Ana Paula Siqueira

Ana Paula Siqueira Oferece Aconselhamento profissional à pessoas que estejam necessitando de tratamento em função da síndrome da Dependência Química e da Cyberdependencia.

Tem como método 360 gráus ambulatórial.

Quando o álcool começa a afetar “todos os sentidos”, a decisão de parar não é apenas sobre saúde física, mas sobre retom...
02/02/2026

Quando o álcool começa a afetar “todos os sentidos”, a decisão de parar não é apenas sobre saúde física, mas sobre retomar o controle da própria narrativa. É sobre saber o que eu vou deixar ir e sobre o que vai f**ar.

Um dos ganhos está no Impacto na Saúde Mental e Cognitiva onde um dos aspetos é o Equilíbrio Emocional uma vez que o álcool altera a química cerebral muitas vezes agravando a ansiedade e a depressão. Parar ajuda a estabilizar o humor.

Um outro ganho importante diz respeito à Vida Social e Profissional ligado ao Desempenho no Trabalho. Nesse último o álcool está ligado à perda de produtividade, conflitos com colegas e é responsável por uma parcela signif**ativa de acidentes de trabalho

Já quando falamos de Vida Social não podemos deixar de falar de relacionamentos . A dependência afeta profundamente o ambiente familiar e social, sendo frequentemente descrita como uma “doença social” que impacta todos ao redor.

Ana Paula Siqueira
PSICANALISTA
MENTORIA E CONSULTORIA EM DEPENDÊNCIAS E COMPULSÕES

📍Pensar politicamente é pensar o mundo em que vivemos.📍Reflexões sobre como vivemos juntos, como organizamos o poder, co...
29/01/2026

📍Pensar politicamente é pensar o mundo em que vivemos.

📍Reflexões sobre como vivemos juntos, como organizamos o poder, como damos sentido ao comum e como compreendemos os conflitos que atravessam a vida social fazem parte da agenda atual.

📍Dito isto não poderíamos deixar de atravessar um tema que nos tem nos custado tão caro e tão sensível e que está presente no nosso dia a dia, de uma forma ou de outra: o alcoolismo.

📍Somos uma sociedade alcoolizada notívaga. É uma normatização o uso do álcool pra aqueles que são afeitos a noite. As baladas, aos barzinho… caso contrário somos um estranho no ninho.

📍A grande dificuldade para aqueles que não podem beber, diferentemente dos que não querem beber, é socializar. Sentir- se parte dessa cultura da noite brasileira.

📍Pessoas que não bebem podem sentir que precisam “dar desculpas” ou enfrentar questionamentos sobre por que não estão bebendo, o que pode gerar desconforto e não pertencimento.

📍Há que se pensar em lugares alternativos que reúnam pessoas que possam desfrutar das baladas, dos barzinhos regados a drinks sem álcool o que hoje é totalmente possível.

📍Já existe um movimento ,ainda tímido no Brasil, de bares e casas noturnas que estão priorizando coquetéis sem álcool (mocktails) sofisticados, com foco em botânicos e sabores complexos, permitindo que a pessoa mantenha o “ritual social” sem ingerir álcool

📍Hoje podemos dizer que o grau de dificuldade é menor do que ha cinco anos atrás. O desafio atual é mais psicológico (lidar com a curiosidade alheia) do que prático já que o mercado de entretenimento vem aos poucos se adaptando. Esse movimento é maior nas grandes capitais enquanto nas pequenas cidades ainda existe poucas oportunidades do diversidade das comunidades adeptas da bebida sem álcool.

Ana Paula Siqueira
PSICANALISTA
MENTORIA E CONSULTORIA EM DEPENDÊNCIAS E COMPULSÕES

Podemos pensar o uso do álcool pelo sujeito de várias formas, sob vários contextos, e as várias finalidade e representat...
25/01/2026

Podemos pensar o uso do álcool pelo sujeito de várias formas, sob vários contextos, e as várias finalidade e representatividade que ele tem na vida do mesmo. Caso queiramos nos aprofundar ainda mais teríamos que levar em conta algumas variáveis fundamentais como classe social, gênero entre outras tantas.

O que assusta é a generalização. Quando me deparo com leituras que remetem ao uso do álcool pelo Sujeito e a finalidade desse uso sem mínimas devidas distinção me deixa inquieta. É como se estivéssemos falando de efeito manada.

Mas ao nos debruçarmos realmente acerca do álcool e o sujeito na atualidade o que vem chamando atenção é a preocupação com autenticidade desse sujeito, o uso do álcool pelo mesmo e a possibilidade de f**ar sem ele. Entretanto afirmo que esse é apenas o pano de fundo da questão. Ao nos aprofundarmos mais um pouco e alargarmos nosso olhar enxergaremos uma outra camada que vai nos falar do sujeito, seus limites emocionais e a capacidade de suportar a realidade.

