01/02/2026
Li uma vez o relato de um cirurgião do trauma que militava na faixa de Gaza (território palestino). Onde ele mencionava sobre o quanto as feridas de guerra causadas por balística treinam o cirurgião e o anestesista - manejo de estabilidade hemodinâmica, tecnicas anestesicas, intubação dificil e técnicas operatórias.
Só comecei minha trajetória na cirurgia maxilofacial e, pelo pouco que vi no Rio de Janeiro, penso que não estamos distantes do cenário de Gaza quando o assunto é tratar doentes em condições criticas e desafiadoras. Aqui, no RJ, é uma escola que levam os profissionais a extrapolarem seus limites todos os dias!