisa se culpar por isso.
Você só precisa entender de onde esse padrão nasceu.
Quando você ganha consciência, você ganha escolha.
E isso muda tudo nas relações.

Você sente que já se adaptou demais em algum relacionamento?

24/02/2026

Muita gente procura terapia querendo aprender a ser “melhor”, mais forte, mais resolvido, mais parecido com aquilo que imagina que deveria ser. Mas o processo só começa de verdade quando existe um desejo genuíno de se conhecer como se é, com luz e sombra, força e fragilidade, certezas e contradições.

Enquanto a busca for para confirmar uma versão idealizada de si, a mudança f**a superficial. A terapia não trabalha com personagens. Ela trabalha com verdade. E verdade, às vezes, desconforta. Porque envolve reconhecer padrões que repetimos, defesas que criamos para sobreviver e partes nossas que tentamos esconder.

Autoconhecimento real não é sobre se moldar para caber em expectativas. É sobre ampliar consciência para fazer escolhas mais coerentes com quem você realmente é. Quando existe essa disposição interna, o processo ganha profundidade. Não porque se torna mais fácil, mas porque se torna mais honesto.

A transformação nasce desse encontro sincero consigo. Não com a versão que você gostaria de apresentar ao mundo, mas com a que existe por dentro, esperando ser compreendida e integrada.

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Cada pessoa tem uma história única.Por isso, o processo terapêutico é construído de forma individualizada, respeitando s...
23/02/2026

Cada pessoa tem uma história única.
Por isso, o processo terapêutico é construído de forma individualizada, respeitando seu tempo e suas necessidades.
Meu objetivo é oferecer um espaço seguro para que você possa compreender, elaborar e transformar sua experiência emocional.

Psicóloga Mayara Barros
CRP 08/16305

O sofrimento emocional nem sempre é visível.Mas ele aparece nos pensamentos, no corpo e nas relações.A psicoterapia é um...
19/02/2026

O sofrimento emocional nem sempre é visível.
Mas ele aparece nos pensamentos, no corpo e nas relações.
A psicoterapia é um espaço seguro para compreender, elaborar e transformar essas experiências.

Se você sente que é hora de cuidar de você, este pode ser o primeiro passo.

12/02/2026

Muitas dificuldades nos relacionamentos não começam no presente — começam na forma como aprendemos a nos vincular emocionalmente.

A teoria do apego explica padrões que muitas vezes repetimos sem perceber:
aproximar demais, afastar quando começa a f**ar íntimo, sentir medo constante de perder ou desejar proximidade e ao mesmo tempo sentir insegurança.

A boa notícia é que estilos de apego não são destinos fixos.
Com consciência emocional e experiências relacionais seguras, eles podem ser transformados.

Qual dessas frases mais descreve a forma como você costuma se sentir nas relações?

09/02/2026

Que tal sair do lugar de salvadora?

Uma tarefa difícil, mas possível!

07/02/2026

Seu cérebro não sabe diferenciar um perigo real de um perigo revivido várias vezes.

Quando você rumina uma situação, a amígdala ativa,
o corpo entra em alerta e a ansiedade reaparece — mesmo que tudo já tenha passado.
Por isso pensar mais não acalma.
O caminho não é controle mental.

*É regulação emocional.*

No e-book Entender sem se aprisionar, eu ensino como ajudar o corpo a sair desse estado antes de tentar entender qualquer coisa.

Porque clareza só vem depois de segurança.
📌 Salva pra lembrar disso
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Você chama de “pensar demais”. Mas o seu corpo chama de ameaça.A ruminação acontece quando a emoção não teve espaço para...
06/02/2026

Você chama de “pensar demais”.
Mas o seu corpo chama de ameaça.
A ruminação acontece quando a emoção não teve espaço para se regular.
E enquanto o corpo estiver em alerta, a mente vai continuar tentando resolver.
Não é falta de força.
É falta de segurança.

Entender sem se aprisionar é aprender a pausar o looping antes que ele vire culpa, ansiedade e exaustão.

✨ Essa semana teve lançamento do e-book
pra quem quer consciência sem autocobrança.
📌 Salva esse carrossel
📌 Me conta: o que mais você f**a ruminando?

03/02/2026

Você não sofre só pelo que aconteceu.
Você sofre pelo que revive depois.
Depois da conversa difícil.
Depois do choro.
Depois da resposta atravessada.
A mente entra em looping tentando entender, corrigir, prever.

Mas isso não é clareza.
É um sistema nervoso em alerta tentando se proteger.
Ruminar não resolve a emoção.
Ela só mantém o corpo preso no mesmo estado.
Entender ajuda.
Mas entender sem se aprisionar muda tudo.
✨ Essa semana eu lanço um e-book exatamente sobre isso:
• como sair do ciclo de pensar demais sem se abandonar emocionalmente.

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