Daí surge a pergunta: e se o medo real for outro? O medo de f**ar sóbrio e descobrir que, sem a anestesia, não se sabe quem é. Então a psicoterapia será esse lugar de acolhimento. Um lugar de fala desse sujeito, de autodescoberta, de autocuidado. Sem medo da liberdade de escolher — e de arcar com as consequências.

O medo de sentir o vazio que o álcool vinha disfarçando talvez com o tempo se dissipe no processo (psicoterápico ) que você vai passar, talvez você tenha que conviver com ele mas de uma outra forma, sob uma nova leitura, se colocando não mais no lugar que ocupava antes. É saber conviver sem necessariamente sofrer. Saber que o vazio existe e está tudo bem. É que eu não preciso do álcool para preenchê-lo.

O que f**a de reflexão para o ano de 2026 ,e para todos os anos que possam vir, é que o alcoolistas não fogem da substância, mas de algo mais profundo: o encontro com o próprio ser.

Ana Paula Siqueira
PSICANALISTA
MENTORIA E CONSULTORIA EM DEPENDÊNCIAS E COMPULSÕES

23/01/2026

📍O uso de maconha pode agravar transtornos de saúde mental pré-existentes ou aumentar o risco de seu desenvolvimento, especialmente devido à alta concentração de THC (tetrahidrocanabinol), que altera a química e os circuitos cerebrais.

📍A psicose subclínica — caracterizada por experiências semelhantes a surtos, mas que não atendem aos critérios para um transtorno clínico — impacta diretamente os usuários de maconha, especialmente aqueles com maior frequência de uso ou vulnerabilidade genética. 

📍Os principais impactos e associações identif**ados por pesquisas recentes (2025-2026) incluem o aumento de Experiências Semelhantes à Psicose (PLEs) onde os usuários frequentes apresentam probabilidade signif**ativamente maior de relatos de alucinações leves, paranoia e pensamentos desorganizados. Essas experiências subclínicas são muitas vezes transitórias, ocorrendo durante a intoxicação, mas podem persistir em usuários crônicos. 

📍O Fato é que existe a possibilidade para progressão para Transtornos Clínicos. A Psicose Subclínica funciona frequentemente como um preditor de risco. Usuários que apresentam. Sintomas atenuados têm entre 20% a 30% de chance de desenvolver um Transtorno Psicótico Clínico como a esquizofrenia, dentro de dois anos. 



Ana Paula Siqueira
PSICANALISTA
MENTORIA E CONSULTORIA EM DEPENDÊNCIAS E COMPULSÕES

📍A Saúde Mental está profundamente ligada às pessoas com quem você se relaciona. De acordo com a Organização Mundial da ...
21/01/2026

📍A Saúde Mental está profundamente ligada às pessoas com quem você se relaciona. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o bem-estar social é um dos pilares fundamentais da saúde mental. 

📍O impacto das relações varia conforme a qualidade dos vínculos que você estabelece. Você é responsável pelo poder que você concede ao outro. Antes de tudo estabeleça seus limites emocionais. Só você pode delimitar sua cerca emocional.

📍Limites são comunicados mas pelo que você tolera do que pelo que você grita. Quem os ocupa o espaço ao lado ,como você reage a a essa ocupação ,determina que tipo de relação você quer alimentar: saudável ou doentia. Observe suas reações. E seja vigilante com seu espaço mental.

📍A forma pela qual você vai gerenciar sua emoções, seus sentimentos, seus comportamentos, nos relacionamentos podem ser saudáveis ou abusivos. Isso logicamente vai impactar sua saúde mental.

📍Você sente que seus relacionamentos estão afetando seu bem-estar,? Afetando sua rotina? Impactando sua saúde mental? pode ser útil considerar o apoio da psicoterapia, da psicanálise priorizando seu autocuidado e seus bem estar social. Busque ajuda especializada.


Ana Paula Siqueira
PSICANALISTA
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Uma das narrativas mais cruéis sobre o alcoolismo é a do egoísmo.Mas quem convive clinicamente com alcoolistas sabe: o á...
18/01/2026

Uma das narrativas mais cruéis sobre o alcoolismo é a do egoísmo.
Mas quem convive clinicamente com alcoolistas sabe: o álcool raramente é expressão de excesso de amor-próprio.
Na maior parte das vezes, ele é tentativa de lidar com um mal-estar que não encontra palavras.

A psicanálise nunca leu o alcoolismo como simples desvio de conduta.

