Psicóloga Taila Freitas

Psicóloga Taila Freitas ��Te ajudo a ressignif**ar sua dor
�Educação para Morte, Perdas e Luto
�Formanda em Tanatologia
�CRP: 05/61504
�Online/Presencial
�Informações�

Perder quem era o seu porto seguro não é apenas sentir saudade. É vivenciar a ruptura de um vínculo que tinha uma função...
22/04/2026

Perder quem era o seu porto seguro não é apenas sentir saudade. É vivenciar a ruptura de um vínculo que tinha uma função essencial na sua vida: a de te dar segurança, estabilidade e sustentação emocional.

Quando esse tipo de vínculo se perde, é natural que aconteça uma desorganização interna. Emoções f**am mais intensas ou confusas, o corpo responde com cansaço e sobrecarga, e a sensação de segurança no mundo pode diminuir. Isso não é aleatório, é uma resposta do seu sistema emocional tentando se adaptar a uma ausência signif**ativa.

Em muitos casos, essa perda também impacta a estrutura familiar, exigindo mudanças de papéis e uma reorganização que nem sempre acontece de forma clara ou fácil. Tudo isso aumenta a sensação de instabilidade.

É nesse ponto que a psicoterapia se torna um espaço importante. Um lugar onde você pode compreender o que está acontecendo com você, organizar suas emoções e, aos poucos, desenvolver uma nova forma de se sustentar emocionalmente, sem se abandonar no meio do processo.

Nela você aprende a se reconstruir a partir do que foi vivido, com mais consciência e cuidado com você.

Me conta nos comentários: o que mais mudou em você depois dessa perda?

Psi Taila Freitas💛

**ar

15/04/2026

Não existe superação no luto, você não supera as suas perdas, mas aprende a conviver com elas. A vida e a perda caminham juntas.

O luto não é algo que simplesmente f**a para trás. Ele se transforma, muda de intensidade, aparece de formas diferentes ao longo do tempo… mas continua existindo, porque o amor que você sente também continua.

Perder alguém não é só lidar com a ausência daquela pessoa, é também aprender a viver uma vida que você não escolheu. E isso não se resolve se aprende, aos poucos, a sustentar.

Você não precisa “deixar de sentir” para seguir em frente.
Você só precisa aprender a caminhar, mesmo sentindo.

Me conta aqui: como tem sido, pra você, conviver com essa ausência no dia a dia?

E se esse vídeo tocou você de alguma forma, compartilha com alguém que também precise ouvir isso. Às vezes, tudo que a gente precisa é se sentir menos sozinho nessa dor.

Psi Taila Freitas 💛

**ar

Nem sempre o luto aparece da forma que as pessoas imaginam. Nem sempre ele é visível, nem sempre ele é compreendido. Mui...
14/04/2026

Nem sempre o luto aparece da forma que as pessoas imaginam. Nem sempre ele é visível, nem sempre ele é compreendido. Muitas vezes, ele é silencioso, interno e solitário. Tem dias em que não é sobre estar bem, nem sobre seguir em frente… é simplesmente sobre conseguir atravessar mais um dia, mesmo com o coração pesado e a saudade presente.

Sobreviver, no luto, é uma resposta possível diante de uma dor que transforma tudo por dentro. É o corpo tentando se reorganizar, é a mente tentando dar conta do que ainda parece impossível de aceitar, é você tentando existir em uma realidade que não foi escolhida. E, ainda que pareça pouco, continuar já é muito.

Mas, aos poucos, com cuidado, acolhimento e direção, essa sobrevivência pode abrir espaço para pequenos respiros. Momentos em que a dor não desaparece, mas se torna um pouco mais suportável. E isso também faz parte do processo.

Me conta: como tem sido pra você… você sente que está apenas sobrevivendo ou já conseguiu perceber pequenos respiros no meio da dor?

Psi Taila Freitas 💛

O luto não é só sobre sentir saudade. É sobre sustentar, todos os dias, uma dor que muitas vezes não cabe em palavras.É ...
08/04/2026

O luto não é só sobre sentir saudade. É sobre sustentar, todos os dias, uma dor que muitas vezes não cabe em palavras.

É acordar e perceber que a realidade continua diferente.
É tentar seguir com a rotina enquanto, por dentro, tudo ainda parece desorganizado.

É lidar com pensamentos que voltam, memórias que apertam, e uma ausência que, em alguns momentos, parece impossível de aceitar.

