Psicologa Fátima Baroni

Psicologa Fátima Baroni Psicóloga Clinica com mais de 20 anos de experiência, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental pela Uniara/SP.

Com experiencia de mais de 30 anos na psicologia clinica, auxiliando mulheres na jornada de desenvolvimento pessoal, focado no despertar da autoestima, autoimagem e lidar com esgotamento emocional. Com sua experiência em Psicologia já impactou positivamente a vida de centenas de pessoas e desde 2006 auxiliou dezenas a alcançar o corpo e o estilo de vida que almejavam.

Existe uma diferença importante entre responsabilidade emocional e culpa crônica.Responsabilidade é olhar para si e ajus...
01/03/2026

Existe uma diferença importante entre responsabilidade emocional e culpa crônica.

Responsabilidade é olhar para si e ajustar o que é seu.
Culpa crônica é assumir o que não é.

Muitas mulheres não permanecem em relações abusivas porque são fracas.

Permanecem porque foram treinadas a sustentar o vínculo a qualquer custo.

E quando o vínculo vira prioridade absoluta, a própria identidade começa a encolher.

Não é falta de consciência. É excesso de autoacusação.

Recuperar-se não é “aprender a ser mais forte”.

É aprender a diferenciar o que é seu do que nunca foi.

27/02/2026

Você escolhe o silêncio. Você não fala.

Porque parece drama. Você quer evitar conflito.

Então você minimiza.

Mas o que não é elaborado vira sintoma.
Ansiedade.
Irritação.
Distanciamento.

O silêncio não resolve. Ele adia.

Dor não validada encontra outras formas de aparecer.

Você tem se permitido sentir?

Salva se você costuma se calar.

Nem todo abuso é escancarado.Muitas vezes ele é sutil, repetitivo e silencioso.Ele não precisa levantar a voz.Basta dist...
25/02/2026

Nem todo abuso é escancarado.
Muitas vezes ele é sutil, repetitivo e silencioso.

Ele não precisa levantar a voz.
Basta distorcer sua percepção até que você comece a duvidar de si.

É assim que muitas mulheres chegam dizendo:
“Eu sei que não está certo… mas talvez eu esteja exagerando.”
“Eu sei que me machuca… mas talvez a culpa seja minha.”

Quando a culpa vira automática, o vínculo se fortalece.
E a consciência, sozinha, não é suficiente para romper o ciclo.

Reconhecer o padrão é o primeiro passo.

O segundo é reconstruir sua confiança na própria percepção.

E esse processo não acontece com pressa, acontece com profundidade.

Idealização não é amor. É expectativa. E expectativa sem confronto com a realidade costuma gerar frustração intensa. Rec...
23/02/2026

Idealização não é amor.

É expectativa.

E expectativa sem confronto com a realidade costuma gerar frustração intensa.

Reconhecer esse padrão é o primeiro passo para relações mais conscientes.

Luto é uma palavra abrangente, que para algumas pessoas é assustador.Geralmente associamos luto à perda de um ente queri...
23/02/2026

Luto é uma palavra abrangente, que para algumas pessoas é assustador.

Geralmente associamos luto à perda de um ente querido. Mas podemos e devemos fazer luto para muitas outras perdas que sofremos durante a vida.

Quer aprofundar o assunto? Leia o artigo a seguir. Boa leitura.

Como desapegar do conhecido para arriscar no novo? Aprendemos a associar a palavra luto à perda física de uma pessoa querida. Mas o uso desta palavra é muito mais elástico e abrangente. Há algo sobre o qual pouco se fala:…

20/02/2026

Ninguém morre de amor.
Morre de controle disfarçado de amor.

Nos últimos dias, o Brasil chorou histórias que nunca deveriam ter acontecido. E mais uma vez, surgiu a narrativa conhecida; “ele não aguentou a separação”, “ela provocou”, “o ciúmes falou mais alto”.

NÃO!

Ciúme não mata. Posse mata.
Amor não controla. Dominação controla.
Separação não provoca morte. A crença de que a mulher é objeto provoca.

Enquanto continuarmos romantizando o controle e culpando a mulher por existir fora das expectativas do homem, continuaremos enterrando mulheres que só querem ser livres.

Ela tinha o direito de ir embora. Ela tinha o direito de reconstruir a vida. Ela tinha o direito de existir, sem pedir licença.

Se você conhece uma mulher em situação de risco, ligue 180 (Central de Atendimento à mulher).