Ela o compreende como uma solução psíquica — precária, custosa, mas solução — para conflitos que não puderam ser simbolizados.
Donald Winnicott descreveu como certas falhas no cuidado emocional levam o sujeito a buscar apoios externos para sustentar a própria existência.

O álcool pode ocupar esse lugar: uma muleta psíquica, um amortecedor do viver.

Ver o alcoolismo como sintoma não é uma visão incompleta.
É uma leitura psicanalítica legítima e profunda.
Na psicanálise, o sintoma não é algo superficial a ser eliminado.
Ele é uma formação do inconsciente, uma resposta possível — ainda que dolorosa — ao sofrimento psíquico.
O álcool, nessa leitura, não é apenas consequência de ansiedade, depressão ou trauma.

Ele se torna um operador central da economia psíquica, regulando afetos, sustentando defesas, organizando a relação do sujeito com o mundo.

Em determinado momento, não faz mais sentido perguntar se o álcool é causa ou efeito.Ele passa a ser estrutura.
Isso não diminui sua gravidade.Ao contrário: explica por que parar é tão difícil.



Ana Paula Siqueira
PSICANALISTA
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📍A “ressaca emocional” ou “moral” após o consumo excessivo de álcool (frequentemente chamada de hangxiety) não é apenas ...
15/01/2026

📍A “ressaca emocional” ou “moral” após o consumo excessivo de álcool (frequentemente chamada de hangxiety) não é apenas psicológica; ela tem uma base biológica e neuroquímica rigorosa. O mal-estar que você sente no dia seguinte é o resultado do seu cérebro tentando desesperadamente restabelecer o equilíbrio químico que o álcool rompeu. 

📍Dentre alguns motivos científicos para isso acontecer está à Queda de Dopamina e Serotonina. Durante a bebedeira, o álcool inunda o cérebro com dopamina e serotonina, os químicos do prazer e bem-estar. No dia seguinte, ocorre uma “queda” (crash) desses níveis. O resultado é uma apatia profunda, tristeza e dificuldade em sentir prazer em coisas comuns. 

📍Estudos de 2026 também reforçam que o álcool causa neuroinflamação, o que intensif**a o estresse emocional e torna as reações mais aguçadas.

📍O que fazer quando isso acontece?
Além de hidratar-se, é importante entender que esse sentimento é temporário e químico. Se você sente que o impacto emocional do álcool está afetando sua saúde mental, está na hora de ligar o sinal de alerta e aos poucos modif**ando seus hábitos e comportamentos.

📍Caso você perceba que não consegue fazer isso sozinha busca ajuda especializada. A Psicoterapia, a Psicanálise, os Grupos de Auto Ajuda tem sido um aliado importante na sua caminhada. Você também pode buscar orientação em recursos como o CISA (Centro de Informações sobre Saúde e Álcool).


Ana Paula Siqueira
PSICANALISTA
MENTORIA E CONSULTORIA EM DEPENDÊNCIAS E COMPULSÕES

13/01/2026

📍Em termos psicológicos e sociológicos, muitas vezes operamos através de uma imagem idealizada construída para satisfazer o que o mundo externo espera de nós. 

📍Segundo a psicologia analítica de Carl Jung, a persona é a máscara que usamos para nos adaptar às expectativas da sociedade e realizar papéis sociais. Ela é necessária para o convívio, mas o adoecimento ocorre quando passamos a acreditar que somos apenas essa máscara, ignorando nossa verdadeira natureza (o Self).

📍As pessoas raramente nos veem como somos; ; elas projetam em nós seus próprios desejos, carências e ideais. Quando aceitamos esse papel para evitar conflitos ou buscar aprovação, tornamo-nos “suportes para a fantasia” alheia.

📍Como Podemos romper esse ciclo?
1-Reconhecendo que a versão “perfeita” que os outros esperam é uma construção impossível de sustentar.
2-Compreendendo que decepcionar a expectativa de alguém não signif**a que você falhou, mas que você está retomando a posse da sua própria identidade.
3-Buscando Ajuda Profissional na psicoterapia, na Psicanálise pois ajuda a acolher nossas fragilidades e a construir um caminho baseado no reconhecimento honesto de quem você já é hoje. 

Ana Paula Siqueira
PSICANALISTA
MENTORIA e CONSULTORIA EM DEPENDÊNCIAS E COMPULSÕES

11/01/2026

📍Há um ponto em que entender o conceito de alcoolismo não basta.
Saber que é doença não impede beber.

📍Entender o sintoma não faz parar. Algo mais é exigido.