E existe algo que poucas pessoas falam: essa dor não é só emocional. Quando você perde alguém importante, áreas do seu cérebro ligadas à dor, como o córtex cingulado anterior e a ínsula, são ativadas. O seu corpo responde, a sua energia muda, o seu funcionamento não é o mesmo.

No meu trabalho, eu não tento tirar essa dor de você.
Porque ela tem história, tem vínculo, tem amor.O que eu faço é te ajudar a não se perder dentro dela. A aprender, aos poucos, a suportar o que hoje parece insuportável, a sobreviver aos dias mais difíceis, e, com o tempo, construir formas mais cuidadosas de viver com essa ausência.

Na terapia, vamos juntas organizando o que está confuso, regulando o que parece intenso demais e encontrando ferramentas possíveis para atravessar esse processo com mais estabilidade emocional.

A dor pode não desaparecer completamente, mas ela pode deixar de te paralisar.

Se esse conteúdo fez sentido pra você, me conta: o que tem sido mais difícil sustentar nos seus dias?

Psi Taila Freitas 💛

**ar

08/04/2026
Recarregando as energias para começar mais uma semana de escuta, acolhimento e cuidado com minhas pacientes queridas. 💛
06/04/2026

Recarregando as energias para começar mais uma semana de escuta, acolhimento e cuidado com minhas pacientes queridas.

💛

✨Photo dump Março ✨
31/03/2026

✨Photo dump Março ✨

Eu vejo que existe uma expectativa muito grande sobre você depois de um ano. Como se esse tempo signif**asse que você já...
25/03/2026

Eu vejo que existe uma expectativa muito grande sobre você depois de um ano. Como se esse tempo signif**asse que você já deveria estar bem, como se existisse um prazo para a sua dor diminuir ou até desaparecer.

Depois de um ano, você já passou por muitos primeiros. E isso pode dar a impressão, tanto para quem está de fora quanto, às vezes, para você mesmo, de que agora você deveria ter superado. Mas, na prática, não é assim que acontece.

Um ano de luto pode sim mudar muita coisa. É esperado que exista algum movimento de melhora, que você consiga lidar um pouco melhor com os dias difíceis, que a dor deixe de ser tão constante como no início. Mas isso não signif**a que você superou. A sua vida não volta a ser como antes.

E eu quero te dizer algo importante: essa expectativa não vem só dos outros, muitas vezes ela nasce dentro de você. Essa cobrança de já estar melhor, de já ter aceitado, de já ter seguido em frente… ela pesa.

Acompanhando pessoas enlutadas ao longo dos anos, eu percebo que em um ano existem sim muitas evoluções. Mas não uma superação completa. Porque o luto não funciona como um ponto final, ele é um processo.

E não existe uma regra para o tempo do luto. Existem muitos fatores que influenciam…o tipo de perda, o vínculo, a forma como tudo aconteceu, o suporte que você tem hoje. Para algumas pessoas, a ressignif**ação leva mais tempo. E isso não signif**a que tem algo de errado com você.

Agora me conta… o que você imaginava que estaria sentindo depois de um ano? E o que realmente mudou dentro de você?

Psi Taila Freitas 💛

**ar

Muitas pessoas me perguntam por que escolhi trabalhar com o luto na minha prática clínica, e se isso não é mórbido ou pe...
24/03/2026

Muitas pessoas me perguntam por que escolhi trabalhar com o luto na minha prática clínica, e se isso não é mórbido ou pesado demais. Mas a verdade é que trabalhar com o luto não é sobre o peso da dor, é sobre a presença diante dela. É estar com alguém em um dos momentos mais difíceis da sua vida, oferecendo escuta quando o mundo já não sabe mais o que dizer, oferecendo acolhimento quando tudo parece grande demais para suportar sozinho.

Trabalhar com pessoas enlutadas é ser apoio, mas também é ter o privilégio de testemunhar algo muito profundo: a reconstrução emocional de alguém que foi atravessado pela perda. É acompanhar de perto alguém que chega no consultório com um sofrimento imenso e, aos poucos, vai se reorganizando por dentro, se fortalecendo, se reencontrando em uma vida que não foi escolhida, mas que precisa ser vivida.

Ser psicóloga do luto é ser porto seguro, um lugar onde a dor pode ser acolhida sem pressa, sem julgamento, e onde também é possível, com o tempo, construir novos sentidos. É oferecer uma base segura para que essa pessoa possa explorar esse novo mundo depois da perda, mesmo que ainda com medo, mesmo que ainda com saudade.