18/02/2026

Quando foi que silenciar uma mulher virou direito adquirido? (do marido? da sociedade?)

Nem todo silêncio é escolha. Muitos foram aprendidos.

Desde cedo, mulheres entendem que falar pode custar caro. Custa relações. Custa reputação. Custa pertencimento. Custa a saúde mental e física.

Então aprendem a suportar. A minimizar o que doeu. A seguir em frente como se nada tivesse acontecido.

Esse silêncio não protege. Ele pesa. Cansa. Adoece.

E junto com o silêncio, vem o peso da culpa. Não importa o que aconteceu, a culpa vai recair na mulher. Sempre na mulher. Porque ela apoiou e deu errado
Porque ela não apoiou e deu errado.

O julgamento vem de todos os lados, de todos os cantos do país. Não importa, é dever da mulher.

Será?!

2026 (12/02), um caso em Goiás mobilizou as redes. Um homem mata os próprios filhos, se suicida, deixa uma carta culpand...
13/02/2026

2026 (12/02), um caso em Goiás mobilizou as redes. Um homem mata os próprios filhos, se suicida, deixa uma carta culpando a esposa.

E o que acontece?

Ela é atacada. Julgada. Condenada nas redes sociais por um crime que não cometeu.

Em 1976, Ângela Diniz foi morta pelo namorado. Doca Street alegou “legítima defesa da honra” e foi aplaudido em tribunais. Ângela foi julgada morta, sua roupa, seu comportamento, suas escolhas.

50 anos depois, quando um homem comete violência extrema, a primeira pergunta ainda é: “o que ela fez?”

Esse é o moralismo que mata mulheres duas vezes.

A culpabilização da vítima não é um acidente. É um sistema que funciona perfeitamente: protege o agressor, pune a mulher, e garante que a próxima também será julgada antes de ser protegida.

Nenhuma traição, nenhum comportamento, nenhuma escolha de uma mulher justifica violência.

Se você leu uma carta de um homem e acreditou que a culpa era dela, você está repetindo o que matou Ângela Diniz.

E está garantindo que a próxima também será culpada.

Você já cantou "Bad Romance" sentindo que era sobre você?Lady Gaga não estava só fazendo um hit. Ela estava descrevendo ...
13/02/2026

Você já cantou "Bad Romance" sentindo que era sobre você?

Lady Gaga não estava só fazendo um hit. Ela estava descrevendo o que acontece quando você confunde intensidade com amor.

"I want your ugly, I want your disease"
quando você romantiza a parte destrutiva de alguém, quando aceita dor como prova de paixão, você não está em um relacionamento intenso.

Você está presa em um padrão tóxico.

Relacionamentos tóxicos funcionam assim: te fazem sentir que a montanha-russa emocional é sinal de conexão profunda. Que se dói tanto, é porque importa muito.

Mas amor não alterna entre êxtase e destruição.

Se você se identificou com essa música mais do que deveria, presta atenção: o que você está chamando de paixão pode ser o sinal de que algo não está certo.

Não é fraqueza sua. É como esses relacionamentos são projetados para funcionar.

Salva esse post. Volta aqui quando precisar lembrar que intensidade não é amor.


A maioria das mulheres que chegam até mim não estão “em crise”.Elas estão funcionando.Trabalham. Cuidam. Resolvem. Suste...
11/02/2026

A maioria das mulheres que chegam até mim não estão “em crise”.
Elas estão funcionando.

Trabalham. Cuidam. Resolvem. Sustentam.

Mas por dentro vivem em estado de alerta constante.
Dormem cansadas. Acordam já devendo energia.
Sentem culpa quando pensam em descansar.

O esgotamento emocional raramente aparece como colapso imediato.

Ele se instala na repetição diária de excessos, responsabilidades acumuladas e limites não colocados.

Se você sente que está sempre no limite, mas continua dando conta, talvez não seja falta de força.

Talvez seja excesso de carga.

Nas próximas semanas vou abrir um processo terapêutico em grupo para mulheres que vivem nesse estado de sobrecarga silenciosa.

Se você quer saber mais, me escreve “QUERO” no direct.

Nem tudo que dói é urgência médica.Às vezes, é urgência emocional.O corpo sinalizaquando algo ficou tempo demais sem esc...
10/02/2026

Nem tudo que dói é urgência médica.
Às vezes, é urgência emocional.

O corpo sinaliza
quando algo ficou tempo demais sem escuta.

Cuidar da saúde mental é atender esse pedido
antes que ele vire grito.

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