29/01/2026
Não é sobre vaidade.
É sobre identidade.
Quando a autoestima começa a depender quase exclusivamente da aparência, o corpo vira campo de batalha.
Cada mudança promete alívio, mas raramente entrega pertencimento.
Na adolescência, o olhar ainda está em formação.
A crítica não é filtrada — é absorvida.
E quando o espelho vira referência central, o risco não é exagero estético.
É sofrimento psíquico.
Talvez a pergunta não seja “o que mudar no corpo?”
Mas “o que está doendo por dentro?”