Se você está vivendo um luto e sente que está difícil carregar tudo isso sozinho, talvez você não precise dar conta de tudo por conta própria. Você pode ser acolhido, pode ser cuidado, e pode aprender, no seu tempo, a lidar com essa dor de uma forma mais leve. Estou aqui para te acompanhar nesse caminho.

Psi Taila Freitas 💛

**ar

Às vezes, no luto, não é só o coração que dói… o corpo também sente.Dores que aparecem sem explicação, um cansaço que nã...
23/03/2026

Às vezes, no luto, não é só o coração que dói… o corpo também sente.

Dores que aparecem sem explicação, um cansaço que não passa, um aperto no peito, uma dor de cabeça constante, o que pode ser muito assustar.

Mas, muitas vezes, é o seu corpo tentando expressar uma dor que ainda não encontrou palavras.

O luto é vivido por inteiro. Na mente, nas emoções e também no corpo.

Por isso, em vez de se cobrar ou se assustar, tente se escutar com mais gentileza.

Seu corpo não está contra você, ele está tentando te mostrar que algo precisa de cuidado.

Me conta, você tem sentido o luto no seu corpo?

Psi Taila Freitas 🌻

**ar

Esses dias, estava conversando com uma pessoa enlutada e, ouvindo seu relato sobre a falta e o vazio, fiquei refletindo ...
19/03/2026

Esses dias, estava conversando com uma pessoa enlutada e, ouvindo seu relato sobre a falta e o vazio, fiquei refletindo o quanto o vazio no luto é algo palpável e até mensurável. O vazio ocupa muito espaço e, muitas vezes, ocupa todo o espaço.

E isso também é um movimento psicológico do cérebro: focar na perda para que você possa, aos poucos, processá-la. O luto revela algo difícil de explicar. A falta não é leve, não é vazia como parece… ela pesa, ocupa e transborda.

É como se a ausência ganhasse forma, como se aquilo que não está mais estivesse em todos os lugares. O vazio ocupa a energia, os pensamentos, o corpo inteiro. Talvez por isso canse tanto… porque você tenta seguir, continuar a vida, mas por dentro carrega um espaço cheio de vazio.

E como lidar com isso? Como se acostumar com esse vazio? Talvez você não se acostume, mas possa aprender, aos poucos, a tolerar esse vazio que é tão desconfortável. E, nesse processo, dar forma ao que você sente pode ser um caminho.

A escrita terapêutica pode te ajudar a nomear esse vazio, organizar pensamentos e acolher emoções que, às vezes, f**am soltas dentro de você. Se fizer sentido, eu te convido a explorar isso comigo. Te espero lá na nossa jornada de escrita terapêutica

E me conta aqui: isso faz sentido para você?

Psi Taila Freitas 💛

**ar

Tem lutos que são vividos em silêncio. Não porque a dor é pequena, mas porque, aos poucos, você percebe que ela não enco...
17/03/2026

Tem lutos que são vividos em silêncio. Não porque a dor é pequena, mas porque, aos poucos, você percebe que ela não encontra espaço.

As pessoas mudam de assunto, f**am desconfortáveis, não sabem o que dizer ou simplesmente não querem sustentar o que você sente. E, sem perceber, você começa a se calar. Você para de falar sobre quem partiu, para de dividir o que sente, para de mostrar o quanto ainda dói. Não porque passou, mas porque parece que não cabe mais no mundo. E isso cansa.

Cansa ter que parecer forte, cansa sentir que estão esperando que você “fique bem logo”, cansa perceber que, enquanto a sua dor continua, a vida das outras pessoas segue normalmente.
A verdade é que só sabe o tamanho dessa dor quem vive ela. E talvez seja por isso que, em muitos momentos, você se sente tão sozinho, mesmo quando está cercada de gente.

Mas tem algo importante que você precisa lembrar: o fato de não terem sustentado a sua dor não signif**a que você precisa continuar se silenciando. O que você sente merece existir, merece espaço, merece ser ouvido nem que, no começo, seja por você mesmo.

E é aqui que, muitas vezes, a escrita começa a fazer sentido. Porque no papel, você não precisa medir palavras, não precisa se explicar, não precisa ser forte. Você só precisa ser sincero.

Se você sente que tem muita coisa guardada aí dentro, talvez escrever possa ser um primeiro passo para se reencontrar no meio dessa dor.

Se isso tocou você de alguma forma, me conta: você sente que o seu luto foi silenciado?

Ou, se fizer sentido, me chama com a palavra LEVEZA eu posso te mostrar um caminho para começar a se escutar através da escrita.

Psi Taila Freitas 💛

**ar

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