Ana Paula Siqueira
PSICANALISTA
ATENDIMENTO EM DEPENDÊNCIAS E COMPULSÕES
MENTORIA EM DEPENDÊNCIA E COMPULSÃO

📍As pessoas buscam uma variedade de coisas quando bebem álcool, e as motivações variam signif**ativamente de indivíduo p...
08/01/2026

📍As pessoas buscam uma variedade de coisas quando bebem álcool, e as motivações variam signif**ativamente de indivíduo para indivíduo. Somos seres unos.

📍Só não podemos fugir do que é comprovado cientif**amente; O álcool tem propriedades depressoras do sistema nervoso central,
e isso pode ajudar a pessoa a se sentir mais relaxada, menos ansiosa e a “desligar” “temporariamente” das preocupações do dia a dia

📍Inicialmente, o álcool pode aumentar a produção de certas substâncias químicas no cérebro, como a dopamina, provocando sentimentos temporários de prazer ou euforia.

📍Para algumas pessoas, beber é uma forma de escapar temporariamente de sentimentos negativos, traumas, dores emocionais ou situações de vida difíceis.

📍Entretanto com o tempo, o consumo regular pode se tornar um hábito ou até mesmo uma dependência física e psicológica, onde a pessoa sente a necessidade de beber para evitar sintomas de abstinência.

📍É importante notar que, embora o álcool possa proporcionar alívio ou prazer temporários, esses efeitos são frequentemente seguidos por consequências negativas, e o uso excessivo ou problemático pode levar a sérios problemas de saúde física e mental, além de questões sociais

📍Se você ou alguém que você conhece está lutando contra o uso de álcool, procurar apoio é fundamental.
Busque tratamento especializado. (Psicoterapia, Psicanálise,Clínicas de Tratamento, Grupo de Auto Ajuda-AA).



Ana Paula Siqueira
PSICANALISTA
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MENTORIA EM DEPENDÊNCIA E COMPULSÃO

📍Houve um aumento na conscientização sobre os danos causados pelo uso excessivo de álcool e o reconhecimento da dependên...
06/01/2026

📍Houve um aumento na conscientização sobre os danos causados pelo uso excessivo de álcool e o reconhecimento da dependência como uma doença crônica de saúde, e não apenas uma falha moral.

📍Estudos e discussões públicas frequentemente destacam a forte ligação entre o consumo de álcool e condições como depressão, ansiedade e estresse. Muitas pessoas usam o álcool como um mecanismo de enfrentamento (coping mechanism), o que pode agravar os problemas de saúde mental a longo prazo.

📍O movimento “sobriety curious” (curiosidade pela sobriedade) e a crescente popularidade de bebidas não alcoólicas indicam uma mudança nas atitudes sociais em relação ao álcool, especialmente entre as gerações mais jovens, que estão mais abertas a discutir saúde mental e bem-estar.



Ana Paula Siqueira
PSICANALISTA
ATENDIMENTO EM DEPENDÊNCIAS E COMPULSÕES
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04/01/2026

📍Bagagem emocional acompanha o sujeito aonde quer que esteja, aonde quer que vá. Podemos considera- la uma extensão do nosso eu.
📍Vários acontecimentos vão dando forma a essa bagagem à medida que vamos passando pelas várias fases da vida.

📍Ao longo de nossa jornada vamos vivenciar momentos bons e aqueles que requer de nós equilíbrio emocional. Vamos experimentar dores e decepções, situações que nos serão desafiadoras, inevitáveis, mas sem perder de vista o bem estar emocional com nós mesmos.

📍Caso fosse uma equação matemática a fórmula aplicada das emoções no sujeito todos nós estaríamos de bem permanentemente com a vida. Entretanto quando remete- se a psiquê, as relações, do humano essa fórmula perde a eficácia.

📍No âmbito da psicanálise teríamos o EU buscando gerenciar as emoções, e nem sempre a garantia de não está vulnerável a gatilhos emocionais. E o SUJEITO ( inconsciente) revivendo padrões, escolhas e sofrimentos, mesmo quando deseja algo diferente.

📍Um exemplo bastante signif**ativo é quem está em Tratamento do Transtorno de Uso de Álcool e vai a um bar na companhia de pessoas que costumava ser suas companheiras de bebedeiras.

📍O gatilho é acionado, não conscientemente, vai rememorar tempos em que beber , foi sinônimo de prazer, alívio dos problemas, das dores psíquicas, emergindo uma felicidade eufórica, fugaz, e depressora no dia seguinte. É o Transtorno. falando mais alto que o sujeito.

📍No momento logicamente se quer sentir essa sensação de novo e de novo nem que seja por um lapso de tempo. Nem que seja para se arrepender pela ressaca física e moral essa última machuca muito mais muito mais.



Ana Paula Siqueira
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